
A interpretação é a principal ferramenta de trabalho do psicanalista.
Afinal, o objetivo fundamental de uma análise é, como dizia Freud, “tornar o inconsciente consciente”.
E interpretar nada mais é que apresentar ao paciente uma hipótese sobre o que supomos estar se passando em seu inconsciente.
Mas para que uma interpretação possa produzir efeitos transformadores, é preciso que o paciente tenha condições de assimilá-la.
E nem todo analisando tem.
Há pacientes cuja capacidade de processar experiências emocionais ficou severamente comprometida pelos traumas que vivenciaram.
E a assimilação da interpretação depende do bom funcionamento dessa capacidade.
Por isso, nesses casos, interpretar simplesmente não funciona.
O analista precisa fazer outra coisa.
Quer saber o quê?
Então, assista à aula “Bion: quando interpretar não funciona”, que acaba de ser publicada na Confraria Analítica.
Nessa aula você vai entender:
• por que alguns pacientes não conseguem assimilar interpretações;
• como reconhecê-los na clínica;
• qual manejo técnico usar nesses casos.
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