[Vídeo] O anseio neurótico de ser bom


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[Vídeo] Dá para ser psicanalista e TCC ao mesmo tempo?


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[Vídeo] O id não deve ser preso, mas domado.

Esta é uma pequena fatia da aula “ESTUDOS DE CASOS 22 – O embotamento afetivo como resposta à indiferença dos pais” que já está disponível no módulo ESTUDOS DE CASOS da CONFRARIA ANALÍTICA.

Assista à aula completa tornando-se membro da Confraria.


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Da indiferença dos pais ao superego rígido

Imagine uma pessoa extremamente contida, controlada, que mal expressa suas emoções, está o tempo todo ocupada e não se permite relaxar.

Imaginou?

Beleza. Agora, me responda com toda a sinceridade: que tipo de criação você acredita que esse sujeito teve?

É muito provável que você tenha pensado num ambiente autoritário, repressivo, com excesso de disciplina e pais controladores.

Mas e se eu te disser que nada disso esteve presente na infância dessa pessoa?

E se eu te disser que os pais dela foram justamente o oposto de pais controladores Que ao invés de vigiarem minuciosamente seu comportamento, eles o IGNORAVAM?

Pois é… Esse sujeito chegou a se castigar certa vez porque os pais não estavam nem aí para o que ele fazia.

Aí você pode me perguntar:

— Mas como isso é possível, Lucas?

—  Como uma pessoa que foi criada com toda essa liberdade se tornou tão embotada, reprimida, controlada?

Eu explico isso na aula “ESTUDOS DE CASOS 22 – O embotamento afetivo como resposta à indiferença dos pais”, que acaba de ser publicada na CONFRARIA ANALÍTICA, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.

Essa aula faz parte do módulo ESTUDOS DE CASOS, no qual comento casos clínicos reais relatados por alunos da Confraria.

Como será que a indiferença dos pais em relação ao comportamento do filho pode levá-lo a criar um superego extremamente rígido?

E o que a analista desse sujeito pode fazer para ajudá-lo a se libertar do embotamento afetivo e do excesso de autocontrole?

Quer entender tudo isso? Então, faça parte da nossa escola e assista à aula.

Ao entrar, você terá acesso imediato a mais de 500 horas de conteúdo que vão mudar sua forma de compreender a clínica psicanalítica.

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O jovem rico e o autoengano neurótico

Certa vez, um jovem muito rico se aproximou de um sábio judeu e lhe perguntou:

— Mestre, o que preciso fazer para ser uma pessoa boa?

O sábio intuiu que o rapaz só queria uma oportunidade para se exibir diante do grupo que ali estava. Mas, mesmo assim, resolveu dar corda:

— Ah, você já sabe, meu caro: seja leal, não minta, respeite seus pais, não faça mal às pessoas, essas coisas…

Essa era a deixa que o rapaz precisava.

Ele olhou para todos à sua volta, estufou o peito, e com a empáfia típica daqueles que sofrem de autoengano, disse ao sábio:

— Que bom saber disso, mestre! Eu sempre agi assim, desde que era criança. Então, não me falta nada para ser uma pessoa boa!

Olhando fixo para o horizonte, o sábio respondeu:

— Bem… Acho que falta só uma coisa, meu amigo, só uma coisa. Você é um homem muito próspero, né? Mas, para ser uma pessoa boa de verdade, não pode ter apego a todo o dinheiro que ganhou. Por isso, vou lhe propor um desafio.

— De… desafio? Como assim? — disse o rapaz desconcertado.

— Sim, um desafio: venda todos os seus bens e doe o dinheiro. Se fizer isso, não lhe faltará mais nada para ser uma pessoa realmente boa.

O sábio já sabia que o vaidoso mancebo não seria capaz de cumprir o desafio. Por isso, não se surpreendeu ao vê-lo afastar-se dali cabisbaixo e entristecido.

— Estão vendo? — disse o mestre para o grupo que o acompanhava — É impossível ser uma pessoa boa. Sempre falta alguma coisa que a gente não dá conta de fazer…

A postura do jovem rico ilustra muito bem a dinâmica psíquica da neurose: seduzido pelas cobranças e exortações do superego e querendo narcisicamente ser amado por ele, o neurótico acredita que é possível atingir seus ideais.

