[Vídeo] Admita seu lado sádico


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Nenhum paciente quer melhorar.

Calma.

Esse título é apenas uma provocação.

Nenhum paciente quer melhorar, mas, ao mesmo tempo, todos querem.

É contraditório, eu sei. Mas nós somos contraditórios mesmo. Esta é uma das coisas que nos faz verdadeiramente humanos.

Que todos os pacientes queiram melhorar, isso é evidente. O simples fato de uma pessoa procurar ajuda já o comprova. Ninguém gastaria dinheiro com terapia se não quisesse realmente parar de sofrer.

— Então por que você disse que nenhum paciente quer melhorar, Lucas?

Porque o sofrimento pelo qual buscamos ajuda é, na verdade, a tábua de salvação que a gente encontrou para não se afogar em OUTROS sofrimentos — insuportáveis.

A preocupação excessiva que atormenta Maurício só existe porque, sem ela, ele teria de encarar certos dilemas internos que não dá conta de enfrentar.

Nossos sintomas são úteis, gente. Eles nos ajudam a fugir de nós mesmos, ou melhor, daquilo que há de aterrorizante em nós mesmos.

Por isso, é natural que a gente RESISTA a abandoná-los.

A olho nu, você pode até não conseguir enxergar a utilidade dos seus sintomas, mas, fazendo análise, será capaz de vê-la de forma cristalina.

De repente, vai perceber que seus ataques de pânico não acontecem “do nada”, mas aparecem justamente quando alguma coisa evoca em você, inconscientemente, uma memória traumática ou um conflito psíquico que te acompanha desde criança.

Ou seja, paradoxalmente, o pânico te protege. Te protege de fazer contato com certas partes de si mesma que não consegue suportar.

Como você poderia renunciar tão facilmente a esse sintoma se ele é tão conveniente?

Entendeu agora por que nenhum paciente quer melhorar?

É que melhorar implica em abrir mão da única saída que conseguimos encontrar para fugir dos nossos terrores internos.

Na Psicanálise, a gente procura ajudar o paciente a se fortalecer emocionalmente para conseguir encarar esses terrores e inventar formas saudáveis de lidar com eles.

Esse processo requer tempo e, portanto, muita paciência por parte do terapeuta.

É preciso aguardar até que o DESEJO por uma vida mais livre e criativa consiga vencer o MEDO de abandonar o refúgio do sintoma.


Você já percebeu como a gente diz que quer mudar… mas faz de tudo pra continuar igual?

🧩 É sobre isso que fala o texto de hoje: sobre a resistência, um dos conceitos que comentei ontem na Masterclass Psicanálise: o Básico do Básico.

Se você perdeu, ainda dá tempo de assistir!

O replay da aula ainda está disponível, mas só por tempo limitado.

🎥 Corre lá: https://youtube.com/live/AbWlf0lXElg?feature=share


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[Vídeo] Não existe curso de Psicanálise!


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[Vídeo] A noção de falo no pensamento de Freud


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[Vídeo] A análise pode ser o único espaço em que o paciente se sente real.

Esta é uma pequena fatia da aula “LENDO WINNICOTT 13 – A importância do brincar na clínica de adultos” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – WINNICOTT da CONFRARIA ANALÍTICA.

Assista à aula completa tornando-se membro da Confraria.

Quer saber os fundamentos da Psicanálise e como iniciar seu percurso formativo do jeito certo?

Participe da Masterclass gratuita “Psicanálise: o básico do básico”, que vou ministrar no dia 23/10 às 20h.

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“A psicoterapia tem a ver com duas pessoas brincando juntas” (D. W. Winnicott)

Você se lembra de como se sentia na infância quando estava brincando?

Nem via o tempo passar, não é mesmo?

Essa falta de percepção da passagem do tempo só acontece quando estamos imersos numa situação, nos sentindo à vontade e agindo com espontaneidade.

Por outro lado, quando fazemos algo por obrigação, simplesmente respondendo a pressões ou demandas externas, parece que o tempo não passa, né?

