[Vídeo] Reassegurar o paciente com pânico

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Como tratar o pânico pela via da Psicanálise?

Hoje quero conversar diretamente com você que é psicanalista ou terapeuta que trabalha com base na perspectiva da Psicanálise.

Se um paciente se apresenta em seu consultório dizendo que sofre com recorrentes ataques de pânico, você sabe o que fazer para ajudá-lo?

Talvez a sua resposta seja algo como:

“Claro, Lucas! Eu simplesmente faria com esse paciente o que faço com qualquer outro, ou seja, pediria para ele falar em associação livre, escutaria seu discurso com atenção flutuante, faria interpretações etc.”

OK… Mas será que o fato de o paciente padecer de transtorno de pânico não exigiria certas adaptações no manejo clínico?

Os psiquiatras e psicanalistas norte-americanos Fredric N. Busch e Barbara L. Milrod, da Universidade de Columbia, acreditam que sim.

Por isso, juntamente com outros pesquisadores, eles desenvolveram um tipo focal de terapia psicanalítica voltada especificamente para o tratamento do pânico.

Trata-se de um modelo terapêutico composto por três fases: (1) tratamento do pânico agudo; (2) tratamento da vulnerabilidade ao pânico e (3) término.

Na AULA ESPECIAL publicada hoje (sexta) na CONFRARIA ANALÍTICA, explico didaticamente esse modelo e o que o analista deve fazer em cada uma de suas fases.

O título da aula é “Transtorno de pânico: tratamento psicanalítico”, e ela já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS.

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O falso TDAH

Um dia desses, na caixinha de perguntas do Instagram, um seguidor me pediu para falar sobre como a Psicanálise trata o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade).

Eu respondi que, se fosse um caso de TDAH VERDADEIRO, ou seja, de uma DEFICIÊNCIA real na capacidade de concentração e controle inibitório, nós desenvolvemos uma versão adaptada da terapia psicanalítica para casos de não neurose.

Antes que perguntem nos comentários: “não neurose” não significa necessariamente perversão ou psicose.

Trata-se de uma categoria psicopatológica ampla proposta por André Green. Na Confraria Analítica, eu falo sobre ela em diversas aulas. Quem é meu aluno já está por dentro.

Mas voltemos ao assunto.

Na resposta que dei à pergunta da caixinha, eu disse que nos FALSOS casos de TDAH, nós, psicanalistas, simplesmente aplicávamos o tratamento padrão para casos de neurose.

E aí teve gente que ficou em dúvida: “Lucas, mas o que são esses falsos casos de TDAH?”

Ora, são casos em que a pessoa apresenta sintomas como desatenção e hiperatividade, mas tais dificuldades não são a expressão de uma deficiência na função de autorregulação.

Elas são, na verdade, sintomas neuróticos, ou seja, comportamentos simbólicos que expressam, disfarçadamente, um conflito psíquico.

O psicanalista lacaniano Bruce Fink em seu excelente e recém-lançado “Introdução clínica a Freud” nos dá um ótimo exemplo desse tipo falso de TDAH.

Cito na íntegra o que ele escreve na página 42 do livro:

“Um de meus analisandos sentia uma angústia terrível toda vez que tinha de escrever um ensaio para determinada disciplina; ocorre que achava a matéria ridícula e o professor, um idiota, e se sentia tentado a dizer isso sempre que começava a escrever. O trabalho exigia dele enorme concentração e esforço, justamente porque ele se empenhava muito em não dizer o que queria dizer e vivia com a apreensão constante de, na verdade, haver deixado escapar em seu texto algum de seus verdadeiros sentimentos sobre a matéria e o professor. Quanto mais queria criticar o professor e sua disciplina, mais inquieto ficava.”


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[Vídeo] Agressividade não é sinônimo de violência


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[Vídeo] Não reprima sua agressividade!


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[Vídeo] Pânico e repressão da raiva

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Como a Psicanálise explica o pânico?

Naquele dia, Beatriz acordou um pouco apreensiva, mas não conseguia identificar o motivo pelo qual estava se sentindo daquela forma.

Era só mais uma quarta-feira típica, e ela faria o que sempre costumava fazer às quartas-feiras.

A jovem se perguntou se aquela leve ansiedade não seria fruto da discussão que teve com Bruna, sua namorada, na noite anterior.

Todavia, descartou essa hipótese ao pensar que aquela não fora a primeira vez que brigaram e sabia que, conversando pessoalmente, acabariam se entendendo.

A moça, então, decidiu não pensar mais no assunto, se arrumou, colocou os fones de ouvido e saiu de casa rumo à faculdade.

Porém, quando estava quase chegando ao prédio da universidade, Beatriz começou a sentir seus batimentos cardíacos acelerarem.