Por isso, acaba se obrigando a recalcar certos desejos que não se encaixam nesses ideais. E, ao fazer isso, ele está se enganando, pois recalcar nada mais é que fingir que certas coisas, em nós mesmos, não existem.

Para sustentar sua imagem ilusória de boa pessoa, aquele rapaz precisou recalcar o imenso amor que tinha por suas posses. Esses obsessivos…

O sábio, porém, adotando uma postura muito semelhante à de um psicanalista, ajudou o mancebo a se confrontar com essa dimensão de si mesmo que ele não queria enxergar.

O resultado foi uma espécie de luto, você percebeu?

O jovem saiu da conversa abatido, desolado, pesaroso. Com efeito, a imagem idealizada de si mesmo como boa pessoa havia sido delicadamente destruída.

Por outro lado, após aquele diálogo, ele provavelmente se tornou um sujeito mais livre, pois a confrontação com seus limites internos tirou-lhe dos ombros o anseio de se conformar ao ideal superegoico.

Ao perceber que não conseguiria ser uma pessoa boa, o rapaz talvez tenha ganhado a chance de ser suficientemente bom.

É esse duplo efeito — luto e libertação — que a Psicanálise produz no tratamento da neurose.

Enquanto assiste consternado ao falecimento do eu ideal com o qual se identificava, o paciente passa a se enxergar com mais honestidade e, assim, se torna livre para ser, simplesmente, o que dá conta de ser.


⚖️ Entre o ideal de perfeição e a possibilidade de ser “suficientemente bom”, está o trabalho analítico.

👉 Na Confraria Analítica, você encontra aulas semanais que aprofundam esse tipo de reflexão, unindo teoria e clínica.


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[Vídeo] O ato falho é a prova cabal de que o Inconsciente existe.


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[Vídeo] A indústria fálica

Esta é uma pequena fatia da aula “CONCEITOS BÁSICOS 24 – Falo” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – CONCEITOS BÁSICOS da CONFRARIA ANALÍTICA.


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Entenda o conceito de FALO em Psicanálise

Hoje em dia, o que mais tem no Instagram é gente dizendo o que você deveria estar fazendo.

Nunca fomos tão moralistas.

É homem dizendo como um homem de verdade deve se comportar.

É mulher pregando como mulheres devem ser verdadeiramente femininas.

É marqueteiro ensinando como ter “permissão” para ser bem-sucedido.

É coach explicando como viver uma “vida épica”.

Sim, é ridículo, eu sei.

Mas por que tais cagadores de regra fazem tanto sucesso?

Simples: essa gente explora uma vulnerabilidade do “sistema operacional” humano.

Todos nós temos essa sensação crônica de precariedade, de insuficiência, de incompletude.

Estamos sempre achando que nos falta algo para sermos plenamente realizados.

Esse “algo” é o que a Psicanálise chama de “falo”.

Ele funciona como aquela cenoura inalcançável que, segundo a velha fábula, é colocada diante do burro para incentivá-lo a continuar caminhando.

Os cagadores de regra da internet vendem a ilusão de que é possível alcançar a cenoura.

Eles fazem seus clientes acreditarem que podem ser 100% felizes se adotarem certos comportamentos ou tiverem certas coisas.

E isso só funciona, repito, porque nosso psiquismo vem “de fábrica” com essa ideia de que existiria algo capaz de nos tornar completos, o FALO.

Quer entender melhor esse conceito?

Quer saber por que ele recebe esse nome na Psicanálise?

Quer aprender qual é sua utilidade na clínica psicanalítica?

Então, você precisa assistir à aula “CONCEITOS BÁSICOS 24 – Falo”, já disponível na CONFRARIA ANALÍTICA.

A Confraria é a maior e mais acessível escola de teoria psicanalítica do Brasil, com +500 horas de conteúdo e milhares de alunos.

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Atos falhos: você nunca se engana por acaso

Toda vez que me pedem uma indicação de livro introdutório sobre Psicanálise, eu recomendo “A Psicopatologia da Vida Cotidiana”, do Freud.

Por quê? — Porque o requisito fundamental para que uma pessoa comece a estudar Psicanálise é a constatação de que o Inconsciente é uma suposição indispensável para a compreensão do comportamento humano.

E “A Psicopatologia da Vida Cotidiana” é a obra freudiana mais convincente em relação a isso.

