[Vídeo] O narcisismo nas relações amorosas

Esse corte foi extraído da nossa última aula AO VIVO de segunda-feira na CONFRARIA ANALÍTICA.

Hoje, a partir das 20h, teremos mais um encontro.

Estamos estudando linha a linha o texto de Freud “Sobre o narcisismo: uma introdução”.

Te vejo lá!


Participe, por apenas R$39,99 por mês, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

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[Vídeo] Entenda (com exemplo) o que é a formação reativa

Neste vídeo o psicanalista Lucas Nápoli explica o conceito psicanalítico de formação reativa utilizando o exemplo de Magali, uma jovem de 19 que repentinamente começou a ter um medo enorme de sua mãe morrer.


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[Vídeo] O obsessivo e seu desejo impossível

Esta é uma pequena fatia da aula especial “O OBSESSIVO E SEU DESEJO IMPOSSÍVEL”, já disponível para quem está na CONFRARIA ANALÍTICA.


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João, a cruz e seu desejo impossível

— Na verdade, eu nem sei direito por que estou aqui… — diz João logo no início da sua primeira consulta com a psicanalista Suelen.

A terapeuta faz silêncio esperando que o paciente prossiga em seu discurso.

— Eu só tô me sentindo mal. E não é de agora… Já tem um tempo que viver, para mim, virou uma coisa mecânica, repetitiva, sem graça.

— Hum… Continue. — encoraja Suelen.

— Eu já andei assistindo uns vídeos na internet. Vi que pode ser depressão. Minha mãe já teve isso anos atrás.

— Há quanto tempo mais ou menos?

— Ah, deve ter uns 20 anos. Minha mãe ficou ruim, viu? Não queria nem levantar da cama, fazer comida, nada… Isso durou uns 2 meses.

— Depois ela melhorou?

— Mais ou menos… Ela começou a tomar remédio e conseguiu voltar ao dia-a-dia normal. Mas a minha mãe sempre foi uma pessoa meio triste, para baixo…

— E você consegue imaginar por que ela era assim? — questiona a analista já antevendo uma provável identificação de João com a mãe.

— Eu acho que ela era infeliz no casamento, sabe? Meu pai era um cara muito mulherengo. Volta e meia tinha mulher que ele pegava ligando lá pra casa.

— Hum…

— Teve um dia que eu perguntei na lata: ‘Mãe, por que você não se separa?’.

— E o que ela respondeu?

— ‘Essa é a cruz que Deus me deu para carregar, meu filho’. Eu já imaginava que ela fosse dizer isso. Minha mãe é super católica.

— E você, João, também tem uma cruz? — provoca a terapeuta.

Um tanto surpreso pela pergunta inesperada, o paciente responde depois de alguns segundos:

— Bom… Acho que sim… Acho que o meu trabalho é meio que minha cruz. Eu queria muito sair da empresa, mas não posso, não dá… Acho que é por isso que eu tô assim.

— E não pode por quê?

— Ah, Suelen… Eu tô lá há 8 anos. Entrei como estagiário e hoje já sou coordenador de área. Salário é ótimo, todo mundo gosta de mim… Não tem como sair.

Ao ouvir essa última frase proferida por João (“Não tem como sair.”), Suelen se lembrou da tese proposta por Jacques Lacan de que, no neurótico obsessivo, o desejo se apresenta como impossível.

Quem está na CONFRARIA ANALÍTICA receberá ainda hoje (sexta) uma AULA ESPECIAL em que eu comento, com diversos exemplos, essa tese lacaniana.


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O desejo insatisfeito na histeria e o desejo impossível na neurose obsessiva


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Síndrome do Impostor: você se acha uma farsa?

“Síndrome do Impostor”: como se sabe, esse não é um diagnóstico psicopatológico oficial. Você não o encontrará no DSM nem na CID.

Na verdade, “Síndrome do Impostor” é uma expressão surgida há algumas décadas no senso comum para designar um tipo relativamente comum de sofrimento vivenciado por pessoas bem-sucedidas acadêmica e/ou profissionalmente.

Apesar do ótimo desempenho em suas respectivas áreas, tais indivíduos periodicamente experimentam a sensação de que, na verdade, são uma grande farsa.

Mais do que isso: a pessoa se aflige com a ideia de que, a qualquer momento, irão descobrir que ela, de fato, não é nada competente e toda a imagem de sucesso que até então aparentava irá por água abaixo.

