O psicanalista precisa ter três ouvidos

Tradicionalmente, nós, psicanalistas, aprendemos que nossa principal ferramenta de trabalho é a escuta.

Por isso, temos uma tendência a focar nossa atenção (flutuante, diga-se de passagem) àquilo que o paciente DIZ durante a sessão.

É com base nesse material verbal que normalmente formulamos nossas hipóteses e interpretações.

Assim, se alguém nos perguntasse: “Por que você fez tal intervenção?”, poderíamos responder: “Porque o paciente me falou tais e tais coisas”.

Tudo isso está correto. Porém, a experiência comunicativa que estabelecemos com nossos analisandos não se reduz a essa troca verbal.

Frequentemente, nos flagramos pensando ou sentindo certas coisas em relação ao paciente que não conseguimos remeter diretamente a algo que ele tenha dito.

Às vezes, é o MODO como o sujeito fala, seu tom de voz ou a postura específica que adota diante de nós o “gatilho” que nos induz a certas hipóteses ou sensações.

É aí que entra o que Theodor Reik chamou de “terceiro ouvido”: uma escuta mais sutil, quase intuitiva — que toca o inconsciente antes mesmo da fala.

Quer entender melhor esse conceito e ver exemplos práticos de como isso aparece nas sessões?

Então, assista à aula “Theodor Reik e o terceiro ouvido“, publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.

A aula já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS.

A Confraria é hoje a maior e mais acessível escola de teoria psicanalítica do Brasil, com mais de 500 horas de conteúdo.

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Como a sublimação funciona?

Esta é uma pequena fatia da aula “CONCEITOS BÁSICOS 23 – Sublimação” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – CONCEITOS BÁSICOS da CONFRARIA ANALÍTICA.


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Você busca o outro apenas como um meio de satisfação?

No artigo “Os instintos [pulsões] e suas vicissitudes”, Freud afirma o seguinte:

“O objeto do instinto [pulsão] é aquele com o qual ou pelo qual o instinto [pulsão] pode alcançar a sua meta. É o que mais varia no instinto, não estando originalmente ligado a ele, mas lhe sendo subordinado apenas devido à sua propriedade de tornar possível a satisfação.”

Este trecho deixa claro que, para ele, o objeto investido pela pulsão seria tão-somente um MEIO para alcançar a satisfação.

Por “satisfação”, entenda-se “descarga”, pois Freud concebia a pulsão como uma excitação que brota no corpo e gera um estado tensão no aparelho psíquico.

Ou seja, buscamos objetos (pessoas, coisas ou até nós mesmos) para aliviar essa tensão.

Assim, se você tem um namorado, por exemplo, esse vínculo teria sido formado, essencialmente, para que vocês pudessem usar um ao outro como meios de satisfação.

Mas essa visão fazia sentido diante da realidade clínica?

O psicanalista escocês Ronald Fairbairn achava que não.

Ao observar quantas pessoas permanecem em relações extremamente insatisfatórias, ele propôs uma nova ideia:

O objeto não seria apenas um meio, mas o próprio alvo da pulsão.

Ou seja, investimos libido não apenas para descarregar tensão, mas para nos vincularmos ao outro.

Quer entender melhor essa concepção de Fairbairn e as críticas que ele faz às ideias de Freud?

Na aula que acaba de ser publicada na CONFRARIA ANALÍTICA, explico essa mudança de perspectiva e suas implicações clínicas.

O título dela é “Fairbairn e sua crítica à visão freudiana da libido” e já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS.

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[Vídeo] O susto como condição do trauma psíquico

Esta é uma pequena fatia da aula “ESTUDOS DE CASOS #19 – Cristina – Quando o corpo grita um luto não elaborado” que já está disponível no módulo ESTUDOS DE CASOS da CONFRARIA ANALÍTICA.


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Não tamponar o vazio: eis o grande desafio do processo de luto

O maior desafio que se apresenta para quem perdeu uma pessoa muito amada é aprender a SUPORTAR o vazio deixado por esta perda.

Não é fácil.

Quem está de luto precisa ter por perto pessoas com as quais possa compartilhar sua dor a fim de transformá-la, por meio da narrativa, em EXPERIÊNCIA.

Assim, apoiando-se na escuta dessas testemunhas, o enlutado pode ir pouco a pouco se tornando capaz de CONVIVER com a ausência do outro.

