Lucas Nápoli é psicólogo, psicanalista e professor. Possui os títulos de Doutor em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e Mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É autor do livro "A Doença como Manifestação da Vida".
Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Esta é uma pequena fatia da aula “Por que a abordagem de Jung não é compatível com a Psicanálise?” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.
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– Lucas, por que vocês não estudam Jung na Confraria Analítica?
(Para quem não sabe, a Confraria é minha escola de formação teórica em Psicanálise.)
Eu sempre respondo que o motivo é simples: Jung não faz parte do campo psicanalítico.
Provavelmente, a pessoa que fez a pergunta recebe esta resposta com estranheza porque há muitos supostos psicanalistas por aí dizendo que ensinam Jung.
Gente, vamos deixar uma coisa bem clara:
Há muitos aventureiros se apropriando indevidamente da palavra “Psicanálise” porque ela goza de muito prestígio aqui no Brasil.
As críticas toscas do pessoal da PBE (Prática Baseada em Evidências) não fazem nem cosquinha nesse imenso prestígio.
Então, alguns desses falsos psicanalistas inventaram a fake news de que as ideias de Jung fazem parte da Psicanálise.
Não fazem.
Jung se afastou do movimento psicanalítico por volta de 1912, quando publicou o fatídico livro “Metamorfoses e Símbolos da Libido”.
A partir dessa obra, ele começou a defender concepções que representavam um verdadeiro retrocesso em relação às descobertas da Psicanálise.
Jung propunha, por exemplo, que a libido seria uma força vital genérica e não uma energia psíquica de natureza especificamente sexual.
Daí pra frente, foi só pra trás:
Ele passou a acreditar que todo ser humano estaria destinado a trilhar uma espécie de jornada espiritual de autodesenvolvimento, o tal “processo de individuação”.
A função da terapia seria ajudar o sujeito a voltar para os trilhos desse processo a fim de alcançar a meta de se tornar um ser inteiro, integrado, completo…
Gente, sério, isso tem alguma coisa a ver com a Psicanálise?
É óbvio que não!
Não há nada mais distante dos objetivos da terapia psicanalítica do que um ideal de completude.
Portanto, não, a Psicologia Analítica de Jung não faz parte do campo psicanalítico.
Mas eu quero demonstrar isso para você de uma forma ainda mais clara.
Por isso, acabei de publicar na Confraria a aula “Por que a abordagem de Jung não faz parte da Psicanálise?”. Ela está no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS.
Nessa aula, eu analiso um caso clínico do próprio Jung e mostro como sua proposta terapêutica não é apenas diferente da psicanalítica.
É o exato OPOSTO.
Depois dessa aula, você nunca mais vai confundir Jung com Psicanálise.
Ao se tornar membro da Confraria, você terá acesso não só a ela, mas a mais de 500 horas de conteúdo sobre teoria psicanalítica.
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Nós geralmente temos um olhar bastante pejorativo sobre o sadismo.
Via de regra, quando qualificamos uma pessoa como sádica, estamos acusando-a de ser cruel e insensível.
E ao fazer isso, assumimos tacitamente que o sadismo seria um atributo presente apenas em ALGUMAS pessoas, não em todas.
Mas será que é assim mesmo?
Será que apenas uma parcela dos indivíduos sente prazer com a dor alheia?
A experiência mostra que não.
Eu duvido muito, por exemplo, que você nunca tenha rido de alguém que cometeu um erro ou vivenciou algum revés.
Muitas cenas de filmes de comédia são construídas justamente em torno de personagens que sofrem quedas, tropeços ou são ridicularizados.
Mas me parece que não há espaço onde o sadismo nosso de cada dia se manifeste de forma mais explícita do que nos esportes, especialmente no futebol.
Todo bom cruzeirense, como eu, vibra não só com as (incontáveis) conquistas do seu time, mas também com os (inúmeros) fracassos do Atlético, seu maior rival.