Nela, o pai da Psicanálise reúne centenas de exemplos de esquecimentos, lapsos, pequenos erros, ou seja, tudo aquilo que a gente costuma chamar de “atos falhos” e mostra que eles só podem ser explicados se admitirmos a existência de pensamentos inconscientes.

Tomemos um exemplo clínico “baseado em fatos reais”:

Durante um encontro casual, uma jovem se desespera ao verificar que a data de validade do preservativo utilizado por seu parceiro era dois anos atrás.

No dia seguinte, mais calma, ela pega novamente a embalagem do produto e constata que, na verdade, 2023 era a data de fabricação e não de validade.

Aqueles que se recusam a enxergar a realidade poderiam argumentar que esse engano acontecera simplesmente porque a moça estava distraída ou ansiosa.

É óbvio que tais estados psíquicos podem ter FACILITADO a ocorrência do erro, mas não podem ser tomados como a CAUSA do ato falho.

Se fosse assim, nós só cometeríamos lapsos e enganos quando estivéssemos distraídos, com sono ou emocionalmente perturbados.

Mas a experiência mostra que é perfeitamente possível, por exemplo, trocar o nome de uma pessoa pelo de outra estando suficientemente alerta e tranquilo.

E mesmo se os atos falhos só acontecessem quando nossa atenção estivesse prejudicada, ainda restariam duas perguntas sem resposta:

1. Por que, então, eles NÃO ocorrem SEMPRE que estamos com a atenção comprometida?

2. Por que, num lapso de fala, por exemplo, trocaríamos o nome da pessoa X pelo da pessoa Y e não das pessoas A, B, C ou D?

Percebe? Não há como explicar os atos falhos sem supor que certos pensamentos inconscientes se colocam entre a intenção do sujeito de fazer X e o ato propriamente dito.

No caso do exemplo mencionado acima, podemos inferir que, na hora em que a jovem olhou para a inscrição “Fabricação: mês tal de 2023”, certos pensamentos inconscientes de natureza autopunitiva distorceram sua percepção, de tal modo que ela foi levada a concluir equivocadamente que aquela era a data de validade do preservativo.

Se você conhecesse a paciente em questão e soubesse o quão problemática e culposa é a relação dela com a própria sexualidade, essa explicação pareceria tão óbvia para você quanto é para mim.

Concluindo: os atos falhos mostram (até mais do que os sonhos, na minha opinião) que a existência do Inconsciente, tal como descrito pela Psicanálise, não é uma especulação dispensável, mas uma suposição absolutamente necessária para a compreensão do comportamento humano.


🔎 Os atos falhos não são simples distrações.

Eles são janelas para aquilo que você tenta esconder de si mesmo.

E a Psicanálise é a chave para entender o que se passa por trás desses pequenos “erros”.

Na Confraria Analítica, mergulhamos fundo nessas questões.

Toda semana, novas aulas ajudam você a compreender conceitos como este, de forma clara, organizada e aplicada à clínica.

🎓 Se você quer realmente entender o que Freud quis dizer quando falou de Inconsciente, está na hora de dar o próximo passo.

👉 Assine a Confraria Analítica e comece hoje mesmo a transformar seu olhar sobre o comportamento humano.


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[Vídeo] Reconheça seu sadismo


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[Vídeo] Graduação em Psicanálise: minha opinião


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[Vídeo] Sonhos não são conselheiros.

Esta é uma pequena fatia da aula “Por que a abordagem de Jung não é compatível com a Psicanálise?” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.

Assine a Confraria e assista à aula completa.


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Não, Jung não faz parte da Psicanálise.

Volta e meia alguém me pergunta:

– Lucas, por que vocês não estudam Jung na Confraria Analítica?

(Para quem não sabe, a Confraria é minha escola de formação teórica em Psicanálise.)

Eu sempre respondo que o motivo é simples: Jung não faz parte do campo psicanalítico.

Provavelmente, a pessoa que fez a pergunta recebe esta resposta com estranheza porque há muitos supostos psicanalistas por aí dizendo que ensinam Jung.

Gente, vamos deixar uma coisa bem clara:

Há muitos aventureiros se apropriando indevidamente da palavra “Psicanálise” porque ela goza de muito prestígio aqui no Brasil.

As críticas toscas do pessoal da PBE (Prática Baseada em Evidências) não fazem nem cosquinha nesse imenso prestígio.

