Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
De um lado os países “Aliados”; do outro as potências do “Eixo”, capitaneadas por um monstro de bigode.
No interior do País de Gales, Richard, um menino de dez anos, escuta com atenção e aflição as notícias sobre a guerra no rádio.
Recentemente, soube que uma bomba teria caído próximo à casa onde morava, fazendo desabar a estufa que ficava no jardim.
Por conta do conflito, Richard teve que se mudar com a família para outra cidade.
Além de preocupado, o menino se sente indignado com a crueldade do monstro de bigode:
“Como ele foi capaz de fazer mal a seu próprio povo (os austríacos)?”, pergunta-se.
Mas enquanto o trágico confronto militar se desenrola do lado de fora, Richard vive outra guerra — dentro de si.
Ele ainda não entende exatamente o que está acontecendo, mas os danos que esse conflito interno tem causado são claros:
Há dois anos não consegue ir para a escola, pois sente um medo inexplicável dos outros garotos; tem um medo exagerado de adoecer e de algo ruim acontecer com sua mãe; e há mais de quatro anos vem apresentando outros sintomas depressivos e ansiosos.
Tanto a mãe quanto o pai são compreensivos e não tentam forçar Richard a ir para a escola.
Porém, preocupados com o futuro acadêmico e a saúde mental do filho, decidem levá-lo a uma senhora que vinha se notabilizando na Europa por conseguir tratar crianças com problemas emocionais usando o famoso método criado por Freud, a Psicanálise.
O nome dessa senhora você já sabe: é Melanie Klein.
A família diz que só pode se comprometer com quatro meses de terapia.
Embora ciente de que um tratamento com duração pré-definida não é o ideal, Klein aceita atender Richard. Acredita que conseguirá ajudá-lo.
Como Melanie Klein trabalhou com esse menino?
Ela própria nos conta no livro “Narrativa da análise de uma criança”.
Todas as 93 sessões estão lá descritas e comentadas, detalhadamente. É uma das maiores joias da literatura psicanalítica!
Se você quer entender, na prática, como um analista trabalha de verdade, esse caso é um divisor de águas.
Nesta sexta, eu destrincho a primeira sessão, linha por linha, em uma aula exclusiva para os alunos da Confraria Analítica.
Você vai ver como Klein:
escuta
intervém
e transforma a angústia da criança em material analisável
Sem romantização. Sem teoria vazia. Clínica.
Se você ainda acha que Psicanálise é só “escutar e acolher”, essa aula vai te incomodar.
E talvez seja exatamente disso que você precisa.
O título da aula é “LENDO KLEIN 11 – Interpretação precoce e sensibilidade: lições da primeira sessão do caso Richard” e ela já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – KLEIN.
A Confraria é a maior e mais acessível escola de formação teórica em Psicanálise, com um acervo de mais de 400 aulas, o que equivale a mais de 600 horas de conteúdo.
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Esta é uma pequena fatia da aula “LENDO KLEIN 10 – O poder ansiolítico da interpretação” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – KLEIN da CONFRARIA ANALÍTICA.
Na Psicanálise, nós tradicionalmente acreditamos que o analista só deve interpretar quando a transferência positiva já está consolidada.
O racional que fundamenta esse princípio é muito simples:
Uma boa relação com o analista permite que o paciente possa suportar o peso das interpretações — e não sair correndo da análise.
Por isso, costuma-se recomendar aos analistas iniciantes que evitem interpretar nas primeiras sessões.
Mas… E se eu te disser que essa visão clássica é unilateral e deveria ser relativizada?
Quem nos ensina isso é a “mamacita” da Psicanálise, a sra. Melanie Klein.
Ela mostra que a ideia de interpretar somente após a transferência positiva nasce de uma concepção reducionista da interpretação.
Na visão clássica, interpretar é sempre algo que tende a angustiar o paciente na medida em que aponta para o que nele está recalcado.
Porém, diz Melanie Klein, para muitos pacientes, o efeito de uma interpretação pode ser justamente o contrário: uma redução da ansiedade.