Na ânsia de que aquilo acabe logo, a gente acaba prestando muita atenção no relógio e aí vem a sensação de que as horas passam mais devagar.

Às vezes, fazendo análise, a gente pode experimentar isso, sobretudo nos dias em que nos sentimos meio bloqueados, “sem nada para falar”.

Mas, na maioria das vezes, a gente não vê a hora passar. De repente, o analista diz que a sessão acabou e temos a sensação de que mal havia começado.

Isso mostra que a experiência de fazer análise frequentemente é parecida com nossas brincadeiras de infância.

Ainda que falemos de sofrimentos, na relação com o terapeuta nos sentimos tão à vontade e espontâneos quanto nos sentíamos quando estávamos brincando.

Foi por isso que o psicanalista inglês Donald Winnicott dizia que a psicoterapia “tem a ver com duas pessoas brincando juntas”.

Esta frase está no capítulo 3 do livro “O Brincar e a Realidade” e eu comento vários trechos desse capítulo na aula publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA.

O título da aula é “LENDO WINNICOTT 13 – A importância do brincar na clínica de adultos” e já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – WINNICOTT.

Nesta aula, você verá que a experiência de estar brincando é um requisito básico para o êxito de qualquer processo psicoterapêutico.

Verá também quais são os sinais de que o paciente não está tendo essa vivência e como o analista pode ajudá-lo a resgatar sua capacidade de brincar.

🎓 Se você quer aprofundar sua escuta e compreender, de forma viva, como o brincar se manifesta na clínica de adultos, assine a Confraria Analítica.

A Confraria é a maior e mais acessível escola de teoria psicanalítica do Brasil, com mais de 500 horas de conteúdo e milhares de alunos.

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A ideia de Winnicott de que “a psicoterapia tem a ver com duas pessoas brincando juntas” revela algo essencial sobre a Psicanálise:

Ela não é só uma técnica, mas uma experiência viva entre duas pessoas.

Quando paciente e analista se encontram num espaço de confiança, algo do brincar acontece: a possibilidade de ser espontâneo e se transformar de verdade.

Mas pra isso, o analista precisa ter passado por um processo de formação sério, que envolve estudo, análise pessoal e prática clínica.

E é sobre isso que vou falar na masterclass gratuita “Psicanálise: o Básico do Básico”, no dia 23/10, às 20h.

Você vai entender como se forma de verdade um psicanalista e o que diferencia a Psicanálise das abordagens que se popularizam nas redes.

A inscrição é gratuita – https://bit.ly/masterclassbasicodobasico.

🗓️ Te espero lá.


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Não existe curso de Psicanálise

Agora há pouco uma colega me perguntou:

— Qualquer pessoa pode atuar como psicanalista?

E eu respondi:

— Não. No Brasil, qualquer pessoa pode se nomear psicanalista, pois a Psicanálise (felizmente) não é uma profissão regulamentada em nosso país. Porém, para de fato atuar como analista, a pessoa precisa passar por uma formação.

— Um curso, né? — indagou minha interlocutora.

— Não. Não existe curso para ser psicanalista. Todos os “cursos de Psicanálise” que você vê por aí estão fazendo falsas promessas.

— Por quê?

— Porque o pressuposto básico de um curso profissionalizante é que você estará habilitado para desenvolver uma determinada atividade depois de passar por ele. E isso não vale para a formação em Psicanálise.

— Uai, para ser médico, engenheiro, assistente social não é suficiente fazer um curso? Por que com a Psicanálise seria diferente? — perguntou ela com o semblante de quem realmente não estava entendendo nada.

— É que, para ser psicanalista, não basta aprender a teoria. Sabe por quê? Porque o nosso principal instrumento de trabalho não é nosso saber, mas o nosso ser.

Vou interromper a conversa para compartilhar com vocês a explicação que dei à minha colega.

Qual é o principal objetivo que um psicanalista busca atingir com seus pacientes?

A resposta é simples: ajudá-los a enxergar o avesso da imagem consciente que possuem de si mesmos. É vencendo esse desafio que eles conseguem abandonar seus sintomas e inibições.

