[Vídeo] Por que o psicanalista não “atende a demanda”?

Torne-se membro da Confraria Analítica e assista à aula completa – https://confrariaanalitica.com/ .


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira a versão física do livro “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

“O psicanalista não deve atender a demanda.”

Tá, Lucas. Mas por que não?

O que significa “não atender a demanda”?

Se o paciente me pedir um copo d’água durante a sessão eu devo negar?

Não atender a demanda é ficar em silêncio quando o paciente me pede uma orientação?

Há casos ou situações excepcionais em que o analista deve atender a demanda?

Eu respondo todas essas perguntas na aula “O que significa ‘não atender a demanda’?”, publicada nesta sexta na Confraria Analítica, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.

A aula já está disponível no módulo “Aulas Temáticas – Temas Variados”.

Para ter acesso à ela e a todo o nosso acervo de mais de 400 aulas (mais de 600 horas de conteúdo), seja meu aluno na Confraria.

Link: https://confrariaanalitica.com/ .


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira a versão física do livro “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

Você acorda dos seus sonhos… para continuar sonhando.

Você já deve ter vivido a seguinte situação:

Você está sonhando, e, de repente, ao se deparar com alguma situação, você acorda.

Por que isso acontece?

Por que será que você acordou justamente naquele momento?

A resposta é simples: se continuasse sonhando, você faria contato com uma realidade interna insuportável.

Então, acordar é uma forma de se proteger emocionalmente.

Aí você pode retrucar:

— Mas, Lucas, isso não faz muito sentido. Como o despertar vai me proteger do contato com essa realidade interna tão dolorosa? É mais fácil encontrá-la dormindo do que acordado?

Exatamente.

Quando a gente dorme, as defesas que utilizamos durante o dia para não pensar em certas coisas se enfraquecem.

É por isso que a gente sonha.

A matéria-prima dos sonhos é formada por pensamentos que ficam rodando na nossa cabeça diuturnamente, em segundo plano ou de forma totalmente inconsciente.

E não são quaisquer pensamentos.

Em geral, são ideias e desejos conflituosos, que nos causam muita dor ou angústia. Por isso, tendemos a evitá-los.

— Mas, Lucas, eu não me lembro de sonhar com pensamentos. Nos meus sonhos aparecem imagens, cenas… Muito estranhas, inclusive.

Sim, isso acontece porque, embora suas defesas estejam enfraquecidas durante o sono, elas ainda têm força suficiente para transformar as ideias angustiantes em imagens que você consegue suportar.

É por isso que nossos sonhos costumam ser esquisitos ou aparentemente aleatórios. É que, na tentativa de te proteger dos pensamentos dolorosos, a defesa precisa disfarçá-los.

Vamos supor, por exemplo, que esteja rodando na sua cabeça, em segundo plano, a seguinte ideia:

“Eu queria xingar meu namorado, mas, como tenho medo da minha própria agressividade, fico calada e tolero os xingamentos dele.”

Para te poupar de fazer contato com esse pensamento, suas defesas podem transformá-lo numa cena em que você observa, da janela de casa, animais selvagens entrando em seu quintal.

O problema é que suas defesas, que já são limitadas por natureza, durante o sono estão enfraquecidas, lembra?

Então, pode acontecer o seguinte:

A ideia da qual você está se protegendo pode ter tamanha força que suas defesas não conseguem disfarçá-la muito bem.

Vamos retomar o exemplo:

Pode ser que durante o dia alguém tenha ouvido seu namorado te xingando e chamou sua atenção: “Como você tolera?”.

Por conta disso, o pensamento “Eu queria xingar meu namorado etc.” ficou mais intenso em seu psiquismo.

Mas lembre que você não suporta fazer contato com ele.

Então, pode ser que o sonho que você tem nesse dia comece daquele jeito que eu falei: você, da janela de casa, observando os animais selvagens andando pelo seu quintal.

Porém, como o pensamento foi intensificado, as defesas não conseguem representá-lo de forma disfarçada apenas com essa imagem.

Ele está tão forte que a cena precisa continuar: os animais começam a invadir sua casa. Quando você olha para trás, vê um monte deles vindo em sua direção.

E justamente, nesse momento, você acorda.

Por quê?

Porque a defesa chegou ao limite: a alternativa seria você sonhar que está sendo atacada pelos animais, o que seria tão angustiante quanto tomar consciência da ideia que está sendo representada.

