Affectus #001 – Lidar com a ansiedade

Eis abaixo o primeiro episódio de “Affectus“, minha nova produção audiovisual voltada para a internet. Fazendo jus ao título do projeto (que é a tradução latina da palavra “afeto”) pretendo produzir em cada episódio uma reflexão sobre impasses e dificuldades emocionais vivenciadas pelos sujeitos na contemporaneidade. Como eu friso no primeiro vídeo, não se trata de nada semelhante à auto-ajuda. Pelo contrário, minha proposta é justamente a de evidenciar que não há uma fórmula mágica para a resolução de nenhum problema subjetivo e que em todos eles fatores irredutíveis ligados à condição humana se fazem presentes.

Ficaria muito feliz se vocês postassem reações ao vídeo nos comentários. Enjoy!

13 thoughts on “Affectus #001 – Lidar com a ansiedade

  1. Gostei da proposta audiovisual, fico muito boa. Quanto ao conteúdo não há nem o que comentar. Em casos de dúvida, procurem o Nápoli. Parabéns!

  2. Adorei o vídeo! Muito bom pensar em usar a ansiedade ao nosso favor! :D

  3. Olá Ed! Muito obrigado pelo comentário e pelo feedback!

    Um forte abraço!

  4. Oi Deborah! Obrigado pelo comentário!

    A energia que utilizamos para consumirmo-nos em ansiedade é a mesma que poderia ser canalizada para a criatividade!

    Um forte abraço e apareça sempre!

  5. A ansiedade me leva a comer sem estar com fome,várias vezes ao dia,
    estou bem acima do peso, a endócrina me receitou Sertralina , mais não
    gosto de tomar medicamentos.O que fazer?Estou amando seu Blog , Pa_
    rabéns.

  6. Aparecerei com toda a certeza! Estive há um bom tempo pesquisando na internet blogs que pudessem me ajudar a entender melhor a função de um psicanalista, e na minha opinião, os artigos que você publicou e publica são os mais esclarecedores.

    Ainda não faço faculdade, mas no ano que vem se tudo der certo começo a cursar Psicologia (e cada dia mais tendo a intenção de ser psicanalista!), então gostaria de indicações suas para leitura iniciante.

    Agradeço se puder me atender. Obrigada

  7. Olá Deborah. Muito obrigado pelos elogios. Se eu fosse um behaviorista, diria que eles foram altamente “reforçadores” (risos).

    Então, quanto às indicações que você me pede: respondi hoje pela manhã a um email de um rapaz de Santa Catarina que havia me feito a mesma solicitação. Se não se importar, lhe passarei por email a mesma sequência de leituras que fiz para ele. Tudo bem?

    Forte abraço!

  8. Olá Maria das Graças, muito obrigado pela visita!
    Ainda que eu não conheça o suficiente sua situação e os fatores que estão relacionados a esse aparente “comer compulsivo” sugiro a você que, além do acompanhamento médico com a endocrinologista, você procure a ajuda de um psicanalista.
    Sugiro também que você leia as duas partes de meu artigo “Metapsicologia do emagrecimento”. Creio que lhe será de grande ajuda. Eis os links para as duas partes:
    http://lucasnapoli.wordpress.com/2011/08/23/metapsicologia-do-emagrecimento-parte-1/
    http://lucasnapoli.wordpress.com/2011/08/30/metapsicologia-do-emagrecimento-final/

    Um forte abraço, boa sorte e apareça sempre!

  9. Oi bom dia!
    Gostei muito do vídeo e tb quero o e-mail das indicações de leitura.

    =**

  10. Olá Alice! Pode deixar que envio-lhe o email, sim!

    Um abraço!

  11. Desenvolvi uma forte fobia social depois dos 11 anos, quando perdi meu pai! Daí em diante a ansiedade sempre me acompanhou. Uma vez tive uma crise de pânico bem no momento em que levantava pesos na academia. Foi terrível. Me senti um fraco por passar por aquilo. Só quem passa por isso sabe o quão difícil é lidar com crises fortes de ansiedade. Até semana retrasada tomava 0,5 mg de rivotril para dormir. Parei e por enquanto não sinto falta! Mas a insônia deu o ar da graça! Hoje aprendi a conviver com alguns sintomas da ansiedade. Quando ela vem eu a recebo de braços abertos e então ela se dilui. Mas apesar de ter superado alguns sintomas de ansiedade ela deixou sequelas. O medo e algumas compulsões. Hoje posso dizer que meu maior inimigo é o MEDO.

  12. Olá Alisson! Por mais estranha que minha observação poderá parecer, é preciso que eu a faça: o desenvolvimento de medos como substitutos da angústia presente na síndrome do pânico e na fobia social já é um sinal de melhora. De fato, a angústia excessiva consiste numa sensação difusa e de difícil abordagem na medida em que não se tem um objeto específico que a produza. O medo, por sua vez, já possui um objeto localizado, o que torna o trabalho terapêutico mais facilitado na medida em que permite remeter, pela associação-livre, o objeto que causa o medo aos significantes-mestres da história do sujeito.

    Espero ter te ajudado de alguma forma.

    Um forte abraço e apareça sempre!

  13. Valeu Lucas, sempre esclarecendo nossas dúvidas e de um jeito que a gente entende! Grande abraço!

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