[Vídeo] Que defeitos você precisa suportar para ter as qualidades do seu parceiro?

Você compra uma caixa de bombons tradicional porque ela contém chocolates que você gosta. Todavia, para ter acesso a eles, precisa necessariamente adquirir também aqueles que, se pudesse, você jamais compraria. Um relacionamento amoroso de longo prazo é muito parecido com essas caixas de bombom…


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[Vídeo] Mulheres que amam à moda masculina

Esse corte foi extraído da nossa última aula AO VIVO de segunda-feira na CONFRARIA ANALÍTICA.

Hoje, a partir das 20h, teremos mais um encontro.

Estamos estudando linha a linha o texto de Freud “Sobre o narcisismo: uma introdução”.

Te vejo lá!


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Iniciar um relacionamento é como comprar uma caixa de bombons

Em lojas como a Cacau Show, por exemplo, é possível comprar apenas os chocolates dos quais a gente gosta.

Se as trufas de chocolate branco são as suas preferidas, você pode encher uma cestinha apenas com elas; não precisa levar obrigatoriamente outros chocolates.

Isso não acontece quando você compra uma caixa tradicional de bombons dessas da Nestlé ou da Garoto — que eram praticamente as únicas opções de chocolate disponíveis na minha infância.

Se você compra uma caixa da Garoto, por exemplo, ávido para degustar um Serenata de Amor, será obrigado a levar junto um Caribe (que tem seus fãs, eu sei, mas pode não ser muito do seu agrado).

Ou seja, você compra uma caixa de bombons tradicional porque ela contém chocolates que você gosta. Todavia, para ter acesso a eles, precisa necessariamente adquirir também aqueles que, se pudesse, você jamais compraria.

Um relacionamento amoroso de longo prazo é muito parecido com essas caixas de bombom.

É claro que a gente começa a se relacionar com uma pessoa porque ela possui características tanto estéticas quanto comportamentais que nos alegram.

Todavia, para se manter ao lado do ser amado você precisa inevitavelmente suportar uma série de outras características dele que não lhe são nada agradáveis.

Não dá para “editar” o parceiro e ficar apenas com os atributos aprazíveis: para ter acesso ao Serenata de Amor, você precisa necessariamente levar o Caribe junto.

O SEGUNDO VEM DA MESMA FÁBRICA QUE PRODUZIU O PRIMEIRO.

Assim também, os “defeitos” da pessoa que está com você — os quais te irritam, te angustiam, te entristecem — se originam da mesma fonte de onde provêm as “qualidades” que você tanto admira nela.

Laura gosta muito do olhar atento e cuidadoso que Jonas tem para consigo, mas se irrita profundamente com crises frequentes de ciúme do rapaz.

Muito provavelmente, o primeiro comportamento (que a agrada) não existiria sem o segundo (que a incomoda). Eles vêm da mesma fábrica…

E aí: quais são os “Caribes” que você suporta no seu namoro ou casamento? E quais são os “Serenatas de Amor” que justificam a manutenção do relacionamento?

Será que nessa relação só tem Caribe e praticamente nenhum Serenata?


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O relacionamento é seu sintoma?

Do ponto de vista médico, um sintoma é uma manifestação que sinaliza a existência de uma doença.

A tosse, por exemplo, é um sintoma típico de diversas doenças que afetam o aparelho respiratório.

Assim, podemos dizer que os sintomas servem como INDÍCIOS para a identificação da patologia.

Freud, no entanto, descobriu que, no caso das doenças psíquicas, os sintomas não funcionam apenas como sinais da própria enfermidade, mas apontam também para aspectos da própria pessoa do doente.

Mais ainda: o pai da Psicanálise nos mostrou que os sintomas psíquicos são como “gambiarras” que inconscientemente criamos para “dar um jeito” em certos problemas interiores.

Deixe eu dar um exemplo:

João, um bombeiro de 42 anos, sofre com uma autocrítica excessiva. Ele está sempre se condenando por qualquer coisa que faz.

Tal sintoma serve como uma pista para um possível diagnóstico de neurose obsessiva.

Sim, mas, ao mesmo tempo, ele também pode sinalizar o fato de que João inconscientemente ainda se condena por brincadeiras sexuais que vivenciou quando era criança.

Percebe? Do ponto de vista psicanalítico, o sintoma não só indica a doença, mas também SIMBOLIZA o que se passa no interior do próprio doente.

Frequentemente, nossos relacionamentos amorosos também podem ser vistos como sintomas.

Assim como o excesso de autocrítica de João, eles revelam simbolicamente elementos da nossa alma que não ousamos reconhecer conscientemente.