É por isso que o psicanalista francês Jacques Lacan brincava dizendo que a gente acorda dos sonhos… para continuar sonhando.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira a versão física do livro “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

[Vídeo] O analista deve fazer o papel do “morto” no bridge

Torne-se membro da Confraria e assista à aula completa.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira a versão física do livro “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

O que a Psicanálise tem a ver com a guerra?

Para Lacan, em ambas encontramos três dimensões fundamentais:

Política, estratégia e tática.

Para Clausewitz, o teórico militar do qual Lacan toma essa tríade, uma nação não decide guerrear contra outra apenas para vencê-la.

A vitória é apenas um meio para atingir um fim que não é militar, mas político.

“A guerra”, diz Clausewitz, “é uma mera continuação da política por outros meios”.

Nesse sentido, a estratégia adotada em uma guerra não pode ser escolhida livremente.

Ela deve estar subordinada à política que motivou o conflito.

É só no âmbito da tática que os militares gozam de liberdade.

Afinal, uma mesma estratégia pode ser concretizada de diversas formas, com mais ou menos recursos, por meio de diferentes manobras.

Algo muito parecido acontece na análise, diz Lacan.

Em uma sessão, o analista é livre para escolher quando e como vai pontuar, interpretar, cortar, fazer silêncio.

Já no âmbito da estratégia da análise, essa liberdade se reduz bastante.

Afinal, a posição do analista não admite muitas variações, já que deve estar subordinada a uma política muito específica:

Aquilo que Lacan chama de desejo do analista.

Quer entender isso de forma clara, acessível… em Humanês?

Então, assista à aula “LENDO LACAN 12 – A política, a estratégia e a tática do analista”, que acaba de ser publicada na Confraria Analítica.

A Confraria é a minha escola de formação teórica em Psicanálise. Ela já tem mais de 400 aulas, o que equivale a mais de 600 horas de conteúdo.

É um espaço para quem quer estudar Psicanálise de forma simples, leve e sem complicações desnecessárias.

Sim, Lacan é difícil. Muito difícil às vezes.

Mas com o professor certo, você consegue entendê-lo.

Seja meu aluno.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira a versão física do livro “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

[Vídeo] A noção de falo no pensamento de Freud


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira a versão física do livro “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

[Vídeo] A indústria fálica

Esta é uma pequena fatia da aula “CONCEITOS BÁSICOS 24 – Falo” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – CONCEITOS BÁSICOS da CONFRARIA ANALÍTICA.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira a versão física do livro “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

[Vídeo] No inconsciente, a gente pensa, reflete, planeja…


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

Não se engane: o inconsciente é esperto…

Na segunda aula do seminário XI (“Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise”), Lacan faz uma afirmação muito preciosa.

Ele diz o seguinte:

“A todos esses inconscientes sempre mais ou menos afiliados a uma vontade obscura considerada como primordial, a algo de antes da consciência, o que Freud opõe é a revelação de que, ao nível do inconsciente, há algo homólogo em todos os pontos ao que se passa ao nível do sujeito — isso fala e funciona de modo tão elaborado quanto o do nível consciente, que perde assim o que parecia seu privilégio.”

Você pode encontrar esta citação na página 29 da edição do seminário publicada em 1998 pela Zahar.

Lacan está chamando a atenção para uma característica do inconsciente que, muitas vezes, passa despercebida até mesmo por psicanalistas:

O alto grau de elaboração dos pensamentos que circulam nele.

Não raramente a gente tem a tendência de pensar no inconsciente como sendo uma parte do psiquismo puramente impulsiva, emocional, irracional.

Porém, Freud nos mostra com clareza em seus textos que no inconsciente encontramos RACIOCÍNIOS tão complexos quanto os da consciência.

Vou te dar um exemplo simples de como isso funciona:

Imagine que você terminou um relacionamento há seis meses.

Depois de sofrer muito com a separação, você agora se sente bem e acha que está pronta para seguir a vida.

Por isso, aceita finalmente marcar um encontro com o rapaz com quem flerta há alguns dias em uma rede social.

O problema é que, no inconsciente, você não está a fim de ir a esse encontro, pois ainda está muito apegada a seu ex; não conseguiu (e não quer) esquecê-lo.

E agora? Conscientemente você quer uma coisa, mas inconscientemente quer outra.

