Como a Psicanálise explica o pânico?

Naquele dia, Beatriz acordou um pouco apreensiva, mas não conseguia identificar o motivo pelo qual estava se sentindo daquela forma.

Era só mais uma quarta-feira típica, e ela faria o que sempre costumava fazer às quartas-feiras.

A jovem se perguntou se aquela leve ansiedade não seria fruto da discussão que teve com Bruna, sua namorada, na noite anterior.

Todavia, descartou essa hipótese ao pensar que aquela não fora a primeira vez que brigaram e sabia que, conversando pessoalmente, acabariam se entendendo.

A moça, então, decidiu não pensar mais no assunto, se arrumou, colocou os fones de ouvido e saiu de casa rumo à faculdade.

Porém, quando estava quase chegando ao prédio da universidade, Beatriz começou a sentir seus batimentos cardíacos acelerarem.

Surpresa, colocou a mão direita sobre o peito e, no mesmo instante, começou a se sentir muito ofegante, como se tivesse acabado de correr.

Aquela leve apreensão que vinha sentindo desde que acordara se transformou em um medo extremamente intenso. Parecia que algo muito ruim iria acontecer.

Aflita, a jovem começou a achar que iria morrer e decidiu gritar por socorro.

Uma colega veio correndo ao seu encontro e tentou acalmá-la, percebendo que a moça estava tendo um ataque de pânico.

Foi o primeiro de uma série de quatro ataques que a estudante teve em menos de um mês.

Como da primeira vez, os demais surtos pareciam acontecer “do nada”.

Beatriz só conseguiu descobrir quais foram os gatilhos e o que estava na base dessas experiências de terror depois que começou a fazer análise com uma psicóloga indicada pela colega que a socorreu.

Na AULA ESPECIAL publicada hoje (sexta-feira) na CONFRARIA ANALÍTICA, eu explico didaticamente a visão da Psicanálise sobre essa forma extremamente sofrida de adoecimento psíquico pela qual está passando Beatriz.

O título da aula é “Transtorno de pânico: considerações psicanalíticas” e ela já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS.

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Nem sempre seu superego está errado.

Hoje em dia, no contexto das discussões sobre saúde mental, geralmente a palavra “autocobrança” vem carregada de uma conotação pejorativa.

Fica parecendo que se cobrar é uma coisa necessariamente patológica. Mas isso não é verdade.

Nós precisamos exercer sobre nós mesmos um papel semelhante àquele que nossos pais desempenhavam conosco quando éramos crianças.

A vida em comunidade e a conquista dos objetivos que desejamos exigem isso!

Nossos pais não deixavam que fizéssemos tudo o que queríamos.

Quantas vezes, por exemplo, você não estava com a menor vontade de ir para a escola ou fazer lição de casa, mas foi compelido por seus pais a cumprir tais obrigações?

Eles estavam errados ao fazer isso?

É óbvio que não. Provavelmente, hoje você os agradece por não terem cedido aos seus caprichos infantis.

O problema é que, mesmo na idade adulta, uma parte da nossa personalidade permanece sendo essa criança imediatista que só quer saber de ficar de boa o dia inteiro.

Nesse sentido, precisa haver em nós uma outra parte (que, na Psicanálise, a gente chama de SUPEREGO) que fará aquele papel chato dos pais de impor limites a essa dimensão infantil —  que, por natureza, é irresponsável.

Então, pessoal, muitas vezes a gente precisa se cobrar mesmo.

É claro que não estou falando aqui de se cobrar em excesso, de forma desproporcional, como vemos em casos de depressão neurótica e neurose obsessiva.

Estou me referindo a autocobranças saudáveis, cuja função é incentivar você a parar de fazer corpo mole e se esforçar para cumprir os objetivos que VOCÊ DESEJA CUMPRIR e honrar os compromissos QUE VOCÊ ASSUMIU.

Nem sempre é fácil distinguir as autocobranças saudáveis das que são excessivas e patológicas.

Quem tem essa dificuldade pode se beneficiar muito de uma boa terapia psicanalítica.

Mas é muito importante que você não perca de vista a possibilidade real de estar pegando muito leve consigo mesmo.

Sim!

Tem gente que diante de qualquer desconforto, do menor desafio, já abandona seus projetos como uma criança que não quer comer salada porque não é gostoso como sorvete.

Não se cobre demais.

Mas também não se cobre de menos.


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[Vídeo] Seu sofrimento vem de dentro ou de fora?


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[Vídeo] Insatisfação conjugal e complexo de Jocasta

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7 atitudes típicas de uma mãe “Jocasta”

Jocasta é o nome da infeliz personagem da mitologia grega que foi condenada pelo destino a se casar com o próprio filho, Édipo.

Ela personifica uma tentação que está presente na vida de toda mãe: a de manter o filho na posição de objeto principal de desejo.