Em 2006, nos jogos entre as duas equipes, nossa torcida entoava, a plenos pulmões, o seguinte cântico:
“Ei, você aí, 2003 eu vi [o Cruzeiro ser campeão brasileiro], 2005 eu ri [com a ida do Atlético para a Série B]”.
Às vezes, é mais gostoso ver o Galo tomando uma goleada do que assistir à Raposa obtendo uma vitória protocolar contra um time pequeno qualquer.
Evidentemente, o mesmo acontece do lado dos torcedores alvinegros:
No Brasileirão de 2019, por exemplo, o Atlético ficou apenas na 13ª colocação, mas sua torcida explodiu em felicidade com o rebaixamento do Cruzeiro.
Ora, em todas essas situações, assistimos a manifestações indiscutivelmente sádicas: a satisfação de um grupo está sendo causada pelo sofrimento do outro.
Isso mostra que todos nós temos uma inclinação natural para o sadismo.
Reconhecê-la é o primeiro passo para não deixá-la se transformar em violência.
Quando temos consciência de nosso sadismo, podemos rir, torcer e até jogar com ele, sem machucar ninguém de verdade.
Portanto, o problema não é ter prazer com a dor do outro, mas fingir que não temos.
Quando assumimos esse lado, ganhamos a chance de transformá-lo em algo criativo, e não destrutivo.
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Esta é uma pequena fatia da aula “Manejando momentos psicóticos em pacientes neuróticos” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.
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Já fazia tempo que Letícia não se sentia daquela forma: desejada.
Rafael, o novo estagiário, não dissera nada explicitamente, mas o interesse dele ficava escancarado em seus olhares e na forma como se dirigia a ela.
Ávida consumidora de doramas, a moça começou a fantasiar um envolvimento com o rapaz, ao mesmo tempo em que se sentia muito culpada por fazer isso.
O casamento de onze anos com Davi era relativamente harmônico, sem muitas brigas, mas havia entrado naquele platô afetivo, típico de relações de longo prazo.
Com o passar do tempo, uma tensão sexual começou a surgir na relação entre Letícia e Rafael.
Ela não conseguia disfarçar que estava gostando da experiência de se sentir desejada.
Débora, uma colega também casada, percebeu e decidiu provocar:
— Esse Rafael é um gatinho, né, amiga?
Surpresa, Letícia ficou com medo de que a colega tivesse notado o clima e, ruborizada, a repreendeu de forma ríspida:
— Que absurdo, Débora! Nós somos casadas. Sossega o facho!
Letícia foi criada em um ambiente extremamente rigoroso do ponto de vista moral. Por isso, a situação com Rafael era vivida com muita ambivalência:
O prazer de se sentir desejada vinha sempre acompanhado de um fortíssimo sentimento de culpa e ideias autodepreciativas:
“Eu sou uma vagabunda”, era o que pensava muitas vezes ao chegar em casa.
Um belo dia, no fim do expediente, Rafael se aproximou para se despedir como de costume.
— Tchau, Letícia — disse ele, inclinando-se para lhe dar um beijo no rosto.
No entanto, no último instante, Rafael desviou sutilmente e se aproximou de sua boca.
O coração de Letícia disparou. Por uma fração de segundo, ela pensou:
“Não posso fazer isso… mas quero!”
Foi nessa hesitação que ela acabou cedendo.
O beijo durou alguns minutos e eles estavam sozinhos no corredor da empresa.
Durante a situação, a moça pensou nas câmeras de segurança e, por um brevíssimo momento, sentiu-se excitada com a possibilidade de estar sendo filmada.
Porém, logo em seguida, ela empurrou Rafael dizendo que aquilo não deveria ter acontecido e saiu correndo em direção aos elevadores.
Aflita, enquanto caminhava apressadamente até seu carro, Letícia foi tomada por uma série de pensamentos catastróficos:
“Com certeza fui filmada!”
“As imagens vão ser divulgadas na internet!”
“O Davi vai ficar sabendo!”
