[Vídeo] O invejoso é um ingrato iludido

Este vídeo é o nono e último da série “Os Dez Mandamentos” visto que os dois últimos mandamentos tratam da mesma questão: a cobiça de objetos alheios, ou seja, a inveja. No vídeo, falo sobre as duas principais causas da inveja e sobre os movimentos subjetivos necessários para vencê-la.


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[Vídeo] Posição esquizoparanoide e posição depressiva: uma breve introdução a Melanie Klein

Neste vídeo: confira as principais contribuições de Melanie Klein para a teoria psicanalítica obtidas por meio da técnica do brincar.


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Divã do Nápoli #01

A partir desta semana, você encontrará na minha coluna do @diarioriodoce a seção DIVÃ DO NÁPOLI na qual responderei perguntas dos seguidores do Instagram (@lucasnapolipsicanalista) acerca de saúde emocional, desenvolvimento pessoal e Psicanálise.

Se você também quiser ter a chance de ver sua pergunta sendo respondida, fique atento: toda sexta-feira à noite abrirei a caixinha de perguntas nos stories e escolherei três questões para serem abordadas no próximo DIVÃ.

Veja abaixo uma das perguntas respondidas nesta primeira edição. Para ler as outras, clique aqui.

Como seriam o amor e o ódio para Freud? Eles andam juntos?

Resposta: Amor é uma palavra que utilizamos para nomear um tipo de vínculo entre uma pessoa e um objeto (que pode ser outra pessoa, um animal, uma coisa, uma instituição, uma ideia etc.) em que o segundo é fonte de alegria para a primeira. Em outras palavras, amar significa se alegrar em função da ligação com um determinado objeto. O ódio parece ser o oposto do amor porque nele o objeto não funciona para o sujeito como fonte de alegria, mas de tristeza. No entanto, existe um elemento comum entre o amor e o ódio que é o vínculo. Tanto para amar quanto para odiar, eu preciso estar me relacionando com o objeto. Não existe ódio sem destinatário. É por isso que Freud costumava dizer que o contrário do amor é a indiferença e não o ódio. Quando sou indiferente a alguém significa que essa pessoa não me afeta, ou seja, não existe nenhum tipo de ligação entre mim e ela. O ódio, por sua vez, frequentemente é o produto de um amor fracassado: não raro, odiamos o outro quando ele não corresponde às nossas expectativas, ou seja, quando não se apresenta mais como amável. Nesse sentido, por trás do ódio, amiúde podemos encontrar um amor frustrado.


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3 apps que tornam o meu dia mais produtivo


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Por que caímos nas mesmas atitudes autodestrutivas mesmo tendo consciência delas?

Pergunta feita a mim nos stories do Instagram

Saber que um comportamento é autodestrutivo não é o suficiente para modificá-lo.

Os comportamentos autodestrutivos são meios que o Inconsciente encontra para satisfazer seus impulsos e tendências, os quais são provenientes de nossa infância.

Isso acontece em duas situações:

1 – Quando a pessoa bloqueou todas as demais formas saudáveis de expressão do Inconsciente, “obrigando-o” a se satisfazer por uma via patológica.

ou

2 – Quando os próprios impulsos e tendências do Inconsciente só podem encontrar satisfação (a princípio) por meio da encenação de situações autodestrutivas. Isso acontece, por exemplo, quando no Inconsciente existem impulsos de natureza masoquista.

Para deixar de cair em atitudes autodestrutivas, o sujeito precisará “reconectar-se” com seu Inconsciente a fim de discernir suas intenções e fornecer novos caminhos de satisfação para ele ou mesmo para convencê-lo a renunciar a certos impulsos e tendências.

Esta é uma maneira figurada de falar sobre o que acontece ao longo de uma terapia psicanalítica.


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Qual é a fantasia que te protege do Real?

Nós não vivemos no Real.

Nossa relação com ele é mediada por uma coisa que em Psicanálise a gente chama de fantasia.

O que nós chamamos de realidade é a versão do Real que nossa fantasia nos apresenta.

Precisamos da mediação da fantasia porque o Real é insuportável de ser visto a olho nu. Ele é caótico, sem sentido, indizível.

Por isso, precisamos de uma fantasia que nos diga quem somos, o que esperar do outro, como devemos nos posicionar, quais são as regras do jogo da vida.

A fantasia faz parecer que a existência é compreensível e previsível. Ela nos orienta.