Essa é uma das principais razões pelas quais alguns de nós têm tanta dificuldade de terminar relacionamentos mesmo quando se tornam bastante insatisfatórios.

Marisa, por exemplo, pode não conseguir se separar do marido agressivo e distante porque permanecer com ele satisfaz um anseio inconsciente de autopunição que essa mulher nutre desde a adolescência.

Pedro não sente mais qualquer interesse sexual pelo namorado, mas pode não conseguir romper essa relação porque a presença do companheiro satisfaz a necessidade infantil de segurança que Pedro ainda possui.

Tá vendo? Nós podemos utilizar nossos namoros e casamentos como sintomas, ou seja, como meios para a “resolução” de questões pessoais que não queremos enfrentar diretamente.

Esse é o seu caso?


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[Vídeo] Os pais são nossos modelos de escolha amorosa

Esse corte foi extraído da nossa última aula AO VIVO de segunda-feira na CONFRARIA ANALÍTICA.

Hoje, a partir das 20h, teremos mais um encontro.

Estamos estudando linha a linha o texto de Freud “Sobre o narcisismo: uma introdução”.

Te vejo lá!


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[Vídeo] Você usa fantasias para se proteger da vida?

Muitos indivíduos encaram a realidade apenas como um conjunto de evidências que comprovam as fantasias que nutrem a respeito de si mesmas.

Sem perceberem, tais pessoas estão generalizando encontros singulares ou, em outras palavras, interpretando o acaso como se fosse destino.


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Você se sente o tempo todo desrespeitado no seu relacionamento?

Num relacionamento amoroso, pessoas que apresentam uma personalidade DOMINADORA se sentem muito à vontade para praticarem atos de desrespeito, como invadir o espaço do parceiro ou proferir palavras grosseiras e agressivas.

Como são mais independentes, elas não se preocupam com o possível sofrimento que vão provocar no outro porque não têm medo de serem deixadas.

Pelo contrário: se o parceiro se queixa de estar sendo desrespeitado, o sujeito dominador é o primeiro a dizer “OK, não está satisfeito? Então, vamos terminar.”.

Além disso, o dominador tem uma resistência patológica a reconhecer os próprios erros.

Por isso, jamais se percebe como desrespeitoso. Na cabeça dele, todos os seus atos, por mais agressivos e violentos que sejam, são apenas reações compreensíveis a erros cometidos pelo parceiro.

Ele nunca tem culpa de nada.

Geralmente tais pessoas só conseguem manter relacionamentos de longo prazo com parceiros que são o oposto delas, ou seja, que, ao invés de dominadores, são submissos, dependentes e se culpam com muita facilidade.

Tais parceiros aceitam os desmandos, invasões e abusos do dominador por basicamente duas razões que se complementam:

(1) Não conseguem se perceber como pessoas autônomas e capazes de tocar a própria vida sozinhas. Por isso, se iludem acreditando que não conseguirão viver sem o parceiro.

(2) Nutrem uma admiração, um encantamento, um tesão mesmo pela assertividade, força e independência que o sujeito dominador demonstra.

— Lucas, você acabou de me descrever. O que eu devo fazer?

Já sabe minha resposta, né?

Você precisa fazer terapia, ora bolas!

É preciso tratar essa imaturidade que não lhe permite se perceber como uma pessoa independente e elaborar esse tesão masoquista pelo comportamento dominador.

— Se eu me tratar, Lucas, será que meu parceiro vai mudar? Será que ele vai passar a me respeitar?

Pode ser que sim, pode ser que não, mas o fato é que VOCÊ vai mudar.

Vai mudar tanto que se ele não conseguir suportar a mudança e quiser terminar, você terá a segurança e a tranquilidade de poder dizer:

Já vai tarde.


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Você passa pano para o outro a fim de não se sentir rejeitado?


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“Tá ruim, mas não consigo terminar”: como a Psicanálise lida com essa demanda?

Você tem se sentido há muito tempo insatisfeito com seu relacionamento, mas mesmo assim não consegue terminar?

Você e seu parceiro ou parceira brigam com frequência e a ideia de se separar não sai da sua cabeça?

A insatisfação nos relacionamentos amorosos é uma das principais razões que levam pessoas a buscarem a ajuda de um psicanalista.

Em geral, os pacientes que padecem desse problema chegam proferindo um rosário de reclamações a respeito dos seus parceiros ou parceiras.

“Ele nunca me dá atenção!”.

“Ela implica com tudo o que eu faço!”.

“Ele só me responde com patadas!”.

