[Vídeo] O que acontece com pessoas que tiveram mães controladoras e invasivas?

Neste vídeo, o Dr. Nápoli aponta duas consequências patológicas típicas na vida emocional de uma pessoa que foi criado por pais controladores e invasivos e explica como é o tratamento delas.


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[Vídeo] Como funciona a transferência?

Esta é uma pequena fatia da aula especial “CONCEITOS BÁSICOS 19 – TRANSFERÊNCIA”, que já está disponível no módulo “AULAS ESPECIAIS – CONCEITOS BÁSICOS” da CONFRARIA ANALÍTICA.


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Um exemplo de transferência e seu manejo na clínica psicanalítica

— Estou pensando seriamente em sair da terapia, Bia.

Quem está falando é Lorena, uma publicitária de 38 anos, que há nove meses está em análise com a psicóloga e psicanalista Beatriz.

A terapeuta não se surpreendeu com a declaração da paciente, pois a moça vinha desmarcando muitas sessões recentemente.

— Hum… Mas a gente mal começou, Lorena… — disse Beatriz em um tom bem-humorado.

— Olha, preciso ser sincera com você. Foi o que me pediu no início, né?

— Claro!

— Estou pensando em sair porque acho que o nosso processo não está funcionando. Eu sinto que você me acha chata, entediante e nem presta muita atenção ao que eu falo.

Ao ouvir essa queixa, uma psicóloga de outra abordagem talvez se preocuparia em esclarecer imediatamente à paciente que suas impressões estavam equivocadas.

Como uma boa psicanalista, em vez de fazer isso, Beatriz decidiu “dar corda” para Lorena:

— Hum… Entendo. Você sente que eu não me interesso pelo que você fala.

— Exatamente — confirmou Lorena — me desculpe se estiver sendo injusta, mas é assim que eu me sinto. Ultimamente tenho saído das sessões com a vontade de nunca mais voltar.

Beatriz ficou em silêncio e, alguns segundos depois, fez a seguinte intervenção:

— Você se lembra de que falou EXATAMENTE a mesma coisa sobre a última vez que visitou sua mãe?

— Não… O que eu falei? — indagou a paciente com curiosidade.

— Que você saiu da casa dela “com a vontade de nunca mais voltar”. Inclusive, utilizou precisamente essas mesmas palavras.

Um tanto perplexa com a aparente coincidência, Lorena ficou pensativa, em silêncio.

A analista não poderia perder a oportunidade de cortar a sessão naquele momento:

— Tá vendo como eu presto muita atenção ao que você fala? Te vejo na semana que vem!

As queixas que Lorena fez à psicóloga e que levaram a paciente a pensar em sair da terapia exemplificam o fenômeno clínico que Freud chamou de TRANSFERÊNCIA.

Quem está na CONFRARIA ANALÍTICA receberá hoje (sexta) uma AULA ESPECIAL em que explico didaticamente como funciona esse fenômeno e como o analista deve lidar com ele.

Te vejo lá!


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[Vídeo] A felicidade NÃO é um direito


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Pessoas que se mostram autossuficientes e nunca pedem ajuda

Eu sei que é um clichê, mas é sempre bom lembrar: todo excesso faz mal.

Inclusive, o excesso de independência.

Há pessoas que não conseguem enfrentar a vida sem estarem vinculadas a determinados outros, ou seja, elas DEPENDEM emocionalmente de outras pessoas.

Há sujeitos, no entanto, que se encontram no pólo diametralmente oposto ao da dependência emocional.

No caso deles, a vida se torna insuportável justamente quando precisam depender de outra pessoa.

Mônica é assim. Ela procurou terapia após ter recebido de uma psiquiatra o diagnóstico de Síndrome de Burnout.

A jovem médica conta que, certa noite, no meio de um plantão, experimentou um mal-estar súbito, foi para a sala de repouso e teve uma crise de choro que durou quase meia hora.

Todos os médicos com quem Mônica trabalhava no hospital tinham uma opinião unânime a seu respeito: ela nunca pedia ajuda.

