Esta é uma pequena fatia da aula especial “LENDO KLEIN 05 – A inveja primária e seus impactos no tratamento psicanalítico”, que já está disponível no módulo “AULAS ESPECIAIS – KLEIN” da CONFRARIA ANALÍTICA.
Participe, por apenas R$49,99 por mês ou 497,00 por ano, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Isadora deu uma rápida olhada na tela do celular antes de entrar no elevador e viu que já eram 19h15.
Ela sabia que, pela terceira vez, estava chegando bastante atrasada para a sessão com Bianca, mas, por alguma razão, não se sentia incomodada por deixar a terapeuta esperando.
Pelo contrário. Caminhando a passos lentos, como se estivesse adiantada, ela entrou tranquilamente na sala de espera e mandou uma mensagem para a analista: “Cheguei”.
Como já era o terceiro atraso seguido, Bianca achou que seria importante estimular a paciente a pensar a respeito:
— Nas últimas sessões você tem sempre chegado atrasada, Isadora. Por que será que uma parte sua não está querendo vir à análise?
A paciente não esperava essa pergunta e ficou bastante ruborizada, como se tivesse sido pega em flagrante fazendo algo errado.
— É que eu precisei lavar a louça antes de vir e acabei demorando muito… Mas deixa eu te contar o sonho que eu tive essa noite! — disse Bianca, ansiosa para mudar de assunto.
— Hum…
— Sonhei que eu estava viajando com uma menina de carro. Mas ela é quem estava dirigindo. Aí o carro parou no meio da estrada e, quando a gente foi ver, os quatro pneus estavam furados.
— Uma criança dirigindo? — perguntou Bianca a fim de encorajar a paciente a explorar esse detalhe do sonho.
— Sim! Estranho, né? E eu nem me importei! Estava super tranquila no banco do carona, só curtindo a viagem.
— Eu me lembro de ter dito a você, na primeira sessão, que o nosso trabalho seria como uma longa viagem de carro na qual você estaria no volante e EU no banco do carona…
Após esse comentário, Isadora começou a trazer alguns associações que, articuladas a apontamentos feitos pela analista, revelaram os pensamentos latentes do sonho.
O que estava sendo expresso de maneira simbólica e disfarçada era a INVEJA que a paciente sentia em relação a Bianca.
No sonho, Isadora transformou sua EXPERIENTE analista em uma criança e inverteu as posições da relação terapêutica: colocou Bianca para dirigir e ocupou o lugar da terapeuta (o banco do carona).
Verificou-se também que os quatro pneus furados remetiam aos quatro meses de análise.
Nesse sentido, Isadora estava expressando no sonho seu desejo inconsciente de ESTRAGAR a terapia (simbolizada pela viagem de carro).
E por que ela queria estragar a análise? Por inveja da analista!
Bianca verificou que a paciente havia transferido para a relação com ela a forte inveja que sentira da mãe, uma renomada professora, sobretudo no início da adolescência.
Isso explicaria tanto os atrasos frequentes quanto a inércia que Isadora apresentava no tratamento.
Com efeito, mesmo após quatro meses de terapia, a paciente não havia apresentado nenhum insight e nem a mais ínfima melhora.
A inveja inconsciente transferida para a relação com o terapeuta é um dos principiais obstáculos que podem surgir no tratamento psicanalítico.
A primeira autora a falar mais abertamente sobre essa questão foi Melanie Klein no ensaio “Inveja e Gratidão”.
Quem está na CONFRARIA ANALÍTICA receberá hoje uma aula especial em que comento trechos dessa monografia, nos quais a autora explica como a inveja funciona e se manifesta na análise.
O título da aula é “LENDO KLEIN #05 – A inveja primária e seus impactos no tratamento psicanalítico” e já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – KLEIN.
Participe, por apenas R$49,99 por mês ou 497,00 por ano, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
O que acontece com um bebê quando não tem alguém interessado em cuidar dele?
O coitado morre, não é verdade?
Pois é… Este é um dos aspectos da condição humana: no início da vida somos absolutamente dependentes do outro. Nossa sobrevivência DEPENDE do amor alheio.
Por essa razão, podemos deduzir que, ao longo dos milhares de anos de evolução da nossa espécie, a natureza instalou em nós, desde o nascimento, uma ânsia visceral de sermos amados.
