[Vídeo] O susto como condição do trauma psíquico

Esta é uma pequena fatia da aula “ESTUDOS DE CASOS #19 – Cristina – Quando o corpo grita um luto não elaborado” que já está disponível no módulo ESTUDOS DE CASOS da CONFRARIA ANALÍTICA.


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Não tamponar o vazio: eis o grande desafio do processo de luto

O maior desafio que se apresenta para quem perdeu uma pessoa muito amada é aprender a SUPORTAR o vazio deixado por esta perda.

Não é fácil.

Quem está de luto precisa ter por perto pessoas com as quais possa compartilhar sua dor a fim de transformá-la, por meio da narrativa, em EXPERIÊNCIA.

Assim, apoiando-se na escuta dessas testemunhas, o enlutado pode ir pouco a pouco se tornando capaz de CONVIVER com a ausência do outro.

Infelizmente, porém, nem todo o mundo que está nessa condição tem a sorte de contar com pessoas dispostas a exercer o papel de testemunhas de seu sofrimento.

Esse foi o caso de Cristina, uma paciente atendida por uma de nossas alunas na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.

Cristina teve uma perda muito significativa na infância e, pela falta de suporte familiar, acabou agarrando-se desesperadamente ao vínculo com uma amiga.

Essa amiga acabou “preenchendo” o buraco que havia na alma da paciente, o que a privou da possibilidade de elaborar o luto de forma saudável.

Os demais capítulos trágicos dessa trajetória você confere na aula especial publicada hoje na Confraria, em que comento e analiso o caso de Cristina.

O título da aula é “ESTUDOS DE CASOS 19 – Cristina: quando o corpo grita um luto não elaborado” e ela já está disponível no módulo ESTUDOS DE CASOS.

A Confraria é hoje a maior e mais acessível escola de formação em teoria psicanalítica do Brasil.

Para se tornar nosso aluno e ter acesso a essa aula e a todo o nosso acervo de mais de 500 horas de conteúdo, acesse o linque que está no meu perfil.


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[Vídeo] A mãe morta de André Green

Esta é uma pequena fatia da AULA ESPECIAL “André Green e o complexo da mãe morta” que já está disponível no módulo AULAS ESPECIAIS – TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.

Lembrando que, a partir do dia 24/09, os preços das assinaturas da Confraria PARA NOVOS MEMBROS serão: 59,99 (plano mensal) por mês e 597,00 (plano anual). Então, se você ainda não é nosso aluno e quer garantir o preço atual (49,99 por mês ou 497,00 por ano), não perca tempo e faça sua assinatura HOJE.

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Raíssa: uma paciente que falava muito, mas era assombrada pelo silêncio do luto

Quando Raíssa, uma jovem de 25 anos, começou a fazer terapia com a psicóloga Fernanda, sua queixa era a de que não conseguia “manter” um relacionamento.

A moça dizia que seus namoros duravam muito pouco. Após alguns meses, os rapazes terminavam e ela nunca entendia muito bem o motivo.

Raíssa tinha a esperança de que a terapia a ajudaria a descobrir o que havia de errado consigo.

Fernanda percebeu logo nas primeiras sessões que, diferentemente da maioria de seus pacientes, Raíssa não tinha uma postura interativa.

A jovem tinha sempre muito assunto, contava mil e uma situações, mas fazia isso sem convocar a participação da terapeuta. Parecia estar falando sozinha.

A psicóloga se sentia incomodada por ser colocada na posição de espectadora, mas, ao mesmo tempo, se divertida com as histórias contadas pela paciente.

De todo modo, adotava uma atitude clássica, mais silenciosa, e só intervinha para fazer algumas perguntas e pontuações.

Após cinco anos, Raíssa estava noiva e acreditava ter resolvido sua dificuldade em manter relacionamentos. Porém, não cogitava a hipótese de sair da terapia.

— Eu não vivo mais sem análise. Vou fazer até morrer. — dizia de vez em quando nas sessões.

Fernanda, por sua vez, tinha a sensação de que o problema central de Raíssa ainda não havia sido trabalhado.

A terapeuta sentia que a postura falante da paciente era artificial, defensiva e exercia alguma função específica na transferência.

