Eles estão fazendo milhões explorando sua vulnerabilidade e sua ingenuidade

Eles prometem que você será capaz de transformar radicalmente sua vida.

Que essa vida será “épica”.

Que você ganhará muito dinheiro.

Que terá o relacionamento dos sonhos.

Tudo o que você precisa fazer é pagar alguns milhares de reais para eles e… mudar sua “mentalidade”.

Por “mentalidade” leia-se: sua forma consciente de pensar.

As fórmulas são simples:

Você, mulher, até hoje não teve um bom relacionamento porque tem uma mentalidade (ou “energia”) masculina. Então, se mudar sua mentalidade para feminina, atrairá homens com “mentalidade masculina”, selecionará um deles e serão felizes para sempre.

Se você até hoje não ficou rico, é simplesmente porque tem “mentalidade de escassez”. Se mudar sua forma de pensar para uma “mentalidade de abundância”, voilà, o dinheiro virá magicamente até você.

Você ainda não tem uma vida épica porque tem uma mentalidade de “não permissão”. Mudando essa mentalidade, naturalmente encontrará o caminho para uma vida plena — e instagramável…

Sim, meus caros, o trem é tosco assim mesmo.

Mas atrai um monte de gente ingênua e vulnerável.

A ingenuidade está em achar que as decisões que tomamos na vida resultam simplesmente de uma suposta mentalidade.

O velho Freud já dizia: “O Eu não é o senhor em sua própria casa”.

Não adianta achar que, pensando conscientemente de forma diferente, você será capaz de mudar radicalmente sua vida.

Não vai.

Existem múltiplos fatores em você e fora de você que controlam seu comportamento sem que você perceba.

Marcas de sua história de vida, medos, defesas, fantasias, circunstâncias sociais, econômicas, culturais etc.

Tudo isso te afeta, te condiciona, eventualmente te determina, enquanto você fica aí, todo pimpão, achando que manda e desmanda na própria vida.

Esses coaches sabem disso?

Claro que sabem — embora alguns talvez não saibam que sabem…

Falei da ingenuidade. Agora, quero fechar falando da vulnerabilidade.

As pessoas que compram os cursos, “formações” (sic) e mentorias dessa galera via de regra são indivíduos em situação de vulnerabilidade emocional.

Pessoas cansadas de relacionamentos insatisfatórios.

Pessoas passando por dificuldades financeiras.

Pessoas com baixa autoestima.

Pessoas ansiosas.

Pessoas atravessando lutos complicados.

Frequentemente, portanto, pessoas que precisariam de cuidado sério em saúde mental.

Infelizmente, por estarem vulneráveis psicologicamente, elas são mais facilmente atraídas pelas promessas ilusórias desses coaches.

Para quem está se afogando, jacaré é tronco…

O que fazer?

Sinceramente, eu não sei.

Sonho com um futuro em que tais oportunistas e suas respectivas práticas serão relegados ao ostracismo público.

Mas, talvez, nesse caso, o ingênuo seja eu.


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[Vídeo] A procrastinação como inibição do desejo


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[Vídeo] Psicanálise não é consultoria


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[Vídeo] Como Freud abandonou a teoria da sedução?

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Talvez você procrastine tanto porque não se sente autorizado a desejar.

Deixa eu te explicar essa hipótese:

Há pessoas que, na infância, por n razões, não sentiam que seu desejo era suficientemente validado e autorizado.

Uso aqui a palavra “desejo” num sentido amplo: aquelas inclinações, vontades e movimentos espontâneos que brotam da própria pessoa.

Uma menina, por exemplo, pode se inclinar naturalmente, desde muito pequena, para brincadeiras que, tradicionalmente, na nossa cultura, são categorizadas como “brincadeiras de menino”.

Por n razões, os pais dessa menina podem considerar que esse desejo deve ser coibido, passando a estimular ou mesmo forçar a filha a se envolver com “brincadeiras de menina”.

Ao fazerem isso, esses pais podem não só levar a garota a reprimir sua inclinação por brincadeiras de menino.

Eles podem estar contribuindo para algo mais profundo e adoecedor: essa menina pode desenvolver a ideia de que suas inclinações espontâneas de forma geral (e não só a vontade específica de brincar com “coisas de menino”) são inválidas ou ruins.

Isso porque o desejo por brincadeiras de menino não é um elemento isolado da personalidade da garota. Ele está associado a vários outros aspectos e inclinações que podem ser igualmente desaprovados pelos pais.

Resultado: essa menina pode crescer acreditando inconscientemente que não tem autorização para realizar seus desejos espontâneos.

— Tá, mas onde entra a procrastinação nessa história, Lucas?

Veja: o que é procrastinar?

Procrastinar é adiar uma tarefa importante sem que esse adiamento seja realmente estratégico.

Ou seja, você deixa para depois não porque será melhor fazer a tarefa em outro momento, mas simplesmente porque sente uma espécie de bloqueio interno que te impede de botar a mão na massa naquela hora.

Ora, esse bloqueio interno pode ser justamente o medo inconsciente de se engajar em seu próprio desejo.

É como se, na hora em que você está lá, diante do computador, pronta para trabalhar em um projeto, viesse uma voz interna que te dissesse:

“Lembra que você aprendeu que tudo aquilo que vem de você é ruim, errado, inválido? Então… Nem vale a pena investir tempo e energia nesse projeto. Não vai dar certo.”

O problema é que essa “voz” age de modo inconsciente. Conscientemente, o que você experimenta é simplesmente uma vontade estranha de deixar para depois, mesmo sabendo que tem tempo suficiente para trabalhar no projeto naquele momento.

Que fique bem claro: o que eu acabo de dizer não vale para todos os casos de procrastinação.

É apenas uma hipótese.

Mas ela pode se aplicar ao seu caso.

Que tal pensar a respeito?


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[Vídeo] Você é feliz, mas não sabe.


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[Vídeo] Entenda o que está no seu inconsciente


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[Vídeo] É possível fazer semblante de objeto a?

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Você conhece Robert Stolorow?

Para Freud, o analista deve se colocar diante do paciente na posição de espelho.

Para Lacan, na posição de semblante de objeto a.

Mas será que isso é mesmo possível?

Será que o analista consegue realmente não ocupar o lugar de sujeito na relação com o paciente?

Ou será que toda situação analítica envolve inevitavelmente a subjetividade de ambos?

Nós podemos fazer esse questionamento a partir das contribuições de Robert Stolorow, um psicanalista pouquíssimo conhecido aqui no Brasil, mas bastante influente nos EUA.

Stolorow desenvolveu uma perspectiva chamada “teoria dos sistemas intersubjetivos”, segundo a qual a experiência psíquica nunca existe isoladamente dentro de um indivíduo, mas sempre em contextos relacionais.

Eu acabei de publicar uma aula na Confraria Analítica fazendo uma introdução às principais ideias dele.

A aula já está disponível no módulo “Aulas Temáticas – Temas Variados”. Para assistir, é só se tornar membro da Confraria, a maior escola de teoria psicanalítica do Brasil.


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Por que Lacan disse que “o sujeito é feliz”?

No início da década de 1970, a televisão francesa decidiu fazer um programa sobre Lacan. Àquela altura, o autor já era conhecido fora da bolha psicanalítica.

O resultado foi o que chamaríamos hoje em dia de um “podcast”, em que Lacan responde perguntas formuladas por seu genro e herdeiro intelectual Jacques-Alain Miller. A gravação original pode ser encontrada facilmente na internet.

O texto da entrevista, que recebeu o título minimalista Televisão, consta atualmente na coletânea Outros Escritos, publicada no Brasil pela editora Jorge Zahar.

Em determinado momento da conversa, Lacan faz uma afirmação muito intrigante sobre a felicidade, que eu quero tomar como ponto de partida para algumas reflexões. Ele diz:

“O sujeito é feliz. Esta é até sua definição, já que ele só pode dever tudo ao acaso, à fortuna, em outras palavras, e que todo acaso lhe é bom para aquilo que o sustenta, ou seja, para que ele se repita.”

Isso está na página 525 dos Outros Escritos.

A primeira reação que muitas pessoas podem ter ao ler esse trecho é a estranheza:

“Como assim o sujeito é feliz? Que sujeito? O que eu mais vejo por aí são pessoas que não se sentem felizes. Elas estão enganadas?”.

Se Lacan fosse responder essa última pergunta em poucas palavras, talvez ele dissesse: “Sim e não”.

Então deixa eu te explicar:

Ao dizer que “o sujeito é feliz”, ele não está se referindo à pessoa tal como ela se percebe. Lacan está falando do sujeito do inconsciente, ou seja, de uma espécie de engrenagem psíquica que opera em você (e, ao mesmo tempo, é você), mas que você não reconhece como “Eu”.

Nesse sentido, ao dizer que “o sujeito é feliz”, Lacan está propondo que, embora você possa se sentir infeliz e se ver como uma pessoa infeliz, existe uma dimensão sua que está sempre feliz, mesmo no sofrimento.

Sabe por quê?

Porque essa engrenagem psíquica autônoma, que Lacan chama de sujeito do inconsciente (que é você — não se esqueça), possui determinados desejos (que você resiste a enxergar) e te leva a fazer de tudo para satisfazê-los.

É isso o que explica o fato de você não conseguir abandonar com facilidade seus sintomas, ou seja, aquelas coisas que você faz, não consegue deixar de fazer, mas te trazem muito sofrimento.

Por exemplo, digamos que um dos seus sintomas é o seu relacionamento. Você acha seu namorado um cara tóxico, vive reclamando dele, mas simplesmente não consegue terminar.

Veja: você não se sente feliz nesse namoro — o seu Eu não é feliz. Porém, se você não consegue terminar, isso é a prova de que uma “parte” sua encontra satisfação no relacionamento. Essa “parte” é justamente o sujeito do inconsciente.

Pode ser, por exemplo, que esse namorado, que você encontrou aparentemente por acaso (releia o trecho que eu citei) apresente características muito semelhantes à sua mãe, com quem você teve graves problemas quando era criança.

Permanecendo com ele, você, sem perceber, repete o cenário infantil e satisfaz o anseio de tentar mudar a sua mãe — desejo que você, também sem perceber, nunca abandonou.

Logo, enquanto Eu, você não se sente feliz, mas, enquanto sujeito — sujeito do inconsciente, lembre-se sempre — você é feliz.


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[Vídeo] Autismo é distúrbio ou modo de ser?


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[Vídeo] Trote de faculdade e identificação com o agressor


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[Vídeo] A transferência dentro e fora da Psicanálise


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[Vídeo] Quem foi Wilhelm Reich?


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[Vídeo] Peter Fonagy: como se forma a capacidade de mentalização

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