[Vídeo] Por que a histérica seduz tanto?


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O neurótico morre de medo do próprio desejo

Um dos traços mais característicos de um neurótico é a defesa em relação ao próprio desejo.

O termo “desejo” é uma categoria ampla que engloba os anseios que temos espontaneamente e que, não raro, exigem o rompimento com uma situação já estabelecida.

O neurótico é essencialmente alguém que tende a se conformar às situações já estabelecidas justamente porque tem medo do próprio desejo.

Assim, em vez de realizar aquilo que deseja, ele se frustra deliberadamente (é o que se passa na histeria) ou adia eternamente a satisfação do desejo (como ocorre na neurose obsessiva).

Isso não acontece por acaso.

Se o neurótico tem medo do próprio desejo é porque o enxerga como PERIGOSO.

Essa interpretação equivocada pode ser construída por várias razões:

O sujeito pode ser levado a encarar seu desejo como algo ameaçador porque, na infância, teve sua sexualidade (expressão primária do desejo) explorada por um adulto abus4dor.

O desejo também pode ser visto como perigoso por conta de um contexto familiar excessivamente repressor, que leva o sujeito a olhar para seus anseios espontâneos sempre como “pecaminosos”.

E há também aqueles neuróticos que foram levados, na infância, a ter medo do desejo em função de um ambiente muito invasivo e controlador, que simplesmente não lhes PERMITIA desejar.

Foi isso o que aconteceu com Jonas, um servidor público que não se permite sair do emprego que considera medíocre e nem se separar da esposa, com quem mantém uma relação de dependência.

Como não consegue bancar o próprio desejo, ele sofre com um estado constante de ansiedade ao mesmo tempo em que se queixa de apatia e falta de espontaneidade.

O caso de Jonas foi apresentado por uma de nossas alunas da CONFRARIA ANALÍTICA e foi comentado por mim na AULA ESPECIAL publicada nesta sexta-feira na nossa escola.

Nessa história clínica, podemos enxergar com muita clareza como se manifesta a defesa em relação ao próprio desejo na neurose obsessiva.

O título da aula é “ESTUDOS DE CASOS 04 – Jonas: um obsessivo fugindo do próprio desejo” e já está disponível na CONFRARIA no módulo “ESTUDOS DE CASOS”.


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[Vídeo] A histérica é um caso perdido?


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Prazer, culpa e decepção: um caso Dora dos nossos dias

Há cerca de 3 meses, inauguramos na CONFRARIA ANALÍTICA uma nova série de aulas especiais. Trata-se do módulo ESTUDOS DE CASOS.

Nessas aulas eu comento e analiso relatos de casos clínicos reais apresentados por alunos da nossa escola, sugerindo hipóteses interpretativas e possíveis estratégias de intervenção e manejo.

Hoje (sexta) teremos mais um estudo de caso.

Desta vez, conheceremos a história de uma jovem adulta que foi seduzida na infância por um importante membro de sua família.

Veremos como uma situação de abus0 dessa natureza explora a s3xualid4de infantil e pode contribuir para o desenvolvimento de inibições em relação ao pr4zer s3xual.

Esse caso também nos permitirá acompanhar o desenvolvimento de uma típica neurose histérica com todos os elementos característicos desse quadro clínico, tais como:

Fixação ao trauma, sintomas conversivos, estado de insatisfação crônica, crises, hipersensibilidade a contrariedades e instabilidade emocional.

Algumas características da história da moça se assemelham à de Dora, a conhecida paciente de Freud.

Com efeito, ambas tiveram que bloquear a admissão do próprio desejo por terem sido convocadas a engajá-lo num contexto de abus0 e sedução.

Além disso, assim como Dora, a jovem cujo caso comentaremos não pôde contar com um ambiente confiável que reconhecesse sua condição de vítima da exploração do outro.

Em terapia, a moça se apresenta “na defensiva”, como diz a analista que a atende, e se incomoda com as perguntas feitas pela terapeuta em relação aos episódios traumáticos de sua infância.

Por que será que isso acontece? Por que essa paciente tem tanta dificuldade para se abrir?

