Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “Cinco mecanismos de defesa saudáveis” que já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.
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Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “Transtorno de pânico: tratamento psicanalítico” que já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA. 🔥
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Hoje quero conversar diretamente com você que é psicanalista ou terapeuta que trabalha com base na perspectiva da Psicanálise.
Se um paciente se apresenta em seu consultório dizendo que sofre com recorrentes ataques de pânico, você sabe o que fazer para ajudá-lo?
Talvez a sua resposta seja algo como:
“Claro, Lucas! Eu simplesmente faria com esse paciente o que faço com qualquer outro, ou seja, pediria para ele falar em associação livre, escutaria seu discurso com atenção flutuante, faria interpretações etc.”
OK… Mas será que o fato de o paciente padecer de transtorno de pânico não exigiria certas adaptações no manejo clínico?
Os psiquiatras e psicanalistas norte-americanos Fredric N. Busch e Barbara L. Milrod, da Universidade de Columbia, acreditam que sim.
Por isso, juntamente com outros pesquisadores, eles desenvolveram um tipo focal de terapia psicanalítica voltada especificamente para o tratamento do pânico.
Trata-se de um modelo terapêutico composto por três fases: (1) tratamento do pânico agudo; (2) tratamento da vulnerabilidade ao pânico e (3) término.
Na AULA ESPECIAL publicada hoje (sexta) na CONFRARIA ANALÍTICA, explico didaticamente esse modelo e o que o analista deve fazer em cada uma de suas fases.
O título da aula é “Transtorno de pânico: tratamento psicanalítico”, e ela já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS.
Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “Complexo de Jocasta (mal resolvido): sinais e causas” que já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.
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Jocasta é o nome da infeliz personagem da mitologia grega que foi condenada pelo destino a se casar com o próprio filho, Édipo.
Ela personifica uma tentação que está presente na vida de toda mãe: a de manter o filho na posição de objeto principal de desejo.
De fato, não é uma tarefa fácil para nenhuma mulher se separar do ser que ela mesma gerou e carregou durante um bom tempo no próprio corpo.
Por isso, não ficamos surpresos ao constatar que algumas mães não conseguem superar o que poderíamos chamar de “complexo de Jocasta”.
Diferentemente da maioria, elas não dão conta de renunciar ao desejo de se manterem estreitamente vinculadas ao filho.
Por que isso acontece?
O que leva essas mães a não suportarem o afastamento e a independência de seus rebentos?
Eu falo sobre isso na AULA ESPECIAL publicada hoje (sexta) na CONFRARIA ANALÍTICA, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.
O título da aula é: “Complexo de Jocasta (mal resolvido): sinais e causas” e ela já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS.
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Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “LENDO WINNICOTT 08 – Uma visão não-moralista da agressividade” que já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – WINNICOTT da CONFRARIA ANALÍTICA.
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Todo o mundo conhece esse verso de “Minha Alma”, uma das principais faixas do álbum “Lado A Lado B”, de 1999, da banda O Rappa.
O verso expressa a ideia de que em certos contextos podemos encontrar um falso estado de calmaria que, na verdade, é simplesmente medo.
Para os autores da canção, a verdadeira paz é aquela na qual existe liberdade (voz) — que, por sua vez, só pode florescer num solo que não foi adubado pelo medo.
De vez em quando a gente se depara com pessoas que são extremamente pacíficas. Dizemos que elas são incapazes de fazer mal a uma mosca.
O problema é que esses “seres angelicais” só conseguem ser assim porque aprenderam desde muito cedo a REPRIMIR a própria voz.
É por isso que estão sempre fugindo de situações de conflito, sofrendo para dizer “não” aos outros e evitando a todo custo expressar as suas próprias demandas.
Quando olhamos para a história de vida dessas pessoas constatamos que elas foram aquelas clássicas crianças “boazinhas”, que “não dão trabalho”.
Isso é um contrassenso, pois criança é um ser que naturalmente DEVERIA dar trabalho na medida em que está em processo de amadurecimento.
Uma criança excessivamente obediente e dócil pode estar gravemente doente do ponto de vista emocional.
Ela pode ter adotado essa postura “boazinha” por ter perdido um recurso psíquico fundamental — justamente o que a levaria a “dar trabalho”.
O nome desse recurso é AGRESSIVIDADE.
Sim, agressividade não é sinônimo de violência.
É ela que nos dá força para afirmar nossos desejos, enfrentar conflitos, negar demandas externas, enfim… expressar nossa voz.
Essa visão positiva da agressividade foi sustentada pelo psicanalista inglês Donald Winnicott no texto “A agressividade em relação ao desenvolvimento emocional”.
E na AULA ESPECIAL publicada nesta sexta na CONFRARIA ANALÍTICA eu comento alguns trechos desse artigo.
Neles o autor explica como a agressividade se manifesta e se desenvolve na criança e o que os pais devem fazer para não atrapalhar esse processo.
O título da aula é “LENDO WINNICOTT 08 – Uma visão não-moralista da agressividade” e já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – WINNICOTT.
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Clarice (nome fictício) é uma típica paciente borderline.
Com uma história marcada por traumas e pela ausência de um ambiente familiar suficientemente bom, a jovem tem muita dificuldade para verbalizar suas dores.
Em vez da palavra, ela faz uso do ATO para expressar seu sofrimento: se machuca, tenta se retirar da existência e se comporta como um bebê diante de seu analista.
Por falar em analista, ele anda muito incomodado com a quantidade de mensagens que Clarice lhe envia e com as cobranças da jovem por respostas.