De fato, não é uma tarefa fácil para nenhuma mulher se separar do ser que ela mesma gerou e carregou durante um bom tempo no próprio corpo.

Por isso, não ficamos surpresos ao constatar que algumas mães não conseguem superar o que poderíamos chamar de “complexo de Jocasta”.

Diferentemente da maioria, elas não dão conta de renunciar ao desejo de se manterem estreitamente vinculadas ao filho.

Por que isso acontece?

O que leva essas mães a não suportarem o afastamento e a independência de seus rebentos?

Eu falo sobre isso na AULA ESPECIAL publicada hoje (sexta) na CONFRARIA ANALÍTICA, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.

O título da aula é: “Complexo de Jocasta (mal resolvido): sinais e causas” e ela já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS.


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Toda mãe é uma Jocasta em potencial.

Reza a lenda que foi Raymond de Saussure, um psiquiatra e psicanalista suíço, quem forjou a expressão “complexo de Jocasta” em 1920.

Geralmente esse conceito é empregado num sentido patológico para se referir a mães que desenvolvem um apego excessivo a seus filhos.

Porém, que tal pensarmos o complexo de Jocasta, assim como o complexo de Édipo, como uma dinâmica normal presente em toda mãe?

Para quem não sabe, Jocasta é o nome da mãe (e esposa) de Édipo, personagem da mitologia grega, cuja história todo o mundo conhece, né?

Freud descobriu que toda criança experimenta na primeira infância o desejo de cometer aqueles dois delitos que Édipo realizou sem saber (a princípio):

(1) continuar na posição de objeto de desejo da própria mãe e (2) eliminar o terceiro elemento que impede a permanência nesse lugar (geralmente o pai).

Mas se toda criança é um pequeno projeto de Édipo, por que não dizer que toda mãe é correlativamente uma Jocasta em potencial?

Ora, se para os filhos é um desafio renunciar ao lugar de objeto de desejo da mãe, para a mãe também é difícil abdicar dos filhos como objetos de desejo.

O desfecho trágico da história de Édipo só acontece porque o personagem foi abandonado pelos pais a fim de que a profecia do oráculo de Delfos não se cumprisse.

Isso significa que, ao se reencontrarem anos depois, tanto Édipo quanto Jocasta traziam no peito a dor da separação forçada.

Podemos deduzir que, inconscientemente, ambos ansiavam pela retomada daquele vínculo original que fora prematuramente rompido.

Esse anseio, efetivamente satisfeito na vida de Édipo e Jocasta, está presente na alma não só de todo filho (como normalmente supomos), mas também de toda mãe.

Portanto, a travessia do complexo de Édipo é um desafio não só para a criança, mas também para aquela que, tal como Jocasta, precisa ver seu fruto partir para longe de si.

Trata-se de uma separação necessária, mas que evoca na mãe a memória dolorosa da época em que ela própria precisou renunciar ao colo de sua genitora.

Por isso, não é surpreendente constatar que algumas mulheres não suportem esse processo e acabem, como Jocasta, “se casando” com os próprios filhos…


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[Vídeo] Quando a ansiedade é paralisante…


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[Vídeo] Entenda a diferença entre ansiedade normal e ansiedade patológica


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[Vídeo] A vontade de viver é AGRESSIVA!

Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “LENDO WINNICOTT 08 – Uma visão não-moralista da agressividade” que já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – WINNICOTT da CONFRARIA ANALÍTICA.


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“Paz sem voz não é paz; é medo.”

Todo o mundo conhece esse verso de “Minha Alma”, uma das principais faixas do álbum “Lado A Lado B”, de 1999, da banda O Rappa.

O verso expressa a ideia de que em certos contextos podemos encontrar um falso estado de calmaria que, na verdade, é simplesmente medo.

Para os autores da canção, a verdadeira paz é aquela na qual existe liberdade (voz) — que, por sua vez, só pode florescer num solo que não foi adubado pelo medo.

De vez em quando a gente se depara com pessoas que são extremamente pacíficas. Dizemos que elas são incapazes de fazer mal a uma mosca.

O problema é que esses “seres angelicais” só conseguem ser assim porque aprenderam desde muito cedo a REPRIMIR a própria voz.

É por isso que estão sempre fugindo de situações de conflito, sofrendo para dizer “não” aos outros e evitando a todo custo expressar as suas próprias demandas.

Quando olhamos para a história de vida dessas pessoas constatamos que elas foram aquelas clássicas crianças “boazinhas”, que “não dão trabalho”.

Isso é um contrassenso, pois criança é um ser que naturalmente DEVERIA dar trabalho na medida em que está em processo de amadurecimento.

Uma criança excessivamente obediente e dócil pode estar gravemente doente do ponto de vista emocional.

Ela pode ter adotado essa postura “boazinha” por ter perdido um recurso psíquico fundamental — justamente o que a levaria a “dar trabalho”.

O nome desse recurso é AGRESSIVIDADE.

