O psicanalista precisa ter três ouvidos

Tradicionalmente, nós, psicanalistas, aprendemos que nossa principal ferramenta de trabalho é a escuta.

Por isso, temos uma tendência a focar nossa atenção (flutuante, diga-se de passagem) àquilo que o paciente DIZ durante a sessão.

É com base nesse material verbal que normalmente formulamos nossas hipóteses e interpretações.

Assim, se alguém nos perguntasse: “Por que você fez tal intervenção?”, poderíamos responder: “Porque o paciente me falou tais e tais coisas”.

Tudo isso está correto. Porém, a experiência comunicativa que estabelecemos com nossos analisandos não se reduz a essa troca verbal.

Frequentemente, nos flagramos pensando ou sentindo certas coisas em relação ao paciente que não conseguimos remeter diretamente a algo que ele tenha dito.

Às vezes, é o MODO como o sujeito fala, seu tom de voz ou a postura específica que adota diante de nós o “gatilho” que nos induz a certas hipóteses ou sensações.

É aí que entra o que Theodor Reik chamou de “terceiro ouvido”: uma escuta mais sutil, quase intuitiva — que toca o inconsciente antes mesmo da fala.

Quer entender melhor esse conceito e ver exemplos práticos de como isso aparece nas sessões?

Então, assista à aula “Theodor Reik e o terceiro ouvido“, publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.

A aula já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS.

A Confraria é hoje a maior e mais acessível escola de teoria psicanalítica do Brasil, com mais de 500 horas de conteúdo.

Acesse este link no meu perfil e venha estudar comigo!


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

Você está sabotando seu processo terapêutico?

Nos anos finais da década de 1910, o psicanalista húngaro Sándor Ferenczi estava insatisfeito com o processo terapêutico de alguns pacientes.

Para além das conhecidas e naturais resistências, parecia haver algum obstáculo adicional que os impedia de avançarem no trabalho de análise.

Ah, para quem não sabe:

Ferenczi foi um dos principais nomes da primeira geração de analistas, fez análise com Freud e produziu grandes contribuições para a teoria e a técnica da Psicanálise.

Voltando ao assunto: incomodado, o médico decidiu sair da posição passiva em que o psicanalista geralmente fica no tratamento a fim de testar uma hipótese.

Ferenczi suspeitava que certos comportamentos daqueles pacientes, dentro e fora do consultório, tinham a ver com a falta de evolução deles.

Por isso, começou a propor mudanças concretas no comportamento, sugerindo ações a serem feitas ou evitadas.

Ele poderia, por exemplo, pedir a uma paciente para se expor a uma situação que lhe causava medo ou se esforçar para evitar um ato compulsivo.

Ferenczi acreditava que tais comportamentos (evitação e compulsão) poderiam ser formas que a analisanda encontrava para fugir do confronto com suas fantasias.

Nesse sentido, se ela seguisse suas recomendações, isso interromperia o movimento de fuga e a terapia voltaria a progredir.

Afinal, não tendo mais “válvulas de escape”, a paciente não teria alternativa a não ser trabalhar suas fantasias em análise.

Essa chamada “técnica ativa” deu certo?

Sim, Ferenczi conseguiu destravar o processo terapêutico de muitos pacientes fazendo isso.

Algum tempo depois, o médico acabou abandonando o método por achar que ele fazia o paciente ficar muito submisso ao analista.

Todavia, o experimento ferencziano nos deixou uma lição importantíssima:

A de que, muitas vezes, nós não evoluímos na terapia porque, sem perceber, sabotamos o trabalho de elaboração que fazemos no setting analítico.

Talvez, se não tomarmos a decisão consciente de abandonar certos hábitos, mesmo sentindo angústia, corremos o risco de passar 30 anos no divã e avançar muito pouco.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

[Vídeo] Autopunições inconscientes


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

[Vídeo] Pessoas que se culpam por tudo


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

Como a sublimação funciona?

Esta é uma pequena fatia da aula “CONCEITOS BÁSICOS 23 – Sublimação” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – CONCEITOS BÁSICOS da CONFRARIA ANALÍTICA.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

“E a fórmula mais geral que lhes dou da sublimação é esta — ela eleva um objeto […] à dignidade da Coisa” (Jacques Lacan)

Lacan disse isso na oitava lição de seu seminário do ano acadêmico de 1959-1960, intitulado “A ética da Psicanálise”.