Ora, sem se dar conta, você pode acabar marcando o encontro justamente num dia em que precisará ficar até mais tarde no trabalho.

Porém, só se lembrará dessa “coincidência” no dia, o que a levará a desmarcar com o rapaz, satisfazendo, assim, o desejo inconsciente de não ir.

Entendeu?

No inconsciente, a gente pensa, planeja, reflete…

Enquanto a consciência está vindo com o fubá, o angu dele já está pronto…


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

Bebês reborn: por que tem adulto brincando de boneca?

Nos últimos dias, muita gente me enviou mensagens compartilhando vídeos sobre bebês reborn e pedindo que eu falasse algo a respeito.

O tom das mensagens era quase sempre de escândalo.

Pudera!

Em sua maioria, os vídeos enviados mostravam “mães” de bebês reborn tratando seus bonecos como se fossem filhos de verdade.

O mais compartilhado foi o de uma jovem que supostamente teria levado seu boneco para um pronto-socorro.

Sério?

Em outro, uma senhora finge que está num supermercado com um reborn, frustrada por não conseguir prioridade na fila do caixa. 🙄

E tem ainda o vídeo daquela moça simulando ter sido contratada como babá de um bebê reborn nos EUA. 🤡

Calma, gente, isso é só fanfic para gerar engajamento.

Por outro lado, sim, existe um pequeno grupo de mulheres (e alguns homens) que efetivamente gostam de brincar com bebês reborn.

E foi com o objetivo de formular algumas hipóteses para compreender psicanaliticamente esse hobbie que eu decidi fazer uma aula especial.

Ela já está publicada no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS da Confraria Analítica, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.

O título da aula é “Bebês reborn e suas mães: um olhar psicanalítico”.

Nela eu apresento a hipótese de que as pessoas que possuem esse hobbie estão, em sua maioria, brincando de vivenciar, em fantasia, a experiência de maternagem.

Mais especificamente, a parte inicial dessa experiência, nos primeiros meses de vida da criança, em que o bebê ainda ocupa o lugar de falo materno.

👉 Quer entender o que pode levar alguém a brincar de maternar um boneco?

Então, acesse este link e venha estudar comigo na Confraria Analítica, a maior escola online de teoria psicanalítica do Brasil.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

Como a sublimação funciona?

Esta é uma pequena fatia da aula “CONCEITOS BÁSICOS 23 – Sublimação” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – CONCEITOS BÁSICOS da CONFRARIA ANALÍTICA.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

“E a fórmula mais geral que lhes dou da sublimação é esta — ela eleva um objeto […] à dignidade da Coisa” (Jacques Lacan)

Lacan disse isso na oitava lição de seu seminário do ano acadêmico de 1959-1960, intitulado “A ética da Psicanálise”.

Ao dizer que, na sublimação, estamos fazendo um ato de ELEVAÇÃO, Lacan está se remetendo ao próprio significado de “sublime”.

Com efeito, essa palavra designa justamente algo grandioso, alto, ELEVADO.

Ora, segundo a fórmula do autor, o elemento sublime em questão seria a tal da “Coisa”.

Pelo que podemos deduzir, os ‘objetos’ seriam, a priori, inferiores ou, talvez, exteriores ao lugar onde estaria essa Coisa.

Porém, na sublimação, nós conseguiríamos ELEVAR um desses objetos ao patamar da Coisa, de modo que ele passaria a gozar da mesma dignidade que ela tem.

Como podemos articular essa ideia à concepção original de sublimação proposta por Freud? Lembremos que Lacan se dizia freudiano…

Na obra de Freud, a sublimação aparece como uma forma dessexualizada e socialmente valiosa de satisfação de um impulso sexual.

Em vez de mostrar seu corpo nu para pessoas aleatórias na rua, o sujeito se torna ator e, assim, satisfaz sua pulsão exibicionista — eis um exemplo de sublimação.

Veja: essa pessoa está usando uma atividade (a atuação) não só como um simples trabalho, mas como um meio de satisfação pulsional.

Ela está, portanto, colocando sua profissão, diria Lacan, em um patamar mais elevado, o patamar do desejo, o patamar da Coisa…

— Mas, afinal de contas, Lucas, o que é essa tal de Coisa?

Bem, ao vincularmos a fórmula de Lacan à concepção freudiana, já aprendemos que a Coisa tem a ver com desejo e satisfação pulsional, certo?

