Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Paula fez cortes em seu braço após uma briga com o namorado.
Rafael tomou meia garrafa de vodca ao saber que foi demitido da empresa onde trabalhava.
Beatriz deu socos em si mesma após uma discussão com a mãe no WhatsApp.
O que essas pessoas têm em comum?
As três não conseguiram suportar o impacto emocional das situações que vivenciaram.
Elas precisaram fazer alguma coisa para se estabilizarem.
Faltou a elas, naquele momento, um recurso psíquico fundamental para a saúde mental — a mentalização.
Este conceito foi proposto por Peter Fonagy, um dos autores mais influentes da Psicanálise na atualidade.
Apesar de ser um dos pesquisadores em saúde mental mais respeitados do mundo, talvez você nunca tenha ouvido falar sobre ele.
É por isso que eu decidi fazer uma aula na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise, apresentando algumas das principais ideias do autor.
A aula já está disponível no módulo Aulas Temáticas – Temas Variados.
Para ter acesso a ela e a todo o nosso acervo de mais de 400 aulas (mais de 600 horas de conteúdo), seja meu aluno na Confraria.
Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Se o paciente me pedir um copo d’água durante a sessão eu devo negar?
Não atender a demanda é ficar em silêncio quando o paciente me pede uma orientação?
Há casos ou situações excepcionais em que o analista deve atender a demanda?
Eu respondo todas essas perguntas na aula “O que significa ‘não atender a demanda’?”, publicada nesta sexta na Confraria Analítica, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A aula já está disponível no módulo “Aulas Temáticas – Temas Variados”.
Para ter acesso à ela e a todo o nosso acervo de mais de 400 aulas (mais de 600 horas de conteúdo), seja meu aluno na Confraria.
Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Neste momento, lá na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise, nós estamos estudando um dos textos mais importantes do psicanalista inglês Donald Winnicott.
O título dele é “Distorção do ego em termos de self verdadeiro e falso self”.
Uma dúvida que pode surgir na cabeça de algumas pessoas ao verem esse título é a seguinte:
Por que Winnicott não fala de “ego verdadeiro” e “falso ego”? Por que ele usa o termo “self”?
Estudiosos da obra winnicottiana certamente apresentariam uma série de explicações técnicas que poderiam acabar confundindo quem não tem familiaridade com o pensamento do autor.
Vamos ficar no bom e velho Humanês:
Pense no ego como aquilo que você reconhece como sendo você enquanto indivíduo (nome próprio, características particulares, um peso, uma altura etc.).
E pense no self como sendo um modo de existir: uma postura, uma atitude, uma forma de se colocar no mundo.
Assim fica fácil entender por que Winnicott fala de “self verdadeiro” e “falso self” e não de “ego verdadeiro” e “falso ego”.
Com efeito, você, em si, não pode ser verdadeiro ou falso. Você é o que é. Ponto.
Não existe um “Lucas de verdade” em algum mundo das ideias platônico com o qual possa me comparar para saber se eu, o Lucas real, sou de verdade ou de mentira.
Agora, eu posso, na concretude da minha existência, viver de modo verdadeiro ou falso.
Por exemplo, se eu respondo de forma gentil uma mensagem desaforada, posso estar vivendo, naquele momento específico, de modo falso.
Afinal, minha vontade genuína, espontânea, verdadeira, talvez fosse a de dar uma resposta mais direta ou até agressiva.
A vida em sociedade exige de todos nós essa capacidade de agir de modo artificial de vez em quando.
Imagine um mundo em que todas as pessoas agissem de forma 100% espontânea o tempo todo. Seria um caos, né?
O problema é quando o sujeito vive, na maior parte do tempo, no modo falso self.
De fato, há pessoas que foram tão reprimidas, controladas ou simplesmente deixadas de lado na infância que elas não se permitem viver de modo genuíno.
Muitas nem percebem que o falso self é sua forma padrão de existir.
Mas o fato é que elas quase nunca falam o que querem, trabalham com o que querem ou convivem com quem querem.
Na verdade, foram tão acostumadas a desejar o que não querem que nem sabem mais o que verdadeiramente querem.