Por estarmos inseridos num mundo simbólico, esse anelo de amor não se satisfaz apenas com cuidados físicos, mas exige também gestos e palavras que REPRESENTEM o desejo do outro por nós.
Algumas pessoas recebem esses símbolos de amor em quantidade suficientemente boa na infância e isso confere a elas um estado de segurança básica, de pacificação.
Veja bem: tais indivíduos continuam desejando o amor do outro (essa ânsia é meio insaciável), mas dão conta de suportar a experiência de não serem amados.
Eles não se desesperam com a recusa de amor do outro porque, na infância, receberam uma “injeção” de amor que é suficiente para “consolá-los” na vida adulta.
Por outro lado, há pessoas que não tiveram a mesma sorte.
Elas até foram fisicamente bem cuidadas e, por isso, sobreviveram. Contudo, não foram objeto de muito reconhecimento e atenção quando crianças. Não se sentiam suficientemente desejadas.
Esses sujeitos crescem com um buraco afetivo na alma e se comportam na idade adulta como crianças ávidas por receberem os símbolos de amor do papai e da mamãe.
Estão o tempo todo buscando agradar na busca compulsiva de seduzirem o outro.
Tais pessoas se angustiam absurdamente quando são desprezadas, odiadas ou não reconhecidas.
Como não foram suficientemente “abastecidas” de amor na infância, não suportam perder o pouquinho de amor que julgam ter conquistado a duras penas.
Nos relacionamentos, podem se submeter a toda sorte de humilhações e até de violências.
Afinal, interpretam a simples manutenção do vínculo com outro (ainda que seja um vínculo horroroso) como um símbolo de amor pelo qual tanto anseiam.
Participe, por apenas R$49,99 por mês ou 497,00 por ano, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Participe, por apenas R$49,99 por mês ou 497,00 por ano, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Participe, por apenas R$49,99 por mês ou 497,00 por ano, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Esta é uma pequena fatia da aula especial “CONCEITOS BÁSICOS 21 – Insight”, que já está disponível no módulo “AULAS ESPECIAIS – CONCEITOS BÁSICOS” da CONFRARIA ANALÍTICA.
Participe, por apenas R$49,99 por mês ou 497,00 por ano, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Fernanda iniciou a sessão como sempre costumava fazer: relatando algum episódio significativo ocorrido desde o último atendimento:
— Na quinta-feira, eu e o Cláudio tivemos mais uma briga feia.
Bruna, a psicanalista, limitou-se a fazer “Hum” de maneira enfática para incentivar a paciente a prosseguir em sua narrativa.
— Ele veio de novo me atacando, dizendo que eu sou ciumenta e que não está mais me suportando.
Gesticulando bastante com as mãos, Fernanda continuou:
— Aí, como sempre, eu mandei ele tomar naquele lugar e fiquei lá na sala assistindo TV. Fiquei com tanta raiva que até arquivei as fotos que eu tenho com ele no Instagram.
— Mas como a briga começou? — perguntou a terapeuta.
— Foi coisa besta, Bruna. Ele estava conversando com uma pessoa no celular, aí eu perguntei quem era e ele falou que era uma cliente nova, que estava se divorciando do marido.
Enquanto a analista acompanhava o relato silenciosamente, Fernanda prosseguia:
— Eu questionei o fato de ele estar conversando com a mulher fora do horário de trabalho e pedi para ver a foto dela. Aí ele se recusou, falando que era um absurdo eu pedir aquilo.
— E como você reagiu? — perguntou Bruna.
— Eu tomei o celular da mão dele e fui ver a foto. Você tinha que ver a cara de piriguete da menina! Aí ele ficou transtornado e começou a me acusar de ciumenta, de possessiva e blábláblá…
— O Cláudio é a primeira pessoa que te chama de “ciumenta” ou mais alguém já te falou isso? — indagou a terapeuta já suspeitando da resposta.
— Meu irmão! Ele sempre falou que eu tinha muito ciúme da nossa mãe.
— E isso é verdade?
— De jeito nenhum! Ele falava isso porque eu nunca gostei dos namorados que ela arrumou depois que separou do meu pai. Mas é que nenhum deles prestava mesmo, Bruna. Você tinha que ver!
— Engraçado… — disse a analista — Você usou a mesma expressão quando estava falando da nova cliente do seu marido: “você tinha que ver”…
Surpresa com a pontuação, Fernanda ficou em silêncio, olhando para baixo, como se estivesse refletindo sobre o que acabara de ouvir.
