Nem divã nem associação livre: é isso que a Psicanálise faz no autismo

Recentemente, a Autoridade Nacional de Saúde da França afirmou que a Psicanálise não é recomendada para o autismo por falta de evidências suficientes de eficácia.

Muita gente interpretou isso como prova de que psicanalistas simplesmente não sabem o que fazer nesses casos.

E aí surgem ideias curiosas: que o analista colocaria a criança no divã, que pediria associação livre ou que ainda culparia os pais.

Nada disso acontece.

A clínica psicanalítica do autismo não trabalha interpretando conflitos. Ela cria condições para que o sujeito possa emergir na relação.

Na aula publicada hoje da CONFRARIA ANALÍTICA eu mostro isso NA PRÁTICA, comentando um caso real publicado em artigo científico recente.

Você verá intervenções extremamente simples — e justamente por isso profundamente difíceis:

Sustentar presença, atribuir sentido aos atos mínimos, e tratar a criança como interlocutora antes mesmo que ela responda como tal.

É aí que começa o trabalho.

A aula já está disponível no módulo Aulas Temáticas – Temas Variados.

Se você quer entender o que realmente está em jogo na clínica — e não apenas repetir opiniões — este é o momento.

Somente até HOJE (sexta, 20/02), você pode se tornar assinante no plano anual por apenas 497,00 (o valor normal é 597,00).

Link: https://lucasnapolipsicanalista.kpages.online/confraria2026


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