Que fique bem claro: essa “síndrome” só dá em quem é REALMENTE muito bom em sua área de atividade.

O problema é que o sujeito cai na ilusão de pensar que, na verdade, ele só sabe FINGIR muito bem.

Com base na minha experiência clínica com pessoas que padecem dessa condição, posso elencar dois fatores que contribuem para sua gênese e manutenção:

O primeiro deles é o PERFECCIONISMO. Em geral, indivíduos que sofrem com a Síndrome do Impostor têm muita dificuldade de aceitar que inevitavelmente cometem falhas e nem sempre conseguem ter uma performance de excelência.

Escravo de seu eu ideal, o sujeito encara todo e qualquer erro ou insuficiência como EVIDÊNCIA de que, na verdade, NÃO É competente coisa nenhuma.

É como se houvesse na cabeça da pessoa a seguinte frase: “Se eu não tenho um desempenho sempre perfeito, logo… sou apenas uma farsa”.

O segundo fator é a FACILIDADE que o indivíduo tem para fazer aquilo que faz bem.

Sim: um professor muito competente, por exemplo, consegue lecionar sem fazer muito esforço.

Essa extraordinária facilidade para fazer coisas que são extremamente desafiadoras para outras pessoas pode levar o sujeito a se perguntar:

“Será que eu sou bom mesmo? Se eu vejo tanta gente ralando para conseguir fazer o que eu faço de forma tão tranquila, será que não sou só um impostor fingindo que sei fazer?”.

O que está em jogo aqui é a ideia absolutamente equivocada de que todo sucesso real SEMPRE precisa envolver muito esforço para ser obtido.


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[Vídeo] Para onde vão seus impulsos sádicos e masoquistas?

Freud propôs que impulsos de natureza sádica, ou seja, impulsos de dominação, e impulsos de caráter masoquista, isto é, impulsos de se fazer dominar, fossem considerados componentes naturais e espontâneos da nossa sexualidade e que, portanto, estariam presentes em todas as pessoas, não só nos sádicos e masoquistas.


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[Vídeo] Os pais na origem do superego

Esse corte foi extraído da nossa última aula AO VIVO de segunda-feira na CONFRARIA ANALÍTICA.

Hoje, a partir das 20h, teremos mais um encontro.

Estamos estudando linha a linha o texto de Freud “Sobre o narcisismo: uma introdução”.

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[Vídeo] Que defeitos você precisa suportar para ter as qualidades do seu parceiro?

Você compra uma caixa de bombons tradicional porque ela contém chocolates que você gosta. Todavia, para ter acesso a eles, precisa necessariamente adquirir também aqueles que, se pudesse, você jamais compraria. Um relacionamento amoroso de longo prazo é muito parecido com essas caixas de bombom…


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[Vídeo] Intervindo na associação livre

Esta é uma pequena fatia da aula especial “LENDO FERENCZI #04 – A FUNÇÃO PROVOCADORA DO ANALISTA”, já disponível para quem está na CONFRARIA ANALÍTICA.


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O analista não só escuta, mas também provoca…

Fale exatamente o que lhe vier à cabeça.

Normalmente, esta é a única exigência que um psicanalista faz a seu paciente.

Na Psicanálise, diferentemente de algumas formas de terapia, não tem “tarefa de casa”, escalas de autoavaliação… Nada disso.

Numa terapia psicanalítica, tudo o que o paciente precisa fazer é comunicar fielmente todo e qualquer pensamento que apareça em sua consciência.

Nós, analistas, acreditamos que a dedução do que se passa no Inconsciente do analisando fica mais facilitada quando ele se comporta dessa forma.

Por isso, a exigência de que o paciente fale tudo o que lhe vier à cabeça — a chamada “associação livre” — foi classificada por Freud como “regra fundamental da Psicanálise”.

Se o analisando deve comunicar o que se passa espontaneamente em SUA ALMA, isso significa que o analista não deve ficar induzindo o paciente a falar sobre determinadas coisas, certo?

Certo.

É por isso que psicanalista não trabalha com entrevista de anamnese, pois o terapeuta que utiliza tal instrumento intencionalmente dirige a atenção do paciente para certos assuntos.

Na Psicanálise, desde o início, quem faz a “pauta” das sessões é o paciente mesmo.