Ao dizer que, na sublimação, estamos fazendo um ato de ELEVAÇÃO, Lacan está se remetendo ao próprio significado de “sublime”.

Com efeito, essa palavra designa justamente algo grandioso, alto, ELEVADO.

Ora, segundo a fórmula do autor, o elemento sublime em questão seria a tal da “Coisa”.

Pelo que podemos deduzir, os ‘objetos’ seriam, a priori, inferiores ou, talvez, exteriores ao lugar onde estaria essa Coisa.

Porém, na sublimação, nós conseguiríamos ELEVAR um desses objetos ao patamar da Coisa, de modo que ele passaria a gozar da mesma dignidade que ela tem.

Como podemos articular essa ideia à concepção original de sublimação proposta por Freud? Lembremos que Lacan se dizia freudiano…

Na obra de Freud, a sublimação aparece como uma forma dessexualizada e socialmente valiosa de satisfação de um impulso sexual.

Em vez de mostrar seu corpo nu para pessoas aleatórias na rua, o sujeito se torna ator e, assim, satisfaz sua pulsão exibicionista — eis um exemplo de sublimação.

Veja: essa pessoa está usando uma atividade (a atuação) não só como um simples trabalho, mas como um meio de satisfação pulsional.

Ela está, portanto, colocando sua profissão, diria Lacan, em um patamar mais elevado, o patamar do desejo, o patamar da Coisa…

— Mas, afinal de contas, Lucas, o que é essa tal de Coisa?

Bem, ao vincularmos a fórmula de Lacan à concepção freudiana, já aprendemos que a Coisa tem a ver com desejo e satisfação pulsional, certo?

Mas se você quer saber mais, eu o convido a assistir à aula publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.

O título dela é “CONCEITOS BÁSICOS 23 – Sublimação” e já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – CONCEITOS BÁSICOS.

Nela eu abordo a concepção freudiana de sublimação e trago as contribuições não só de Lacan, mas também de Klein e Winnicott para o entendimento desse conceito.

Acesse este link e junte-se à Confraria.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

Você está se punindo sem saber?

Geralmente, ao pensarmos no inconsciente freudiano, imaginamos uma parte da mente onde se encontram aqueles desejos que consideramos proibidos.

Ora, essa não é uma imagem falsa, mas é incompleta.

De fato, o inconsciente é uma dimensão do psiquismo que abriga aquilo que a gente quer, mas não consegue admitir que quer.

Todas aquelas suas fantasias “indecorosas”, mas profundamente satisfatórias, estão lá, alimentando sintomas e inibições, já que não podem ser reconhecidas.

Todavia, nem só de desejos reprimidos vive o inconsciente.

Os elementos que provocam a repressão, ou seja, autojulgamentos morais, também podem estar lá.

Freud expressou essa descoberta, em seus próprios termos, lá no início da década de 1920, ao dizer que grande parte do superego é inconsciente.

Superego foi o nome que Freud deu pra essa voz moral que vive dentro da gente — e que nasce, principalmente, das broncas, censuras e lições que ouvimos na infância.

Ora, eventualmente, a gente percebe essa dimensão moral em ação, quando, por exemplo, nos condenamos por ter feito algo ou censuramos certos desejos.

Porém, muitas vezes, o superego opera silenciosamente, de forma inconsciente, e nós só temos acesso aos “produtos” dessa atividade.

É o que acontece, por exemplo, quando não sabemos porque nos sentimos culpados ou quando nos flagramos em um franco processo de autossabotagem.

Se seu superego detecta que você fez (ou desejou fazer) algo que vai contra as suas próprias convicções morais, ele pode, muito bem, levá-lo a se punir.

Sim! Conscientemente você pode estar lá, de boa, mas, inconscientemente, pode estar se condenando severamente — e implorando para ser punido.

Aí, de repente, você percebe que está se boicotando, se prejudicando e não entende o motivo.

Parece até puro masoquismo, mas é só você se punindo sem saber…

A Psicanálise, portanto, não descobriu apenas que os seres humanos são mais “safados” do que nossa tradição hipócrita nos levou a pensar.

Ela mostrou também que, no fundo, até o mais liberal entre nós carrega um pequeno moralista escondido — pronto pra julgar, censurar… e punir.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

[Vídeo] Você consegue lidar com suas emoções de forma madura?


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

[Vídeo] Psicanalista explica 3 tipos de projeção


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

[Vídeo] Não seja um analista carrancudo.