Infelizmente, porém, nem todo o mundo que está nessa condição tem a sorte de contar com pessoas dispostas a exercer o papel de testemunhas de seu sofrimento.

Esse foi o caso de Cristina, uma paciente atendida por uma de nossas alunas na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.

Cristina teve uma perda muito significativa na infância e, pela falta de suporte familiar, acabou agarrando-se desesperadamente ao vínculo com uma amiga.

Essa amiga acabou “preenchendo” o buraco que havia na alma da paciente, o que a privou da possibilidade de elaborar o luto de forma saudável.

Os demais capítulos trágicos dessa trajetória você confere na aula especial publicada hoje na Confraria, em que comento e analiso o caso de Cristina.

O título da aula é “ESTUDOS DE CASOS 19 – Cristina: quando o corpo grita um luto não elaborado” e ela já está disponível no módulo ESTUDOS DE CASOS.

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Para a Psicanálise, a culpa é da mãe?

Muitos detratores da Psicanálise alegam que ela teria propagado a falsa ideia de que “a culpa [dos problemas emocionais de uma pessoa] é da mãe”.

De fato, trata-se de uma afirmação que não corresponde à verdade. Porém, é igualmente falso que os psicanalistas defendam tamanha tolice.

Mas, então, como surgiu essa fake news?

Ela decorre de uma compreensão equivocada, fruto de má-fé ou pura ignorância, de uma descoberta psicanalítica importantíssima e indiscutível:

A descoberta de que o suporte físico e emocional oferecido normalmente aos bebês nos primeiros meses de vida é indispensável  para o estabelecimento das condições básicas da vida psíquica, como a integração do self, por exemplo.

E se tal cuidado é imprescindível, isso significa, obviamente, que sua ausência pode comprometer seriamente o desenvolvimento emocional.

É claro que os danos ao bebê podem variar de intensidade e estar associados a outros fatores, mas, em algum grau, tendem a ocorrer.

Ora, em 99,9% dos casos, quem oferece o suporte é a própria mãe.

Logo, quando o bebê o recebe de maneira insuficiente (o que, diga-se de passagem, não é comum), podemos dizer tranquilamente que houve uma falha no cuidado materno.

Isso não significa culpabilizar a mãe, até porque tal falha pode ter acontecido por motivos que estão fora de seu controle, como uma depressão pós-parto, por exemplo.

Quer entender isso melhor?

Então, assista à AULA ESPECIAL publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA.

Nela, eu comento trechos do artigo “A mãe dedicada comum”, de Winnicott, em que o autor explica por que reconhecer os efeitos patogênicos de falhas no cuidado materno não é o mesmo que atribuir culpa às mães.

O título da aula é “LENDO WINNICOTT #10 – A Psicanálise realmente culpabiliza as mães?” e ela já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – WINNICOTT.

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[Vídeo] Pontuação não é recomendável no tratamento da psicose

Esta é uma pequena fatia da aula “Clínica lacaniana das psicoses (II): tratamento” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – LACAN da CONFRARIA ANALÍTICA.


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Clínica lacaniana das psicoses

De um ponto de vista lacaniano, o tratamento psicanalítico da neurose visa fundamentalmente suscitar um processo de DESESTABILIZAÇÃO.

Com efeito, na neurose, o sujeito encontra-se excessivamente ESTABILIZADO em função do forte apego que tem ao seu eu ideal.

Esse apego o leva a rechaçar as dimensões de seu psiquismo que são incompatíveis com a imagem idealizada que tem de si mesmo.

E são justamente essas dimensões rechaçadas que estão na origem dos problemas emocionais que levam o neurótico a buscar ajuda.

É por isso que o analista precisa desestabilizar o sujeito: para estimulá-lo a sair deste estado de alienação e se abrir para o encontro com suas outras facetas.

Por outro lado, quando estamos trabalhando com um paciente psicótico, a análise precisa caminhar na direção oposta, ou seja, rumo à estabilização.

Afinal, na psicose falta essa espécie de centro gravitacional com o qual o neurótico pode contar para fugir de si mesmo.

No psicótico, ao invés deste centro, existe um buraco. Por isso, ele encontra-se num estado de errância, de desorientação fundamental.

Nesse sentido, o tratamento lacaniano da psicose deve ter como objetivo ajudar o sujeito a construir algo que funcione como um suplemento para essa lacuna.

Se, na neurose, o trabalho visa desestabilizar, na psicose precisamos ajudar o sujeito a encontrar caminhos para a estabilização.

