Participe, por apenas R$49,99 por mês ou 497,00 por ano, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Esse corte foi extraído da nossa última aula AO VIVO de segunda-feira na CONFRARIA ANALÍTICA.
Hoje, às 20h, teremos mais uma aula ao vivo. Estamos estudando, linha a linha, o texto de Winnicott “Dependência no cuidado do lactente, no cuidado da criança e na situação psicanalítica”.
Te vejo lá!
Participe, por apenas R$49,99 por mês ou 497,00 por ano, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Neste vídeo, respondo a 8 perguntas que me foram feitas lá nas caixinhas de perguntas do Instagram.
Participe, por apenas R$39,99 por mês, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Esta é uma pequena fatia da MASTERCLASS “Tudo sobre mecanismos de defesa”, que foi ministrada ao vivo na quinta-feira (09/02/2023) e cuja gravação na íntegra já disponível para quem está na CONFRARIA ANALÍTICA.
ATENÇÃO: Os valores atuais (39,99 por mês ou 397,00 por ano) são válidos só até este DOMINGO (12/02).
Participe, por apenas R$39,99 por mês, da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
Lá no texto “O estádio do espelho como formador da função do eu”, Lacan utiliza a imagem do bebê diante do espelho para caracterizar a relação que nós tendemos a ter com o nosso Eu.
A alegria que a criança experimenta quando se dá conta de que é a pessoa que vê diante de si no espelho equivaleria à satisfação que temos ao nos imaginarmos COMPLETOS.
Para Lacan, o bebê se reconhece no espelho num momento muito precoce, em que ele ainda não consegue se perceber como um ser inteiro e coordenado.
No entanto, a imagem que ele vê no espelho é justamente… a de um ser inteiro e coordenado!
É daí que vem o júbilo da criança: afinal, o que ela enxerga no espelho é a pessoa que, na real, AINDA NÃO É, mas deseja ser.
O problema, nos ensina Lacan, é que a criança se encanta tanto com a imagem de inteireza que está diante de si que acaba se IDENTIFICANDO com ela.
Ou seja, o bebê passa a ACHAR QUE É a pessoa inteira e coordenada que ele DE FATO ainda não é.
Ora, esse descompasso entre o que ACHAMOS QUE SOMOS e o que DE FATO somos, se manterá presente em nós pelo resto da vida.
Podemos dizer que um dos efeitos da passagem por uma terapia psicanalítica é justamente a diminuição dessa distância entre o que imaginamos ser e o que realmente somos.
Ao longo da existência, vamos compondo uma imagem “redondinha” de nós mesmos, cheia de certezas e vazia de contradições.
E essa imagem é tão fascinante, tão perfeitinha, tão sedutora, que a gente acaba caindo na ilusão de acreditar que ela responde satisfatoriamente a pergunta: “Quem sou eu?”.
A verdade é que não responde.
Mas a gente não quer reconhecer essa verdade.
Sabe por quê?
Porque não é muito confortável viver com a consciência de que somos inevitavelmente contraditórios, ambivalentes, divididos.
Somos tão apaixonados pela imagem “redondinha” de nós mesmos que distorcemos nossa experiência subjetiva para não termos que abandoná-la.
E o que a Psicanálise chama de “mecanismos de defesa” são justamente as estratégias que utilizamos inconscientemente para tentar manter essa imagem intacta.
Quem está na CONFRARIA ANALÍTICA, receberá ainda hoje a gravação na íntegra da MASTERCLASS “TUDO SOBRE MECANISMOS DE DEFESA” que ministrei ontem à noite.
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— Aí eu acabei encontrando com a Telma num bar no sábado. Ela até me cumprimentou, só que foi de longe. Geralmente ela abraça, puxa assunto… Eu acho que ela tá com raiva de mim.
Quem está falando é Vanessa Romeu, uma pedagoga de 27 anos que trabalha na escola particular Virtù como coordenadora pedagógica. Telma, por sua vez, é a diretora do colégio.
— Mas por que ela estaria com raiva de você? — pergunta Paulo, o psicólogo com quem Vanessa se consulta há dois anos por conta de alguns episódios de pânico.
— Porque eu não fui na reunião, uai! — responde a paciente como se estivesse dizendo a coisa mais óbvia do mundo.
— Mas você não explicou para ela que naquele dia precisaria levar sua filha ao médico?
— Expliquei… Mas é que você não conhece a Telma, Paulo. Ela espera da gente dedicação total! Certeza que ela tá P da vida comigo.
Notando a presença sutil do ressentimento em meio à ansiedade com que Vanessa falava da diretora, o terapeuta decidiu fazer uma intervenção num tom bem-humorado:
— Pelo visto, parece que é você quem tá com raiva dela…
— Raiva? — disse Vanessa surpresa — É… Pode até ser, mas eu tenho mais é medo dela, isso, sim.
— De onde vem esse medo?
— Ah, eu vejo o jeito duro como ela trata alguns funcionários lá na escola… Pensa numa pessoa exigente!