No entanto, dois problemas podem eventualmente acontecer:

(1) O paciente pode não obedecer à regra da associação livre e evitar conscientemente comunicar certos pensamentos;

(2) Mesmo fazendo a associação livre, o analisando inconscientemente pode estar fugindo de certas questões cruciais para o tratamento.

Se tais situações acontecem, o que o analista deve fazer?

Continuar escutando normalmente o paciente e “torcer” para que, em algum momento, ele acabe deixando escapar o que está tentando esconder?

Para Sándor Ferenczi, não.

De acordo com o autor, nesses casos o terapeuta deve sair de sua posição normalmente passiva e… PROVOCAR o paciente.

Sim, provocá-lo, instigá-lo, atraí-lo para a direção daquilo acerca do que não deseja falar.

Ainda hoje (sexta) quem está na CONFRARIA ANALÍTICA receberá a aula especial “LENDO FERENCZI 04 – A FUNÇÃO PROVOCADORA DO ANALISTA” em que eu explico como funciona essa manobra clínica proposta pelo psicanalista húngaro.

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Odiar o outro é mais fácil do que reconhecer o ódio por si mesmo


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Até quando você vai ficar correndo atrás do seu eu ideal?

Atualmente, lá na CONFRARIA ANALÍTICA, nós estamos estudando o artigo de Freud “Sobre o narcisismo: uma introdução”, de 1914.

Neste momento, estamos na parte do texto em que o autor desenvolve o conceito de “eu ideal” para explicar o que acontece conosco depois que abandonamos o narcisismo primário.

— “Narcisismo primário”? Que trem é esse, Lucas?

Deixe eu explicar isso para você em Humanês:

Do ponto de vista do Freud, no início da vida nós só temos olhos para nós mesmos.

Ainda incapazes de reconhecer que há um mundo externo que funciona independentemente de nós, vivemos temporariamente a ilusão de que somos a única coisa que existe.

Por exemplo: se temos fome e a mãe vem nos alimentar, vivenciamos essa experiência como se o seio dela tivesse sido criado pela força do nosso desejo.

Nessa fase inicial da vida, fazemos tudo o que queremos, na hora em que queremos e nossas necessidades são satisfeitas sem que precisemos nos esforçar para isso.

É essa condição original paradisíaca em que nada além de nós parece existir que Freud chama de NARCISISMO PRIMÁRIO.

Obviamente — como qualquer pessoa de bom senso é capaz de perceber — o bebê só pode vivenciar essa ilusão temporária se estiver sendo cuidado por pais suficientemente bons.

Mas isso é assunto para outro dia.

O que eu quero comentar aqui é o que acontece quando a gente sai do narcisismo primário.

Sim, porque chega uma hora em que a realidade bate na porta, né?

Depois de algum tempo, uma mãe normal começa a demorar um pouco mais para ir amamentar o bebê. Afinal, ela volta a ter outros interesses para-além do filho.

Outrossim, espera-se que a criança aprenda a se expressar não mais do jeito que quer (com choros, gestos e sons desarticulados), mas conforme as REGRAS da língua MATERNA.

Enfim, somos inevitavelmente expulsos do paraíso narcísico.

O problema é que a gente fica com muita saudade dessa época.

Época em que a gente sentia que era exatamente… como deveríamos ser.

Por conta dessa nostalgia do narcisismo primário, cada um de nós cria uma imagem idealizada de si mesmo — é o que Freud chama de “eu ideal”.

Reconhecendo que não podemos viver sem nos submetermos às regras do jogo impostas pelo Outro (papai, mamãe, a sociedade de forma geral), imaginamos uma versão de nós mesmos que se sai PERFEITAMENTE BEM nesse jogo.

É por amor a esse eu ideal que a gente acaba sufocando certos desejos reais e espontâneos simplesmente porque se mostram incompatíveis com ele.

O anseio narcísico de voltar a nos sentirmos perfeitos e adequados faz com que passemos a vida inteira correndo atrás do eu ideal e sofrendo por não conseguir alcançá-lo.

Até que a gente encontra um psicanalista.

E descobre que dá para viver sem correr…


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[Vídeo] A gente não faz Psicanálise para se conhecer

As pessoas não adoecem porque não se conhecem, mas por que não RECONHECEM certas partes de si mesmas. Nesse sentido, o que a Psicanálise promove não é autoconhecimento, mas AUTORECONHECIMENTO.


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[Vídeo] O certinho quer likes do superego

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