Surpresa, colocou a mão direita sobre o peito e, no mesmo instante, começou a se sentir muito ofegante, como se tivesse acabado de correr.

Aquela leve apreensão que vinha sentindo desde que acordara se transformou em um medo extremamente intenso. Parecia que algo muito ruim iria acontecer.

Aflita, a jovem começou a achar que iria morrer e decidiu gritar por socorro.

Uma colega veio correndo ao seu encontro e tentou acalmá-la, percebendo que a moça estava tendo um ataque de pânico.

Foi o primeiro de uma série de quatro ataques que a estudante teve em menos de um mês.

Como da primeira vez, os demais surtos pareciam acontecer “do nada”.

Beatriz só conseguiu descobrir quais foram os gatilhos e o que estava na base dessas experiências de terror depois que começou a fazer análise com uma psicóloga indicada pela colega que a socorreu.

Na AULA ESPECIAL publicada hoje (sexta-feira) na CONFRARIA ANALÍTICA, eu explico didaticamente a visão da Psicanálise sobre essa forma extremamente sofrida de adoecimento psíquico pela qual está passando Beatriz.

O título da aula é “Transtorno de pânico: considerações psicanalíticas” e ela já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS.

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[Vídeo] Insatisfação conjugal e complexo de Jocasta

Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “Complexo de Jocasta (mal resolvido): sinais e causas” que já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.


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7 atitudes típicas de uma mãe “Jocasta”

Jocasta é o nome da infeliz personagem da mitologia grega que foi condenada pelo destino a se casar com o próprio filho, Édipo.

Ela personifica uma tentação que está presente na vida de toda mãe: a de manter o filho na posição de objeto principal de desejo.

De fato, não é uma tarefa fácil para nenhuma mulher se separar do ser que ela mesma gerou e carregou durante um bom tempo no próprio corpo.

Por isso, não ficamos surpresos ao constatar que algumas mães não conseguem superar o que poderíamos chamar de “complexo de Jocasta”.

Diferentemente da maioria, elas não dão conta de renunciar ao desejo de se manterem estreitamente vinculadas ao filho.

Por que isso acontece?

O que leva essas mães a não suportarem o afastamento e a independência de seus rebentos?

Eu falo sobre isso na AULA ESPECIAL publicada hoje (sexta) na CONFRARIA ANALÍTICA, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.

O título da aula é: “Complexo de Jocasta (mal resolvido): sinais e causas” e ela já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS.


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Toda mãe é uma Jocasta em potencial.

Reza a lenda que foi Raymond de Saussure, um psiquiatra e psicanalista suíço, quem forjou a expressão “complexo de Jocasta” em 1920.

Geralmente esse conceito é empregado num sentido patológico para se referir a mães que desenvolvem um apego excessivo a seus filhos.

Porém, que tal pensarmos o complexo de Jocasta, assim como o complexo de Édipo, como uma dinâmica normal presente em toda mãe?

Para quem não sabe, Jocasta é o nome da mãe (e esposa) de Édipo, personagem da mitologia grega, cuja história todo o mundo conhece, né?

Freud descobriu que toda criança experimenta na primeira infância o desejo de cometer aqueles dois delitos que Édipo realizou sem saber (a princípio):

(1) continuar na posição de objeto de desejo da própria mãe e (2) eliminar o terceiro elemento que impede a permanência nesse lugar (geralmente o pai).

Mas se toda criança é um pequeno projeto de Édipo, por que não dizer que toda mãe é correlativamente uma Jocasta em potencial?

Ora, se para os filhos é um desafio renunciar ao lugar de objeto de desejo da mãe, para a mãe também é difícil abdicar dos filhos como objetos de desejo.

O desfecho trágico da história de Édipo só acontece porque o personagem foi abandonado pelos pais a fim de que a profecia do oráculo de Delfos não se cumprisse.

Isso significa que, ao se reencontrarem anos depois, tanto Édipo quanto Jocasta traziam no peito a dor da separação forçada.

Podemos deduzir que, inconscientemente, ambos ansiavam pela retomada daquele vínculo original que fora prematuramente rompido.

Esse anseio, efetivamente satisfeito na vida de Édipo e Jocasta, está presente na alma não só de todo filho (como normalmente supomos), mas também de toda mãe.

Portanto, a travessia do complexo de Édipo é um desafio não só para a criança, mas também para aquela que, tal como Jocasta, precisa ver seu fruto partir para longe de si.

Trata-se de uma separação necessária, mas que evoca na mãe a memória dolorosa da época em que ela própria precisou renunciar ao colo de sua genitora.

Por isso, não é surpreendente constatar que algumas mulheres não suportem esse processo e acabem, como Jocasta, “se casando” com os próprios filhos…


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[Vídeo] A vontade de viver é AGRESSIVA!

Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “LENDO WINNICOTT 08 – Uma visão não-moralista da agressividade” que já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – WINNICOTT da CONFRARIA ANALÍTICA.


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“Paz sem voz não é paz; é medo.”

Todo o mundo conhece esse verso de “Minha Alma”, uma das principais faixas do álbum “Lado A Lado B”, de 1999, da banda O Rappa.

O verso expressa a ideia de que em certos contextos podemos encontrar um falso estado de calmaria que, na verdade, é simplesmente medo.

Para os autores da canção, a verdadeira paz é aquela na qual existe liberdade (voz) — que, por sua vez, só pode florescer num solo que não foi adubado pelo medo.

De vez em quando a gente se depara com pessoas que são extremamente pacíficas. Dizemos que elas são incapazes de fazer mal a uma mosca.

O problema é que esses “seres angelicais” só conseguem ser assim porque aprenderam desde muito cedo a REPRIMIR a própria voz.

É por isso que estão sempre fugindo de situações de conflito, sofrendo para dizer “não” aos outros e evitando a todo custo expressar as suas próprias demandas.

Quando olhamos para a história de vida dessas pessoas constatamos que elas foram aquelas clássicas crianças “boazinhas”, que “não dão trabalho”.

Isso é um contrassenso, pois criança é um ser que naturalmente DEVERIA dar trabalho na medida em que está em processo de amadurecimento.

Uma criança excessivamente obediente e dócil pode estar gravemente doente do ponto de vista emocional.

Ela pode ter adotado essa postura “boazinha” por ter perdido um recurso psíquico fundamental — justamente o que a levaria a “dar trabalho”.

O nome desse recurso é AGRESSIVIDADE.

Sim, agressividade não é sinônimo de violência.

É ela que nos dá força para afirmar nossos desejos, enfrentar conflitos, negar demandas externas, enfim… expressar nossa voz.

Essa visão positiva da agressividade foi sustentada pelo psicanalista inglês Donald Winnicott no texto “A agressividade em relação ao desenvolvimento emocional”.

E na AULA ESPECIAL publicada nesta sexta na CONFRARIA ANALÍTICA eu comento alguns trechos desse artigo.

Neles o autor explica como a agressividade se manifesta e se desenvolve na criança e o que os pais devem fazer para não atrapalhar esse processo.

O título da aula é “LENDO WINNICOTT 08 – Uma visão não-moralista da agressividade” e já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – WINNICOTT.


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Somos todos agressivos.

Em 1950, num simpósio dedicado ao tema da agressividade, o pediatra e psicanalista inglês Donald Winnicott disse o seguinte:

“Em suas origens, a agressividade é quase sinônimo de atividade”.

Ao formular essa tese, o autor está se contrapondo à associação entre agressividade e violência, que tendemos a fazer com tanta facilidade.

Por exemplo:

Se eu pedir para você pensar em uma pessoa agressiva, é bem provável que surja em sua cabeça a imagem de um sujeito raivoso, gritando ou batendo em alguém.

Tais comportamentos são, sim, expressões de agressividade, mas de uma agressividade reativa, defensiva, não-natural.

De fato, ninguém que esteja se sentindo bem, em paz, suficientemente seguro, vai sair por aí com raiva, gritando e querendo bater em outras pessoas.

Nós só queremos machucar os outros quando nos sentimos AMEAÇADOS.

Na maioria das vezes, as ameaças em questão são puramente imaginárias.

Porém, o fato é que nos sentimos em perigo e, para nos defendermos, usamos a agressividade para atacar o outro.

Veja bem: USAMOS a agressividade. Isso nos leva de volta à citação de Winnicott.

Ao dizer que “em suas origens, a agressividade é quase sinônimo de atividade”, o que o autor está nos ensinando?

Que essa força agressiva que podemos USAR para atacar o outro serve originalmente para nos MOVIMENTAR, ou seja, é expressão de VITALIDADE.

Nesse sentido, podemos dizer que todos nós somos agressivos por natureza, o que não significa que naturalmente desejemos atacar o outro.

A manifestação espontânea e saudável da agressividade pode ser vista nos momentos em que estamos simplesmente buscando crescimento e expansão.

Nessas ocasiões, podemos até levar alguém a sofrer, mas trata-se apenas de um efeito colateral, pois o propósito não é machucar o outro.

É o que acontece, por exemplo, em qualquer partida de futebol.

O objetivo dos jogadores de um time não é causar sofrimento na outra equipe. O que eles querem é ganhar o jogo; a dor do adversário é incidental.

Assim também, um bebê que acorda seus pais no meio da noite para ser alimentado não o faz porque deseja aborrecê-los, mas porque quer… VIVER.


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[Vídeo] O que é a depressão narcísica?


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[Vídeo] Entenda as diferenças entre as estruturas clínicas


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