— Mas, pelo que você disse agora há pouco, ela te trata muito bem, né? Te abraça…
— É… Comigo ela sempre foi um amor.
Depois de reconhecer a aparente contradição em seu discurso, Vanessa ficou em silêncio, como se estivesse digerindo mentalmente alguma coisa.
Paulo decidiu aproveitar o momento para finalizar a sessão com esse questionamento:
— E então, Vanessa, de quem é mesmo a raiva nessa história? É ela quem está brava com você ou é você quem está P da vida com ela?
Nesse extrato clínico, podemos ver claramente que a paciente está fazendo uso de um mecanismo de defesa muito comum. Você consegue dizer qual é?
Nesta quinta-feira às 20h eu vou ministrar a MASTERCLASS “TUDO SOBRE MECANISMOS DE DEFESA” e você é meu convidado. Na ocasião, faremos o lançamento da CONFRARIA ANALÍTICA 2.0, a nova versão da nossa escola.
Te espero lá!
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Para a Psicanálise, os sintomas só são considerados comportamentos desadaptativos se adotarmos o ponto de vista da consciência e do ego. Do ponto de vista do inconsciente, nossos problemas emocionais são altamente FUNCIONAIS.
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Esse corte foi extraído da nossa última aula AO VIVO de segunda-feira na CONFRARIA ANALÍTICA.
Hoje, às 20h, teremos mais uma aula ao vivo.
Estamos estudando, linha a linha, o texto de Winnicott “Dependência no cuidado do lactente, no cuidado da criança e na situação psicanalítica”.
Te vejo lá!
Quero aproveitar a oportunidade para lembrar que na próxima quinta-feira, dia 09, às 20h, lá no Yootubi, faremos o lançamento da CONFRARIA ANALÍTICA 2.0 – a mesma Confraria de sempre, com todas as aulas já publicadas, mas numa nova plataforma, com vários recursos que os alunos sempre pediram.
O lançamento acontecerá durante a masterclass 100% gratuita “TUDO SOBRE MECANISMOS DE DEFESA”, que acontecerá aqui.
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Neste vídeo, respondo a 7 perguntas que me foram feitas lá nas caixinhas de perguntas do Instagram.
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Esta é uma pequena fatia da aula especial “A depressão essencial”, já disponível para quem está na CONFRARIA ANALÍTICA.
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— Bom dia, doutora. — com essa saudação, Antero iniciou a primeira sessão de terapia com Mônica, a psicanalista que lhe foi recomendada por seu médico.
Com um sorriso acolhedor, a terapeuta começou o atendimento:
— Bom dia, Antero. O Ricardo disse que você iria me procurar. Seja muito bem-vindo! E então, o que está acontecendo contigo?
— Bem, doutora, eu procurei o dr. Ricardo por causa de uma dor no estômago muito forte que eu tinha já faz um bom tempo…
Mônica esperou que ele continuasse a falar, mas Antero parecia considerar que já dissera o suficiente para aquele momento.
A terapeuta, então, decidiu estimular o paciente a continuar seu discurso:
— Entendo. E vocês descobriram o que estava causando essa dor no estômago?
— Eu fiz uns exames, endoscopia e tal… Aí o dr. Ricardo falou que eu tinha uma úlcera, mas que a causa provavelmente era emocional. Por isso, sugeriu que eu te procurasse.
— Hum… E como é que você tem estado emocionalmente, Antero?
O paciente ficou em silêncio por alguns segundos, olhando para baixo, como quem está tentando solucionar mentalmente um cálculo difícil. Por fim, respondeu:
— Ah, normal, doutora. Nem bem nem mal. Pra te falar a verdade, já tem um tempo que a vida pra mim não fede nem cheira.
— Como assim? — pergunta Mônica.
— Ah, sei lá… Não sei dizer direito. Eu só vou vivendo, normal, como todo o mundo. Não me sinto triste, mas também não tenho aquele ânimo que tinha há uns dois, três anos atrás.
— Ânimo para o trabalho?
— Para tudo, na verdade. Nem para ir no boteco eu fico animado. Eu estou o tempo todo cansado. Aí não dá vontade de fazer nada…
Antero formulou essa resposta com um leve sorriso no rosto — que não passou desapercebido a Mônica.
A analista observou que o paciente descrevia sua condição de modo distante, sem aparentar sofrimento, como se não estivesse falando de si mesmo.
Enquanto pensava sobre isso, veio à mente de Mônica a noção de “depressão essencial”, uma categoria diagnóstica proposta pelo psicanalista francês Pierre Marty.
Quem está na CONFRARIA ANALÍTICA receberá ainda hoje uma AULA ESPECIAL sobre o que caracteriza a depressão essencial e como ela deve ser abordada clinicamente.
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Hoje, às 20h, teremos mais uma aula ao vivo.
Estamos estudando, linha a linha, o texto de Winnicott “Dependência no cuidado do lactente, no cuidado da criança e na situação psicanalítica”.
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Neste vídeo eu respondo à pergunta “O que você tem a dizer das sessões que duram 20 minutos?”, que me foi feita numa caixinha de perguntas lá no Instagram.
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