Ora, para que eu consiga ajudar uma pessoa a enxergar seu avesso, não basta que eu tenha na cabeça as teorias construídas pelos autores da Psicanálise.

Se eu mesmo não tiver passado pela experiência de enxergar o MEU avesso, não conseguirei ajudar o paciente a enxergar o dele.

Sabe por quê?

Porque eu terei medo do meu próprio avesso e, consequentemente, ficarei com medo de levar o paciente a encontrar-se com o dele.

Por isso, o requisito mais importante para que uma pessoa possa praticar a Psicanálise é ter passado muito tempo no divã de outro analista.

Porque é só sendo paciente durante ANOS (anos!) que essa pessoa conseguirá perder o medo do seu avesso e, assim, se tornará SUBJETIVAMENTE apta a ajudar outros sujeitos a se encontrarem com seus respectivos avessos.

Concorda comigo que é IMPOSSÍVEL oferecer essa experiência por meio de um curso?

— Ah, Lucas, mas eu vi na internet um curso que oferece sim a análise pessoal, além da teoria.

Como? Curso é um programa de duração pré-estabelecida (3 anos, 4 anos, 5 anos etc.).

Já a análise PESSOAL, não. Cada paciente caminha num ritmo singular, pois é um processo que se desenvolve individualmente com um analista.

E mais: esse analista precisa ser alguém que VOCÊ escolhe — e não uma pessoa designada por uma suposta entidade formadora.

Portanto, não existe “curso de psicanálise”.

A formação psicanalítica é um PROCESSO.

Um processo que passa, sim, pela assimilação de muita teoria, mas que exige fundamentalmente a preparação subjetiva do candidato a analista.

E essa preparação só pode acontecer no divã, e não numa sala de aula.

***

✨ Na quinta-feira, 23 de outubro, às 20h, vou ministrar a Masterclass gratuita “Psicanálise: o Básico do Básico”.

Vou explicar como realmente se forma um psicanalista, o que é preciso para começar esse percurso e por que a teoria, sozinha, nunca é suficiente.

🎓 Se você sente o chamado da Psicanálise, esse é o primeiro passo. Inscreva-se gratuitamente aqui.


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[Vídeo] Você levou sua infância para o relacionamento?


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[Vídeo] React – Yago Martins – Repressão x Contenção


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[Vídeo] O problema não é o tigrinho.

Esta é uma pequena fatia da aula “Vício em apostas: um olhar psicanalítico” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.

Assista à aula completa tornando-se membro da Confraria: https://confrariaanalitica.com/ .


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Bruno se viciou em apostas para fugir da depressão

Bruno costumava acordar por volta das oito da manhã, mas, naqueles últimos dias, antes das seis ele já estava de olhos abertos, com o celular nas mãos.

Há tempos o rapaz não se sentia tão vivo!

Excitação, ansiedade, alegria, tensão, motivação: tudo isso se alternava dentro dele freneticamente desde que conhecera o “Jogo do Leão”, um tipo de cassino online.

De férias do trabalho, passava o dia todo apostando. Às vezes, até esquecia de tomar banho.

Conhecera o Jogo do Leão pela propaganda feita no Instagram por Juninho Mayer, um humorista do qual o rapaz era fã.

Nos stories em que fazia tal divulgação, Juninho dizia que o jogo era muito divertido e poderia ser uma fonte de renda extra.

— Olha aqui, gente — dizia o influenciador mostrando o próprio celular — eu coloquei 50 reais e olha o quanto já ganhei só nessa rodada: 200! 200!

Bruno não sentia necessidade de uma renda extra, pois estava satisfeito com o ótimo salário que ganhava como gerente de vendas na empresa onde trabalhava.

O que lhe chamou a atenção na propaganda foi a empolgação do humorista, que gritava e dava pulinhos enquanto mostrava o número 200 na tela do celular.

Desde o término do namoro de três anos com Taís, Bruno vinha se sentindo abatido, apático, sem vontade de fazer absolutamente nada.