Por que será que, nas ocasiões em que consegue falar dos abus0s, ela “passa a mão no rosto, fica vermelha, chora” e chega até a dar socos em si mesma?

Esses e vários outros enigmas do caso foram examinados nessa aula especial, cujo título é “ESTUDOS DE CASO 03 – Prazer, culpa e decepção: um caso Dora dos nossos dias”.

A aula já está disponível para todos os alunos da CONFRARIA ANALÍTICA.


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[Vídeo] O histérico busca a insatisfação

Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “A histérica e seu desejo insatisfeito”, que já está disponível no módulo “AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS” da CONFRARIA ANALÍTICA.


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A histérica e seu caso de amor com a insatisfação

Fabíola, uma professora de 37 anos, está em análise com Vanessa desde 2021.

Inicialmente, a principal queixa apresentada pela docente era o excesso de ansiedade que experimentava quando lecionava nas turmas do Ensino Médio.

Logo nos primeiros meses de terapia, essa tensão exagerada diminuiu conforme Fabíola foi elaborando as lembranças de certos eventos ocorridos quando ela própria estava na adolescência.

Entusiasmada com a significativa melhora e tendo desenvolvido um forte vínculo de confiança com Vanessa, a paciente decidiu continuar a análise e passou a falar de outras questões.

O principal problema agora era a vida s3xual com o marido.

A professora se queixa de que ele age de forma fria e distante na maior parte do tempo e só se torna carinhoso quando deseja ter relações com ela.

— … e aí eu corto as asinhas dele! — disse ela numa sessão recente — Tá pensando que eu sou o quê? Um depósito? Não… Ele que vá dormir na vontade!

— Mas… E você? — disse a terapeuta em tom bem-humorado — Acaba dormindo na vontade também, né?

— Nem sempre… Na maioria das vezes eu não estou muito a fim, mas tem dia que eu quero mesmo.

— E você cede à procura dele nesses dias em que está com vontade?

— Depende de como ele se comportou durante o dia. Se tiver me tratado com aquele jeitão gelado dele, eu posso estar subindo pelas paredes que não faço nada!

— Mas agindo assim você está deliberadamente se privando de experimentar prazer, não? — provocou a analista.

— Sim, Vanessa, mas isso eu aguento… O que eu não suporto é ser tratada que nem uma boneca inflável!

— E como seu marido reage quando você se nega a tr4nsar?

— Ele fica aflito, coitado! — diz Fabíola com uma leve risada — Pede desculpa, fala que vai ser diferente, chega a implorar! Porém, eu não cedo… Ele tem que aprender!

— Mas, cá pra nós, a sua prova é bem difícil, né professora? — provoca Vanessa encerrando a sessão.

Como você pôde perceber, essa paciente parece ter um verdadeiro caso de amor com a INSATISFAÇÃO — tanto a sua quanto a do marido.

Essa é uma das características mais marcantes da HISTERIA.

E é sobre ela que falaremos em HUMANÊS na AULA ESPECIAL de hoje na CONFRARIA ANALÍTICA.

O título da aula é “AULA ESPECIAL – A histérica e seu desejo insatisfeito” e ela já está disponível no módulo “AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS”.


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[Vídeo] O obsessivo e a histérica

Esta é uma pequena fatia da aula especial “O OBSESSIVO E A HISTÉRICA: CASAL (IM)PERFEITO”, que já está disponível no módulo “AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS” da CONFRARIA ANALÍTICA.


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O homem que via sua esposa como um negócio

— Então você tá pensando em se separar? — pergunta Fernanda, a psicóloga com quem Márcio faz terapia há cerca de um ano.

— Sim, mas eu sempre penso nisso quando acontecem essas situações e acabo desistindo. — responde o advogado.

— Por que será, hein? — provoca a terapeuta em tom bem-humorado.

— Eu não gosto de mudança, Fernanda. Me dá uma aflição só de pensar que eu vou ter que sair de casa, alugar um apartamento, alterar toda a minha rotina…

— “Aflição”… Agora há pouco você disse que também fica aflito quando a sua esposa não quer tr4nsar…

— É que eu não consigo entender, Fernanda. Eu a trato com carinho desde o começo do dia, do jeito que ela me pede e aí, à noite, ela simplesmente diz que não tá a fim.

