[Vídeo] O analista não deve encarnar o sujeito suposto saber

O psicanalista francês Jacques Lacan forjou o conceito de “sujeito suposto saber” para dar conta da experiência da transferência. Para o autor, tal conceito seria a chave para entender o que se passa no vínculo transferencial. Segundo Lacan, no tratamento analítico, o paciente supõe que o analista seja alguém que detém um saber a respeito dele (paciente). Todavia, é preciso deixar claro que o analista não deve ocupar essa posição suposta pelo analisando. Explico isso no vídeo abaixo. Confira:

[Vídeo] Falso-self: o perfil fake da vida real

Algumas pessoas chegam aos consultórios de Psicanálise e Psicologia queixando-se de não se sentirem realmente vivas. Tais indivíduos alegam que não sentem a vida valer a pena e experimentam uma sensação de que para tudo vale um indiferente “tanto faz”. Tais características, dentre outras, levaram o psicanalista inglês Donald Winnicott a forjar o conceito de “falso-self”. Entenda do que se trata e como uma pessoa desenvolve um falso-self enrijecido:

[Vídeo] O complexo de Édipo nas meninas

O complexo de Édipo masculino é bastante conhecido: sabe-se que o menino rivaliza o lugar de objeto de desejo materno ocupado pelo pai e normalmente se identifica com o genitor após desistir da empreitada de tomar o lugar dele junto à mãe. Mas o que acontece com as meninas? Trata-se apenas de uma modalidade invertida do complexo de Édipo masculino? Confira minha explicação no vídeo abaixo:

[Vídeo] Por qual livro devo começar a estudar Psicanálise?

Muitas pessoas que desejam iniciar o estudo sério das teorias psicanalíticas se perguntam por onde devem começar. No vídeo, indico o que considero ser a obra que melhor serve como introdução ao universo da Psicanálise. Confira:

[Áudio] Lucas Nápoli – A perspectiva winnicottiana sobre o adoecimento somático e sua incompatibilidade com a Escola de Psicossomática de Paris

De acordo com a Escola de Psicossomática de Paris, a insuficiência do funcionamento mental é o fator subjetivo que torna o indivíduo vulnerável a um adoecimento somático. No trabalho cujo áudio compartilho abaixo, busco demonstrar a incompatibilidade entre esse quadro teórico e a perspectiva de Winnicott na abordagem do adoecimento físico. Para o analista inglês, o adoecimento somático é uma tentativa precária de promover a conexão entre a psique e o corpo. Winnicott, não concebe a psique como uma máquina destinada a conter o que vem do corpo, mas como uma dimensão do indivíduo que acompanha e enriquece a experiência corporal, desenvolvendo-se concomitantemente a ela.

[Vídeo] Recado Rápido #15 – QUANDO O TRONCO É JACARÉ

Quando nos sentimos desamparados e inseguros tendemos a nos apegar a certas pessoas como uma espécie de tábua de salvação. O problema é quando essa tábua acaba nos levando a águas nada tranquilas.