— Ok, Lucas, mas, na prática, como isso acontece? O que o analista, na perspectiva lacaniana, deve e não deve fazer com pacientes psicóticos?

Eu respondo justamente essas perguntas na aula especial que foi publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.

O título dela é “Clínica lacaniana das psicoses (II): tratamento” e está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – LACAN.

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[Vídeo] A transferência na psicose

Esta é uma pequena fatia da aula “Clínica lacaniana das psicoses (I): diagnóstico” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – LACAN da CONFRARIA ANALÍTICA.


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[Vídeo] Reação contratransferencial à transferência erótica

Esta é uma pequena fatia da aula “Como manejar a transferência erótica” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.


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[Vídeo] Mau acolhimento na infância e autoimagem

Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “ESTUDOS DE CASOS 18 – Uma jovem mal acolhida que se sentia um peso para o mundo” que já está disponível no módulo ESTUDOS DE CASOS da CONFRARIA ANALÍTICA.


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Falta de acolhimento na infância pode gerar aversão à vida

Na última segunda-feira, na Confraria Analítica, nós terminamos de estudar linha a linha o texto “A criança mal acolhida e sua pulsão de morte”, de Sándor Ferenczi.

Nesse pequeno artigo, o analista húngaro defende a tese de que pessoas que não foram bem acolhidas na infância frequentemente se tornam autodestrutivas.

— Mas o que significa ser bem acolhido na infância, Lucas?

É simples:

Os pais acolhem bem suas crianças quando as tratam com tamanha ternura que elas crescem com a certeza de serem amadas e desejadas.

Essa certeza, essencial para a saúde psíquica infantil, não nasce na alma daqueles inúmeros meninos e meninas que são abandonados pelos pais por exemplo.

Esse foi o caso de Amanda (pseudônimo), paciente atendida por uma aluna da Confraria, cuja história analiso na aula especial publicada hoje em nossa plataforma.

Trata-se de uma jovem adulta que iniciou sua análise queixando-se de uma série gigantesca de afetos negativos, entre os quais a falta de vontade de viver.

Como previsto por Ferenczi, essa moça desenvolveu uma verdadeira aversão a si mesma e à própria existência por ter sido muito maltratada quando criança.

Internalizando a mensagem de que não era bem quista por sua própria família, Amanda cresceu se percebendo como um peso para o mundo.

Um peso morto, diga-se de passagem.

Felizmente, com a terapia, esse cenário começou a se modificar…

O título da aula em que comento o caso dessa paciente é “ESTUDOS DE CASOS 18 – Uma jovem mal acolhida que se sentia um peso para o mundo”.

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[Vídeo] Mania: fuga da depressão

Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “Transtorno bipolar: uma visão psicanalítica” que já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.


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[Vídeo] Transtorno bipolar tipo I

Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “Transtorno bipolar: critérios para o diagnóstico” que já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.


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“A imaturidade é uma parte preciosa da experiência adolescente” (Donald Winnicott)

Em 1968, Donald Winnicott foi convidado para apresentar um trabalho na 21ª reunião anual da Associação Britânica de Saúde do Estudante.

O analista inglês decidiu falar sobre a imaturidade do adolescente e defendeu a tese de que essa falta de maturidade precisa ser não só respeitada, mas, sobretudo, valorizada.

Por ainda não ser suficientemente maduro para ter visão de longo prazo, por exemplo, o adolescente tem mais liberdade que o adulto para desafiar o status quo.

Para Winnicott, a sociedade precisa ser “sacudida pelas aspirações daqueles que não são responsáveis”.

De fato, o idealismo adolescente pode despertar os adultos do torpor conformista ao qual tendem a se entregar pelos inúmeros desafios do cotidiano.

No entanto, para que os adolescentes possam sonhar, idealizar e transgredir, é preciso justamente que os adultos não abdiquem das rédeas da responsabilidade.

E é justamente essa relação dialética entre liberdade adolescente e responsabilidade adulta que está no centro do artigo de Winnicott.

Na AULA ESPECIAL publicada hoje (sexta) na CONFRARIA ANALÍTICA, eu comento alguns trechos do artigo e extraio deles algumas orientações valiosíssimas para pais e analistas de adolescentes.

O título da aula é “LENDO WINNICOTT 09 – O adolescente e sua necessária imaturidade” e ela já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – WINNICOTT.

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