Esta é uma pequena fatia da aula “ESTUDOS DE CASOS 22 – O embotamento afetivo como resposta à indiferença dos pais” que já está disponível no módulo ESTUDOS DE CASOS da CONFRARIA ANALÍTICA.
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Imagine uma pessoa extremamente contida, controlada, que mal expressa suas emoções, está o tempo todo ocupada e não se permite relaxar.
Imaginou?
Beleza. Agora, me responda com toda a sinceridade: que tipo de criação você acredita que esse sujeito teve?
É muito provável que você tenha pensado num ambiente autoritário, repressivo, com excesso de disciplina e pais controladores.
Mas e se eu te disser que nada disso esteve presente na infância dessa pessoa?
E se eu te disser que os pais dela foram justamente o oposto de pais controladores Que ao invés de vigiarem minuciosamente seu comportamento, eles o IGNORAVAM?
Pois é… Esse sujeito chegou a se castigar certa vez porque os pais não estavam nem aí para o que ele fazia.
Aí você pode me perguntar:
— Mas como isso é possível, Lucas?
— Como uma pessoa que foi criada com toda essa liberdade se tornou tão embotada, reprimida, controlada?
Eu explico isso na aula “ESTUDOS DE CASOS 22 – O embotamento afetivo como resposta à indiferença dos pais”, que acaba de ser publicada na CONFRARIA ANALÍTICA, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Essa aula faz parte do módulo ESTUDOS DE CASOS, no qual comento casos clínicos reais relatados por alunos da Confraria.
Como será que a indiferença dos pais em relação ao comportamento do filho pode levá-lo a criar um superego extremamente rígido?
E o que a analista desse sujeito pode fazer para ajudá-lo a se libertar do embotamento afetivo e do excesso de autocontrole?
Quer entender tudo isso? Então, faça parte da nossa escola e assista à aula.
Ao entrar, você terá acesso imediato a mais de 500 horas de conteúdo que vão mudar sua forma de compreender a clínica psicanalítica.
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Esta é uma pequena fatia da aula “CONCEITOS BÁSICOS 24 – Falo” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – CONCEITOS BÁSICOS da CONFRARIA ANALÍTICA.
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Esta é uma pequena fatia da aula “Por que a abordagem de Jung não é compatível com a Psicanálise?” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.
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– Lucas, por que vocês não estudam Jung na Confraria Analítica?
(Para quem não sabe, a Confraria é minha escola de formação teórica em Psicanálise.)
Eu sempre respondo que o motivo é simples: Jung não faz parte do campo psicanalítico.
Provavelmente, a pessoa que fez a pergunta recebe esta resposta com estranheza porque há muitos supostos psicanalistas por aí dizendo que ensinam Jung.
Gente, vamos deixar uma coisa bem clara:
Há muitos aventureiros se apropriando indevidamente da palavra “Psicanálise” porque ela goza de muito prestígio aqui no Brasil.
As críticas toscas do pessoal da PBE (Prática Baseada em Evidências) não fazem nem cosquinha nesse imenso prestígio.
Então, alguns desses falsos psicanalistas inventaram a fake news de que as ideias de Jung fazem parte da Psicanálise.
Não fazem.
Jung se afastou do movimento psicanalítico por volta de 1912, quando publicou o fatídico livro “Metamorfoses e Símbolos da Libido”.
A partir dessa obra, ele começou a defender concepções que representavam um verdadeiro retrocesso em relação às descobertas da Psicanálise.
Jung propunha, por exemplo, que a libido seria uma força vital genérica e não uma energia psíquica de natureza especificamente sexual.
Daí pra frente, foi só pra trás:
Ele passou a acreditar que todo ser humano estaria destinado a trilhar uma espécie de jornada espiritual de autodesenvolvimento, o tal “processo de individuação”.
A função da terapia seria ajudar o sujeito a voltar para os trilhos desse processo a fim de alcançar a meta de se tornar um ser inteiro, integrado, completo…
Gente, sério, isso tem alguma coisa a ver com a Psicanálise?
É óbvio que não!
Não há nada mais distante dos objetivos da terapia psicanalítica do que um ideal de completude.
Portanto, não, a Psicologia Analítica de Jung não faz parte do campo psicanalítico.
Mas eu quero demonstrar isso para você de uma forma ainda mais clara.
Por isso, acabei de publicar na Confraria a aula “Por que a abordagem de Jung não faz parte da Psicanálise?”. Ela está no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS.
Nessa aula, eu analiso um caso clínico do próprio Jung e mostro como sua proposta terapêutica não é apenas diferente da psicanalítica.
É o exato OPOSTO.