Contudo, diferentemente do delírio psicótico (que também faz frente ao Real), falta na fantasia o elemento da certeza. No fundo, sabemos que nossas fantasias são construídas, fabricadas, artificiais, ou seja, sabemos que não refletem necessariamente o Real.

Se nos apegamos tão fortemente a elas a ponto de adoecermos para justificá-las é porque nos protegem do encontro com o Real insuportável.

Há muitas formas de formular o que se busca numa análise. Uma delas é: numa análise se busca ajudar o sujeito a se descolar (e se deslocar) de sua fantasia a fim de que o Real passe a ser visto por ele como menos ameaçador.


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Aperte o botão certo do elevador

Ontem à tarde fui ao consultório atender um paciente e, enquanto aguardava o elevador, tive um insight que quero compartilhar com vocês.

O insight foi motivado pela seguinte situação: à minha frente, no corredor do prédio onde ficam os elevadores, havia uma moça também esperando. Contudo, ela havia apertado o botão com a seta para baixo, que significa, em “linguagem de elevador”, que a pessoa pretende ir a algum andar inferior, o que não era o desejo dela. Tal como eu, a jovem queria subir.

Ao perceber que ela havia se confundido, imediatamente fui até o painel e apertei o botão com a seta para cima. Do contrário, ficaríamos ali aguardando muito mais tempo que o necessário.

Foi nesse momento que me veio à mente a ideia de que muitas vezes agimos igualzinho a essa moça, mas em relação à vida de forma geral.

É fácil compreender por que ela apertou o botão com a seta para baixo. Provavelmente se trata de alguém que não utiliza elevadores com frequência e que deve ter pensado: “Bem, se eu quero que o elevador, que está lá nos andares de cima, desça para vir ao meu encontro, preciso apertar o botão que sinaliza esse movimento de descida.”.

Faz sentido. O que a moça não sabia é que aqueles botões servem para sinalizar ao elevador o que VOCÊ DESEJA e não o que você quer que ELE FAÇA.

Frequentemente me deparo na clínica, na docência e em minhas relações pessoais com pessoas que vivem infelizes e permanentemente frustradas porque ficam, exatamente como essa jovem, à espera de que o mundo perceba o que elas querem e atenda aos seus desejos.

Quantas separações não poderiam ser evitadas se cada um dos cônjuges dissesse clara e abertamente para o outro o que deseja e como deseja ao invés de ficarem simplesmente esperando que o parceiro “adivinhe”?

Quantos profissionais competentes não estariam prosperando se parassem de reclamar que “não são valorizados pelo mercado” e passassem a gerar de forma autônoma, com os meios à sua disposição, valor para suas comunidades?

Muitas vezes ficamos nutrindo a esperança de que o acaso nos presenteie com oportunidades ao invés de buscarmos ativamente tornar o nosso desejo uma realidade.


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[Vídeo] Somos todos falsas testemunhas

Neste oitavo vídeo da série “Os Dez Mandamentos” comento o mandamento “Não levantar falso testemunho” mostrando que, do ponto de vista psicanalítico, mentir para si mesmo é uma atitude que faz parte da condição humana. Adoecemos emocionalmente quando esse “falso testemunho” sobre si ocorre em excesso.


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[Vídeo] 3 motivos pelos quais é tão difícil TERMINAR um relacionamento

Neste vídeo falo sobre três motivos que explicam por que é tão difícil para muitas pessoas terminarem um relacionamento mesmo estando insatisfeitas com ele.


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Sublimação: uma saída para nossos conflitos internos

A existência das restrições e limites impostos pela realidade, pela sociedade, pela civilização é o que nos impede de viver satisfazendo nossos impulsos de forma direta o tempo todo. É claro que transamos e, eventualmente, nos agredimos (verbal e fisicamente), mas isso não é o suficiente para satisfazer os impulsos do id; eles pedem muito mais. É aí que entra a sublimação: esse mecanismo permite que a gente descarregue os impulsos do id por meio da literatura, dos videogames, das artes marciais, do esporte etc. Todas essas atividades não são a expressão direta da sexualidade ou da agressividade, mas podem ser meios simbólicos para a satisfação dessas inclinações.

Leia o texto completo clicando aqui.


