Pare de estudar Psicanálise de forma solta. Na Confraria Analítica, você encontra aulas semanais, seminários teóricos, estudos de casos e um acervo completo para aprofundar sua formação. Seja meu aluno!
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Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.
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Se o paciente me pedir um copo d’água durante a sessão eu devo negar?
Não atender a demanda é ficar em silêncio quando o paciente me pede uma orientação?
Há casos ou situações excepcionais em que o analista deve atender a demanda?
Eu respondo todas essas perguntas na aula “O que significa ‘não atender a demanda’?”, publicada nesta sexta na Confraria Analítica, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A aula já está disponível no módulo “Aulas Temáticas – Temas Variados”.
Para ter acesso à ela e a todo o nosso acervo de mais de 400 aulas (mais de 600 horas de conteúdo), seja meu aluno na Confraria.
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O que, de fato, leva um paciente, em análise, a mudar, a melhorar, a sair de sua condição de sofrimento?
Em 1934, o psicanalista britânico James Strachey tentou responder essa pergunta em um artigo que se tornaria um clássico:
“A natureza da ação terapêutica da Psicanálise”
O resultado dessa investigação foram três noções inovadoras:
Círculo vicioso neurótico
Superego auxiliar
Interpretação mutativa
Para Strachey, o neurótico não consegue sair sozinho de seu sofrimento porque retroalimenta suas defesas ao projetar suas fantasias na realidade, ou seja, ele fica preso a um “círculo vicioso”.
A análise conseguiria interromper esse processo porque o analista resiste às projeções do paciente, apresentando-se como um “objeto bom” que vai sendo internalizado pelo sujeito (“superego auxiliar”).
A ferramenta clínica que fomentaria essa internalização seria a “interpretação mutativa”, na qual o analista mostra ao paciente seu movimento projetivo acontecendo ao vivo e a cores na transferência.
Como eu disse, Strachey escreveu essas coisas em 1934.
Como aplicá-las hoje, em 2026, numa clínica contemporânea muito mais variada do que aquela que os analistas encontravam em meados do século XX?
No artigo, Strachey se limita a falar de pacientes que projetam seu superego cruel — vem daí a ideia de que o analista poderia funcionar como um “superego auxiliar”.
Mas como pensar os casos em que o paciente projeta outros elementos, tais como um objeto interno abandonador ou sedutor?
E como fazer, na prática, uma interpretação mutativa?
Eu trabalho todas essas questões na aula “Por que a Psicanálise é terapêutica?”, que acaba de ser publicada na Confraria Analítica.
A Confraria é a maior e mais acessível escola de formação teórica em Psicanálise, com um acervo de mais de 400 aulas, o que equivale a mais de 600 horas de conteúdo.
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Esta é uma pequena fatia da aula “LENDO KLEIN 10 – O poder ansiolítico da interpretação” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – KLEIN da CONFRARIA ANALÍTICA.
Na Psicanálise, nós tradicionalmente acreditamos que o analista só deve interpretar quando a transferência positiva já está consolidada.
O racional que fundamenta esse princípio é muito simples:
Uma boa relação com o analista permite que o paciente possa suportar o peso das interpretações — e não sair correndo da análise.
Por isso, costuma-se recomendar aos analistas iniciantes que evitem interpretar nas primeiras sessões.
Mas… E se eu te disser que essa visão clássica é unilateral e deveria ser relativizada?
Quem nos ensina isso é a “mamacita” da Psicanálise, a sra. Melanie Klein.
Ela mostra que a ideia de interpretar somente após a transferência positiva nasce de uma concepção reducionista da interpretação.
Na visão clássica, interpretar é sempre algo que tende a angustiar o paciente na medida em que aponta para o que nele está recalcado.
Porém, diz Melanie Klein, para muitos pacientes, o efeito de uma interpretação pode ser justamente o contrário: uma redução da ansiedade.
Isso porque, ao interpretar, o analista está dando nome e, portanto, contorno àquilo que o paciente vivencia como intensamente caótico dentro de si.
Por isso, muitos analisandos, especialmente os que apresentam uma estrutura egoica mais frágil, podem sentir alívio ao ouvirem uma interpretação.
E quando o paciente se sente assim, a tendência é que a relação com o analista melhore, concorda?
É por isso que Melanie Klein acredita que a interpretação pode fortalecer a transferência positiva ou até abrir caminho para ela.
A autora demonstra essa tese ao narrar o tratamento bem-sucedido de Ruth, uma garotinha de 4 anos, extremamente ansiosa e resistente à análise.
E é justamente a narrativa desse caso clínico que eu comento na aula publicada hoje (sexta) na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
O título da aula é “LENDO KLEIN 10 – O poder ansiolítico da interpretação” e ela já está disponível para todos os alunos no módulo AULAS TEMÁTICAS – KLEIN.
Esta é uma pequena fatia da aula “LENDO WINNICOTT 13 – A importância do brincar na clínica de adultos” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS – WINNICOTT da CONFRARIA ANALÍTICA.
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