Essas são algumas das queixas típicas que aparecem nesses casos.

Uma pessoa ingênua (ou insensível) pode olhar para essa situação e dizer: “Mas se está tão ruim, por que eles não se separam logo?”.

Eis a questão!

O paciente procura análise justamente porque, apesar de não estar satisfeito, simplesmente não consegue colocar um ponto final na relação.

Do ponto de vista psicanalítico, qual é o manejo clínico nesses casos?

Diferentemente do que acontece em outras formas de terapia, na Psicanálise nós não ajudaremos o paciente a desenvolver estratégias para conseguir sair da relação.

— Uai, Lucas, por que não? Não é isso o que ele está pedindo?

Sim, mas quem disse que na Psicanálise a gente fornece ao paciente o que ele está conscientemente demandando? 😉

O psicanalista oferece o que o seu paciente verdadeiramente PRECISA.

E do que precisa alguém que não está conseguindo sair de um relacionamento insatisfatório?

Ora, precisa, acima de tudo, sair da posição de vítima do jeito de ser do outro e refletir sobre as FUNÇÕES INCONSCIENTES que aquela parceria exerce para ele.

Ou seja, o paciente precisa analisar o papel SINTOMÁTICO daquela relação em sua vida.

Se ninguém está obrigando o sujeito a ficar com a pessoa que o deixa tão frustrado, a pergunta é: “Por que, então, ele continua ESCOLHENDO permanecer com ela?”.

Portanto, o manejo clínico nesses casos consiste em estimular o paciente a descobrir quais são as PENDÊNCIAS da sua história de vida que estão sendo “resolvidas” por meio do relacionamento insatisfatório.


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Por que temos tanta dificuldade em terminar relacionamentos insatisfatórios?

A pessoa não se sente bem no relacionamento, briga constantemente com o parceiro, mas simplesmente não consegue tomar a decisão de terminar — apesar de DESEJAR fazer isso com muita frequência.

Por que será que é tão difícil sair de uma relação que definitivamente mais nos entristece do que nos alegra?

É óbvio que existem certos fatores contextuais que contribuem para essa permanência. Por exemplo: a crença religiosa (ou não) de que o casamento é um vínculo indissociável, a existência de filhos pequenos, um eventual patrimônio construído pelo casal etc.

No entanto, esses motivos, quando existem, geralmente não são os que verdadeiramente estão em jogo no caso de pessoas que ANSEIAM pela separação, mas não conseguem tomar a decisão de terminar.

A experiência clínica evidencia que o fator que de fato sustenta a manutenção de um vínculo insatisfatório é a FUNÇÃO INCONSCIENTE que a relação amorosa exerce para o sujeito.

Inconscientemente, nós utilizamos nossos namoros e casamentos como um PALCO para REENCERNARMOS certos problemas da infância que ficaram pendentes de resolução.

Por exemplo: uma mulher pode se apaixonar perdidamente por um cara frio e distante — exatamente as mesmas características que seu pai possuía e que a deixavam tão magoada quando criança.

— Mas, Lucas, por que essa pessoa vai buscar justamente um parceiro que se parece com o pai? O natural não seria buscar alguém que fosse o oposto dele, ou seja, carinhoso e acolhedor?

Não. O anseio que ficou insatisfeito na alma dessa mulher quando criança não foi só o de receber carinho e acolhimento, mas de que SEU PAI LHE DESSE CARINHO E ACOLHIMENTO.

Nesse sentido, para buscar a “resolução” desse problema infantil, ela naturalmente precisará “reencontrar” seu pai frio e distante, personificado no parceiro amoroso, a fim de “convertê-lo” no pai carinhoso e amoroso que ela tanto desejava.

Assim, mesmo se sentindo mal, insatisfeita e magoada (exatamente como se sentia na infância), essa mulher terá muita dificuldade de sair dessa relação por conta da VÃ ESPERANÇA INCONSCIENTE de que o parceiro um dia vai mudar e se tornará o pai que ela sempre quis ter.


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[Vídeo] Amor não é só desejo

Muitas pessoas perdem valiosas oportunidades de construir vínculos amorosos sólidos e saudáveis porque confundem o desaparecimento (inevitável) do desejo que animou o início do relacionamento com falta de amor.


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A Psicanálise explica a paixão?

Não é por acaso que esta sexta-feira é chamada “Sexta-feira da Paixão”.

Com efeito, uma das traduções de PATHOS, a palavrinha grega da qual se origina o termo paixão, é SOFRIMENTO e a cristandade rememora hoje justamente a dor implicada no sacrifício redentor do Messias.