Isso porque, ao interpretar, o analista está dando nome e, portanto, contorno àquilo que o paciente vivencia como intensamente caótico dentro de si.
Por isso, muitos analisandos, especialmente os que apresentam uma estrutura egoica mais frágil, podem sentir alívio ao ouvirem uma interpretação.
E quando o paciente se sente assim, a tendência é que a relação com o analista melhore, concorda?
É por isso que Melanie Klein acredita que a interpretação pode fortalecer a transferência positiva ou até abrir caminho para ela.
A autora demonstra essa tese ao narrar o tratamento bem-sucedido de Ruth, uma garotinha de 4 anos, extremamente ansiosa e resistente à análise.
E é justamente a narrativa desse caso clínico que eu comento na aula publicada hoje (sexta) na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
O título da aula é “LENDO KLEIN 10 – O poder ansiolítico da interpretação” e ela já está disponível para todos os alunos no módulo AULAS TEMÁTICAS – KLEIN.
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Naquele dia Frieda chegou ao consultório de sua analista e percebeu que o ambiente havia passado por uma redecoração. Entusiasmada, exclamou:
— Que maravilha, doutora! Finalmente a senhora seguiu meu conselho!
Sem que a paciente percebesse, a analista revirou os olhos e disse:
— Vamos começar?
Frieda deitou-se no divã, mas, ao invés de começar a falar de imediato, permaneceu cerca de um minuto em silêncio, olhando para o chão da sala.
— Doutora, eu acho que esse tapete novo não combinou com os seus móveis. Sei lá… Acho que ele é muito escuro.
A analista ficou em silêncio.
Antes da mudança, Frieda já havia feito diversos apontamentos em relação ao que julgava que a terapeuta deveria fazer em relação à decoração da sala.
Olhando para tal comportamento de um ponto de vista simbólico, a analista dizia à paciente:
— Frieda, você está tentando me controlar, invertendo nossas posições. Ao invés de ouvir o que tenho a lhe dizer, sou eu quem supostamente deveria ouvi-la.
Tal interpretação entrava por um ouvido e saía pelo outro. A paciente continuava fazendo recomendações com ar de superioridade.
A analista já estava ficando de saco cheio.
Por isso, seu silêncio diante da observação sobre o tapete era mais expressão de cansaço do que exatamente uma postura técnica.
Sobretudo porque, naquele dia em que a redecoração ficou pronta, vários pacientes já haviam dado seus respectivos pitacos sobre o que a terapeuta deveria ter feito.
Assim, no momento em que Frieda começou a fazer um segundo apontamento, desta vez sobre a nova localização de uma mesa, a analista não se conteve:
— Minha cara, realmente, não me importa o que você pensa disso.
A paciente ficou perplexa.
Depois de alguns segundos em silêncio, queixou-se com muita raiva da suposta grosseria da terapeuta, mas acabou pedindo desculpas.
Mais do que isso:
Frieda finalmente reconheceu sua tendência controladora e comentou que outras pessoas também deviam se incomodar com seus conselhos intrometidos.
A história que você acaba de ler é parcialmente fictícia.
Trata-se de uma singela dramatização do relato que Margaret Little fez de um episódio real ocorrido quando analisava essa paciente que ela chama de Frieda.
A psicanalista sul-africana utilizou essa situação e outras para ilustrar uma tese polêmica, que ela defende no artigo “R – A resposta total do analista às necessidades de seu paciente”:
A tese de que, em certos momentos de uma análise, principalmente com determinado tipo de paciente, o analista DEVE expor seus sentimentos PESSOAIS.
Quer saber mais sobre esse interessantíssimo ponto de vista?
Então, assista à AULA ESPECIAL “Margaret Little e a manifestação do analista como pessoa”, que acaba de ser publicada na CONFRARIA ANALÍTICA.
A aula se encontra no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS e o linque para fazer parte da CONFRARIA está no meu perfil.
Participe, por apenas R$49,99 por mês ou 497,00 por ano, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
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Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “Clarificar, confrontar e interpretar: um mapa para a clínica”, que já está disponível no módulo “AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS” da CONFRARIA ANALÍTICA.