“O Rafael vai começar a me perseguir!”
“Vou perder meu emprego e minha reputação!”
“Meus filhos vão querer ficar longe de mim!”
Durante dias, ela se manteve convicta de que todas essas coisas iriam acontecer a qualquer momento. Por isso, praticamente não dormia.
A moça não conseguia perceber que estava apenas projetando na realidade externa o estrago punitivo que seu severo superego fazia em seu mundo interno.
A culpa que vinha sentindo até então fora trocada por um medo paranoico.
Isso aconteceu porque a parte psicótica de sua personalidade veio à tona já que as defesas neuróticas não foram suficientes para conter a angústia.
Se Letícia estivesse em análise, o que o terapeuta deveria fazer diante dessa crise?
A resposta está na aula “Manejando Momentos Psicóticos em Pacientes Neuróticos”, publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA.
Essa aula vai te mostrar, passo a passo, como manejar momentos psicóticos em pacientes neuróticos, sem perder o setting e sem romper o vínculo.
A Confraria é a maior e mais acessível escola de teoria psicanalítica do Brasil, com +500 horas de conteúdo e milhares de alunos.
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Você já deve ter ouvido por aí a expressão “crença limitante”.
Ela geralmente sai da boca de coaches e de profissionais que são coaches, mas têm vergonha de se nomearem dessa forma. Hoje em dia, pega mal.
Para eles, uma pessoa sofre de crença limitante quando tem condições para fazer algo que vai melhorar sua vida, mas não se permite fazê-lo.
E não se permite justamente por conta da suposta crença.
Um exemplo muito citado é o do sujeito que não conseguiria prosperar financeiramente porque acreditaria que ficar rico é moralmente errado.
O coach, então, trabalharia para ajudar o seu “mentorado” a mudar essa crença e “destravar” seu crescimento.
Como? Basicamente, convencendo-o a pensar diferente.
Eu não nego que isso possa funcionar.
Funcionar no sentido de que o sujeito possa ser convencido pelo coach a olhar de outra forma para o enriquecimento e acabe conseguindo ganhar mais dinheiro.
Mas é preciso deixar claro que esse processo é puramente hipnótico.
Sim, HIPNÓTICO.
O “mentorado” não foi persuadido somente a mudar suas crenças sobre dinheiro.
Na verdade, ele já havia sido levado previamente a acreditar que a razão pela qual não prosperava eram suas crenças sobre dinheiro.
Entendeu?
O coach convence o sujeito de que o problema dele é X para, num segundo momento, vender a solução para X.
— Uai, Lucas, então você está dizendo que as crenças limitantes não existem? São apenas invenções dos coaches para venderem seus produtos?
Não. Como fenômenos psíquicos, é claro que elas existem.
É inegável que várias pessoas, por exemplo, realmente acreditam que ganhar muito dinheiro é errado do ponto de vista moral.
E isso pode contribuir para que elas percam oportunidades de crescer financeiramente? Óbvio!
A questão é que o buraco é muito mais embaixo, gente!
Sugerir que uma pessoa não enriquece simplesmente porque possui uma crença limitante é tapar os olhos para a imensa complexidade do comportamento humano.
Por trás da crença de que ficar rico é errado, escondem-se uma série de complexos, fantasias e outras marcas de uma longa história de vida.
Mas para ter acesso a todo esse material, é preciso convidar o sujeito a falar e estar disposto a escutá-lo.
Em vez de tentar simplesmente convencê-lo a pensar diferente…
E você, já caiu nessa armadilha de achar que seu problema se resumia a uma “crença limitante”?
Na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise, a proposta é justamente o contrário:
Investigar em profundidade, sem respostas prontas. Toda semana, novos conteúdos e discussões que ajudam a enxergar além das fórmulas rápidas.
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Esta é uma pequena fatia da aula “André Green e o conceito de borderline” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.
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O neurótico está excessivamente instalado na realidade.