Uma existência vivida dessa forma inautêntica dá sinais: vazio, falta de sentido, sensação de que nada tem graça…
Essas pessoas precisam ter condições de resgatar seu verdadeiro self do porão onde o ambiente infantil as forçou a trancá-lo.
Mas isso só acontece mediante uma experiência real com um ambiente novo, confiável, potencializador e, definitivamente, não repressor.
Esse ambiente é justamente o que a Psicanálise busca proporcionar.
Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Assista à aula “LENDO FERENCZI #13 – Objetivo da análise: uma nova personalidade”, que acaba de ser publicada na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Nela você vai entender direitinho em que sentido Ferenczi usa as expressões “reeducação”, “nova personalidade” e “mais bem adaptada”.
E verá que ele está coberto de razão.
A aula já está disponível no módulo “Aulas Temáticas – Ferenczi”.
Para ter acesso à ela e a todo o nosso acervo de mais de 400 aulas (mais de 600 horas de conteúdo), seja meu aluno na Confraria.
Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
De um lado os países “Aliados”; do outro as potências do “Eixo”, capitaneadas por um monstro de bigode.
No interior do País de Gales, Richard, um menino de dez anos, escuta com atenção e aflição as notícias sobre a guerra no rádio.
Recentemente, soube que uma bomba teria caído próximo à casa onde morava, fazendo desabar a estufa que ficava no jardim.
Por conta do conflito, Richard teve que se mudar com a família para outra cidade.
Além de preocupado, o menino se sente indignado com a crueldade do monstro de bigode:
“Como ele foi capaz de fazer mal a seu próprio povo (os austríacos)?”, pergunta-se.
Mas enquanto o trágico confronto militar se desenrola do lado de fora, Richard vive outra guerra — dentro de si.
Ele ainda não entende exatamente o que está acontecendo, mas os danos que esse conflito interno tem causado são claros:
Há dois anos não consegue ir para a escola, pois sente um medo inexplicável dos outros garotos; tem um medo exagerado de adoecer e de algo ruim acontecer com sua mãe; e há mais de quatro anos vem apresentando outros sintomas depressivos e ansiosos.
Tanto a mãe quanto o pai são compreensivos e não tentam forçar Richard a ir para a escola.
Porém, preocupados com o futuro acadêmico e a saúde mental do filho, decidem levá-lo a uma senhora que vinha se notabilizando na Europa por conseguir tratar crianças com problemas emocionais usando o famoso método criado por Freud, a Psicanálise.
O nome dessa senhora você já sabe: é Melanie Klein.
A família diz que só pode se comprometer com quatro meses de terapia.
Embora ciente de que um tratamento com duração pré-definida não é o ideal, Klein aceita atender Richard. Acredita que conseguirá ajudá-lo.
Como Melanie Klein trabalhou com esse menino?
Ela própria nos conta no livro “Narrativa da análise de uma criança”.
Todas as 93 sessões estão lá descritas e comentadas, detalhadamente. É uma das maiores joias da literatura psicanalítica!
Se você quer entender, na prática, como um analista trabalha de verdade, esse caso é um divisor de águas.
Nesta sexta, eu destrincho a primeira sessão, linha por linha, em uma aula exclusiva para os alunos da Confraria Analítica.
Você vai ver como Klein:
escuta
intervém
e transforma a angústia da criança em material analisável
Sem romantização. Sem teoria vazia. Clínica.
Se você ainda acha que Psicanálise é só “escutar e acolher”, essa aula vai te incomodar.
E talvez seja exatamente disso que você precisa.
O título da aula é “LENDO KLEIN 11 – Interpretação precoce e sensibilidade: lições da primeira sessão do caso Richard” e ela já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – KLEIN.
A Confraria é a maior e mais acessível escola de formação teórica em Psicanálise, com um acervo de mais de 400 aulas, o que equivale a mais de 600 horas de conteúdo.
Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Ao longo de mais de cinco anos de existência da Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise, várias pessoas me pediram para falar sobre Reich.
