Você ainda está pedindo indenização pelo que sofreu na infância?

Existem algumas razões pelas quais um trauma infantil pode prejudicar significativamente a sequência da vida de uma pessoa.

Às vezes, o sujeito pode, por exemplo, se tornar ansioso e inibido em função do medo de passar novamente pela experiência traumática.

Em outras situações, o trauma pode comprometer o desenvolvimento de certas estruturas psíquicas, dependendo da idade em que ocorreu.

Mas há uma possibilidade sobre a qual pouco se fala (fora da Psicanálise) e que merece ser destacada:

A pessoa pode permanecer emocionalmente fixada à experiência traumática na esperança de que receberá uma compensação por ter passado por ela.

É como se o sujeito paralisasse a continuidade da sua vida para reivindicar inconscientemente uma “indenização” afetiva pelo trauma.

Foi isso o que aconteceu com uma moça atendida por uma aluna da Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.

A paciente foi αb*sαdα sε*uαlmente pelo pai na infância e passou por outras injustiças relacionadas a essa, sem receber qualquer tipo de reparação.

Mas o grande problema é que ela, sem perceber, converteu sua vida numa espécie de protesto silencioso contra tudo o que sofreu.

Quando o desejo, de vez em quando, se apresenta, ela logo dá um jeito de calá-lo a fim de retomar a demanda de indenização ao Outro.

Por isso, precisa permanecer presa à imagem de si como alguém que foi essencialmente estragada na infância.

Sua reivindicação é justa, mas estéril.

Na aula “Estudos de Casos 23 — Uma vida bloqueada pela fixação ao trauma infantil”, eu analiso esse caso em profundidade e mostro como essa armadilha subjetiva pode ser trabalhada clinicamente.

Ela já está disponível no módulo Estudos de Casos da Confraria Analítica, no qual comento casos clínicos reais relatados por alunos da nossa escola.

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[Vídeo] Quem procura, acha…

Esta é uma pequena fatia da aula “ESTUDOS DE CASOS 20 – André e o complexo de caçula” que já está disponível no módulo ESTUDOS DE CASOS da CONFRARIA ANALÍTICA.


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Você sabe aplicar a teoria psicanalítica na clínica?

Está começando a estudar Psicanálise e sente dificuldade em entender como os conceitos se aplicam na clínica?

Não se preocupe. É natural que isso aconteça. Afinal, há uma quantidade muito maior de trabalhos teóricos do que de casos clínicos na literatura psicanalítica.

Assim, alguns estudantes podem se sentir um pouco perdidos no começo da formação.

Na Confraria Analítica, a minha escola de formação teórica em Psicanálise, nós temos um módulo que ajuda os alunos a fazerem a articulação entre teoria e clínica.

O nome dele é ESTUDOS DE CASOS e contém aulas em que comento casos clínicos reais enviados por membros da escola que já atuam como analistas ou terapeutas.

Nesta sexta-feira, publicamos a vigésima aula deste módulo.

Nela, trabalhamos o caso de André (pseudônimo), um jovem que vem enfrentando problemas no namoro por conta de questões mal resolvidas de sua infância.

O rapaz já foi traído diversas vezes e nutre a fantasia de ser uma bela alma injustiçada a quem é negado o amor idealizado que supostamente merece.

Prisioneiro dessa dinâmica, André esgota sua namorada e sua analista com demandas insaciáveis.

Este caso demonstra nitidamente a aplicação de conceitos como fantasia, identificação projetiva, transferência, contratransferência, dentre outros.

O título da aula é “ESTUDOS DE CASOS 20 – André e o complexo de caçula”.

Para ter acesso a ela, às 19 aulas anteriores do módulo ESTUDOS DE CASOS e a todo o nosso acervo de mais de 500 horas de aulas, faça parte da Confraria.

👉 Acesse este link e mergulhe na experiência clínica com a Confraria Analítica.

[Vídeo] O poder vinculante do desejo de vingança

Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “ESTUDOS DE CASOS 11 – Anderson: do ódio pelo pai ao gozo masoquista”, que já está disponível no módulo ESTUDOS DE CASOS da CONFRARIA ANALÍTICA.


Participe, por apenas R$49,99 por mês ou 497,00 por ano, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

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Como a Psicanálise explica a fobia social?

Como será que algumas pessoas acabam desenvolvendo um medo exagerado… de outras pessoas?

Embora experiências de humilhação e feedback negativo possam contribuir para a formação da fobia social, a origem desse quadro geralmente está vinculada a elementos mais profundos.

A Psicanálise descobriu que, nas fobias, as situações EXTERNAS que provocam uma reação exagerada de medo funcionam meramente como um “gatilho” para conteúdos INTERNOS.

Sim. Elas EVOCAM inconscientemente no sujeito fóbico determinados conflitos psíquicos ou memórias traumáticas e é por conta dessa evocação que o medo vem à tona.

O menino Hans, por exemplo, cujo caso foi supervisionado por Freud, ficava aflito ao ver cavalos porque essa situação servia como gatilho para o conflito edipiano que ele vivenciava na época.

De fato, o que esse garoto temia não eram os cavalos em si, mas os conteúdos internos que estavam ASSOCIADOS no Inconsciente dele à imagem desses animais.

Nesse sentido, para compreendermos porque um indivíduo se sente tão ansioso ao interagir com outras pessoas, devemos nos perguntar:

O que a interação interpessoal REPRESENTA para esse sujeito? Que conflitos ou traumas tal situação evoca no Inconsciente dele?

Foi esse o exercício que eu fiz ao analisar o caso de Ana Clara, uma jovem de 19 anos, atendida por uma queríssima aluna da CONFRARIA ANALÍTICA.

A paciente, que sofre de fobia social, foi levada à análise pela mãe, preocupada com a condição de isolamento em que a filha estava se colocando.

Na terapia, como era de se esperar, a moça lança mão de várias estratégias defensivas para se proteger da interação com a analista: fala pouco, recusa interpretações, não associa…

Mas quando analisamos o que aconteceu com essa jovem em seus primeiros anos de vida, compreendemos com alguma clareza porque ela tem tanto medo de se relacionar com as pessoas.

Os detalhes dessa análise bem como minhas recomendações de manejo para a analista estão na AULA ESPECIAL “Ana Clara: da ausência dos pais à fobia”, já disponível na CONFRARIA ANALÍTICA.

Esta é a quinta aula do módulo ESTUDOS DE CASOS, em que comento casos clínicos reais relatados por alunos da nossa escola.

Para ter acesso a esse conteúdo você precisa estar na CONFRARIA.


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