“Como lidar com isso?”, pergunta-se o terapeuta. “Devo adotar uma atitude mais fria ou mais afetuosa?”.
De fato, a clínica com pacientes borderline não é fácil.
Ela apresenta uma série de desafios, sobretudo em relação ao manejo da contratransferência.
Clarice está sendo atendida por um de meus alunos e o caso dela foi comentado por mim na AULA ESPECIAL publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA.
Além de compreender alguns dos princípios básicos para o tratamento de pacientes borderline, quem assistir a essa aula também vai aprender a:
– Identificar os sinais clínicos que nos permitem estabelecer a hipótese diagnóstica de transtorno de personalidade borderline;
– Diferenciar um quadro clínico borderline de uma configuração histérica.
O título da aula é “ESTUDOS DE CASOS 16 – Clarice: os desafios da clínica com pacientes borderline” e ela já está disponível no módulo ESTUDOS DE CASOS.
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Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “CONCEITOS BÁSICOS 22 – G0z0” que já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – CONCEITOS BÁSICOS da CONFRARIA ANALÍTICA.
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Era a oitava vez que atenderia Marcelo e ela sentia que a terapia não havia progredido absolutamente nada.
O paciente simplesmente não fazia aquilo que ela aprendera nas aulas de Psicanálise que todo analisando faz: a tal da associação livre.
Ele apenas narrava tudo o que lhe acontecera ao longo da semana e, logo depois, se limitava a responder as poucas perguntas de Isadora.
Mantendo uma postura silenciosa e reservada, a jovem estagiária de Psicologia de vez em quando fazia algumas pontuações, mas Marcelo nunca saía da superfície.
O professor que supervisionava Isadora sugeriu que ela pedisse ao paciente para relatar sonhos.
Não funcionou.
Marcelo disse que raramente sonhava e contou apenas o fragmento de um sonho recente, em relação ao qual não produziu uma associação sequer.
A estagiária tinha a impressão de que o analisando era vazio por dentro. A apatia do rapaz e a monotonia de seu discurso a deixavam entediada e com sono.
O supervisor disse que provavelmente se tratava de um paciente obsessivo e, por isso, recomendou que ela começasse a cortar as sessões abruptamente.
— Isso vai surpreendê-lo e provocar uma mudança no discurso. — explicou o professor.
Nada mudou. O paciente permaneceu do mesmo jeito: apático, robótico, narrando os acontecimentos de sua semana como uma espécie de repórter de si mesmo.
Isadora se sentia incompetente e começou a achar que o problema era sua suposta falta de jeito para a Psicanálise: “Essa abordagem não é para mim”, pensava.
Não, Isadora, o problema não era esse.
O problema é que tanto você quanto seu supervisor cometeram um erro de diagnóstico: Marcelo não era um paciente neurótico típico.
Era um NÃO NEURÓTICO.
Por isso, a Psicanálise clássica, em que se supõe que o sujeito tenha a capacidade de fazer associação livre, não funcionou com ele.
— Então, como Isadora poderia ter agido, Lucas? Que outro modo de fazer Psicanálise seria adequado para o tratamento desse paciente?
A resposta está na AULA ESPECIAL “Manejo clínico de pacientes não neuróticos”, publicada hoje (sexta) na CONFRARIA ANALÍTICA.
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Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “LENDO KLEIN 08 – Uma visão kleiniana da amizade” que já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – KLEIN da CONFRARIA ANALÍTICA.
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Luana, uma professora de 27 anos, tem muita dificuldade para manter amizades. Este é um dos motivos pelos quais a jovem vive se queixando de solidão.
Em sua última sessão de terapia, ela disse o seguinte:
— O problema, Paula, é que hoje em dia não existem amigos de verdade. Não dá para contar com ninguém.
Paula, sua psicanalista, ficou em silêncio a fim de estimular a paciente a continuar falando.
Luana, então, narrou um episódio recente em que mandou uma mensagem para Betânia, uma amiga da época de colégio.
Na mensagem, a professora pedia para ter uma conversa por telefone com a moça sobre os problemas que vinha tendo com o namorado.
Betânia só respondeu à mensagem no fim do dia seguinte, perguntando se poderiam conversar no domingo, pois, durante a semana, estava “na correria”.
Luana sentiu-se profundamente decepcionada com a amiga e, magoada, decidiu bloqueá-la do WhatsApp.
— Tá vendo, Paula? É disso que estou falando. Se fosse ela me pedindo para conversar, eu ligaria na mesma hora! Isso é ser amiga de verdade!
Ao ouvir essas palavras, a analista tinha a sensação de estar assistindo a um filme repetido.
Com efeito, já havia escutado a paciente narrar diversas situações semelhantes, nas quais se sentira dolorosamente frustrada e ressentida em suas amizades.
Mas por que será que Luana tinha expectativas tão idealizadas sobre as amigas?
Por que a professora decidiu romper a amizade com Betânia simplesmente porque a moça não atendeu sua demanda imediatamente?
Melanie Klein nos ajuda a responder essas questões num trecho de sua clássica obra “Amor, culpa e reparação” em que fala sobre o tema da amizade na vida adulta.
Eu comentei linha a linha esse trecho na AULA ESPECIAL publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA.
O título da aula é “LENDO KLEIN 08 – Uma visão kleiniana da amizade” e ela já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – KLEIN.
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Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “ESTUDOS DE CASOS 15 – Bruna: infância traumática, insegurança e carência paterna” que já está disponível no módulo ESTUDOS DE CASOS da CONFRARIA ANALÍTICA.
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