Então, alguns desses falsos psicanalistas inventaram a fake news de que as ideias de Jung fazem parte da Psicanálise.

Não fazem.

Jung se afastou do movimento psicanalítico por volta de 1912, quando publicou o fatídico livro “Metamorfoses e Símbolos da Libido”.

A partir dessa obra, ele começou a defender concepções que representavam um verdadeiro retrocesso em relação às descobertas da Psicanálise.

Jung propunha, por exemplo, que a libido seria uma força vital genérica e não uma energia psíquica de natureza especificamente sexual.

Daí pra frente, foi só pra trás:

Ele passou a acreditar que todo ser humano estaria destinado a trilhar uma espécie de jornada espiritual de autodesenvolvimento, o tal “processo de individuação”.

A função da terapia seria ajudar o sujeito a voltar para os trilhos desse processo a fim de alcançar a meta de se tornar um ser inteiro, integrado, completo…

Gente, sério, isso tem alguma coisa a ver com a Psicanálise?

É óbvio que não!

Não há nada mais distante dos objetivos da terapia psicanalítica do que um ideal de completude.

Portanto, não, a Psicologia Analítica de Jung não faz parte do campo psicanalítico.

Mas eu quero demonstrar isso para você de uma forma ainda mais clara.

Por isso, acabei de publicar na Confraria a aula “Por que a abordagem de Jung não faz parte da Psicanálise?”. Ela está no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS.

Nessa aula, eu analiso um caso clínico do próprio Jung e mostro como sua proposta terapêutica não é apenas diferente da psicanalítica.

É o exato OPOSTO.

Depois dessa aula, você nunca mais vai confundir Jung com Psicanálise.

Ao se tornar membro da Confraria, você terá acesso não só a ela, mas a mais de 500 horas de conteúdo sobre teoria psicanalítica.

Clique aqui e vem estudar Psicanálise de verdade.


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O sadismo nosso de cada dia

Nós geralmente temos um olhar bastante pejorativo sobre o sadismo.

Via de regra, quando qualificamos uma pessoa como sádica, estamos acusando-a de ser cruel e insensível.

E ao fazer isso, assumimos tacitamente que o sadismo seria um atributo presente apenas em ALGUMAS pessoas, não em todas.

Mas será que é assim mesmo?

Será que apenas uma parcela dos indivíduos sente prazer com a dor alheia?

A experiência mostra que não.

Eu duvido muito, por exemplo, que você nunca tenha rido de alguém que cometeu um erro ou vivenciou algum revés.

Muitas cenas de filmes de comédia são construídas justamente em torno de personagens que sofrem quedas, tropeços ou são ridicularizados.

Mas me parece que não há espaço onde o sadismo nosso de cada dia se manifeste de forma mais explícita do que nos esportes, especialmente no futebol.

Todo bom cruzeirense, como eu, vibra não só com as (incontáveis) conquistas do seu time, mas também com os (inúmeros) fracassos do Atlético, seu maior rival.

Em 2006, nos jogos entre as duas equipes, nossa torcida entoava, a plenos pulmões, o seguinte cântico:

“Ei, você aí, 2003 eu vi [o Cruzeiro ser campeão brasileiro], 2005 eu ri [com a ida do Atlético para a Série B]”.

Às vezes, é mais gostoso ver o Galo tomando uma goleada do que assistir à Raposa obtendo uma vitória protocolar contra um time pequeno qualquer.

Evidentemente, o mesmo acontece do lado dos torcedores alvinegros:

No Brasileirão de 2019, por exemplo, o Atlético ficou apenas na 13ª colocação, mas sua torcida explodiu em felicidade com o rebaixamento do Cruzeiro.

Ora, em todas essas situações, assistimos a manifestações indiscutivelmente sádicas: a satisfação de um grupo está sendo causada pelo sofrimento do outro.

Isso mostra que todos nós temos uma inclinação natural para o sadismo.

Reconhecê-la é o primeiro passo para não deixá-la se transformar em violência.

Quando temos consciência de nosso sadismo, podemos rir, torcer e até jogar com ele, sem machucar ninguém de verdade.

Portanto, o problema não é ter prazer com a dor do outro, mas fingir que não temos.

Quando assumimos esse lado, ganhamos a chance de transformá-lo em algo criativo, e não destrutivo.


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[Vídeo] A criação da terapia cognitivo-comportamental (TCC) foi fruto de um erro


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