Tal função só foi descoberta depois que um incidente contado pela paciente fez Fernanda se lembrar de um detalhe que ela havia contado logo na primeira sessão:

— Meu irmãozinho morreu logo depois que eu nasci. Por isso, mamãe só conseguiu me amamentar por um mês. Meu pai disse que ela ficou muito mal, tadinha.

Quais podem ter sido as consequências de um episódio traumático como esse sobre a vida psíquica de Raíssa?

De que forma tal experiência estaria relacionada à postura da paciente em análise?

A psicóloga deveria alterar a forma como vem conduzindo esse caso?

Essas e outras perguntas estão respondidas na aula especial “André Green e o complexo da mãe morta”, já disponível na CONFRARIA ANALÍTICA.


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Quando o ódio se transforma em culpa

Todo mês, na CONFRARIA ANALÍTICA, nós temos uma aula especial do módulo ESTUDOS DE CASOS.

Trata-se de um dos módulos preferidos da nossa comunidade, pois em suas aulas eu comento casos clínicos reais que estão sendo conduzidos por alguns alunos.

Para a aula deste mês, publicada nesta sexta, o caso escolhido foi o de Vera (pseudônimo), uma idosa que vem tendo dificuldades para superar o luto pela morte do marido.

A paciente sofre com humor deprimido, crises de ansiedade e insônia.

A infância de Vera foi marcada por severos e dolorosos golpes que a vida lhe deu.

No entanto, ao invés de ficar revoltada e ressentida, a idosa se sente extremamente… CULPADA.

Como isso é possível?

Por que essa paciente possui uma visão tão negativa de si mesma, que a leva a se punir e se culpar por coisas que objetivamente não fez?

Onde está o ódio legítimo que ela poderia sentir pelas pessoas que lhe fizeram mal, principalmente a mãe, com quem não pôde contar quando mais precisava?

E por que ela se sente compelida a “sufocar” a filha e a analista com uma atenção desmedida?

Estas e outras perguntas são respondidas na aula especial “ESTUDOS DE CASOS 12 – Vera: o ódio não elaborado se transforma em culpa”.

A aula já está disponível para todos os nossos alunos no módulo ESTUDOS DE CASOS.


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Quando você passa a se odiar para não odiar a quem amava

Existem vários tipos de depressão.

Em algumas delas, o sujeito se sente basicamente apático, sem energia e sem interesse pelas coisas de que antes gostava.

Em outras, a questão fundamental que leva o paciente a sofrer é a sensação de que nada em sua vida faz sentido, de que está “vivendo por viver”.

Essas duas formas de depressão têm aparecido com muita frequência em nossos consultórios. Porém, não é sobre elas que desejo falar neste texto.

Quero tratar da depressão melancólica, um tipo clínico marcado essencialmente por fenômenos de caráter superegoico: excesso de culpa, autocobranças e autodesprezo.

Em 1917, Freud propôs a tese de que o mecanismo básico que dá origem a essa modalidade depressiva é a identificação da pessoa com um objeto que ela perdeu.

O processo em questão pode ser descrito de modo relativamente simples:

Antes de adoecer, o paciente tinha uma relação MUITO ambivalente com seu objeto de amor: ao mesmo tempo em que o amava muito, também o odiava bastante.

Ao perder o objeto (por conta de seu falecimento ou devido a uma separação), a pessoa se identifica com ele — a fim de compensar a perda.

Em Psicanálise, identificar-se com uma pessoa significa trazer a representação dela para dentro do próprio Eu, ou seja, introjetá-la.

Ora, se eu trago um objeto muito amado, mas também muito odiado, para dentro do meu Eu, o resultado é que eu passarei a ME ODIAR também, certo?

— Uai, Lucas, mas se o objeto era alvo de muito amor, eu também vou ME AMAR muito, não?

Não. Para proteger a representação boa do objeto dentro de si (lembre-se que ele foi perdido), o sujeito só se identifica com a “parte má” dessa representação.

É como se ele inconscientemente pensasse:

“Vou direcionar o ódio que eu tinha pelo objeto todo para mim. Dessa forma, não corro o risco de destruir a representação que tenho dele aqui dentro de mim.”

