Idealização e demonização: defesas típicas de pessoas emocionalmente imaturas

À medida que amadurecemos, nossa percepção do mundo e dos outros vai se tornando cada vez mais complexa.

Na prática, isso significa que, ao longo do desenvolvimento, vamos aprendendo que a realidade possui muito mais dimensões e aspectos do que pensáramos inicialmente.

Nesse sentido, podemos dizer que, quanto mais madura é uma pessoa, menos afirmações categóricas e absolutas ela é capaz de fazer sobre si, sobre o mundo e sobre os outros.

A maturidade traz consigo uma boa dose de humildade e aceitação das ambivalências e ambiguidades inerentes à existência.

Essa tendência de “complexificação” do olhar sobre a vida se reflete na teoria kleiniana do desenvolvimento emocional.

Com base em sua experiência clínica com crianças, Melanie Klein propôs que, no início da vida, o bebê lida com o mundo de uma forma binária — atitude que ela chamou de ESQUIZOPARANOIDE.

Em certos momentos, irritado por conta das ausências temporárias da mãe, ele enxerga a genitora como um ser maligno, perverso, que o odeia e quer o seu mal.

Por outro lado, nos momentos em que a mãe retorna e o amamenta, a genitora passa a ser a melhor pessoa do mundo, um ser perfeito e absolutamente bondoso.

Klein explica que o bebê precisa pensar dessa forma dissociada pela seguinte razão:

Inicialmente, ele não dá conta de suportar a angústia de saber que a mãe que tanto ama quando o amamenta é a mesma que ele odeia quando está distante.

No entanto, à medida que vai crescendo, a criança adquire a capacidade de tolerar essa consciência e isto a permite olhar para a mãe de modo mais complexo:

De fato, ela não é 100% “boa” nem 100% “má” — até porque não é um mero objeto do seu desejo, mas uma PESSOA que possui seus próprios desejos.

Alguns adultos que vivenciaram perturbações traumáticas em seu desenvolvimento emocional na infância podem acabar se mantendo presos a uma visão esquizoparanoide da vida.

Incapazes de reconhecerem que o outro é um ser complexo, com qualidades e defeitos, tais indivíduos estão sempre idealizando ou demonizando as pessoas com as quais convivem.


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[Vídeo] Teoria freudiana das pulsões

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[Vídeo] Masoquismo e falta de autoconfiança

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O que é sublimação? (em Humanês)

Muitas pessoas acreditam equivocadamente que, para Freud, todos os comportamentos humanos são determinados por impulsos s3xuais.

Quem pensa assim normalmente é gente que nunca leu sequer meia dúzia de textos freudianos e enxerga o pai da Psicanálise com as lentes dos estereótipos veiculados pela cultura pop.

Freud jamais reduziu todo o vasto campo da motivação humana a fatores s3xuais.

Na verdade, o que ele fez foi simplesmente incluir esses fatores na complexa “sopa” de elementos que podem estar por trás de nossa conduta.

E o médico vienense não chamou a atenção para a importância dos impulsos s3xuais por ter recebido uma inspiração transcendental ou após vivenciar um estado de epifania.

Fiel aos princípios científicos, Freud só registrou em seus escritos o que a clínica lhe ensinava, ou seja, o que seus pacientes diziam e o que era possível inferir do comportamento deles.

Foram os seus inúmeros analisandos que lhe mostraram que a função s3xual humana é extremamente plástica, flexível e adaptável.

Foi na clínica que Freud aprendeu que um sintoma respiratório como a dor de garganta, por exemplo, pode estar expressando de maneira indireta uma fantasia s3xual de cunho oral.

Quem se escandaliza ou se mostra cético ao ler isso só reage assim porque nunca experimentou falar em associação livre ou escutar alguém falando em associação livre.

Aqueles que já passaram por tais experiências sabem muito bem que o fato de vivermos num mundo banhado e mediado pela linguagem tem um impacto direto sobre nossa s3xualidade.

Se uma fantasia s3xual pode se manifestar por meio de uma dor de garganta, isso só acontece porque, graças à linguagem, nossos desejos podem ser representados, simbolizados.

Os outros animais, até onde sabemos, só conseguem satisfazer-se s3xualmente por meio de atividades propriamente s3xuais (cópul4 ou m4sturbação).

Entre os seres humanos, a coisa é diferente.

Assim como nos permite comunicar uma mensagem qualquer de várias formas, a linguagem também possibilita que expressemos nossos desejos s3xuais de diferentes maneiras.

Nesse sentido, ao incluir a s3xualidade no conjunto de fatores que podem motivar os comportamentos humanos, Freud está apenas dizendo mais ou menos o seguinte:

Como estamos imersos na linguagem, ou seja, num sistema simbólico, a nossa s3xualidade não é algo puramente físico, mas um fenômeno representado e, portanto, representável.

É esta condição especificamente humana que permite o aparecimento do processo que Freud chamou de “sublimação”.

Trata-se de uma das possibilidades típicas de representação da s3xualidade por meio de comportamentos que não são propriamente s3xuais.

Ao fazer uma sublimação, o sujeito inconscientemente satisfaz determinados desejos s3xuais mediante atividades que são socialmente valorizadas, como a arte, o estudo, o trabalho etc.

Isso não significa que a s3xualidade seja o único fator que condiciona a prática dessas atividades.

É óbvio que uma pessoa decide trabalhar com marcenaria, por exemplo, por conta de n fatores, dentre eles o potencial remuneratório daquela atividade.

Tudo o que Freud diz é que um desses fatores pode ser a expressão de determinados impulsos s3xuais.

Como nossos desejos nem sempre estão em conformidade com nossos ideais, a sublimação se apresenta como uma saída não-patológica para a satisfação de alguns dos nossos impulsos.