Sim, agressividade não é sinônimo de violência.

É ela que nos dá força para afirmar nossos desejos, enfrentar conflitos, negar demandas externas, enfim… expressar nossa voz.

Essa visão positiva da agressividade foi sustentada pelo psicanalista inglês Donald Winnicott no texto “A agressividade em relação ao desenvolvimento emocional”.

E na AULA ESPECIAL publicada nesta sexta na CONFRARIA ANALÍTICA eu comento alguns trechos desse artigo.

Neles o autor explica como a agressividade se manifesta e se desenvolve na criança e o que os pais devem fazer para não atrapalhar esse processo.

O título da aula é “LENDO WINNICOTT 08 – Uma visão não-moralista da agressividade” e já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – WINNICOTT.


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Somos todos agressivos.

Em 1950, num simpósio dedicado ao tema da agressividade, o pediatra e psicanalista inglês Donald Winnicott disse o seguinte:

“Em suas origens, a agressividade é quase sinônimo de atividade”.

Ao formular essa tese, o autor está se contrapondo à associação entre agressividade e violência, que tendemos a fazer com tanta facilidade.

Por exemplo:

Se eu pedir para você pensar em uma pessoa agressiva, é bem provável que surja em sua cabeça a imagem de um sujeito raivoso, gritando ou batendo em alguém.

Tais comportamentos são, sim, expressões de agressividade, mas de uma agressividade reativa, defensiva, não-natural.

De fato, ninguém que esteja se sentindo bem, em paz, suficientemente seguro, vai sair por aí com raiva, gritando e querendo bater em outras pessoas.

Nós só queremos machucar os outros quando nos sentimos AMEAÇADOS.

Na maioria das vezes, as ameaças em questão são puramente imaginárias.

Porém, o fato é que nos sentimos em perigo e, para nos defendermos, usamos a agressividade para atacar o outro.

Veja bem: USAMOS a agressividade. Isso nos leva de volta à citação de Winnicott.

Ao dizer que “em suas origens, a agressividade é quase sinônimo de atividade”, o que o autor está nos ensinando?

Que essa força agressiva que podemos USAR para atacar o outro serve originalmente para nos MOVIMENTAR, ou seja, é expressão de VITALIDADE.

Nesse sentido, podemos dizer que todos nós somos agressivos por natureza, o que não significa que naturalmente desejemos atacar o outro.

A manifestação espontânea e saudável da agressividade pode ser vista nos momentos em que estamos simplesmente buscando crescimento e expansão.

Nessas ocasiões, podemos até levar alguém a sofrer, mas trata-se apenas de um efeito colateral, pois o propósito não é machucar o outro.

É o que acontece, por exemplo, em qualquer partida de futebol.

O objetivo dos jogadores de um time não é causar sofrimento na outra equipe. O que eles querem é ganhar o jogo; a dor do adversário é incidental.

Assim também, um bebê que acorda seus pais no meio da noite para ser alimentado não o faz porque deseja aborrecê-los, mas porque quer… VIVER.


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[Vídeo] O que é a depressão narcísica?


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[Vídeo] Entenda as diferenças entre as estruturas clínicas


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[Vídeo] O cansaço na clínica com pacientes borderline

Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “ESTUDOS DE CASOS 16 – Clarice: os desafios da clínica com pacientes borderline” que já está disponível no módulo ESTUDOS DE CASOS da CONFRARIA ANALÍTICA.


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Como trabalhar com pacientes borderline?

Clarice (nome fictício) é uma típica paciente borderline.

Com uma história marcada por traumas e pela ausência de um ambiente familiar suficientemente bom, a jovem tem muita dificuldade para verbalizar suas dores.

Em vez da palavra, ela faz uso do ATO para expressar seu sofrimento: se machuca, tenta se retirar da existência e se comporta como um bebê diante de seu analista.

Por falar em analista, ele anda muito incomodado com a quantidade de mensagens que Clarice lhe envia e com as cobranças da jovem por respostas.

“Como lidar com isso?”, pergunta-se o terapeuta. “Devo adotar uma atitude mais fria ou mais afetuosa?”.

De fato, a clínica com pacientes borderline não é fácil.

Ela apresenta uma série de desafios, sobretudo em relação ao manejo da contratransferência.

Clarice está sendo atendida por um de meus alunos e o caso dela foi comentado por mim na AULA ESPECIAL publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA.

Além de compreender alguns dos princípios básicos para o tratamento de pacientes borderline, quem assistir a essa aula também vai aprender a:

– Identificar os sinais clínicos que nos permitem estabelecer a hipótese diagnóstica de transtorno de personalidade borderline;

– Diferenciar um quadro clínico borderline de uma configuração histérica.

O título da aula é “ESTUDOS DE CASOS 16 – Clarice: os desafios da clínica com pacientes borderline” e ela já está disponível no módulo ESTUDOS DE CASOS.


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