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Popularmente, os psicanalistas são vistos como seres muito silenciosos.
De fato, alguns de nós exageram e são capazes de ficar uma sessão inteira sem falarem um “a” com seus pacientes. Trata-se de um erro técnico, evidentemente.
Mas se passamos a maior parte do tempo calados é porque entendemos que o elemento mais importante de um processo terapêutico é o material trazido pelo paciente.
Por outro lado, apenas a apresentação pura e simples desse material não é suficiente para que uma análise aconteça.
O analista precisa intervir e participar ativamente do processo. Ele não pode ficar em silêncio o tempo todo.
Mas de que forma o analista intervém?
Dizendo ao paciente coisas como “no fundo, você quer pegar a sua mãe”?
Essa é outra imagem estereotipada do psicanalista que circula no imaginário popular: o analista-intérprete, que tem sempre uma explicação freudiana na ponta da língua.
Nada mais falso.
Basta ler meia dúzia dos textos clínicos de Freud para saber que nunca trabalhamos dessa forma.
Mas repito a pergunta: de que forma o analista intervém?
O que falamos para nossos pacientes? Como se dá a nossa participação no tratamento?
Muitos analistas responderiam a essas indagações com formulações abstratas, obscuras, que mais confundem do que esclarecem.
Eu não.
Na tentativa de explicar de maneira clara e objetiva o que fazemos na clínica para-além da escuta, elaborei um modelinho bem simples que distingue 3 categorias de intervenções que desenvolvemos com nossos pacientes.
Trata-se de uma espécie de MAPA que ajudará muitos analistas, especialmente os iniciantes, a se situarem em relação ao que estão fazendo na clínica.
Este singelo modelo foi apresentado na AULA ESPECIAL “Clarificar, confrontar e interpretar: um mapa para a clínica”, que acaba de ser publicada na CONFRARIA ANALÍTICA.
A aula está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS.
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Cansada de não conseguir ser feliz no amor, Jussara, uma engenheira de 35 anos, decide procurar o psicanalista Pedro a fim de compreender o que acontece consigo.
Na primeira sessão, a moça fala sobre seus últimos relacionamentos e como eles terminaram:
“O Paco foi o último. No começo (como sempre) eu achei que finalmente tinha encontrado o homem da minha vida: atencioso, carinhoso, sensível…”.
“Mas, com dois meses, já vi que tinha entrado de novo numa furada. Você acredita que ele queria que eu parasse de trabalhar por que, segundo ele, ‘em obra só tem macho’?”.
— E o que você falou quando ele te disse isso?, pergunta o analista.
“Ah, eu virei uma onça! Falei com ele que eu tinha saído cedo de casa justamente porque meu pai queria controlar cada passo que eu dava. Foi aí que a gente começou a brigar”.
— Hum… Então quer dizer que o Paco se parece com seu pai?
“Ele e os outros, né? Todo homem que eu arrumo tem isso de querer me controlar. Às vezes eu acho que é karma, só pode”.
Entusiasmado por ter extraído da paciente a confissão desse padrão, Pedro decide formular uma interpretação explicativa:
— Toda menina se apaixona pelo pai quando criança. Talvez você ainda esteja inconscientemente apaixonada pelo seu.
Jussara faz um semblante de estranhamento misturado com uma leve irritação.
O analista continua:
— Por isso só escolhe homens parecidos com ele e relacionamentos que não dão certo. Dessa forma, você satisfaz a saudade do colo do papai e, ao mesmo tempo, não deixa ninguém ocupar definitivamente o lugar dele no seu coração.
A fim de estimular a paciente a ficar pensando sobre sua interpretação, Pedro decide encerrar a sessão logo depois dessa fala.
Apesar de dizer que voltaria na semana seguinte, a paciente sai do consultório pensando: “Esse cara é um completo maluco. Vê se pode? Eu, apaixonada pelo papai? Nunca mais volto aqui”.
