[Vídeo] O problema dos terapeutas palpiteiros


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

[Vídeo] React #03 – Ex-psicanalista no Eslen Podcast (parte 02)


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

[Vídeo] Os problemas da Neuropsicanálise

Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “Psicanálise e Neurociências: uma introdução ao debate” que já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

Precisamos de uma Neuropsicanálise?

Nas últimas décadas, as chamadas Neurociências têm produzido um vasto corpo de conhecimentos acerca do funcionamento do cérebro.

Diante desse cenário, nós, psicanalistas, somos chamados a tomar uma posição.

Alguns recebem com muito entusiasmo as descobertas neurocientíficas e consideram que elas podem ser a base “científica” que faltava para nossas teorias.

Para eles, a Psicanálise deve se fundir com as Neurociências e constituir uma nova disciplina, a Neuropsicanálise — projeto já em andamento, diga-se de passagem.

Um segundo grupo de analistas adota uma postura que eu ousaria chamar de fóbica.

Afinal, temendo que a Psicanálise seja engolida pelas Neurociências, essa ala entende que não há nenhuma articulação possível entre os dois campos.

Para tais analistas, a Psicanálise não faz parte do mesmo regime discursivo das pesquisas sobre o cérebro e só tem a perder com um eventual diálogo.

Um terceiro grupo (no qual me incluo) é menos extremado do que os dois primeiros.

Ele acredita que a Psicanálise deve se manter como um campo autônomo e distinto, mas aberto à interlocução com as Neurociências.

Esse grupo entende que as descobertas sobre o funcionamento do cérebro não são o fundamento empírico que precisávamos para validar nossas teorias.

Afinal, a clínica já cumpre muito bem esse papel.

Para tais analistas, os dados neurocientíficos são apenas contribuições valiosas que podem nos ajudar a repensar nossas teorias e enriquecer nosso campo.

Se você quer entender melhor essas três posições e seus respectivos argumentos, assista à AULA ESPECIAL publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA.

O título da aula é “Psicanálise e Neurociências: uma introdução ao debate” e está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS.

A Confraria é a maior e mais acessível escola de teoria psicanalítica do Brasil.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

Não seja um terapeuta palpiteiro!

Um dos piores erros que um terapeuta pode cometer é aconselhar o paciente a tomar certas decisões em sua vida.

Veja: eu não estou me referindo a orientações genéricas e inofensivas do tipo: “Talvez lhe faça bem começar a praticar atividades físicas”.

Estou falando de casos em que o terapeuta sugere explicitamente ao paciente que escolha a opção A em detrimento da B.

“Você deveria se separar”.

“Você deveria sair desse emprego”.

“Você deveria se afastar da sua mãe”.

É claro que são poucos os profissionais que enunciam seus conselhos dessa forma tão crua e direta.

A maioria dos terapeutas palpiteiros é mais sutil, mas o paciente percebe claramente que está sendo induzido a ir por determinado caminho.

Por que isso é tão pernicioso?

Em primeiro lugar, porque transforma a terapia numa relação pedagógica, em que o profissional fica na posição de professor e o paciente na de aluno.

E por que isso é ruim, Lucas?

Ora, porque um pressuposto da relação pedagógica é que o professor sabe e o aluno não. E, na terapia, quem detém o saber é o paciente, não o terapeuta.

A segunda razão pela qual terapeutas não devem ficar dando conselhos é que tal postura pode levar o paciente a se sentir cobrado e pressionado.

Assim, o profissional deixa de ser visto como alguém que vai acolher e ajudar e passa a ser percebido como uma autoridade a ser obedecida.

Por último, mas não menos importante:

O caminho sugerido pelo terapeuta pode ser, de fato, benéfico para a saúde mental do paciente.

No entanto, se o paciente escolhe esse caminho simplesmente porque foi aconselhado a fazê-lo, o efeito terapêutico da decisão não acontecerá.

Afinal, o sujeito ainda não está preparado para sustentá-la.