Depois dessa aula, você nunca mais vai confundir Jung com Psicanálise.
Ao se tornar membro da Confraria, você terá acesso não só a ela, mas a mais de 500 horas de conteúdo sobre teoria psicanalítica.
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Esta é uma pequena fatia da aula “Manejando momentos psicóticos em pacientes neuróticos” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.
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Já fazia tempo que Letícia não se sentia daquela forma: desejada.
Rafael, o novo estagiário, não dissera nada explicitamente, mas o interesse dele ficava escancarado em seus olhares e na forma como se dirigia a ela.
Ávida consumidora de doramas, a moça começou a fantasiar um envolvimento com o rapaz, ao mesmo tempo em que se sentia muito culpada por fazer isso.
O casamento de onze anos com Davi era relativamente harmônico, sem muitas brigas, mas havia entrado naquele platô afetivo, típico de relações de longo prazo.
Com o passar do tempo, uma tensão sexual começou a surgir na relação entre Letícia e Rafael.
Ela não conseguia disfarçar que estava gostando da experiência de se sentir desejada.
Débora, uma colega também casada, percebeu e decidiu provocar:
— Esse Rafael é um gatinho, né, amiga?
Surpresa, Letícia ficou com medo de que a colega tivesse notado o clima e, ruborizada, a repreendeu de forma ríspida:
— Que absurdo, Débora! Nós somos casadas. Sossega o facho!
Letícia foi criada em um ambiente extremamente rigoroso do ponto de vista moral. Por isso, a situação com Rafael era vivida com muita ambivalência:
O prazer de se sentir desejada vinha sempre acompanhado de um fortíssimo sentimento de culpa e ideias autodepreciativas:
“Eu sou uma vagabunda”, era o que pensava muitas vezes ao chegar em casa.
Um belo dia, no fim do expediente, Rafael se aproximou para se despedir como de costume.
— Tchau, Letícia — disse ele, inclinando-se para lhe dar um beijo no rosto.
No entanto, no último instante, Rafael desviou sutilmente e se aproximou de sua boca.
O coração de Letícia disparou. Por uma fração de segundo, ela pensou:
“Não posso fazer isso… mas quero!”
Foi nessa hesitação que ela acabou cedendo.
O beijo durou alguns minutos e eles estavam sozinhos no corredor da empresa.
Durante a situação, a moça pensou nas câmeras de segurança e, por um brevíssimo momento, sentiu-se excitada com a possibilidade de estar sendo filmada.
Porém, logo em seguida, ela empurrou Rafael dizendo que aquilo não deveria ter acontecido e saiu correndo em direção aos elevadores.
Aflita, enquanto caminhava apressadamente até seu carro, Letícia foi tomada por uma série de pensamentos catastróficos:
“Com certeza fui filmada!”
“As imagens vão ser divulgadas na internet!”
“O Davi vai ficar sabendo!”
“O Rafael vai começar a me perseguir!”
“Vou perder meu emprego e minha reputação!”
“Meus filhos vão querer ficar longe de mim!”
Durante dias, ela se manteve convicta de que todas essas coisas iriam acontecer a qualquer momento. Por isso, praticamente não dormia.
A moça não conseguia perceber que estava apenas projetando na realidade externa o estrago punitivo que seu severo superego fazia em seu mundo interno.
A culpa que vinha sentindo até então fora trocada por um medo paranoico.
Isso aconteceu porque a parte psicótica de sua personalidade veio à tona já que as defesas neuróticas não foram suficientes para conter a angústia.
Se Letícia estivesse em análise, o que o terapeuta deveria fazer diante dessa crise?
A resposta está na aula “Manejando Momentos Psicóticos em Pacientes Neuróticos”, publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA.
Essa aula vai te mostrar, passo a passo, como manejar momentos psicóticos em pacientes neuróticos, sem perder o setting e sem romper o vínculo.
A Confraria é a maior e mais acessível escola de teoria psicanalítica do Brasil, com +500 horas de conteúdo e milhares de alunos.
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Esta é uma pequena fatia da aula “André Green e o conceito de borderline” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.
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O neurótico está excessivamente instalado na realidade.
Por isso, sua loucura é forçada a se manifestar disfarçadamente na forma de sintomas, inibições e angústias.
Na análise, ele é encorajado a perder o medo dessa loucura, permitindo que ela apareça em seu próprio discurso. É o que chamamos de associação livre.
O psicótico não precisa desse expediente. Pelo contrário!
Ele não tem o menor receio de sua loucura, pois está completamente tomado por ela. É na direção da realidade que precisa caminhar.