Mas se você quer saber mais, eu o convido a assistir à aula publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.

O título dela é “CONCEITOS BÁSICOS 23 – Sublimação” e já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – CONCEITOS BÁSICOS.

Nela eu abordo a concepção freudiana de sublimação e trago as contribuições não só de Lacan, mas também de Klein e Winnicott para o entendimento desse conceito.

Acesse este link e junte-se à Confraria.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

Clínica lacaniana das psicoses

De um ponto de vista lacaniano, o tratamento psicanalítico da neurose visa fundamentalmente suscitar um processo de DESESTABILIZAÇÃO.

Com efeito, na neurose, o sujeito encontra-se excessivamente ESTABILIZADO em função do forte apego que tem ao seu eu ideal.

Esse apego o leva a rechaçar as dimensões de seu psiquismo que são incompatíveis com a imagem idealizada que tem de si mesmo.

E são justamente essas dimensões rechaçadas que estão na origem dos problemas emocionais que levam o neurótico a buscar ajuda.

É por isso que o analista precisa desestabilizar o sujeito: para estimulá-lo a sair deste estado de alienação e se abrir para o encontro com suas outras facetas.

Por outro lado, quando estamos trabalhando com um paciente psicótico, a análise precisa caminhar na direção oposta, ou seja, rumo à estabilização.

Afinal, na psicose falta essa espécie de centro gravitacional com o qual o neurótico pode contar para fugir de si mesmo.

No psicótico, ao invés deste centro, existe um buraco. Por isso, ele encontra-se num estado de errância, de desorientação fundamental.

Nesse sentido, o tratamento lacaniano da psicose deve ter como objetivo ajudar o sujeito a construir algo que funcione como um suplemento para essa lacuna.

Se, na neurose, o trabalho visa desestabilizar, na psicose precisamos ajudar o sujeito a encontrar caminhos para a estabilização.

— Ok, Lucas, mas, na prática, como isso acontece? O que o analista, na perspectiva lacaniana, deve e não deve fazer com pacientes psicóticos?

Eu respondo justamente essas perguntas na aula especial que foi publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.

O título dela é “Clínica lacaniana das psicoses (II): tratamento” e está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – LACAN.

A Confraria é hoje a maior e mais acessível escola de formação em teoria psicanalítica do Brasil.

Para se tornar nosso aluno e ter acesso a essa aula e a todo o nosso acervo de mais de 500 horas de conteúdo, clique aqui.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

[Vídeo] A transferência na psicose

Esta é uma pequena fatia da aula “Clínica lacaniana das psicoses (I): diagnóstico” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – LACAN da CONFRARIA ANALÍTICA.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

Como saber se o paciente é psicótico?

Muitas pessoas acreditam que a presença de alucinações e pensamentos delirantes no quadro clínico é suficiente para diagnosticar um paciente como psicótico.

Mas isso não é verdade.

Sujeitos neuróticos também podem relatar que estão vendo coisas inexistentes ou construir certas interpretações que passam muito longe da realidade.

Anna O., por exemplo, a conhecida paciente histérica de Josef Breuer, alucinou que uma serpente negra se aproximava de seu pai para mordê-lo.

O “Homem dos Ratos” de Freud, embora fosse um neurótico obsessivo, relatava certas ideias que podem muito bem ser classificadas como delirantes.

Portanto, tais fenômenos não são exclusividade da psicose.

Para usá-los como índices diagnósticos, é essencial considerar como o paciente se relaciona com eles.

O neurótico está aberto à possibilidade de questionar a veracidade de suas alucinações e pensamentos delirantes. O psicótico, não.

Como dizia Lacan, na psicose, a pessoa não só acredita que ouve vozes, mas crê NAS VOZES, no que elas dizem.

Essa CERTEZA é um dos traços que permitem a identificação de um quadro psicótico. Mas existem outros, igualmente importantes.

Eu falo sobre eles (e também sobre a certeza) detalhadamente e com exemplos na aula publicada hoje (sexta) na CONFRARIA ANALÍTICA.

O título dela é: “Clinica lacaniana das psicoses (I): diagnóstico” e já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – LACAN.

A Confraria é a maior e mais acessível escola de formação teórica em Psicanálise do Brasil.

Para se tornar nosso aluno e ter acesso a essa aula e a todo o nosso acervo de mais de 500 horas de conteúdo, acesse este link.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books