Além disso, ao tomarmos uma atividade como meio de sublimação, podemos obter uma dupla satisfação: o prazer inconsciente de realizar indiretamente certos desejos e o prazer narcísico de se perceber potente, criativo, produtivo.


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[Vídeo] Fazer análise não é o mesmo que conversar com um amigo


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[Vídeo] O que é metapsicologia em Psicanálise?


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[Vídeo] Tratamento psicanalítico da dependência química

Esta é uma pequena fatia da aula especial “Abuso e dependência de drogas: tratamento psicanalítico”, que já está disponível no módulo “AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS” da CONFRARIA ANALÍTICA.


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Como a Psicanálise trabalha com a dependência química?

Uma das habilidades mais importantes para um psicanalista é a capacidade de enxergar aquilo que está para-além do óbvio, por trás das aparências.

Foi essa competência que permitiu a Freud conceber o sintoma como uma formação SUBSTITUTIVA, ou seja, como um fenômeno criado para ocupar o lugar de outro.

Assim, aprendemos na formação psicanalítica a olhar para as queixas de nossos pacientes como manifestações que mascaram os verdadeiros problemas dos quais padecem.

Por que estou rememorando essa lição tão básica?

Porque ela é especialmente importante quando vamos trabalhar psicanaliticamente com sujeitos que sofrem de dep3ndência químic4.

Afinal, quando olhamos superficialmente para o comportamento de uma pessoa vici4da, podemos formular duas impressões — ambas equivocadas:

1 – a de que se trata de um indivíduo hedonista, que só quer saber de experimentar prazer na vida;

ou

2 – a de que tal pessoa possui uma tendência autodestrutiva, já que a adição lhe traz sérios problemas de ordem física, familiar, financeira etc.

Tais opiniões são não apenas tolas, mas perigosas, pois ensejam abordagens moralistas, segundo as quais o sujeito vici4do deveria ser simplesmente reprimido ou punido.

O que permite ao psicanalista saber que essas impressões superficiais são completamente enganosas é a ESCUTA cuidadosa daqueles que sofrem com a dep3ndência químic4.

Essa escuta revela que essas pessoas possuem uma dificuldade muito grande de exercer a função de AUTORREGULAÇÃO — deficiência que pode ter, inclusive, um componente genético.

Revela também histórias que costumam ser marcadas por traumas infantis (no sentido técnico e forte do termo).

Isso revela que o víci0 é um sintoma, uma formação substitutiva criada para encobrir um Eu deficitário, frágil, vulnerável e machucado por experiências traumáticas.

Hoje (sexta) quem está na CONFRARIA ANALÍTICA terá acesso a uma aula especial em que explico como se dá a abordagem clínica da dep3ndência químic4 na Psicanálise.

O título dela é “Abuso e dependência de drogas: tratamento psicanalítico” e já está disponível no módulo “AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS”.


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A gente faz Psicanálise para resgatar vínculos.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a Psicanálise não busca simplesmente levar os pacientes a se LEMBRAREM de coisas que estão reprimidas no Inconsciente.

Em seus primeiros escritos, quando estava tentando entender as diferenças entre as neuroses, Freud costumava dizer o seguinte:

Na histeria, a pessoa expulsa um determinado pensamento inaceitável da sua consciência e a emoção ligada a ele acaba sendo descarregada no corpo, gerando um problema físico.

Por outro lado, na neurose obsessiva, o sujeito NÃO EXPULSA a ideia inaceitável da consciência.

Em vez disso, ele simplesmente quebra o vínculo entre a ideia e a emoção ligada a ela, deslocando esse sentimento para outra ideia. É daí que nascem os pensamentos obsessivos.

Ou seja, na neurose obsessiva, a ideia inaceitável PERMANECE no plano da consciência, só que sem causar incômodo, já que foi desconectada da emoção original.

Por exemplo:

Na infância, uma mulher pode ter feito brincadeiras s3xu4is com sua irmã.

Ao chegar na adolescência, a memória dessas brincadeiras se torna um pensamento inaceitável porque entra em choque com as convicções morais da moça e a imagem que ela deseja ter de si.

Aí, para se defender, caso seja uma neurótica obsessiva, essa mulher vai DESCONECTAR os sentimentos de culpa e vergonha que estão associados à lembrança infantil.

Tais afetos serão deslocados para outros pensamentos, mas a memória das brincadeiras com a irmã continuará na consciência.

Isso permitirá a essa mulher falar tranquilamente sobre o que aconteceu na infância, pois não sentirá absolutamente nada.

Nesse caso, o que está inconsciente não é um pensamento específico, mas a LIGAÇÃO entre a memória infantil e os sentimentos de culpa e vergonha.

Isso nos autoriza a dizer que, na Psicanálise, nós não nos empenhamos em levar os pacientes a tomar consciência DE CERTAS IDEIAS. Como vimos, essa consciência já pode estar presente.

Na verdade, nosso esforço vai na direção de ajudar o sujeito a restabelecer os VÍNCULOS entre elementos de sua vida psíquica — vínculos que ele mesmo rompeu para se proteger.


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[Vídeo] Por que precisamos supor que o Inconsciente existe?


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[Vídeo] O que significa ter equilíbrio emocional?


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[Vídeo] Pacientes vitimistas e ressentidos

Esta é uma pequena fatia da aula ao vivo 148 da CONFRARIA ANALÍTICA, ministrada na última quinta-feira (04/01) e cuja gravação está disponível na íntegra na nossa plataforma.

Trata-se da primeira aula sobre o texto de Freud “ALGUNS TIPOS DE CARÁTER ENCONTRADOS NO TRABALHO PSICANALÍTICO”.

A próxima aula ao vivo dessa série será segunda-feira (08/01), às 20h, na Confraria.


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