Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
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Para Freud, o analista deve se colocar diante do paciente na posição de espelho.
Para Lacan, na posição de semblante de objeto a.
Mas será que isso é mesmo possível?
Será que o analista consegue realmente não ocupar o lugar de sujeito na relação com o paciente?
Ou será que toda situação analítica envolve inevitavelmente a subjetividade de ambos?
Nós podemos fazer esse questionamento a partir das contribuições de Robert Stolorow, um psicanalista pouquíssimo conhecido aqui no Brasil, mas bastante influente nos EUA.
Stolorow desenvolveu uma perspectiva chamada “teoria dos sistemas intersubjetivos”, segundo a qual a experiência psíquica nunca existe isoladamente dentro de um indivíduo, mas sempre em contextos relacionais.
Eu acabei de publicar uma aula na Confraria Analítica fazendo uma introdução às principais ideias dele.
A aula já está disponível no módulo “Aulas Temáticas – Temas Variados”. Para assistir, é só se tornar membro da Confraria, a maior escola de teoria psicanalítica do Brasil.
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Paula fez cortes em seu braço após uma briga com o namorado.
Rafael tomou meia garrafa de vodca ao saber que foi demitido da empresa onde trabalhava.
Beatriz deu socos em si mesma após uma discussão com a mãe no WhatsApp.
O que essas pessoas têm em comum?
As três não conseguiram suportar o impacto emocional das situações que vivenciaram.
Elas precisaram fazer alguma coisa para se estabilizarem.
Faltou a elas, naquele momento, um recurso psíquico fundamental para a saúde mental — a mentalização.
Este conceito foi proposto por Peter Fonagy, um dos autores mais influentes da Psicanálise na atualidade.
Apesar de ser um dos pesquisadores em saúde mental mais respeitados do mundo, talvez você nunca tenha ouvido falar sobre ele.
É por isso que eu decidi fazer uma aula na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise, apresentando algumas das principais ideias do autor.
A aula já está disponível no módulo Aulas Temáticas – Temas Variados.
Para ter acesso a ela e a todo o nosso acervo de mais de 400 aulas (mais de 600 horas de conteúdo), seja meu aluno na Confraria.
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Se o paciente me pedir um copo d’água durante a sessão eu devo negar?
Não atender a demanda é ficar em silêncio quando o paciente me pede uma orientação?
Há casos ou situações excepcionais em que o analista deve atender a demanda?
Eu respondo todas essas perguntas na aula “O que significa ‘não atender a demanda’?”, publicada nesta sexta na Confraria Analítica, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A aula já está disponível no módulo “Aulas Temáticas – Temas Variados”.
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Neste momento, lá na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise, nós estamos estudando um dos textos mais importantes do psicanalista inglês Donald Winnicott.
O título dele é “Distorção do ego em termos de self verdadeiro e falso self”.
Uma dúvida que pode surgir na cabeça de algumas pessoas ao verem esse título é a seguinte:
Por que Winnicott não fala de “ego verdadeiro” e “falso ego”? Por que ele usa o termo “self”?
Estudiosos da obra winnicottiana certamente apresentariam uma série de explicações técnicas que poderiam acabar confundindo quem não tem familiaridade com o pensamento do autor.
Vamos ficar no bom e velho Humanês:
Pense no ego como aquilo que você reconhece como sendo você enquanto indivíduo (nome próprio, características particulares, um peso, uma altura etc.).
E pense no self como sendo um modo de existir: uma postura, uma atitude, uma forma de se colocar no mundo.
Assim fica fácil entender por que Winnicott fala de “self verdadeiro” e “falso self” e não de “ego verdadeiro” e “falso ego”.
Com efeito, você, em si, não pode ser verdadeiro ou falso. Você é o que é. Ponto.
Não existe um “Lucas de verdade” em algum mundo das ideias platônico com o qual possa me comparar para saber se eu, o Lucas real, sou de verdade ou de mentira.
Agora, eu posso, na concretude da minha existência, viver de modo verdadeiro ou falso.
Por exemplo, se eu respondo de forma gentil uma mensagem desaforada, posso estar vivendo, naquele momento específico, de modo falso.
Afinal, minha vontade genuína, espontânea, verdadeira, talvez fosse a de dar uma resposta mais direta ou até agressiva.
A vida em sociedade exige de todos nós essa capacidade de agir de modo artificial de vez em quando.
Imagine um mundo em que todas as pessoas agissem de forma 100% espontânea o tempo todo. Seria um caos, né?
O problema é quando o sujeito vive, na maior parte do tempo, no modo falso self.
De fato, há pessoas que foram tão reprimidas, controladas ou simplesmente deixadas de lado na infância que elas não se permitem viver de modo genuíno.
Muitas nem percebem que o falso self é sua forma padrão de existir.
Mas o fato é que elas quase nunca falam o que querem, trabalham com o que querem ou convivem com quem querem.
Na verdade, foram tão acostumadas a desejar o que não querem que nem sabem mais o que verdadeiramente querem.
Uma existência vivida dessa forma inautêntica dá sinais: vazio, falta de sentido, sensação de que nada tem graça…
Essas pessoas precisam ter condições de resgatar seu verdadeiro self do porão onde o ambiente infantil as forçou a trancá-lo.
Mas isso só acontece mediante uma experiência real com um ambiente novo, confiável, potencializador e, definitivamente, não repressor.
Esse ambiente é justamente o que a Psicanálise busca proporcionar.
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Assista à aula “LENDO FERENCZI #13 – Objetivo da análise: uma nova personalidade”, que acaba de ser publicada na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Nela você vai entender direitinho em que sentido Ferenczi usa as expressões “reeducação”, “nova personalidade” e “mais bem adaptada”.
E verá que ele está coberto de razão.
A aula já está disponível no módulo “Aulas Temáticas – Ferenczi”.
Para ter acesso à ela e a todo o nosso acervo de mais de 400 aulas (mais de 600 horas de conteúdo), seja meu aluno na Confraria.
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