Sim, existem mecanismos de defesa saudáveis!

Freud descobriu que nossa mente é governada por uma lei fundamental: o princípio do prazer.

Obedientes a essa lei, estamos sempre tentando evitar a experiência do desprazer ou, no mínimo, amenizá-la.

Quando a fonte do sofrimento é uma situação externa, podemos simplesmente nos afastar — caso isso seja possível.

Porém, se a dor é provocada por conteúdos psíquicos, ou seja, por coisas que estão “dentro” de nós, fugir não é uma opção.

Nesses casos, precisamos lançar mão de certas OPERAÇÕES MENTAIS para evitar o desprazer ou, pelo menos, reduzi-lo a uma intensidade suportável.

Na Psicanálise, nós chamamos essas operações de MECANISMOS DE DEFESA, pois, como você já entendeu, elas servem para nos proteger do sofrimento.

Uma pessoa psicologicamente frágil não aguenta muita dor. Por isso, tende a utilizar mecanismos de defesas mais severos, que negam e distorcem a realidade.

Por outro lado, indivíduos emocionalmente maduros conseguem suportar uma boa dose de desprazer sem se desesperarem.

Isso lhes permite empregar defesas mais brandas e até construtivas.

Na AULA ESPECIAL publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA, eu explico e dou exemplos de cinco desses mecanismos de defesa saudáveis.

A aula já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS e este é o link para fazer parte da Confraria: https://confrariaanalitica.com/ .


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A moça do avião não teve empatia?

Recentemente repercutiu nas redes sociais um vídeo que mostra uma mulher num avião se recusando a trocar de lugar com um garoto que pedia aos prantos para se assentar ao lado da janela.

A responsável pela gravação foi uma passageira que se sentiu indignada com a postura da moça e tomou as dores da mãe da criança.

Muitas análises e comentários já foram feitos acerca da situação.

De minha parte, não quero ficar chovendo no molhado e dizendo que criança precisa aprender a lidar com frustração e blábláblá.

Eu quero chamar sua atenção para um dos argumentos centrais utilizados pela “solidária” passageira que fez o vídeo.

Em determinado momento da gravação, ela diz para a moça que se recusou a trocar de lugar:

“Estou gravando a sua cara porque você não tem empatia pelas pessoas.”

Primeiramente, vale dizer que a palavra empatia foi tão banalizada que, hoje em dia, deveríamos até pedir desculpas a nossos interlocutores ao utilizá-lo, assim como fazemos quando somos forçados a empregar uma palavra chula.

Tecnicamente, empatia significa a capacidade de imaginar como outra pessoa pode estar vivenciando uma determinada situação.

Nesse sentido, segundo a passageira “solidária”, a mulher que não queria ceder seu assento não conseguia imaginar o sofrimento vivenciado pelo garoto por não estar ao lado da janela.

Ora, o mesmo juízo não poderia ser feito em relação à própria passageira “solidária”?

Afinal, ao considerar que a moça deveria trocar de lugar, ela também não estava conseguindo imaginar o desejo da jovem de permanecer em seu assento.

Em outras palavras, se a moça não estava sendo empática, a passageira solidária também não.

Isso mostra que, muitas vezes, reivindicações que apelam para a suposta falta de empatia do outro não passam de artimanhas retóricas usadas para justificar atitudes autoritárias.

Assim, não raro, a expressão “Você não está tendo empatia comigo” pode ser lida como: “Você não está se curvando aos meus caprichos”.

Na verdade, a passageira que gravou o vídeo estava simplesmente expressando um impulso despótico e mascarando-o com o verniz da empatia e da solidariedade.


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A gente faz Psicanálise para deixar de tomar rasteira de si mesmo.

“Onde estava o id, ali estará o ego.”

É com esta frase que Freud sintetiza o resultado produzido pela Psicanálise no psiquismo de uma pessoa que a ela se submete.

No modelo teórico proposto pelo autor em 1923, o id designa a dimensão da nossa mente onde se encontram nossos impulsos e disposições naturais.

A experiência clínica de atendimento a pessoas neuróticas revelou a Freud que nós podemos adoecer emocionalmente quando, por medo, viramos as costas para o id.

É claro que não podemos nos entregar passivamente a nossos impulsos e disposições naturais. A vida em sociedade e o nosso próprio senso de autopreservação nos impedem de agir assim.

Desde a infância, a gente vai aprendendo a se conter, se controlar e a se adaptar aos limites impostos tanto por nossos valores quanto pela própria realidade.