O rompimento havia reaberto uma ferida emocional muito antiga: o falecimento da mãe, vítima de câncer, quando ele tinha apenas quatro anos.

O rapaz sentia que passara a vida inteira à beira da depressão. E agora, com o término, estava finalmente caindo…

Porém, desde o dia em que começou a apostar no Jogo do Leão, seu estado de ânimo havia se transformado radicalmente.

Ele passou a ter uma sensação de vitalidade, muito parecida com a que viveu no início do relacionamento com Taís.

A experiência excitante de ver seu dinheiro ora se multiplicando ora diminuindo parecia ter tirado Bruno da depressão na qual estava começando a mergulhar.

O que você acabou de ler é apenas um resumo da primeira parte do relato feito por esse rapaz em sua primeira sessão de análise.

Após perder todo o dinheiro que havia guardado como reserva financeira (cerca de 80 mil reais), Bruno decidiu procurar ajuda, reconhecendo-se como um viciado em apostas online.

— Eu simplesmente não consigo parar. É mais forte do que eu… — disse ele aos prantos, no fim da sessão.

Sensibilizado, o analista olhou fixamente para o rapaz e encerrou aquele primeiro encontro dizendo:

— É possível sair dessa repetição. Mas, para isso, nós vamos precisar olhar para um outro “leão”: o leão feroz e assustador da depressão, do qual você vem fugindo…

No caso de Bruno, o vício em apostas funcionou como uma defesa maníaca, uma forma patológica de driblar o confronto com a dor de suas perdas.

Na aula publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA, eu falo sobre esta e outras dinâmicas psíquicas que podem levar uma pessoa a se tornar apostadora compulsiva.

O título da aula é: “Vício em apostas: um olhar psicanalítico” e já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS.

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[Vídeo] O anseio neurótico de ser bom


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[Vídeo] Dá para ser psicanalista e TCC ao mesmo tempo?


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[Vídeo] O id não deve ser preso, mas domado.

Esta é uma pequena fatia da aula “ESTUDOS DE CASOS 22 – O embotamento afetivo como resposta à indiferença dos pais” que já está disponível no módulo ESTUDOS DE CASOS da CONFRARIA ANALÍTICA.

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Da indiferença dos pais ao superego rígido

Imagine uma pessoa extremamente contida, controlada, que mal expressa suas emoções, está o tempo todo ocupada e não se permite relaxar.

Imaginou?

Beleza. Agora, me responda com toda a sinceridade: que tipo de criação você acredita que esse sujeito teve?

É muito provável que você tenha pensado num ambiente autoritário, repressivo, com excesso de disciplina e pais controladores.

Mas e se eu te disser que nada disso esteve presente na infância dessa pessoa?

E se eu te disser que os pais dela foram justamente o oposto de pais controladores Que ao invés de vigiarem minuciosamente seu comportamento, eles o IGNORAVAM?

Pois é… Esse sujeito chegou a se castigar certa vez porque os pais não estavam nem aí para o que ele fazia.

Aí você pode me perguntar:

— Mas como isso é possível, Lucas?

—  Como uma pessoa que foi criada com toda essa liberdade se tornou tão embotada, reprimida, controlada?

Eu explico isso na aula “ESTUDOS DE CASOS 22 – O embotamento afetivo como resposta à indiferença dos pais”, que acaba de ser publicada na CONFRARIA ANALÍTICA, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.

Essa aula faz parte do módulo ESTUDOS DE CASOS, no qual comento casos clínicos reais relatados por alunos da Confraria.

Como será que a indiferença dos pais em relação ao comportamento do filho pode levá-lo a criar um superego extremamente rígido?

E o que a analista desse sujeito pode fazer para ajudá-lo a se libertar do embotamento afetivo e do excesso de autocontrole?

Quer entender tudo isso? Então, faça parte da nossa escola e assista à aula.

Ao entrar, você terá acesso imediato a mais de 500 horas de conteúdo que vão mudar sua forma de compreender a clínica psicanalítica.

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