Por mais desafiador que fosse o procedimento a ser realizado, a jovem sempre tentava resolver tudo sozinha.

Ela até não recusava o auxílio da equipe de enfermagem ou de algum colega médico, mas jamais solicitava apoio explicitamente.

A exaustão era inevitável.

Conscientemente, Mônica simplesmente dizia que “não gostava” de ficar “incomodando” as pessoas e “ficar esperando” ajuda.

No Inconsciente, todavia, o que a médica tinha era um MEDO enorme da posição de dependência.

Pudera! Infelizmente, os pais de Mônica eram muito imaturos e não deram conta de oferecer à filha os cuidados básicos necessários para que ela se sentisse segura ao lado deles.

Para se proteger da angústia que vivenciava na inevitável relação de DEPENDÊNCIA que tinha com os genitores, a jovem muito PRECOCEMENTE passou a se esforçar para se tornar INDEPENDENTE deles.

Ela foi a clássica criança que “não dá trabalho”, que não faz pirraça…

Essa atitude ARTIFICIAL, forjada como defesa contra o medo de DEPENDER dos pais, acabou sendo reforçada pelos constantes elogios que Mônica recebia.

E, assim, o medo de depender dos pais fez com que essa médica se tornasse avessa a QUALQUER relação de dependência…

O problema é que não dá para viver assim, né?

Infelizmente, Mônica precisou de um burnout para perceber isso…


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[Vídeo] Inseguros que atacam

Há pessoas que, devido a uma profunda fragilidade narcísica, não conseguem tolerar a experiência de se perceberem como vulneráveis.

Para se protegerem dessa percepção, tais indivíduos tendem a atacar, muitas vezes de maneira impiedosa, pessoas com quem convivem, especialmente as mais íntimas.


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[Vídeo] Estamos vivendo uma epidemia de ansiedade e depressão?

Este vídeo é um corte da minha participação no Vitruviano Podcast. Para assistir ao episódio completo, acesse https://youtu.be/MY51HWGnuPU .


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[Vídeo] Como conduzir a primeira sessão?

Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “10 RECOMENDAÇÕES PARA A CONDUÇÃO DO PRIMEIRO ATENDIMENTO EM PSICANÁLISE”, já disponível no módulo “Aulas Especiais – Temas Variados” da CONFRARIA ANALÍTICA.


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5 dicas para a condução do primeiro atendimento em Psicanálise

Estas e outras 5 dicas serão comentadas por mim em detalhes e com exemplos na aula especial “10 recomendações para a condução do primeiro atendimento em Psicanálise”, que estará disponível ainda hoje (sexta) para quem está na Confraria Analítica.


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[Vídeo] A ansiedade é o primeiro passo para a depressão?


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Você ainda se vê como uma criança?

Apesar de já ter 28 anos, Sérgio não se sente um adulto.

Quando conversa com amigos sobre temas típicos da vida adulta como trabalho e família, ele sempre tem a impressão de que ainda não está no mesmo “patamar” social que aquelas pessoas.

Embora seja casado e esteja muito bem empregado, Sérgio frequentemente tem a vaga sensação de que ainda é criança ou adolescente.

Por essa razão, é muito difícil para ele assumir posições em que estejam envolvidas funções tipicamente adultas como a autoridade e o cuidado com o outro.

Para se ter uma ideia, o rapaz chegou a recusar uma promoção no trabalho, que lhe traria um aumento de 30% no salário, porque não se sentia capaz de liderar os colegas.

Quando a esposa lhe sugeriu a ideia de terem um filho, Sérgio ficou aflito. A ideia de ter um outro ser dependendo integralmente de seus cuidados o deixava apavorado.

Há muitas pessoas que vivenciam uma condição bem parecida com a de Sérgio.

Apesar de serem formalmente adultos, internamente se percebem como crianças ou adolescentes.