Porém, nesse processo, podemos ser levados a olhar para nossas inclinações naturais como tendências perigosas que precisam ser reprimidas.

O resultado disso é catastrófico: ao reprimir um impulso, perdemos o controle sobre ele, pois reprimir significa justamente fingir que ele não existe.

Fora de controle, o impulso reprimido do id fica livre para “nadar de braçada” em sua vida.

E pior: como você não quer enxergá-lo, ele acaba se manifestando à força, justamente por meio do adoecimento emocional.

Quando um paciente neurótico procura terapia, é nesse estado que ele se encontra: dominado pelos impulsos do id para os quais tem medo de olhar.

Na Psicanálise, a gente ajuda o sujeito a perder esse medo.

Dessa forma, ele passa a dar conta de encarar o id e consequentemente se APROPRIAR dos impulsos que outrora reprimiu.

É por isso que Freud diz que “onde estava o id, ali estará o ego”:

Com efeito, ao perder o medo, o ego (o eu) consegue TOMAR POSSE daquelas “regiões” do id que, por terem sido reprimidas, estavam fora do seu controle.

O id só para de nos escravizar com sintomas quando tomamos a coragem de reconhecê-lo, afirmá-lo, valorizá-lo e, acima de tudo, conversar com ele.


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[Vídeo] Sim, você precisa se cobrar.


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[Vídeo] Autocobranças: seu superego pode estar certo.


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Complexos de Édipo e de castração: impactos na vida adulta

Na CONFRARIA ANALÍTICA, a minha escola de formação teórica em Psicanálise, nós temos um módulo chamado ESTUDOS DE CASOS.

Nas aulas desse módulo, eu comento e analiso casos clínicos reais enviados por nossos alunos, sugerindo hipóteses e estratégias de manejo.

Elas têm ajudado muito nossos alunos a aprimorar sua atuação na clínica e a aprofundar sua compreensão da teoria psicanalítica.

Hoje (sexta-feira), publicamos a 17ª aula desse módulo. Ela aborda o caso de uma moça que sofre de compulsão por compras, procrastinação e falta de desejo sεxu4l.

Nessa história clínica, vemos com muita clareza os resultados de uma má resolução daquilo que Freud chamou de “complexo de Édipo” e “complexo de castração”.

Esse caso é exemplar para mostrar que as ideias do pai da Psicanálise, por vezes incompreendidas, continuam relevantes na clínica.

De fato, por trás dos sintomas apresentados pela paciente, encontramos justamente uma dificuldade de renunciar a desejos edipianos e à fantasia infantil de castração.

Quer saber mais?

Então, assista à aula. O título dela é “ESTUDOS DE CASOS 17 – Maura: quando os complexos de Édipo e de castração não são superados”.

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“Os sintomas são a atividade sexual dos doentes.” (Sigmund Freud)

Por mais que as ideias psicanalíticas tenham se infiltrado na cultura popular, essa afirmação do pai da Psicanálise ainda causa certo estranhamento.

De fato, ainda é muito difícil para a maioria das pessoas pensar a sexualidade como algo que extrapola o âmbito das relações sεxu4is propriamente ditas.

É dessa dificuldade que emergiu, por exemplo, o termo “assεxu4l” nos últimos anos para etiquetar a condição daquelas pessoas que normalmente não sentem vontade de fazer sεx0.

Ora, esse termo é equivocado justamente porque ele faz parecer que tais pessoas não possuem sexualidade, quando, na verdade, elas apenas não se sentem inclinadas a percorrer UMA DAS DIVERSAS VIAS possíveis de satisfação sεxu4l.

Ao dizer que “os sintomas são a atividade sεxu4l dos doentes”, Freud está nos ensinando que a sεxualidade humana é tão plástica que podemos SUBSTITUIR atos explicitamente sεxu4is por diversos outros comportamentos, incluindo aqueles que são de ordem patológica.

A paciente de uma das minhas alunas, por exemplo, passou anos satisfazendo sua libid0 por meio da compulsão por compras.

Como bem notou sua analista, todo o processo de “garimpagem” que ela levava até finalmente escolher a roupa que iria adquirir era simbolicamente muito semelhante a um ato masturb4tóri0.

Enquanto g0zava por meio do comprar compulsivo, essa mulher não sentia o menor interesse em ter relações sεxu4is com seu marido.

— Ah, Lucas, isso significa, então, que, essa paciente só vai se curar quando voltar a trans4r com o companheiro?

Não necessariamente.

Essa hipótese está baseada na falsa premissa de que o único modo “saudável” de buscar satisfação sεxu4l é por meio do coit0.

