[Vídeo] Sua autoimagem é reflexo de suas ações

Não dá para se ver como uma pessoa produtiva e diligente se você se comporta como um preguiçoso.


Participe, por apenas R$39,99 por mês, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

Até quando você vai ficar só se criticando e ignorando seus pontos positivos?

Qual foi a última vez que você se elogiou?

Sim, qual foi a última vez que você olhou para si mesmo e reconheceu seus méritos, seu esforço, seus resultados, seus sacrifícios diários?

Ah, Lucas, mas eu não tenho nada para elogiar em mim. Não me considero competente, tenho defeitos morais, não me vejo como uma pessoa legal.

Será que você é essa tragédia mesmo ou será que o seu olhar está “viciado” pela autocrítica, esse movimento autopunitivo que você repete à exaustão desde criança?

Será mesmo que não há nada que você seja ou faz que mereça ser valorizado, reconhecido, elogiado?

Ontem eu atendi uma paciente e fiquei especialmente sensibilizado com o fato de ela não conseguir reconhecer o quanto vinha sendo forte, valente e esforçada no cumprimento de seus deveres profissionais.

Trata-se de uma pessoa extremamente comprometida em trabalhar da melhor forma possível, mas que vinha se sentindo diariamente insatisfeita consigo mesma. Sabem por quê? Porque, ao invés de reconhecer suas qualidades e méritos evidentes e indiscutíveis, ela ficava se comparando o tempo todo com a versão ideal e perfeita de si mesma que só existe na imaginação dela.

Por isso, recomendo a vocês o mesmo que recomendei a ela: parem de olhar para si mesmos buscando enxergar apenas imperfeições, insuficiências e falhas a serem corrigidas. Valorizem suas características positivas. Não espere que outra pessoa faça isso.

SEMPRE haverá alguma. Basta saber olhar. Basta retirar as viseiras diabólicas da autocrítica.

Ah, Lucas, mas mesmo tirando essas viseiras, eu ainda não consigo me ver de forma positiva. Continuo me achando uma péssima pessoa!

Ah, é? Então, pronto: valorize sua sinceridade.


Participe, por apenas R$39,99 por mês, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

[Vídeo] O que nunca te contam sobre autoestima

Neste vídeo: entenda o que determina as variações de nossa autoestima e o que isso tem a ver com o conceito psicanalítico de Outro.


Participe, por apenas R$39,99 por mês, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

Divã do Nápoli #02

Um seguidor pergunta: “Quais ações devem ser concretizadas por mim para que eu consiga elevar meu amor-próprio?”

Minha resposta: A saúde é o estado natural do ser. O adoecimento físico é apenas a expressão de uma perturbação da ordem natural do corpo por algum fator (vírus, bactérias, alimentação incorreta, sedentarismo etc.). Estou chamando sua atenção para isso para mostrar que sua pergunta se baseia em um pressuposto equivocado: você acredita que a elevação do amor-próprio seja uma condição a ser conquistada por meio de certas ações quando, na verdade, você já deveria naturalmente ter amor-próprio, pois esse é um dos atributos da saúde psíquica. Se você percebe que não se ama, isso significa que existem fatores que estão perturbando sua saúde mental e produzindo, como um efeito, a perda de amor-próprio. Portanto, a pergunta que você deve se colocar não é “o que devo fazer para aumentar meu amor-próprio?”, mas “o que aconteceu comigo e o que eu fiz com o que aconteceu comigo para que meu amor-próprio esteja tão baixo?”. Assim como o diabetes tipo 2 é uma condição anormal do corpo desenvolvida em resposta a maus hábitos alimentares, assim também a falta de amor-próprio costuma ser um modo patológico de relação consigo mesmo produzido para responder a experiências desfavoráveis de interação com o outro (especialmente pai e mãe) e de fantasias construídas com base nessas experiências. Nesse sentido, enquanto você não elaborar os elementos da sua história de vida aos quais você respondeu com a redução de seu amor-próprio, nenhuma “ação concreta” o ajudará.

Veja as respostas que dei para outras duas perguntas de seguidores clicando aqui.


Participe, por apenas R$39,99 por mês, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

Narcisismo não é amor-próprio

Acho que deu para você perceber que, quando estamos falando de narcisismo, não se trata do que costumamos chamar no senso comum de amor-próprio. Em nossa dimensão narcísica, não amamos a nós mesmos, mas a imagem idealizada que queremos ter de nós mesmos. Estou chamando sua atenção para isso porque meu propósito com este artigo é demonstrar que muitas vezes é justamente o narcisismo o responsável por destruir o nosso amor-próprio. Com efeito, em nome do amor ao nosso eu ideal, podemos nos envolver em situações, relacionamentos e atitudes que podem ser profundamente autodestrutivos.

Leia o texto completo clicando aqui.


Participe, por apenas R$39,99 por mês, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

[Vídeo] Preocupação com a opinião dos outros – psicanalista explica

Você está sempre preocupado com o que os outros estão pensando a seu respeito? Fica desesperado quando não recebe aprovação das pessoas? Então este vídeo foi feito para você. Assista ao conteúdo e entenda o que pode estar por trás dessa preocupação exagerada com o olhar do outro.

Pegue agora um exemplar do meu ebook!

Quer melhorar sua autoestima? Então, repense seus valores

Autoestima é uma dessas palavras que surgiu no campo da Psicologia como um conceito e foi pouco a pouco adentrando o senso comum. Não é raro hoje em dia ouvirmos pessoas dizendo que precisam “melhorar” a sua autoestima ou que estão com a autoestima baixa devido a alguma circunstância. Há até aqueles que confundem o prefixo “auto” com seu homônimo “alto” e acabam soltando uma “baixa estima” por aí… Faz parte!

Para a maioria das pessoas, ter autoestima elevada significa basicamente gostar de si mesmo. Nesse sentido, uma pessoa que tem uma boa autoestima seria aquela que possui uma visão positiva de si. Essas impressões não estão longe da verdade. De fato, do ponto de vista da Psicologia, autoestima é um conceito que se refere a um processo de valoração que, como tal, pode ter como resultado um parecer positivo ou negativo. Trata-se, portanto, da avaliação interna que faço de mim mesmo. Ora, todo processo avaliativo é baseado em critérios, parâmetros, indicadores. E é justamente nesses padrões de referência que encontraremos as razões pelas quais algumas pessoas possuem autoestima elevada e outras sofrem com a autoestima baixa.

Nós, seres humanos, somos os únicos animais que possuem autoestima. Isso porque somente membros da nossa espécie são capazes de tomar a si mesmos como objeto de avaliação. O seu cachorrinho de estimação é capaz, por exemplo, de avaliar os alimentos que você oferece a ele e decidir se irá comê-los ou não. Contudo, seu pet não tem a capacidade de olhar para si mesmo e analisar se tem sido um bom cachorrinho nas últimas semanas. Só nós humanos podemos tomar o próprio eu como um objeto a ser examinado. E a gente faz isso o tempo todo, como se estivéssemos ininterruptamente diante de um espelho interior verificando se estamos indo bem ou mal. O resultado dessa análise constante que fazemos de nós mesmos é o que chamamos de autoestima.

Quer ler a continuação do texto? Então, clique aqui.