
Freud descobriu que nossa mente é governada por uma lei fundamental: o princípio do prazer.
Obedientes a essa lei, estamos sempre tentando evitar a experiência do desprazer ou, no mínimo, amenizá-la.
Quando a fonte do sofrimento é uma situação externa, podemos simplesmente nos afastar — caso isso seja possível.
Porém, se a dor é provocada por conteúdos psíquicos, ou seja, por coisas que estão “dentro” de nós, fugir não é uma opção.
Nesses casos, precisamos lançar mão de certas OPERAÇÕES MENTAIS para evitar o desprazer ou, pelo menos, reduzi-lo a uma intensidade suportável.
Na Psicanálise, nós chamamos essas operações de MECANISMOS DE DEFESA, pois, como você já entendeu, elas servem para nos proteger do sofrimento.
Uma pessoa psicologicamente frágil não aguenta muita dor. Por isso, tende a utilizar mecanismos de defesas mais severos, que negam e distorcem a realidade.
Por outro lado, indivíduos emocionalmente maduros conseguem suportar uma boa dose de desprazer sem se desesperarem.
Isso lhes permite empregar defesas mais brandas e até construtivas.
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