— Você fala como se fosse uma questão quase matemática, mas, no fim do dia, a conta não fecha, né?

— Exatamente. É por isso que eu fico aflito. Na minha cabeça não faz sentido a recusa dela.

— E você pergunta por que ela não quer?

— Claro! Ela só responde que não tá a fim, que não é porque eu tô com vontade que ela tem obrigação de fazer.

— E o que você acha disso?

— Racionalmente, eu concordo com ela. Mas, mesmo assim, eu acho injusto. Eu não sou esses caras babacas que só procuram a mulher para fazer s3xo.

— Hum…

— Eu sou um cara prestativo, estou sempre perguntando se ela está precisando de alguma coisa, elogio… Então, quando ela se nega a tr4ns4r comigo sem motivo, eu me sinto um completo idiota.

— Parece que você encara o s3xo como uma espécie de retorno do investimento que faz na sua esposa.

— Isso, Fernanda! Você traduziu o que tá na minha cabeça! Se eu invisto num negócio é porque eu espero que ele me dê lucro, né? Se não, não vale a pena o investimento, ué!

— É verdade, meu caro. O problema é que a sua esposa não é um… negócio, né? — intervém a psicóloga encerrando a sessão.

A visão desse paciente sobre sua esposa e a recusa dela em fazer s3xo apesar de todo o “investimento” que ele faz ilustram o relacionamento típico entre o obsessivo e a histérica.

Falo mais detalhadamente sobre o enlace tão comum entre essas duas estruturas na AULA ESPECIAL “O obsessivo e a histérica: casal (im)perfeito”, publicada hoje na CONFRARIA ANALÍTICA.


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[Vídeo] Fibromialgia e Psicanálise

Esta é uma pequena fatia da aula especial “FIBROMIALGIA: CONSIDERAÇÕES PSICANALÍTICAS”, que já está disponível no módulo “AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS” da CONFRARIA ANALÍTICA.


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Fibromialgia e Psicanálise: um exemplo clínico

— Você se lembra quando começou? — pergunta Flávia, a psicóloga que Bruna procurou por indicação de sua médica.

— Eu não tenho certeza, mas acho que foi depois da morte do Léo.

— Vocês estavam casados há quanto tempo?

Bruna abaixou a cabeça e a terapeuta pôde notar algumas lágrimas despencando no jeans que a paciente trajava.

— Quatro meses — respondeu a advogada depois de alguns segundos em silêncio.

Com um semblante empático, a psicóloga mirou os olhos de Bruna, levando a paciente a sentir suficientemente acolhida para continuar a falar.

— Eu lembro que na hora em que me ligaram para contar da batida, senti uma dor tão grande, Flávia, que parecia que estavam me dando uma facada bem aqui no peito.

— Uma dor que ainda não passou, né Bruna? — pontuou a terapeuta.

— Nossa, mas era diferente… Eu acho que essas dores da fibromialgia nem se comparam com o que eu senti nesse dia. O Léo era o amor da minha vida, Flávia!

Após dizer isso, a paciente começou a chorar convulsivamente. A psicóloga se levantou e pegou um copo com água.

Depois de alguns minutos, Bruna se recompôs e voltou a falar:

— Às vezes eu acho que tem uma maldição em cima de mim, sabe? Os quatro meses que passei casada com o Léo foram o único momento realmente feliz que eu tive na vida.

— Por que você diz isso?

— Por que lá em casa sempre foi um inferno, Flávia. Lembra daquela surra que eu te contei que a minha mãe levou do meu pai? Eu via aquilo direto… Não gosto nem de lembrar…

— A fibromialgia não te deixa esquecer…

— Como assim?

Flávia cogitou encerrar a sessão naquele momento, mas, considerando o estado vulnerável que a paciente apresentava, decidiu que era importante oferecer alguma explicação:

— Essas dores que passeiam pelo seu CORPO, Bruna, talvez simbolizem todas as OUTRAS dores, muito mais intensas, que você tem carregado na ALMA…

A hipótese com a qual Flávia está trabalhando é a de que a fibromialgia da qual padece a paciente é produto da conversão de suas dores psíquicas para o corpo.

Falo detalhadamente sobre essa forma de abordar o sofrimento fibromiálgico na AULA ESPECIAL “Fibromialgia: considerações psicanalíticas”, já disponível na CONFRARIA ANALÍTICA.


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[Vídeo] Como identificar um paciente neurótico?

Um dos indícios mais confiáveis de que estamos diante de um paciente neurótico é uma verbalização que denota a presença de um conflito psíquico.


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[Vídeo] Desabafo não é terapia

Desabafo não é tratamento.

Foi por se dar conta disso que Freud abandonou o método catártico.

Ele percebeu que o método catártico possibilitava que o paciente “colocasse para fora” os sentimentos que lá atrás haviam sido sufocados, mas não ajudava o paciente a discernir os motivos pelos quais essa repressão havia acontecido.


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O desejo insatisfeito na histeria e o desejo impossível na neurose obsessiva


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[Vídeo] As histéricas movem o mundo

As histéricas são aquelas que não admitem a hipocrisia inerente ao laço social. São aquelas que se revoltam diante de situações para as quais a maioria das pessoas diz: “Deixa pra lá, é assim mesmo, sempre foi”. Incapazes de se submeterem passivamente às ordens do outro, são aquelas que questionam a tradição e apontam para aquilo que ela sufoca, reprime, apaga.


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Histeria e neurose obsessiva: dois modos de lidar com a vida

Quando Freud fala de histeria e neurose obsessiva, ele está se referindo a duas formas de adoecimento psíquico, isto é, duas CONDIÇÕES patológicas que uma pessoa pode vivenciar TEMPORARIAMENTE.

A ideia de que existem PESSOAS HISTÉRICAS e PESSOAS OBSESSIVAS é especificamente lacaniana.

Foi Jacques Lacan quem propôs a concepção de que histeria e neurose obsessiva são duas ESTRUTURAS subjetivas.

Em Humanês, isso significa que, para Lacan, existem pessoas cuja personalidade está organizada e funciona de acordo com uma LÓGICA histérica e outras conforme uma LÓGICA obsessiva.

Nesse sentido, do ponto de vista do analista francês, histeria e neurose obsessiva não são necessariamente patologias, mas, essencialmente, MODOS DE LIDAR COM A VIDA.

Com a vida HUMANA, diga-se de passagem.

Enfatizo a palavra “humana” porque, para Lacan, existe uma diferença radical entre a nossa vida e a vida dos outros animais.

Do ponto de vista lacaniano, a vida humana possui dois aspectos peculiares e fundamentais: a dimensão do grande Outro (ou, se você quiser, o Simbólico) e a experiência da FALTA.

A segunda é consequência da primeira.

A existência da dimensão do grande Outro faz com que os seres humanos tenham que abrir mão de parte da sua liberdade natural para existirem no interior da sociedade como SUJEITOS.

Pense, por exemplo, no fato de que, para se comunicar com sua mãe, quando criança, você precisou se SUJEITAR ao idioma dela.

O efeito colateral desse processo de alienação ao grande Outro é o surgimento da experiência da FALTA, já que precisamos cortar uma parte do nosso ser espontâneo para entrarmos no jogo social.

Pois bem! A maioria de nós aceita esse processo de “castração”, mas… mas… mas, AO MESMO TEMPO, nos revoltamos em relação a ele, nutrindo certo ressentimento.

É dessa relação ambígua com a castração que nascem os dois MODOS DE LIDAR COM A VIDA que Lacan chamará de histeria e neurose obsessiva.

Ainda hoje, quem está na CONFRARIA ANALÍTICA receberá uma AULA ESPECIAL em que comento algumas das principais características dessas duas posições subjetivas, como elas se manifestam na clínica psicanalítica e qual deve ser o manejo do analista com cada uma delas.

Te vejo lá!


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