Muitas pessoas sofrem porque sentem uma compulsão por agradar a todos. Esse é o seu caso? Você tem dificuldades para expressar sua agressividade, confrontar pessoas e enfrentar situações de conflito? Então, este vídeo foi feito para você!
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Muitas pessoas sentem que estão o tempo todo em dívida em relação a si mesmos e, por isso, vivem ansiosos. Se esse é o seu caso, você PRECISA assistir a este vídeo. Nele explico o que é a autocompaixão, o antídoto contra o excesso de autocobranças.
Você tem dificuldades para fazer escolhas? Sofre muito sempre que precisa tomar uma decisão importante? Então este vídeo foi feito para você. Nele explico quais são os dois fatores que costumam levar as pessoas a se tornarem reféns da hesitação.
Quer saber como interagem as três instâncias da segunda tópica do aparelho psíquico de Freud? Então, assista a esse vídeo. Spoiler: o ego está na posição nada confortável de mediador de conflitos.
Você quer entender o conceito de superego em Psicanálise? Então, este vídeo foi feito exatamente para você! Este é o terceiro episódio da série em que explico a segunda tópica do aparelho psíquico de Freud.
Dica de leitura:
Diante da importância do superego, tanto no nível da metapsicologia e da psicopatologia quanto no de suas implicações no domínio do tratamento, é realmente pertinente e proveitoso consagrar-nos ao seu estudo. Neste livro, trata-se de pôr à prova a dupla polaridade, clássica, do superego; por um lado, uma instância de proibição; por outro, uma instância que extrai sua força das pulsões.
Neste vídeo você entenderá de uma vez por todas o conceito de ego em Psicanálise.
Este é o segundo episódio da série em que explico a segunda tópica do aparelho psíquico de Freud. P. S.: Houve um pequeno problema de sincronização entre o áudio e o vídeo a partir do minuto 12, mas isso não comprometeu a explicação. Desculpem!
Neste vídeo você irá finalmente aprender o que é esse tal de id sobre o qual tanto se fala em Psicanálise. Trata-se da primeira parte de uma série em que pretendo explicar toda a segunda tópica de Freud em idioma humanês.
Não caia na armadilha de tentar tratar o seu adoecimento emocional apenas com força de vontade. Você não conseguirá, sentir-se-á aflito e, de quebra, arruinará ainda mais sua autoimagem. Não subestime a complexidade da sua alma.
Muitos psicanalistas, influenciados pela tradição francesa, se esquecem de que Freud entendia que a Psicanálise tinha uma função não só terapêutica, mas também educativa. O velho acreditava que o método inventado por ele servia para desfazer os praticamente inevitáveis equívocos que são cometidos na educação das crianças. Afinal, para Freud, tais equívocos são justamente fatores que contribuem para a formação das fixações que, na idade adulta, darão origem aos sintomas neuróticos. Por isso, o médico vienense costumava dizer que a Psicanálise era uma espécie de “pós-educação”. Ficou curioso para entender melhor essa história? Então, assista ao vídeo abaixo:
“Fale. Fale tudo o que lhe vier à cabeça. Não se preocupe se fará sentido, se eu irei gostar, se terá coerência. Apenas, fale.” É mais ou menos assim que os analistas convidam seus pacientes a fazerem aquilo que Freud entendia ser o elemento crucial para o desenvolvimento da terapia analítica: a técnica da associação livre. Você já deve ter ouvido falar a respeito disso. Todavia, assista ao vídeo abaixo para conhecer algumas das principais implicações desse procedimento e os motivos pelos quais ele é utilizado na Psicanálise.
Freud dizia que “as histéricas sofrem de reminiscências”. Isso está lá nos “Estudos sobre Histeria”. Contudo, tal asserção vale não só para a histeria, mas para todas as formas de neurose. Adoecer emocionalmente depende estruturalmente de uma dificuldade de superação do passado. O neurótico, portanto, é aquele que vive inconscientemente apegado ao passado: a objetos de amor passados, a padrões defensivos passados, a traumas passados etc. Confira meus comentários a respeito disso no vídeo abaixo:
Freud descobriu (e todo analista tem acesso à mesma descoberta) que o nosso eu é, na verdade, uma amálgama de traços de outras pessoas. Mas não se trata de quaisquer pessoas. As pessoas cujas traços incorporamos ao ego são aquelas nas quais investimos quantidades significativas de libido, ou seja, as pessoas que amamos. Portanto, se queremos saber quem somos, devemos investigar a história de nossos amores. Explico isso no vídeo abaixo. Confira:
O psicanalista francês Jacques Lacan forjou o conceito de “sujeito suposto saber” para dar conta da experiência da transferência. Para o autor, tal conceito seria a chave para entender o que se passa no vínculo transferencial. Segundo Lacan, no tratamento analítico, o paciente supõe que o analista seja alguém que detém um saber a respeito dele (paciente). Todavia, é preciso deixar claro que o analista não deve ocupar essa posição suposta pelo analisando. Explico isso no vídeo abaixo. Confira:
Algumas pessoas chegam aos consultórios de Psicanálise e Psicologia queixando-se de não se sentirem realmente vivas. Tais indivíduos alegam que não sentem a vida valer a pena e experimentam uma sensação de que para tudo vale um indiferente “tanto faz”. Tais características, dentre outras, levaram o psicanalista inglês Donald Winnicott a forjar o conceito de “falso-self”. Entenda do que se trata e como uma pessoa desenvolve um falso-self enrijecido: