Esta é uma pequena fatia da aula “ESTUDOS DE CASOS 23 – Uma vida bloqueada pela fixação ao trauma infantil” que já está disponível no módulo ESTUDOS DE CASOS da CONFRARIA ANALÍTICA.
Existem algumas razões pelas quais um trauma infantil pode prejudicar significativamente a sequência da vida de uma pessoa.
Às vezes, o sujeito pode, por exemplo, se tornar ansioso e inibido em função do medo de passar novamente pela experiência traumática.
Em outras situações, o trauma pode comprometer o desenvolvimento de certas estruturas psíquicas, dependendo da idade em que ocorreu.
Mas há uma possibilidade sobre a qual pouco se fala (fora da Psicanálise) e que merece ser destacada:
A pessoa pode permanecer emocionalmente fixada à experiência traumática na esperança de que receberá uma compensação por ter passado por ela.
É como se o sujeito paralisasse a continuidade da sua vida para reivindicar inconscientemente uma “indenização” afetiva pelo trauma.
Foi isso o que aconteceu com uma moça atendida por uma aluna da Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A paciente foi αb*sαdα sε*uαlmente pelo pai na infância e passou por outras injustiças relacionadas a essa, sem receber qualquer tipo de reparação.
Mas o grande problema é que ela, sem perceber, converteu sua vida numa espécie de protesto silencioso contra tudo o que sofreu.
Quando o desejo, de vez em quando, se apresenta, ela logo dá um jeito de calá-lo a fim de retomar a demanda de indenização ao Outro.
Por isso, precisa permanecer presa à imagem de si como alguém que foi essencialmente estragada na infância.
Sua reivindicação é justa, mas estéril.
Na aula “Estudos de Casos 23 — Uma vida bloqueada pela fixação ao trauma infantil”, eu analiso esse caso em profundidade e mostro como essa armadilha subjetiva pode ser trabalhada clinicamente.
Ela já está disponível no módulo Estudos de Casos da Confraria Analítica, no qual comento casos clínicos reais relatados por alunos da nossa escola.
Primeiramente, deixe-me definir o que é superego, pois talvez você nunca tenha ouvido falar nessa expressão.
Superego foi o nome que Freud deu para a parte da nossa mente responsável por monitorar e controlar nosso comportamento em termos morais.
Ele se forma na infância à medida que vamos internalizando o monitoramento e controle que nossos pais exercem sobre a gente.
Ou seja, inicialmente nós somos disciplinados pelo OUTRO e, pouco a pouco, passamos a NOS disciplinar.
Normalmente, a relação que temos com nosso superego é tão conflituosa quanto a relação que tínhamos com nossos pais na infância.
Você se lembra que volta e meia queria fazer alguma coisa e seus pais não permitiam?
Ou, de repente, você efetivamente fazia alguma coisa que eles não deixavam e ficava de castigo. Lembra disso?
Pois bem, essa mesma dinâmica tende a se repetir em nossa relação com o superego.
A diferença é que agora os conflitos são internos, pois o superego nada mais é que uma parte de nós mesmos.
Então, em vez de ser impedido ou castigado por seus pais, você mesmo SE impede e SE castiga.
Pessoas emocionalmente imaturas sofrem muito com esses inevitáveis conflitos, pois lidam com o superego exatamente como uma criança lida com seus pais.
Há crianças que sentem tanto medo de serem punidas ou decepcionarem os pais que se tornam exageradamente obedientes, quietinhas, sem vida.
Adultos emocionalmente imaturos podem se comportar exatamente da mesma forma, mas porque têm um medo neurótico de desagradar… o superego.
Por outro lado, há crianças que estão sempre “aprontando” não como expressão espontânea de sua vitalidade, mas PARA sofrerem castigo.
Afinal, há certos pais que só dedicam atenção a um filho quando é preciso discipliná-lo.
Assim também, alguns adultos emocionalmente imaturos podem manter essa relação meio sαdmαsoquistα com o superego:
Periodicamente, metem o pé na jaca PARA se sentirem culpados e se depreciarem. A autopunição evoca a escassa atenção que vinha junto com o castigo dos pais.
Fazendo análise, tais sujeitos podem conquistar gradativamente a capacidade de lidarem de uma forma mais adulta com o superego.
E como seria isso?
A pessoa emocionalmente madura é capaz de CONVERSAR com seu superego. Ela não fica obedecendo-o cegamente nem provocando-o.
Essa pessoa reconhece a utilidade do superego (sem ele a vida em sociedade seria impossível), mas sabe que, de vez em quando, ele mais atrapalha do que ajuda.
Seus pais monitoravam e controlavam seu comportamento porque, no fundo, queriam que você fosse a criança ideal que tanto desejavam.
Da mesma forma, seu superego quer que você seja o Paulo ideal, a Alessandra ideal, a Natália ideal, o Fernando ideal, o Lucas ideal…
Por isso, não raramente, é preciso RELATIVIZAR o que o superego diz.
Mas, para fazer isso, é preciso sair da posição de criança e tirá-lo da posição de papai e mamãe.
Quer saber mais sobre como funciona funciona o superego?
Na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise, temos diversas aulas que abordam esse tema.
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Esta é uma pequena fatia da aula “Racionalização: as desculpas que damos para nós mesmos” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.
Outro dia, Carlos reencontrou Túlio, um colega de profissão que não via há mais ou menos uns quatro anos, desde a formatura em Psicologia.
— E aí, rapaz, quanto tempo, né? — disse Carlos estendendo a mão a Túlio.
— Pois é! O que você tá arrumando?
— Cara, acabei me encontrando na Psicologia Organizacional. Logo depois da formatura, comecei a trabalhar no RH da Renz e tô lá até hoje. E você?
— Eu foquei na clínica mesmo. E, graças a Deus, tá dando muito certo, Carlos.
— Eu já imaginava. Lembro que você era fã de Psicanálise…
Nesse momento, Túlio abaixou a cabeça, olhou rapidamente para o chão e disse:
— Pois é… Mas hoje em dia não mexo com Psicanálise, não, cara.
— Como assim? — perguntou Carlos perplexo — Da nossa turma você era o que mais gostava de Psicanálise, Túlio!
— É, mas na prática eu acabei percebendo que esse negócio não tem eficácia nenhuma, meu caro. Por isso, hoje em dia, eu trabalho com a TCC.
— Sério? — Carlos não conseguia acreditar. De fato, Túlio passara boa parte da faculdade criticando ferrenhamente a terapia cognitivo-comportamental.
— Cara, a TCC te dá um norte, uma estrutura. Você sabe o que tem que fazer com o paciente. Na Psicanálise, é tudo muito solto, não se mensura nada.
— Túlio, confesso pra você que eu tô muito surpreso. Porque esse negócio de mensuração era justamente uma das coisas que você mais condenava na TCC.
— Pois é, meu caro. Mas, estudando mais a fundo, eu acabei me convencendo de que terapia precisa de objetividade. E a própria prática foi me mostrando também.
Logo após dizer isso, Túlio se despediu de Carlos, pois o carro de aplicativo que estava esperando havia acabado de chegar.
Durante o trajeto para casa, o psicólogo ficou se sentindo um pouco tenso.
Por mais que quisesse muito acreditar no que havia dito a Carlos, no fundo Túlio sabia que os motivos que o levaram a abandonar a Psicanálise eram outros.
Ele sabia que aquela decisão tinha muito mais a ver com a angústia que vivenciava diante da pressão de certos pacientes por respostas.
Túlio tinha uma forte tendência a querer agradar as pessoas e, por isso, era muito penoso para o rapaz frustrar as expectativas dos pacientes.
Ele sabia que precisava tratar esse sintoma, mas dizia para si mesmo que ainda não tinha dinheiro suficiente para fazer sua análise pessoal — o que não era verdade.
Certo dia, exausto, ele viu um vídeo de um psicólogo cognitivo-comportamental criticando a Psicanálise e resolveu comprar o curso oferecido pelo profissional.
Gradativamente, Túlio passou a implementar a metodologia de trabalho que aprendia no curso, o que lhe proporcionou um grande alívio.
Afinal, agora, quando um paciente lhe perguntava o que devia fazer, ele sempre tinha “boas” respostas na ponta da língua…
E foi assim que o rapaz abandonou a Psicanálise e passou a trabalhar com terapia cognitivo-comportamental.
Não foi porque ele estudou bastante, comparou, e chegou à conclusão de que a segunda era melhor que a primeira.
Foi simplesmente porque se sentia excessivamente angustiado ao tentar praticar a Psicanálise.
Mas admitir isso seria muito difícil para Túlio. Ele não queria se enxergar como alguém que não deu conta da Psicanálise. Seria narcisicamente insuportável.
Por isso, precisou inventar para si mesmo aquela narrativa de que mudou de abordagem simplesmente por ter visto que uma era melhor que a outra.
O nome desse tipo de defesa psíquica é RACIONALIZAÇÃO. E é sobre ela que eu falo na aula publicada hoje (sexta) na CONFRARIA ANALÍTICA.
O título da aula é “Racionalização: as desculpas que inventamos para nós mesmos” e já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS.
🎭 Quantas vezes você já fez como Túlio e inventou uma boa desculpa pra si mesmo?
A gente se engana bonito. E ainda acredita na própria mentira. 😶🌫️
Na Psicanálise, isso tem nome: racionalização.
💬 É sobre isso que falo na aula publicada hoje na Confraria Analítica: “Racionalização: as desculpas que inventamos pra nós mesmos.”
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Entre pra nossa escola e comece a entender o que realmente te move — e o que te trava.
Imagine a seguinte cena: você está andando na rua e, de repente, se depara com um cachorro filhote deitado na calçada e percebe que ele está sentindo dor.
Você se aproxima com a melhor das intenções e toca a parte do corpo do animal que parece ser a fonte da dor. Pois bem, o que acontecerá?
Muito provavelmente, o doguinho dará um gemido, mas você não ficaria surpreso se ele avançasse em sua mão, tentando mordê-la.
De fato, você sabe que cães e outros animais costumam se defender dessa forma: atacando.
Mas talvez, o que você não saiba é que isso também pode acontecer com a nossa espécie. Muitas pessoas só conseguem se defender, tornando-se agressivas.
Se o cãozinho pudesse falar (e fosse suficientemente maduro), talvez dissesse a você: “Opa! Não toque aí, amigo; tá doendo muito.”
Mas, sem acesso à linguagem, tudo o que ele pode fazer para se comunicar é tentar te morder.
Ou seja, o agredir é uma forma de autodefesa, mas também de comunicação.
Na cena que eu descrevi, o cachorro não avançaria em você para saciar um impulso destrutivo, mas para “dizer”: “Não toca aí!”.
Da mesma forma, muitas pessoas utilizam xingamentos, falas ríspidas, gritos etc. porque não conseguem encontrar outra forma de dizer que estão sentindo dor.
— Ah, Lucas, então agora eu tenho que aceitar maus tratos só porque o caboclo não consegue se defender sem atacar?
É claro que não. A vida é sua. Faça o que você quiser.
Como dizem os americanos, eu não estou PRESCREVENDO, só DESCREVENDO.
O que estou te ensinando pode ajudá-lo, principalmente, a lidar com episódios PONTUAIS de agressividade por parte de cônjuges e amigos.
De repente, meu caro, sua namorada, que sempre foi “um doce de pessoa”, pode te tratar de forma impaciente e até grosseira.
Talvez, naquele dia especificamente, seja por TPM ou qualquer outro fator, ela não conseguiu fazer uso de recursos mais maduros para comunicar suas dores.
E aí, a única coisa que deu conta de fazer, para se proteger, foi te atacar.
Acontece. A gente precisa parar de idealizar as relações humanas. O cotidiano não tem filtro nem corte. Tudo acontece sem edição…
Novamente: não estou dizendo que você tem que aceitar ser atacado. Faça o que você quiser. Mas é importante compreender essa função comunicativa do ataque.
Crianças, por exemplo, com muita frequência se defendem por meio da agressividade. Justamente por conta de sua imaturidade psíquica.
Um menino que dá muito trabalho na escola, não respeita professores e está sempre arrumando confusão, provavelmente está sofrendo internamente.
Nesse sentido, se os pais e a escola olham para o comportamento dele como uma simples expressão de impulsos agressivos, o resultado será catastrófico.
O garoto será severamente punido e a dor que motivou seus ataques só aumentará. Seria o mesmo que bater no cachorro após ele avançar.
Talvez, o menino precisasse apenas de adultos suficientemente fortes para traduzir sua “linguagem” agressiva sem responder a ela com mais agressividade.
O mundo seria um lugar lindo se todas as pessoas, em todos os momentos, conseguissem não apelar para o ataque como forma de defesa.
Pena que a realidade é muito mais complexa e desafiadora do que um manualzinho de comunicação não violenta.
***
Às vezes, o ataque é só um jeito torto de dizer “tá doendo”.
Na Confraria Analítica, a gente estuda, com profundidade e clareza, essas formas disfarçadas de expressão da nossa verdade.
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Nenhum paciente quer melhorar, mas, ao mesmo tempo, todos querem.
É contraditório, eu sei. Mas nós somos contraditórios mesmo. Esta é uma das coisas que nos faz verdadeiramente humanos.
Que todos os pacientes queiram melhorar, isso é evidente. O simples fato de uma pessoa procurar ajuda já o comprova. Ninguém gastaria dinheiro com terapia se não quisesse realmente parar de sofrer.
— Então por que você disse que nenhum paciente quer melhorar, Lucas?
Porque o sofrimento pelo qual buscamos ajuda é, na verdade, a tábua de salvação que a gente encontrou para não se afogar em OUTROS sofrimentos — insuportáveis.
A preocupação excessiva que atormenta Maurício só existe porque, sem ela, ele teria de encarar certos dilemas internos que não dá conta de enfrentar.
Nossos sintomas são úteis, gente. Eles nos ajudam a fugir de nós mesmos, ou melhor, daquilo que há de aterrorizante em nós mesmos.
Por isso, é natural que a gente RESISTA a abandoná-los.
A olho nu, você pode até não conseguir enxergar a utilidade dos seus sintomas, mas, fazendo análise, será capaz de vê-la de forma cristalina.
De repente, vai perceber que seus ataques de pânico não acontecem “do nada”, mas aparecem justamente quando alguma coisa evoca em você, inconscientemente, uma memória traumática ou um conflito psíquico que te acompanha desde criança.
Ou seja, paradoxalmente, o pânico te protege. Te protege de fazer contato com certas partes de si mesma que não consegue suportar.
Como você poderia renunciar tão facilmente a esse sintoma se ele é tão conveniente?
Entendeu agora por que nenhum paciente quer melhorar?
É que melhorar implica em abrir mão da única saída que conseguimos encontrar para fugir dos nossos terrores internos.
Na Psicanálise, a gente procura ajudar o paciente a se fortalecer emocionalmente para conseguir encarar esses terrores e inventar formas saudáveis de lidar com eles.
Esse processo requer tempo e, portanto, muita paciência por parte do terapeuta.
É preciso aguardar até que o DESEJO por uma vida mais livre e criativa consiga vencer o MEDO de abandonar o refúgio do sintoma.
Você já percebeu como a gente diz que quer mudar… mas faz de tudo pra continuar igual?
🧩 É sobre isso que fala o texto de hoje: sobre a resistência, um dos conceitos que comentei ontem na Masterclass Psicanálise: o Básico do Básico.
Se você perdeu, ainda dá tempo de assistir!
O replay da aula ainda está disponível, mas só por tempo limitado.
Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
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Esta é uma pequena fatia da aula “LENDO WINNICOTT 13 – A importância do brincar na clínica de adultos” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – WINNICOTT da CONFRARIA ANALÍTICA.
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Você se lembra de como se sentia na infância quando estava brincando?
Nem via o tempo passar, não é mesmo?
Essa falta de percepção da passagem do tempo só acontece quando estamos imersos numa situação, nos sentindo à vontade e agindo com espontaneidade.
Por outro lado, quando fazemos algo por obrigação, simplesmente respondendo a pressões ou demandas externas, parece que o tempo não passa, né?
Na ânsia de que aquilo acabe logo, a gente acaba prestando muita atenção no relógio e aí vem a sensação de que as horas passam mais devagar.
Às vezes, fazendo análise, a gente pode experimentar isso, sobretudo nos dias em que nos sentimos meio bloqueados, “sem nada para falar”.
Mas, na maioria das vezes, a gente não vê a hora passar. De repente, o analista diz que a sessão acabou e temos a sensação de que mal havia começado.
Isso mostra que a experiência de fazer análise frequentemente é parecida com nossas brincadeiras de infância.
Ainda que falemos de sofrimentos, na relação com o terapeuta nos sentimos tão à vontade e espontâneos quanto nos sentíamos quando estávamos brincando.
Foi por isso que o psicanalista inglês Donald Winnicott dizia que a psicoterapia “tem a ver com duas pessoas brincando juntas”.
Esta frase está no capítulo 3 do livro “O Brincar e a Realidade” e eu comento vários trechos desse capítulo na aula publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA.
O título da aula é “LENDO WINNICOTT 13 – A importância do brincar na clínica de adultos” e já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – WINNICOTT.
Nesta aula, você verá que a experiência de estar brincando é um requisito básico para o êxito de qualquer processo psicoterapêutico.
Verá também quais são os sinais de que o paciente não está tendo essa vivência e como o analista pode ajudá-lo a resgatar sua capacidade de brincar.
🎓 Se você quer aprofundar sua escuta e compreender, de forma viva, como o brincar se manifesta na clínica de adultos, assine a Confraria Analítica.
A Confraria é a maior e mais acessível escola de teoria psicanalítica do Brasil, com mais de 500 horas de conteúdo e milhares de alunos.
A ideia de Winnicott de que “a psicoterapia tem a ver com duas pessoas brincando juntas” revela algo essencial sobre a Psicanálise:
Ela não é só uma técnica, mas uma experiência viva entre duas pessoas.
Quando paciente e analista se encontram num espaço de confiança, algo do brincar acontece: a possibilidade de ser espontâneo e se transformar de verdade.
Mas pra isso, o analista precisa ter passado por um processo de formação sério, que envolve estudo, análise pessoal e prática clínica.
E é sobre isso que vou falar na masterclass gratuita “Psicanálise: o Básico do Básico”, no dia 23/10, às 20h.
Você vai entender como se forma de verdade um psicanalista e o que diferencia a Psicanálise das abordagens que se popularizam nas redes.
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