Será que você quer mesmo melhorar?

Uma pessoa que decide procurar ajuda psicoterapêutica geralmente só consegue se enxergar como vítima do sofrimento que lhe acomete.

Na maioria das vezes, não passa pela cabeça dela que, em alguma medida, aquele sofrimento foi produzido e está sendo mantido por ela mesma.

Isso acontece porque não conseguimos perceber com facilidade os RACIOCÍNIOS INCONSCIENTES que estão por trás da maioria de nossas ações.

Sofremos com pensamentos obsessivos, mas não conseguimos identificar com clareza os motivos pelos quais eles não saem da nossa cabeça. Padecemos com desânimos, ansiedades e tristezas, mas não discernimos de onde essas coisas vêm.

Assim, chegamos ao consultório de um terapeuta com um pedido básico: “Livra-me desse mal!”.

Diante dessa demanda, o que um psicanalista faz?

Ele a acolhe, a recebe, a legitima. Mas… E esse “mas” faz toda a diferença: ao invés de simplesmente aceitá-la como tal, o analista a transforma numa pergunta ao paciente: “Será que você quer de fato se livrar desse mal?”.

Diferentemente do que imagina o senso comum, o adoecimento emocional não acontece por acaso nem é apenas uma reação passiva a acontecimentos da vida.

Toda enfermidade psíquica se desenvolve para cumprir certas FUNÇÕES na vida do sujeito.

No fim das contas, a gente adoece para não ter que fazer contato com a parte obscura da própria alma. Nesse sentido, a mera eliminação dos sintomas nos tornaria vulneráveis a nós mesmos. Assim, conscientemente queremos ter saúde, mas inconscientemente desejamos permanecer doentes como medida de proteção.

É por isso que a primeira etapa de uma terapia psicanalítica consiste em mudar a posição do paciente em relação ao seu adoecimento. O analista convida o sujeito a parar de olhar para seus sintomas como meros entraves à sua felicidade e passar a enxergá-los como escudos que ele próprio construiu para se proteger de si mesmo.


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[Vídeo] O que te impede de MUDAR

Neste vídeo: conheça os dois motivos básicos descobertos pela Psicanálise que explicam por que temos tanta dificuldade para abandonar nossas doenças emocionais.


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Por que é tão difícil mudar?

Costumo dizer que existem basicamente dois tipos de situações que costumam levar as pessoas a procurarem terapia:

1 – Quando estão fazendo certas coisas que não gostariam, mas não conseguem deixar de fazer. Por exemplo: uma jovem que não dá conta de sair de um relacionamento abusivo.

2 – Quando não conseguem fazer determinadas coisas que gostariam. Por exemplo: um homem que não consegue se aproximar das mulheres por quem se interessa.

Em ambos os casos, trata-se da busca por uma MUDANÇA. A pessoa procura ajuda para sair de um ponto A de sofrimento para um ponto B de alívio e satisfação.

Por que será que muitas vezes não conseguimos fazer essas mudanças sozinhos e por que, mesmo em terapia, o processo de transformação não é fácil e não acontece da noite para o dia?

Em outras palavras, por que é tão difícil mudar?

A experiência clínica nos mostra que existem basicamente dois grandes motivos que explicam essa resistência que involuntariamente apresentamos às mudanças.

O primeiro deles é o que chamamos em Psicanálise de “ganho primário do sintoma”. O adoecimento emocional não se manifesta por acaso. Ele é inconscientemente produzido por nós mesmos como uma espécie de “solução” para determinados conflitos inconscientes. Por exemplo: o homem que se sente inibido diante das mulheres que deseja e não consegue interagir com elas pode estar, dessa forma, “solucionando” o conflito que vivencia em seu íntimo com o desejo de permanecer ligado eroticamente a sua mãe. Dessa forma, sua inibição o protege contra a “tentação” de trair o vínculo incestuoso com a figura materna.

O segundo motivo é o chamado “ganho secundário”. Trata-se de vantagens que a gente obtém no dia a dia e na relação com o outro graças ao fato de nos mantermos doentes. A moça que não consegue sair de um relacionamento abusivo, por exemplo, pode usufruir do fato de seu companheiro lhe proporcionar uma vida financeiramente confortável. Se ela terminasse com ele, deixaria de sofrer com suas humilhações e agressões, mas também perderia as vantagens materiais que a relação lhe oferece.

Ganhos primários e secundários fazem parte da vida de todos nós. Você consegue enxergá-los?


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[Vídeo] Desça do ônibus

Este vídeo é um leve e sincero chacoalhão em você que já sabe que o destino dessa situação em que você insiste em permanecer não é o que você deseja.

Esse é o seu caso? Você conhece alguém que precisa ouvir isso?


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[Vídeo] 3 motivos pelos quais é tão difícil TERMINAR um relacionamento

Neste vídeo falo sobre três motivos que explicam por que é tão difícil para muitas pessoas terminarem um relacionamento mesmo estando insatisfeitas com ele.


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