Você conhece Robert Stolorow?

Para Freud, o analista deve se colocar diante do paciente na posição de espelho.

Para Lacan, na posição de semblante de objeto a.

Mas será que isso é mesmo possível?

Será que o analista consegue realmente não ocupar o lugar de sujeito na relação com o paciente?

Ou será que toda situação analítica envolve inevitavelmente a subjetividade de ambos?

Nós podemos fazer esse questionamento a partir das contribuições de Robert Stolorow, um psicanalista pouquíssimo conhecido aqui no Brasil, mas bastante influente nos EUA.

Stolorow desenvolveu uma perspectiva chamada “teoria dos sistemas intersubjetivos”, segundo a qual a experiência psíquica nunca existe isoladamente dentro de um indivíduo, mas sempre em contextos relacionais.

Eu acabei de publicar uma aula na Confraria Analítica fazendo uma introdução às principais ideias dele.

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