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Ansiedade é como febre: apenas um sinal de que algo não vai bem

Se você se consultar com um médico e disser: “Doutor, o meu problema é febre.”, o que o profissional fará? Provavelmente, ao término da consulta, lhe receitará algum remédio para reduzir a febre, mas, antes, lhe fará uma série de perguntas e solicitará exames para identificar o que tem causado o aumento atípico da sua temperatura corporal.

Perceba: você chegou lá se queixando de febre, mas o olhar do médico estará muito mais voltado para aquilo que está na origem dessa queixa do que para o estado febril em si. O profissional age assim porque entende a febre apenas como o sinal, o indicativo do verdadeiro problema, o qual pode ser uma infecção ou outro processo fisiológico anormal.

A febre funciona como um alerta que o corpo dispara para nos informar que algo não vai bem. Frequentemente ela é a expressão de uma reação natural de defesa do organismo contra algo que perturba seu funcionamento.

A ansiedade exerce um papel semelhante em nossa vida psíquica. Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, ela não é uma doença emocional. Em primeiro lugar, a ansiedade é uma experiência inevitável, adaptativa e saudável. Quando ficamos ansiosos antes de uma prova ou de uma apresentação em público, por exemplo, nos tornamos mais atentos e nos preparamos para aquele desafio.

O excesso de ansiedade é que é problemático. Todavia, não é a ansiedade exagerada ou frequente o verdadeiro problema. O fato de você estar momentaneamente muito ansioso ou o tempo todo ansioso é apenas um sinal, assim como a febre, de que algo em você não está OK. Nesse sentido, é preciso ir em busca das CAUSAS desse estado de ansiedade excessiva e frequente.

Ninguém fica ansioso por acaso. A ansiedade nos visita em situações nas quais nos sentimos ameaçados. E as ameaças em questão na maioria das vezes estão dentro de nós. Os acontecimentos externos apenas as evocam.

E assim como a febre só termina de fato quando o agente infeccioso é identificado e combatido, assim também a ansiedade excessiva só desaparece quando descobrimos nossas “ameaças” internas e as elaboramos, fazendo com que não mais os percebamos como conteúdos perigosos.


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[Vídeo] O que leva alguém a furtar?

No sétimo episódio da série “Os Dez Mandamentos”, faço uma reflexão sobre o sétimo mandamento (“Não furtarás”) tendo em vista as duas motivações básicas que levam alguém a querer tomar posse de algo que pertence a outra pessoa.


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O Inconsciente é uma carta cujo remetente e o destinatário são a mesma pessoa: você

O Inconsciente não é apenas o quartinho psíquico da bagunça, onde você deposita objetos, vestimentas e trecos que supostamente não têm mais serventia.

O Inconsciente não é apenas a lata de lixo da alma, para onde vão todos os restos e dejetos que você precisa descartar para viver limpinho.

O Inconsciente não é apenas a parte de baixo do tapete mental para a qual você varre aquela insistente poeira que não quer ver e nem quer que os outros vejam.

O Inconsciente é fundamentalmente um discurso, uma manifestação, um texto que você dirige a si mesmo. Fala contida, amordaçada, tolhida, que você insiste em articular e, ao mesmo tempo, resiste a escutar.

Do que se trata esse discurso? De velhos objetos, de roupas que saíram de moda, de restos, de dejetos, dessa poeira incômoda que, por mais que seja varrida, sempre volta…

É sobre essas coisas descartadas, ocultas, guardadas que você está sempre falando para si mesmo, escrevendo na própria carne. No Inconsciente.


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[Vídeo] Narcisismo não é amar a si mesmo. Pode ser o contrário…

Neste vídeo: entenda por que narcisismo é diferente de amor-próprio e como o excesso de narcisismo pode ser autodestrutivo.


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Você sabe quem foi Melanie Klein?

As principais contribuições teóricas de Melanie Klein para a Psicanálise derivam de suas experiências de análise com crianças. Diferentemente do que pensava Freud, para quem a Psicanálise não seria possível com o público infantil, Klein acreditava que as crianças poderiam receber terapia psicanalítica desde que fossem feitas algumas adaptações no método que, até então, vinha sendo utilizado apenas com adultos. Klein defendia, por exemplo, que, em vez da associação livre (falar espontaneamente o que vier à cabeça), a técnica a ser utilizada com crianças deveria ser o brincar. Para a autora, é nas brincadeiras que as crianças expressam as fantasias que estão depositadas em seu Inconsciente e que se encontram na origem do adoecimento.

Leia o texto completo clicando aqui.


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