Estréia do videocast “Do Laboratório ao Divã”

Caríssimos, quero apresentar a vocês o meu mais novo projeto, realizado em parceria com meu amigo e também psicólogo Igor Madeira. Trata-se do videocast “Do Laboratório ao Divã”, um programa semanal de cerca de 15 minutos feito especialmente para a internet. A idéia é que a cada semana, Igor (psicólogo comportamental) e eu (psicanalista) possamos discutir um tema específico a partir dos pontos de vista do Behaviorismo e da Psicanálise, demonstrando que, embora historicamente esses discursos tenham sido postos numa relação de rivalidade, eles podem dialogar e o debate produzir bons frutos.

Igor, como eu, também se formou em psicologia na Universidade Vale do Rio Doce (Univale) e atualmente é mestrando em Psicologia pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), trabalhando com a temática de equivalência de estímulos na aprendizagem de comportamentos musicais.

O episódio de estréia já está no ar e a discussão gira em torno do tema “amor”. Espero que gostem!

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8 comentários sobre “Estréia do videocast “Do Laboratório ao Divã”

  1. Olá Lucas ! Gostei do tema. Fiz um seminário na faculdade sobre esse assunto. Gosto muito do seu blog. minha visão da psicologia é muito semelhante à sua. Costumo colpartilhar seus posts no meu facebook e meus amigos já elogiaram muito. Um abraço, Vera

  2. Caríssimos,
    primeiro desejo sucesso e, pelo que assisti, este será inevitável.
    Lucas já sabe o “porque” de eu estar seguindo seus passos; não obstante, para meu deleite de amadora, apresenta o companheiro do “estudo comportamental”.
    Ah, o amor! Este substantivo tão abstrato e tão concreto!
    Gostaria de ter a liberdade ou audácia, como queiram, de lançar uma questão que para mim sugere uma importância vital com relação ao assunto abordado.
    E o amor sublime? O amor onde um não precisa do outro; o amar somente na primeira pessoa do singular… O amor que pode esperar o tempo que for possível; que completa o indivíduo, mas que pode ficar como que num lugar onde nada nem ninguém o possa macular. O amor sem sexo; sem convivência; tipo platônico, mas com as felicidades a cada reencontro onde apenas “olhar” é o bastante.
    Poderiam discorrer sobre isto? É pessoal sim. (risos).
    Parabéns pela iniciativa e só pediria ao psicólogo Igor que olhasse diretamente para a câmera, pois ele fala rápido demais. Um abraço, Igor. Um abraço, Lucas.

  3. Olá Tânia! Que bom que você gostou da proposta!

    Pode deixar que eu dou o recado para o Igor. No próximo ele olha mais pra câmera e fala mais devagar! rsrsrsrs

    Vamos à sua pergunta: Freud menciona essse tipo de amor do qual você fala, que poderíamos chamar genericamente de “amor platônico”. Trata-se para ele, no entanto, de uma sublimação. Isso significa que embora a sexualidade e o contato físico estejam ausentes, é o desejo sexual que permanece como fonte desse tipo de amor. O que costuma acontecer é que o objeto do amor platônico é tão idealizado que o contato físico é visto como algo que macularia esse objeto. Isso acontece muito frequentemente com homens apaixonados. Aí o que acontece é uma cisão entre amor e sexualidade. Se o objeto que eu amo é intocável, eu tomo outro para dirigir o desejo sexual. Nesse sentido, é como se toda idealização amorosa trouxesse consigo uma cisão na manifestação do amor: ternura e carinho e desejo sexual não podem ser dirigidos para a mesma pessoa.

    Espero ter respondido! rs É realmente um tema complexo, mas foi bom você ter feito essa pergunta, pois me permitiu esclarecer essa questão que acabou não sendo abordada na videocast em função do tempo.

    Grande abraço!

  4. Olá Vera! Fico muito feliz por saber que você compartilha meus posts! Vou adicioná-la no Facebook!

    Um grande abraço e apareça sempre!

  5. Olá Lucas, finalmente consegui ver o vídeo… ficou muito bom!!!
    O tema do amor é sempre muito controverso e explicações científicas como essa costumam gerar certo descrédito por parte dos mais românticos. Mas acredita que tais explicações não tiram o encanto do amor, ao contrário, o tornam ainda mais impressionante!!!!!
    Parabéns aos dois pela iniciativa!
    Abraços,
    Priscila Ferreira

  6. Olá Priscila!!
    Concordo com você! Eu me divido entre o psicanalista e o romântico rsrs Acho que em relação à suposta “ilusão do amor” da qual falamos, vale aquele ditado castelhano: “Não acredito nas bruxas, mas que elas existem, existem.” rsrsrs

    Abração!!!

  7. Com toda a certeza permito, meu amigo!! Seu texto é essencial!

    Grande abraço!

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