Para isso, pode precisar da ajuda de um analista, mas não de uma análise. São coisas diferentes.
Para além desses dois polos (neurose e psicose), temos uma terceira via.
E, não, não estou falando da perversão — essa categoria altamente problemática.
Refiro-me àqueles pacientes que não estão nem lá, nem cá e, ao mesmo tempo, tanto lá quanto cá.
Na falta de um termo melhor, deram-lhes uma alcunha topográfica: borderline.
Encarnando a fronteira que separa a neurose da psicose, eles experimentam os dramas de ambos os campos:
Estão excessivamente instalados na realidade e, ao mesmo tempo, tomados pela loucura.
Para André Green, essa “dupla inscrição” é uma das marcas mais claras da estrutura borderline.
👉 Na aula publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA, eu explico didaticamente as principais ideias de Green sobre o borderline, à luz de um caso clínico real.
🎥 A aula “André Green e o conceito de borderline” já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS.
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Esta é uma pequena fatia da aula “LENDO FREUD 26 – Freud e os três tipos de masoquismo” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – FREUD da CONFRARIA ANALÍTICA.
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São pessoas para as quais a gente olha de fora e pensa:
“Caramba, fulano não precisava estar passando por isso. Por que ele continua nessa situação tão ruim se pode muito bem sair dela?”.
Naturalmente, tendemos a pensar que o sujeito deve estar obtendo algum tipo de ganho que escapa à nossa percepção imediata.
E é isto mesmo!
Se uma pessoa não evita uma determinada dor mesmo tendo a capacidade de fazê-lo, é porque tal dor é necessária para a obtenção de um satisfação muito desejada.
Veja o caso, por exemplo, de gente que, como eu, pratica diariamente exercícios de musculação.
Eles são monótonos, extenuantes, por vezes dolorosos e… perfeitamente evitáveis. Ninguém nos obriga a fazê-los.
No entanto, nos submetemos voluntariamente a tal desprazer porque, só por meio dele, conseguimos o prazer narcísico da saúde e da boa forma física.
A mesma lógica vale para pessoas que praticam jogos εróticos nos quais são amordaçadas, humilhadas, chicoteadas etc.,
A dor, nesses casos, nada mais é que um… afrodisíaco.
Mas e uma pessoa que permanece num namoro tóxico mesmo tendo condição de terminar a relação, Lucas?
Neste caso, o sofrimento também é um meio que ela utiliza para obter algum tipo de satisfação?
Perfeitamente!
Em todas essas situações (musculação, brincadeiras εróticαs, permanência em relacionamentos complicados) vemos a presença multifacetada do MASOQUISMO.
Na aula publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA, intitulada “LENDO FREUD 26 – Freud e os três tipos de masoquismo” e já disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – FREUD, eu explico os três tipos de masoquismo identificados por Freud.
Ao entendê-los, você vai enxergar de outra forma por que certas dores se repetem na sua vida e na dos seus pacientes.
A Confraria Analítica é a maior e mais acessível escola de teoria psicanalítica do Brasil, com +500 horas de conteúdo e milhares de alunos.
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Esta é uma pequena fatia da aula “Três pilares básicos da posição do analista” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.
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A Psicanálise é um tipo de tratamento psicoterapêutico.
Isso significa que, ao atender os pacientes, nós buscamos, em última instância, ajudá-los a sair de sua respectiva condição de adoecimento emocional.
Mas como acontece essa ajuda?
De que forma um analista alcança esse objetivo de levar pessoas a reconquistarem sua saúde psíquica?
A resposta é: proporcionando a elas uma experiência relacional ESPECÍFICA.
Sim, a análise é fundamentalmente uma RELAÇÃO.
Mas uma relação que possui diversas peculiaridades que a tornam bem diferente das demais relações que o paciente tem com outras pessoas.
São essas peculiaridades que possibilitam a revelação do mundo interno do paciente.
Afinal, é nele que se encontram os elementos que estão na origem dos problemas emocionais daquela pessoa.
Nesse sentido, para que analista e paciente possam mexer nesse mundo interno e alterá-lo na direção da saúde, é preciso que ele apareça na análise.
E isso, como já disse, só é possível porque a relação analítica é estabelecida de uma forma muito particular, que depende diretamente do comportamento do analista.
— E como deve ser esse comportamento, Lucas?
A resposta está na aula “Três pilares básicos da posição do analista?”, publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Nessa aula, eu explico que neutralidade, abstinência e anonimato são três parâmetros que devem nortear a postura do profissional na relação com o paciente.
Se você quer entender de forma prática, didática e com exemplos, o que significam cada um deles, não pode perder essa aula.
A aula já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS.
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