Paixão, portanto, pode ser sinônimo de padecimento, martírio, aflição…

Qualquer pessoa que já se apaixonou na vida — e não teve seu amor correspondido — sabe muito bem disso.

Por outro lado, quem teve a sorte de contar com o desejo recíproco do objeto amado pode atestar a alegria indizível que emerge, feito torrente, de um coração apaixonado — incontrolável, avassaladora, deliciosamente angustiante.

Será que podemos traduzir essa avalanche emocional que está em jogo na paixão em termos metapsicológicos?

Em outras palavras, será que a Psicanálise pode explicar a paixão?

Essa pergunta é pertinente porque, quando estamos apaixonados, nosso psiquismo sofre alterações profundas que beiram os limites da loucura.

Por exemplo: a gente passa a enxergar a pessoa que amamos como perfeita, sem mácula, indefectível (com ou sem o vestidinho preto de Chico Amaral e Samuel Rosa).

A coisa é tão maluca que, em certos casos, a gente é capaz até de cometer crimes se isso for do agrado do objeto que agora manda e desmanda em nosso coração.

Só quem nunca se apaixonou pode colocar isso em dúvida.

De fato, no início dos anos 2000, um rapaz foi capaz de, juntamente com seu irmão, esp4nc4r os pais de sua namorada até a m0rt3 atendendo a um pedido dela…

Quem soube muito bem capturar esse estado de semiloucura gerado pela paixão foi a escritora portuguesa Florbela Espanca, no poema “Fanatismo”, brilhantemente musicado por Fagner.

Nos últimos versos ela diz, dirigindo-se ao objeto amado:

“Ah! podem voar mundos, morrer astros,

Que tu és como Deus: princípio e fim!…”

Mas, e então, será que a Psicanálise explica esse desvario do apaixonamento?

A resposta é… Sim! E quem está na Confraria Analítica receberá ainda hoje uma aula especial justamente sobre esse tema.

Te vejo lá!


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[Vídeo] Você tem usado seu relacionamento para resolver problemas com seus pais?

Neste vídeo: entenda como podemos reencenar vínculos insatisfatórios com nossos pais na infância em nossos relacionamentos amorosos na vida adulta.


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O amor é o grande educador

Tem um texto do Freud cuja leitura recomendo fortemente a vocês: trata-se do artigo “Alguns tipos de caráter encontrados no trabalho psicanalítico”.

Tá no volume XIV das obras completas (edição standard).

Nesse artigo, Freud descreve três tipos muito curiosos de pessoas que não raro aparecem nos nossos consultórios: (1) aquelas que se acham merecedoras de privilégios da vida, (2) aquelas que se sabotam quando têm sucesso e (3) aquelas que cometem crimes para justificar um sentimento crônico de culpa.

Mas hoje não quero falar especificamente sobre essas categorias de indivíduos. Outro dia eu mexo nesse assunto.

Quero neste momento comentar um trecho desse texto em que Freud nos presenteia com uma síntese do que poderíamos chamar de uma concepção psicanalítica da educação.

Eis as palavras do autor:

“Lado a lado com as exigências da vida, o amor é o grande educador, e é pelo amor daqueles que se encontram mais próximos dele que o ser humano incompleto é induzido a respeitar os ditames da necessidade e poupar-se dos castigos que sobrevém a qualquer infração dos mesmos”.

Nessa passagem, Freud está chamando nossa atenção para o fato de que o processo educacional que os pais desenvolvem junto a seus filhos não é algo da ordem de uma imposição, mas de uma SEDUÇÃO.

Em última instância, a criança não obedece seus pais, submetendo-se aos limites sustentados por eles, por medo ou por convencimento racional.

Ela aceita as diversas “castrações” exigidas pela educação porque AMA seus educadores e quer ser amada por eles.

Fazendo uso da maravilhosa perspicácia infantil, a criança percebe que as demandas de seus pais se apresentam como condições para manter-se na posição de objeto do amor deles.

O próprio medo do castigo, nos diz Freud, é menos um medo da eventual dor ou frustração trazida pela punição e muito mais uma aversão àquilo que o castigo SIGNIFICA, a saber: o desapontamento dos pais.

Portanto, nós não nos submetemos ao Outro porque compreendemos racionalmente o certo e o errado.

A gente obedece por amor.

Porque acreditamos desde a infância que, se formos bons meninos e boas meninas, conservaremos o amor do Outro por nós.


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[Vídeo] Amor incondicional é coisa de criança

Neste vídeo: conheça o psicanalista Michael Balint e entenda porque a expectativa de amor incondicional é sinal de imaturidade emocional.


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