
Em 1968, Donald Winnicott foi convidado para apresentar um trabalho na 21ª reunião anual da Associação Britânica de Saúde do Estudante.
O analista inglês decidiu falar sobre a imaturidade do adolescente e defendeu a tese de que essa falta de maturidade precisa ser não só respeitada, mas, sobretudo, valorizada.
Por ainda não ser suficientemente maduro para ter visão de longo prazo, por exemplo, o adolescente tem mais liberdade que o adulto para desafiar o status quo.
Para Winnicott, a sociedade precisa ser “sacudida pelas aspirações daqueles que não são responsáveis”.
De fato, o idealismo adolescente pode despertar os adultos do torpor conformista ao qual tendem a se entregar pelos inúmeros desafios do cotidiano.
No entanto, para que os adolescentes possam sonhar, idealizar e transgredir, é preciso justamente que os adultos não abdiquem das rédeas da responsabilidade.
E é justamente essa relação dialética entre liberdade adolescente e responsabilidade adulta que está no centro do artigo de Winnicott.
Na AULA ESPECIAL publicada hoje (sexta) na CONFRARIA ANALÍTICA, eu comento alguns trechos do artigo e extraio deles algumas orientações valiosíssimas para pais e analistas de adolescentes.
O título da aula é “LENDO WINNICOTT 09 – O adolescente e sua necessária imaturidade” e ela já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – WINNICOTT.
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