Na verdade, o aspecto patológico do comportamento da paciente não é o ato de comprar em si, mas o fato de fazer isso COMPULSIVAMENTE, ou seja, de forma descontrolada.

E toda compulsão expressa um movimento interno de fuga: concentrar-se numa direção para evitar outras que parecem ameaçadoras.

Nesse sentido, o que ela precisa é ENTENDER por que o comprar se tornou a sua principal “atividade sεxu4l”, ou seja, por que está fugindo de outras…


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[Vídeo] Toda mãe é uma Jocasta em potencial


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[Vídeo] Complexo de Édipo e complexo de Jocasta


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[Vídeo] Reassegurar o paciente com pânico

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Como tratar o pânico pela via da Psicanálise?

Hoje quero conversar diretamente com você que é psicanalista ou terapeuta que trabalha com base na perspectiva da Psicanálise.

Se um paciente se apresenta em seu consultório dizendo que sofre com recorrentes ataques de pânico, você sabe o que fazer para ajudá-lo?

Talvez a sua resposta seja algo como:

“Claro, Lucas! Eu simplesmente faria com esse paciente o que faço com qualquer outro, ou seja, pediria para ele falar em associação livre, escutaria seu discurso com atenção flutuante, faria interpretações etc.”

OK… Mas será que o fato de o paciente padecer de transtorno de pânico não exigiria certas adaptações no manejo clínico?

Os psiquiatras e psicanalistas norte-americanos Fredric N. Busch e Barbara L. Milrod, da Universidade de Columbia, acreditam que sim.

Por isso, juntamente com outros pesquisadores, eles desenvolveram um tipo focal de terapia psicanalítica voltada especificamente para o tratamento do pânico.

Trata-se de um modelo terapêutico composto por três fases: (1) tratamento do pânico agudo; (2) tratamento da vulnerabilidade ao pânico e (3) término.

Na AULA ESPECIAL publicada hoje (sexta) na CONFRARIA ANALÍTICA, explico didaticamente esse modelo e o que o analista deve fazer em cada uma de suas fases.

O título da aula é “Transtorno de pânico: tratamento psicanalítico”, e ela já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS.

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O falso TDAH

Um dia desses, na caixinha de perguntas do Instagram, um seguidor me pediu para falar sobre como a Psicanálise trata o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade).

Eu respondi que, se fosse um caso de TDAH VERDADEIRO, ou seja, de uma DEFICIÊNCIA real na capacidade de concentração e controle inibitório, nós desenvolvemos uma versão adaptada da terapia psicanalítica para casos de não neurose.

Antes que perguntem nos comentários: “não neurose” não significa necessariamente perversão ou psicose.

Trata-se de uma categoria psicopatológica ampla proposta por André Green. Na Confraria Analítica, eu falo sobre ela em diversas aulas. Quem é meu aluno já está por dentro.

Mas voltemos ao assunto.

Na resposta que dei à pergunta da caixinha, eu disse que nos FALSOS casos de TDAH, nós, psicanalistas, simplesmente aplicávamos o tratamento padrão para casos de neurose.

E aí teve gente que ficou em dúvida: “Lucas, mas o que são esses falsos casos de TDAH?”

Ora, são casos em que a pessoa apresenta sintomas como desatenção e hiperatividade, mas tais dificuldades não são a expressão de uma deficiência na função de autorregulação.

Elas são, na verdade, sintomas neuróticos, ou seja, comportamentos simbólicos que expressam, disfarçadamente, um conflito psíquico.

O psicanalista lacaniano Bruce Fink em seu excelente e recém-lançado “Introdução clínica a Freud” nos dá um ótimo exemplo desse tipo falso de TDAH.

Cito na íntegra o que ele escreve na página 42 do livro:

“Um de meus analisandos sentia uma angústia terrível toda vez que tinha de escrever um ensaio para determinada disciplina; ocorre que achava a matéria ridícula e o professor, um idiota, e se sentia tentado a dizer isso sempre que começava a escrever. O trabalho exigia dele enorme concentração e esforço, justamente porque ele se empenhava muito em não dizer o que queria dizer e vivia com a apreensão constante de, na verdade, haver deixado escapar em seu texto algum de seus verdadeiros sentimentos sobre a matéria e o professor. Quanto mais queria criticar o professor e sua disciplina, mais inquieto ficava.”


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[Vídeo] Agressividade não é sinônimo de violência


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[Vídeo] Não reprima sua agressividade!


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[Vídeo] Pânico e repressão da raiva

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