E como é que eu sei que ele não está preparado?

Porque, caso estivesse, a decisão brotaria espontaneamente, sem que o terapeuta precisasse sugeri-la.

Todo terapeuta inevitavelmente pensa em seu íntimo que o paciente deveria ir pelo caminho X ou Y.

Mas só os bons terapeutas são capazes de não ceder a essa tentação de querer controlar a vida de quem estão atendendo.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

[Vídeo] Quais são os seus meios de compensação?


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

[Vídeo] André Green e o conceito de “mãe morta”


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

[Vídeo] A relação com o analista é transformadora


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

[Vídeo] React #01 – Ana Beatriz falando groselhas sobre Psicologia e Psicanálise


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

[Vídeo] Mania: fuga da depressão

Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “Transtorno bipolar: uma visão psicanalítica” que já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

Transtorno bipolar: visão da Psicanálise

Naquela terça-feira, Maurício acordou com o coração acelerado.

Olhou para o celular e viu que eram só 5 e 15 da manhã.

Normalmente, ele se levantava às sete, pois precisava estar no trabalho às oito.

Naquele dia, porém, o rapaz não sentiu vontade de voltar a dormir.

Embora tivesse dormido apenas cinco horas, sentia-se incrivelmente disposto, como se tivesse descansado a noite inteira.

Por isso, decidiu se levantar e foi imediatamente para o escritório para trabalhar em seu projeto de mestrado.

Há meses havia abandonado o documento, mas, naquela terça, por alguma razão que desconhecia, sentiu vontade de retomá-lo.

Motivado e cheio de energia, ele quase finalizou o projeto em uma hora.

Comentando o episódio com Jonas, um amigo, ele disse:

— Cara, parecia que uma força tomou conta de mim. Eu não conseguia parar de escrever. As ideias vinham na minha cabeça numa velocidade impressionante!

Jonas notou que Maurício estava muito mais animado e falante do que costumava ser e achou aquilo muito estranho, pois sabia que o amigo havia perdido a namorada num acidente de carro há alguns dias.

Nos dias seguintes, o rapaz continuou dormindo pouco, mas não se sentia cansado ou sonolento.

Pelo contrário! Quanto menos dormia, mais energia parecia ter.

Seus pais chegaram a suspeitar que estivesse usando alguma substância, pois nunca o haviam visto tão entusiasmado e ativo.

Na verdade, o jovem estava vivenciando um episódio de hipomania, um estado de humor anormal que, não por acaso, apareceu logo após o falecimento da namorada.

Algumas semanas depois, Maurício virou outra pessoa: ficou tão deprimido que chegou a pensar seriamente em tirar a própria vida.

Consultando-se com uma psiquiatra, recebeu o diagnóstico de Transtorno Bipolar Tipo II.

Do ponto de vista psicanalítico, o que poderia explicar a transição abrupta entre euforia e depressão que Maurício experimentou?

A resposta está na AULA ESPECIAL publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.

O título da aula é “Transtorno bipolar: uma visão psicanalítica” e ela já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS.

Link para fazer parte da Confraria: https://confrariaanalitica.com/ .


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books.

Quais são as suas compensações?

Embora não seja propriamente um conceito, a palavra “compensação” nos ajuda a entender com muita clareza uma das principais descobertas da Psicanálise.

Foram processos de compensação que Breuer, colega de Freud, vislumbrou nos sintomas de Anna O. ao criar o método catártico, embrião da terapia psicanalítica.

Se a paciente melhorava ao falar sobre sentimentos reprimidos, isso acontecia justamente porque seus sintomas eram uma forma de compensar a repressão.

Anna desenvolveu aversão a líquidos, por exemplo, por ter reprimido um sentimento de raiva ao ver o cãozinho de sua dama de companhia tomando água em um copo.

“Retorno do recalcado”: esse foi o termo técnico que Freud inventou para se referir à dinâmica psíquica que leva um sintoma a substituir uma reação reprimida.