Por isso, sua loucura é forçada a se manifestar disfarçadamente na forma de sintomas, inibições e angústias.
Na análise, ele é encorajado a perder o medo dessa loucura, permitindo que ela apareça em seu próprio discurso. É o que chamamos de associação livre.
O psicótico não precisa desse expediente. Pelo contrário!
Ele não tem o menor receio de sua loucura, pois está completamente tomado por ela. É na direção da realidade que precisa caminhar.
Para isso, pode precisar da ajuda de um analista, mas não de uma análise. São coisas diferentes.
Para além desses dois polos (neurose e psicose), temos uma terceira via.
E, não, não estou falando da perversão — essa categoria altamente problemática.
Refiro-me àqueles pacientes que não estão nem lá, nem cá e, ao mesmo tempo, tanto lá quanto cá.
Na falta de um termo melhor, deram-lhes uma alcunha topográfica: borderline.
Encarnando a fronteira que separa a neurose da psicose, eles experimentam os dramas de ambos os campos:
Estão excessivamente instalados na realidade e, ao mesmo tempo, tomados pela loucura.
Para André Green, essa “dupla inscrição” é uma das marcas mais claras da estrutura borderline.
👉 Na aula publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA, eu explico didaticamente as principais ideias de Green sobre o borderline, à luz de um caso clínico real.
🎥 A aula “André Green e o conceito de borderline” já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS.
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Ansiedade é que nem suor: desconfortável, desagradável, mas… inevitável.
Assim como o suor é uma reação natural do corpo, a ansiedade é uma resposta espontânea da alma.
Suamos para resfriar o corpo diante de um aumento significativo de sua temperatura. Assim, evitamos o risco de superaquecimento.
Ficamos ansiosos quando estamos diante de algum perigo. Assim, nos sentimos inclinados a evitá-lo ou, no mínimo, tomar cuidado.
Ou seja, tanto o suor quanto a ansiedade são sinais de saúde.
Por isso, não faz sentido dizer que uma pessoa sofre de ansiedade, assim como seria absurdo afirmar que um sujeito sofre de suor.
Ambas as reações só podem ser chamadas de patológicas quando acontecem em excesso ou fora de hora.
Sinto que estou explicando uma coisa muito óbvia. Mas, às vezes, o óbvio precisa ser reafirmado.
Infelizmente, muitos profissionais de saúde mental têm falado sobre a ansiedade como se ela fosse um transtorno em si mesma.
Outro dia, atendi uma moça cujo psiquiatra lhe receitou um novo medicamento simplesmente por ela ter dito se sentir ansiosa e impaciente de vez em quando.
Atônito, perguntei se ela achava que sua ansiedade era exagerada ou a atrapalhava e a paciente disse tranquilamente que não, que era uma ansiedade “normal”.
Ela mencionou que se sente ansiosa, por exemplo, antes de fazer provas na faculdade, mas que não chega a ficar aflita e desesperada como alguns colegas.
Ou seja, essa ansiedade era totalmente adequada à circunstância em questão.
É natural ficarmos ansiosos diante de situações que envolvem riscos, como é o caso de uma avaliação acadêmica.
Em outras palavras, essa moça passou a tomar mais um remédio tarja preta à toa!
Se voltarmos à comparação com o suor, a situação parecerá ainda mais aberrante:
Imagine um dermatologista receitando um medicamento antitranspirante para um paciente que diz ficar suado quando faz atividades físicas…
Seria um absurdo, né?
Concluindo: a ansiedade faz parte da vida. Não devemos patologizá-la.
Ela nos motiva a ter cautela, a pensarmos antes de agir e tem mais:
Até quando acontece fora de hora pode ser uma bússola para encontrarmos nossos desejos mais profundos…
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Quer compreender como a ansiedade pode funcionar até como uma bússola para encontrarmos nossos desejos mais profundos?
Na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise, você tem acesso a mais de 500 horas de aulas e novos conteúdos semanais para aprofundar esse olhar.
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