E hoje eu finalmente decidi atender essa demanda.
Wilhelm Reich (1897-1957) fez parte do movimento psicanalítico durante aproximadamente 13 anos, de 1920 a 1933.
Há relatos de que Freud o via como um de seus alunos mais promissores.
Mas será que Reich merece, de fato, ocupar um lugar entre os grandes nomes da Psicanálise?
Ou será que ele se tornou notável justamente pelas ideias controversas (para dizer o mínimo) que propagou fora do universo psicanalítico?
Para quem não sabe, Reich faleceu de ataque cardíaco numa prisão norte-americana por desobedecer a proibição de distribuir suas “máquinas de acumulação de orgônio“.
Orgônio foi o nome que o autor deu para a suposta energia vital universal que estaria presente tanto no corpo humano quanto na natureza.
Reich acreditava que o aumento dessa energia no corpo poderia curar doenças. Por isso, criou uma caixa para gerar um acúmulo de orgônio que seria absorvido pelo paciente no interior dela.
Lendo essa descrição, não é difícil entender por que o FDA (Food and Drug Administration) proibiu o médico de distribuir essas “máquinas”.
Mas muitos anos antes dessas ideias e práticas controversas, ainda na Psicanálise, Reich fez alguns apontamentos muito interessantes.
Por exemplo: sobre a função defensiva do caráter (entendido como jeito de ser da pessoa) e a importância de analisá-lo desde o início do tratamento.
Mas será que essas contribuições são verdadeiramente originais ou apenas reformulações e aprofundamentos das ideias que outros autores já vinham propondo naquela época (anos 1910-1920)?
E como lidar com a relação de continuidade que o próprio autor afirma existir entre o que ele escreveu na “fase psicanalítica” e o que propôs na “fase orgônica”?
Eu enfrento esses problemas e faço um passeio pelas principais ideias de Reich na aula publicada hoje na Confraria.
O título dela é “Introdução às ideias de Wilhelm Reich” e já está disponível no módulo “Aulas Temáticas – Temas Variados”.
A Confraria é a maior e mais acessível escola de formação teórica em Psicanálise, com um acervo de mais de 400 aulas, o que equivale a mais de 600 horas de conteúdo.
Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
O que, de fato, leva um paciente, em análise, a mudar, a melhorar, a sair de sua condição de sofrimento?
Em 1934, o psicanalista britânico James Strachey tentou responder essa pergunta em um artigo que se tornaria um clássico:
“A natureza da ação terapêutica da Psicanálise”
O resultado dessa investigação foram três noções inovadoras:
Círculo vicioso neurótico
Superego auxiliar
Interpretação mutativa
Para Strachey, o neurótico não consegue sair sozinho de seu sofrimento porque retroalimenta suas defesas ao projetar suas fantasias na realidade, ou seja, ele fica preso a um “círculo vicioso”.
A análise conseguiria interromper esse processo porque o analista resiste às projeções do paciente, apresentando-se como um “objeto bom” que vai sendo internalizado pelo sujeito (“superego auxiliar”).
A ferramenta clínica que fomentaria essa internalização seria a “interpretação mutativa”, na qual o analista mostra ao paciente seu movimento projetivo acontecendo ao vivo e a cores na transferência.
Como eu disse, Strachey escreveu essas coisas em 1934.
Como aplicá-las hoje, em 2026, numa clínica contemporânea muito mais variada do que aquela que os analistas encontravam em meados do século XX?
No artigo, Strachey se limita a falar de pacientes que projetam seu superego cruel — vem daí a ideia de que o analista poderia funcionar como um “superego auxiliar”.
Mas como pensar os casos em que o paciente projeta outros elementos, tais como um objeto interno abandonador ou sedutor?
E como fazer, na prática, uma interpretação mutativa?
Eu trabalho todas essas questões na aula “Por que a Psicanálise é terapêutica?”, que acaba de ser publicada na Confraria Analítica.
A Confraria é a maior e mais acessível escola de formação teórica em Psicanálise, com um acervo de mais de 400 aulas, o que equivale a mais de 600 horas de conteúdo.
Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.