De fato, os conteúdos que nós recalcamos (por culpa, vergonha etc.), não desaparecem nem ficam quietinhos e isolados num canto da alma.

Não! Eles retornam. Ou, pelo menos, tentam fazer isso…

Como diz o poeta, “sentimento ilhado, morto, amordaçado… volta a incomodar”.

A pressão do conteúdo reprimido para retornar à consciência nos obriga a criar algum sintoma ou inibição para compensar a repressão.

Há pessoas, por exemplo, que compensam a repressão de sua agressividade tornando-se exageradamente boazinhas e simpáticas.

Outros compensam a repressão do luto e da culpa por meio de uma alegria artificial e de um excesso de atividades e energia.

E não podemos nos esquecer daqueles que se tornam demasiadamente moralistas e rigorosos para compensar os fortes impulsos “proibidos” que reprimem.

O problema é que o recalcado pressiona tanto que os meios de compensação frequentemente se mostram insuficientes para proteger o sujeito da angústia.

Das duas uma: ou a compensação torna-se muito custosa ou começa a não funcionar, como uma faca que perdeu o fio.

Embora seja sofrida, essa experiência de fracasso pode ser muito produtiva, pois estimula a pessoa a questionar se vale a pena continuar fugindo de si mesma.

E tal indagação, por sua vez, pode acabar levando o sujeito à sábia decisão de fazer análise.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books.

[Vídeo] A mente do bebê em Melanie Klein: explicação didática


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books.

[Vídeo] Transtorno bipolar tipo I

Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “Transtorno bipolar: critérios para o diagnóstico” que já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books.

Entenda como é feito o diagnóstico de transtorno bipolar

Há muito tempo, o termo “bipolar” ultrapassou as fronteiras do mundo psi e caiu nas graças do senso comum.

Assim, frequentemente ouvimos pessoas dizerem que fulano de tal é “bipolar” porque muda de atitude ou de humor de forma abrupta.

De fato, esse uso popular do termo tem um pouco de relação com seu sentido técnico.

Contudo, é preciso deixar claro que um indivíduo não é diagnosticado com transtorno bipolar apenas por mudar de opinião com facilidade.

A expressão “transtorno bipolar” foi inventada na década de 1980 para substituir o termo “psicose maníaco-depressiva”, que vinha sendo utilizado desde o século XIX.

Assim, as duas polaridades em questão são a mania e a depressão.

Um sujeito em estado maníaco fica (aparentemente “do nada”) patologicamente “energizado”, tornando-se excessivamente eufórico ou irritável.

Essa mesma pessoa pode, alguns dias depois, ou em outro momento da vida, entrar em depressão e ficar exageradamente triste, vazia e sem vontade de viver.

A psiquiatria contemporânea especifica dois tipos de transtorno bipolar: o tipo I, mais raro, diagnosticado pela presença de apenas um episódio maníaco ao longo da vida; e o tipo II, mais prevalente, caracterizado por pelo menos um episódio hipomaníaco (uma forma mais atenuada de mania) e um episódio depressivo.

Eu decidi apresentar aos alunos da CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise, uma visão psicanalítica sobre essa patologia.

Antes disso, julguei necessário ministrar uma aula explorando DETALHADAMENTE os critérios utilizados pela psiquiatria para diagnosticá-la.

O título dessa aula é “Transtorno bipolar: critérios para o diagnóstico” e ela acaba de ser publicada no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS da Confraria.

Link para fazer parte da Confraria: https://confrariaanalitica.com/ .


Participe da CONFRARIA ANALÍTICA, uma comunidade exclusiva, com aulas semanais ao vivo comigo, para quem deseja estudar Psicanálise de forma séria, rigorosa e profunda.

➤ Adquira o meu ebook “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental”

➤ Adquira o meu ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”

➤ Adquira o meu ebook “O que um psicanalista faz?”

➤ Adquira o pacote com os 3 e-books.