Se Pedro tivesse assistido à AULA ESPECIAL que será publicada ainda hoje na CONFRARIA ANALÍTICA, ele provavelmente não teria perdido essa paciente.
Nessa aula eu comento algumas orientações de Freud acerca de como o analista deve trabalhar no início do tratamento.
Pedro saberia que não se deve fazer interpretações logo na primeira sessão.
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A terapia psicanalítica não é uma simples conversa. Apesar de analista e paciente falarem coisas um para o outro, esse diálogo é intencionalmente estruturado de uma forma específica para produzir determinados efeitos. E isso acontece por meio da aplicação de determinadas técnicas. Neste vídeo, comento 4 delas.
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Não dá para substituir terapia de verdade por uma pretensa autoanálise.
Apesar de não se encontrar formalmente com outra pessoa para fazer análise, Freud não estava tecnicamente sozinho em sua suposta autoanálise.
Com efeito, ele tinha INTERLOCUTORES com os quais compartilhava as descobertas que fazia durante esse processo.
Quem foram eles?
Primeiramente, seu amigo (à época) Wilhelm Fliess, com quem trocou dezenas de cartas, e, por incrível que pareça, SEUS PRÓPRIOS LEITORES.
Sim! Livros como “A Interpretação dos Sonhos” e “A Psicopatologia da Vida Cotidiana” registram uma série de elaborações que Freud empreendeu em sua “autoanálise”.
Nesse sentido, nós, destinatários virtuais desses textos, ocupamos, de certa forma, o lugar de analistas para Freud.
— Mas, Lucas, como isso é possível? O analista, então, é meramente um interlocutor?
Não, caro leitor.
É óbvio que as INTERVENÇÕES do analista são essenciais para o progresso do tratamento.
É por isso, inclusive, que podemos dizer, sem medo, que a autoanálise de Freud foi capenga.
Provavelmente, o velho teria avançado muito mais caso tivesse se deitado no divã de algum de seus alunos.
Por outro lado, os resultados da terapia psicanalítica não podem ser atribuídos exclusivamente àquilo que o analista diz ou faz.
O simples fato de haver alguém para quem encaminhamos nossas queixas, indagações e elaborações já é, em si mesmo, terapêutico.
Isso acontece porque, no momento em que articulamos nossos pensamentos na forma de uma fala livre (exigência da Psicanálise), temos a oportunidade de perceber ligações, semelhanças e equivalências entre nossas ideias que só se evidenciam no âmbito da FALA.
E não de qualquer fala. Afinal, como se sabe, falar sozinho não produz o mesmo efeito.
Eventuais insights só acontecem quando falamos com a suposição de que TEM ALGUÉM OUVINDO o que estamos dizendo.
É só falando livremente com um outro que a gente consegue SE ESCUTAR.
Se esse outro RESPONDE na forma de uma interpretação ou de um corte, a escuta de si fica ainda mais refinada.
Mas, se ele simplesmente ocupa silenciosamente o lugar de destinatário do nosso discurso, isso já é suficiente para que os nossos ouvidos se abram à nossa própria voz.
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Uma sessão de terapia psicanalítica se parece muito com uma conversa.
Não por acaso, o método catártico — embrião da Psicanálise — foi chamado por Anna O. de “talking cure” (cura pela conversa).
Assim, se um desavisado visse à distância uma sessão de Psicanálise, poderia muito bem ter a falsa impressão de que analista e paciente estão só batendo papo.
Aliás, os próprios pacientes muitas vezes podem ter essa sensação…
No entanto, obviamente sabemos que não se trata disso; a terapia psicanalítica não é uma simples conversa.
E por que não?
Porque, apesar de analista e paciente falarem coisas um para o outro, esse diálogo tem um caráter ARTIFICIAL.
Isso significa que ele é intencionalmente estruturado de uma forma específica para produzir determinados efeitos.
E esse arranjo artificial, por sua vez, é concretamente estabelecido por meio da aplicação de determinadas técnicas por parte do psicanalista.
Nos cards você encontrará 4 delas.
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