Esta é uma pequena fatia da aula “O papel crucial da aliança de trabalho na clínica” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

Entenda por que a aliança de trabalho é essencial na Psicanálise

Geralmente, quando pensamos na relação entre analista e paciente, a primeira palavra que nos vem à mente é TRANSFERÊNCIA.

Muitas pessoas, inclusive, não entendem corretamente esse conceito e o reduzem simplesmente à confiança que o analisando deposita no terapeuta.

Na verdade, a transferência acontece quando o sujeito traz para a relação com o analista sentimentos, fantasias, desejos etc. que originalmente estavam vinculados a figuras significativas da sua história.

Trata-se, portanto, de um fenômeno muito mais amplo do que um mero vínculo de confiança.

Por outro lado, nem só de transferência vive a dupla analítica.

Sendo a Psicanálise um tratamento COLABORATIVO, é essencial que se estabeleça uma PARCERIA entre analista e analisando.

Trata-se de um acordo tácito, em que ambas as partes se comprometem com seus papéis no processo analítico.

Se, por exemplo, o terapeuta não exercer a atenção flutuante e o paciente não estiver disposto a fazer associação livre, a análise se torna praticamente inviável.

Em 1965, o psicanalista norte-americano Ralph Greenson propôs o termo “aliança de trabalho” para nomear essa parceria entre analista e analisando.

No artigo “The Working Alliance and the Transference Neurosis”, ele descreve as condições necessárias para a formação desse tipo de vínculo.

E na aula especial publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA, eu comento esse texto e explico didaticamente o significado e a importância da aliança de trabalho.

O título da aula é “O papel crucial da aliança de trabalho na clínica” e ela já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS.

A Confraria é hoje a maior e mais acessível escola de formação em teoria psicanalítica do Brasil, com um acervo de mais de 500 horas de conteúdo.

Venha entender por que, sem aliança de trabalho, não há análise de verdade.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

A criança que você foi está sempre assumindo o controle?

Um dos traços mais marcantes da maturidade psíquica é a capacidade de suportar emoções negativas sem buscar formas rápidas de eliminá-las.

Um sujeito emocionalmente maduro consegue sentir muita raiva, por exemplo, e não recorrer a atos violentos para “descarregar” esse afeto.

Veja: essa pessoa não está “reprimindo” sua agressividade. Como eu disse, ela se SENTE zangada. A emoção está lá, totalmente consciente.

A questão é que o indivíduo maduro possui força psíquica suficiente para aguentar o tranco de seus estados emocionais.

Pessoas emocionalmente imaturas, por outro lado, encaram suas emoções negativas como perigos internos e, por isso, querem fugir delas por meio de atos impulsivos.

Um sujeito imaturo acometido pela culpa, por exemplo, fará tudo o que estiver imediatamente a seu alcance para deixar de se sentir culpado.

Ele não conseguirá PENSAR sobre as razões que produziram aquele afeto, pois seu psiquismo é muito frágil para suportar o peso do estado emocional.

Essa pessoa, então, poderá tomar uma série de decisões precipitadas com o único objetivo de dissipar o mais rápido possível a aflição gerada pelo sentimento de culpa.

Metaforicamente, podemos dizer que, na hora em que a emoção negativa vem, o indivíduo imaturo tira as mãos do volante e o entrega à criança que ele foi.

— Como assim, Lucas?

É simples:

Todos nós abrigamos em nosso mundo interno a criança que fomos.

Quando tal criança não foi muito machucada pelo ambiente, ela sobrevive no adulto como uma fonte de vitalidade e criatividade que não atrapalha o amadurecimento.

Porém, quando a criança que fomos não teve tanta sorte, ela permanece em nós como uma tendência para a fragilidade e a infantilidade.

Esta é a sina do sujeito emocionalmente imaturo:

A criança assustada que foi está sempre pronta para tomar o controle de suas ações e levá-lo a se comportar de forma impulsiva e precipitada, ou seja, de modo infantil.

Um dos objetivos da terapia psicanalítica é mostrar a essa criança que não há mais motivo para tanto medo e que, portanto, ela não precisa mais assumir o volante.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

[Vídeo] Seu nome também é Legião!


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

[Vídeo] Entenda o fort-da: explicação simples e didática


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books

[Vídeo] A visão revolucionária de Fairbairn

Esta é uma pequena fatia da aula “Fairbairn e sua crítica à visão freudiana da libido” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books