Com base em minha experiência clínica atendendo diversas pessoas que apresentam esse tipo de imaturidade emocional, formulei a seguinte hipótese explicativa:

Tais sujeitos vivenciaram na infância um GRANDE PROBLEMA na relação com um ou ambos os pais e ainda não elaboraram suficientemente bem esse problema.

Em outras palavras, a pessoa tem uma imensa questão infantil mal resolvida. Por isso, o núcleo da sua personalidade se encontra “preso” àquela época em que o sujeito era DE FATO criança.

O indivíduo cresceu física e intelectualmente, mas emocionalmente permanece estacionado na infância, pois ainda não conseguiu digerir CERTO PROBLEMA.

Sérgio, por exemplo, está pouco a pouco conseguindo reconhecer na terapia que tem muito ódio acumulado pela mãe devido à postura violenta que ela tinha quando ele era criança.

O menino Serginho, que sonhava em se vingar dos castigos cruéis impostos pela figura materna e ansiava por outra mãe, amorosa e paciente, ainda sobrevive na alma do rapaz.

Enquanto esse garotinho não for convencido a abandonar esses desejos, Sérgio jamais estará livre para sair emocionalmente da infância e se perceber como adulto.


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[Vídeo] Como você reage quando é ofendido?

A variabilidade na maneira como reagimos a ofensas evidencia a existência de PREDISPOSIÇÕES PSÍQUICAS.

Trata-se de tendências que se formam em nós em função da nossa história e que nos tornam propensos a reagir de determinada maneira frente a certas situações.


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[Vídeo] Baixa autoestima: como tratar

Neste vídeo, o Dr. Nápoli explica o que precisa acontecer com uma pessoa para que ela melhore sua autoestima.


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[Vídeo] A Psicanálise culpa os pais pelo autismo dos filhos?

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Autismo e Psicanálise: quatro mitos comuns

Em 1943, o psiquiatra austríaco Leo Kanner publicou um longo paper na revista Nervous Child, apresentando os casos de 11 crianças (8 meninas e 3 meninas).

Embora apresentassem muitas diferenças, todas aquelas crianças pareciam sofrer de uma mesma síndrome ainda não identificada pela Psiquiatria.

Kanner observou que elas possuíam uma “inabilidade para se relacionar de uma forma comum (ordinary) com pessoas e situações no início da vida”.

Essas são algumas das expressões utilizadas pelos pais das crianças para descrever o modo como elas se comportavam:

“Autossuficiente”, “como se estivesse em uma concha”, “mais feliz quando deixada sozinha”, “completamente alheio a tudo ao redor dele”, “age como se as pessoas não estivessem ali” etc.

Kanner descreveu tecnicamente essa atitude como uma “extrema solidão autística”.

O adjetivo “autístico” deriva, obviamente, do prefixo “auto” que, por sua vez, tem origem no grego antigo “autós”, que significa “próprio” ou “si mesmo”.

Nesse sentido, com o termo “extrema solidão autística”, o psiquiatra estava enfatizando o fato de que aquelas crianças pareciam estar completamente voltadas para si mesmas.

No finalzinho do artigo, o psiquiatra comenta que, dentre as crianças que ele observou, poucas tinham pais e mães “calorosos” (warmhearted).

A maioria tinha pais mais preocupados com abstrações do que com pessoas.

Apesar disso, Kanner termina o artigo dizendo que sua hipótese é a de que aquelas crianças possuíam uma inabilidade INATA para formar laços afetivos com pessoas.

Nesse trabalho encontramos a primeira descrição científica da condição que atualmente é chamada pela Psiquiatria de “Transtorno do Espectro Autista”.

Muitos profissionais e leigos acreditam equivocadamente que a Psicanálise atribui a origem desse transtorno exclusivamente ao modo como os pais se relacionam com seus filhos.

Eu comento esse e outros três mitos sobre a relação entre Psicanálise e Autismo na AULA ESPECIAL “Autismo e Psicanálise: quatro mitos comuns”, que estará disponível ainda hoje (sexta) para quem está na CONFRARIA ANALÍTICA.


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