Após alguns segundos, a paciente levanta o rosto e olha diretamente nos olhos da analista, que resolve lhe perguntar:
— O que está passando pela sua cabeça?
— Que eu impliquei com a cliente do Cláudio do mesmo jeito que eu implicava com os namorados da minha mãe. Nossa… É igualzinho, Bruna. Senti até uma coisa ruim agora…
Essa constatação súbita que provocou na paciente uma reação de perplexidade e mal-estar é o que chamamos na Psicanálise de INSIGHT.
Quem está na CONFRARIA ANALÍTICA poderá conferir hoje (sexta-feira) uma AULA ESPECIAL em que explico detalhadamente as características do insight e sua importância na prática clínica.
O título da aula é “CONCEITOS BÁSICOS 21 – Insight” e ela já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – CONCEITOS BÁSICOS.
Participe, por apenas R$49,99 por mês ou 497,00 por ano, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Há pessoas que se sentem muito bem e simplesmente agradecem com tranquilidade a quem as elogiou, sem falsa modéstia.
Via de regra, tais indivíduos vieram de uma infância em que receberam validação e investimento afetivo em quantidades suficientemente boas.
Para eles, o elogio não é visto como algo surpreendente ou injustificado, pois, quando crianças, aprenderam a amar o próprio ego e, portanto, se consideram DIGNAS de serem elogiadas.
Pessoas que não tiveram uma história infantil tão afortunada costumam ficar CONSTRANGIDAS quando recebem elogios.
Uma parte delas anseia desesperadamente por validação, justamente porque não receberam uma quantidade suficiente de investimento afetivo quando crianças.
Essa parte solta fogos de artifício quando o sujeito é elogiado, mas ela é imediatamente calada por uma outra parte do indivíduo que encara qualquer elogio como INDEVIDO.
Essa outra parte nasceu em resposta à falta de validação de que o sujeito foi vítima na infância.
Por não ter sido suficientemente reconhecida e paparicada (como toda criança precisa ser no início da vida), a pessoa se viu obrigada a forjar uma imagem de si mesma como NÃO MERECEDORA.
É por isso que tal sujeito se sente constrangido ao receber um elogio. É como se inconscientemente ele pensasse mais ou menos assim:
“Ai, meu Deus! Essa pessoa acha que eu sou isso, mas não é verdade. Estou passando uma falsa impressão. E quando ela descobrir que é tudo uma farsa? Que vergonha!”.
Como eu disse, NO FUNDO esse indivíduo se sente feliz por ter sido elogiado. Afinal, está recebendo aquilo que não teve na infância.
Todavia, ele não se permite USUFRUIR dessa felicidade; ela fica REPRIMIDA.
É como se a pessoa tivesse interpretado a FALTA de validação na infância como uma PROIBIÇÃO de se sentir validado.
Assim, ela não se sente AUTORIZADA a ficar bem quando recebe elogios.
O resultado é um intenso conflito psíquico:
Uma parte da pessoa está o tempo todo BUSCANDO elogios — para saciar a necessidade de reconhecimento não satisfeita na infância.
Mas a outra não se considera digna, autorizada, merecedora de ser elogiada.
Esse é o seu caso?
Participe, por apenas R$49,99 por mês ou 497,00 por ano, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Participe, por apenas R$49,99 por mês ou 497,00 por ano, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Participe, por apenas R$49,99 por mês ou 497,00 por ano, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “ESTUDOS DE CASOS 04 – Jonas: um obsessivo fugindo do próprio desejo”, que já está disponível no módulo “ESTUDOS DE CASOS” da CONFRARIA ANALÍTICA.
Participe, por apenas R$49,99 por mês ou 497,00 por ano, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Um dos traços mais característicos de um neurótico é a defesa em relação ao próprio desejo.
O termo “desejo” é uma categoria ampla que engloba os anseios que temos espontaneamente e que, não raro, exigem o rompimento com uma situação já estabelecida.
O neurótico é essencialmente alguém que tende a se conformar às situações já estabelecidas justamente porque tem medo do próprio desejo.
Assim, em vez de realizar aquilo que deseja, ele se frustra deliberadamente (é o que se passa na histeria) ou adia eternamente a satisfação do desejo (como ocorre na neurose obsessiva).
Isso não acontece por acaso.
Se o neurótico tem medo do próprio desejo é porque o enxerga como PERIGOSO.
Essa interpretação equivocada pode ser construída por várias razões:
O sujeito pode ser levado a encarar seu desejo como algo ameaçador porque, na infância, teve sua sexualidade (expressão primária do desejo) explorada por um adulto abus4dor.
O desejo também pode ser visto como perigoso por conta de um contexto familiar excessivamente repressor, que leva o sujeito a olhar para seus anseios espontâneos sempre como “pecaminosos”.
E há também aqueles neuróticos que foram levados, na infância, a ter medo do desejo em função de um ambiente muito invasivo e controlador, que simplesmente não lhes PERMITIA desejar.
Foi isso o que aconteceu com Jonas, um servidor público que não se permite sair do emprego que considera medíocre e nem se separar da esposa, com quem mantém uma relação de dependência.
Como não consegue bancar o próprio desejo, ele sofre com um estado constante de ansiedade ao mesmo tempo em que se queixa de apatia e falta de espontaneidade.
O caso de Jonas foi apresentado por uma de nossas alunas da CONFRARIA ANALÍTICA e foi comentado por mim na AULA ESPECIAL publicada nesta sexta-feira na nossa escola.
Nessa história clínica, podemos enxergar com muita clareza como se manifesta a defesa em relação ao próprio desejo na neurose obsessiva.
O título da aula é “ESTUDOS DE CASOS 04 – Jonas: um obsessivo fugindo do próprio desejo” e já está disponível na CONFRARIA no módulo “ESTUDOS DE CASOS”.
Participe, por apenas R$49,99 por mês ou 497,00 por ano, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Como você lida consigo mesmo quando comete um grande erro?
Você se condena, considera-se um fracasso e fica remoendo a pisada na bola, querendo voltar no tempo?
Ou reconhece a falha, admite que não é nem nunca será perfeito e se compromete a TENTAR não incorrer mais no mesmo erro?
Se a sua resposta foi a segunda opção, saiba que você conseguiu desenvolver uma das atitudes que mais favorecem a saúde mental: a autocompaixão.
Essa palavra entrou no vocabulário psicológico nas últimas décadas não por acaso.
De fato, no século XX, sobretudo a partir dos anos 1960, a sociedade ocidental passou a relativizar os mandamentos morais de fundo religioso e os substituiu por outros outros imperativos:
“Você tem que ser feliz!”
“Você tem que ser a sua melhor versão!”
“Você precisa bater as metas!”
“Você precisa ter alta performance!”
O resultado? Todo profissional sério de saúde mental conhece muito bem: uma epidemia de autocobrança, depressão, cansaço e sensação de insuficiência.
A noção de autocompaixão vai na contramão desse discurso que trocou o “Não seja um pecador.” pelo “Seja um vencedor!”.
Ser autocompassivo significa entender e aceitar que temos limitações, que podemos, sim, tentar superá-las, mas com a consciência de que sempre estaremos aquém de nossas idealizações.
— Ah, Lucas, mas a autocompaixão não acaba levando à vitimização?
Não. O sujeito autocompassivo não tem pena de si mesmo.
Ele não olha para si como alguém que sofreu uma injustiça e por isso não consegue ser melhor do que é. Essa é a diferença.
O vitimista nutre a fantasia de que, se não fosse pelo que fizeram (ou fazem) consigo, tudo seria perfeito e ele conseguiria, finalmente, ser “a melhor versão” de si mesmo.
O autocompassivo, não.
Quem tem autocompaixão olha para si sem a ilusão de uma perfeição possível.
Ele não fica ruminando os erros cometidos porque já conseguiu aceitar que errar faz parte.
E pensar assim não o torna um cínico irresponsável. Afinal, o autocompassivo não procura o erro deliberadamente nem foge de suas consequências.
Ele só conseguiu perceber que nunca estará imune a falhar e que, se é assim, é melhor aceitar essa dura realidade.
Dói menos.
Participe, por apenas R$49,99 por mês ou 497,00 por ano, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Todos nós temos a capacidade de IMAGINAR cenários supostamente ideais e passamos a acreditar que a vida REAL não só pode como DEVE se adequar a essas idealizações.
Participe, por apenas R$49,99 por mês ou 497,00 por ano, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Participe, por apenas R$49,99 por mês ou 497,00 por ano, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.