É por isso que o deprimido melancólico só se condena, só se critica, só se culpa, enxergando-se como a pior pessoa do mundo.

O ódio que tem por si hoje é o mesmo ódio que tinha pelo objeto ontem.

Na AULA ESPECIAL publicada hoje (sexta) na CONFRARIA ANALÍTICA, você verá um caso clínico real de depressão melancólica comentado por mim.

O título da aula é “ESTUDOS DE CASOS 08 – Solange: um caso típico de depressão melancólica” e já está disponível no módulo “ESTUDOS DE CASOS”.


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[Vídeo] Superar um término exige tempo


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[Vídeo] Como superar o término de um relacionamento

Neste vídeo, o Dr. Nápoli explica o que precisa acontecer em uma pessoa para que ela consiga ficar em paz após o término de uma relação, seja para permanecer sozinha ou a fim de se abrir para outros vínculos amorosos.


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De Freud a Marília Mendonça

Quando ouve a palavra “LUTO”, a maioria das pessoas pensa na experiência da morte de uma pessoa querida.

No entanto, esse termo também pode ser empregado para designar a dor que vivenciamos no término de um relacionamento, especialmente quando somos nós que levamos o pé na bunda.

Em outras palavras, “luto” equivale também à experiência que chamamos vulgarmente de “SOFRÊNCIA” — tema por excelência de incontáveis canções populares.

Na AULA AO VIVO de hoje às 20h, na CONFRARIA ANALÍTICA, falarei sobre a descrição metapsicológica que Freud faz do processo do luto justamente tomando como ilustração o fenômeno da sofrência.

Nessas aulas ao vivo de segunda-feira estamos estudando linha a linha, parágrafo por parágrafo o clássico artigo de Freud “Luto e Melancolia”.

Até mais tarde!


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[Vídeo] A adolescência é um período de luto

Esta é uma pequena fatia da aula especial “A ADOLESCÊNCIA E SEUS TRÊS LUTOS”, já disponível para quem está na CONFRARIA ANALÍTICA.


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[Vídeo] Por que é tão difícil reconhecer que erramos?

Fala pra mim: você é daqueles que assume com facilidade os erros que comete ou é como a maioria, que se vitimiza, dá desculpas e coloca a responsabilidade nos outros?

Culpa e vergonha são afetos que dificultam o reconhecimento dos erros, mas há um fator mais profundo que faz com que a gente resista a assumir quando pisa na bola.


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Reconhecer erros é ficar de luto

Você conseguiria descrever com facilidade os afetos que se fazem presentes no momento em que se dá conta de ter cometido um erro?

Seja honesto. São raríssimos os momentos em que de fato somos capazes de admitir que nós é que fomos a causa principal de um determinado tropeço na vida. Na maioria das vezes , aciona-se em nós um mecanismo mais ou menos automático de atribuição da responsabilidade a outrem.

Todavia, nessas ocasiões extraordinárias em que não temos outra saída a não ser admitir que realmente foi a gente que pisou na bola, uma série de afetos se manifesta em nosso ser.

Talvez, o mais primariamente explícito seja a culpa, esse sentimento terrível e doloroso que faz de todos nós simulacros de Adão diante do olhar de Javé.

A vergonha também é outro afeto que pode ser discernido nesses momentos.

Outros dois sentimentos preponderantes são o arrependimento e o desespero. Frequentemente, ao aceitarmos nossa responsabilidade diante do equívoco, o desejo de que aquilo não tivesse acontecido é imediatamente posto à baila e junto com ele a percepção de que a falta é irreversível, o que, dependendo do caso, pode gerar um intenso desespero em função da possível impossibilidade de reparar o dano.

Creio, no entanto, que todos esses afetos estão apenas na superfície da experiência de reconhecimento do erro. Em um nível mais profundo, o afeto preponderante talvez seja o do luto. Isso mesmo: luto! Toda vez que nos damos conta de nossa responsabilidade diante de um erro, alguém muito importante morre para nós (ainda que sempre ressuscite): o nosso eu ideal, esse companheiro inseparável de cada um de nós, cuja característica essencial é a perfeição.

Quando erramos, isto é, quando a dimensão da nossa falta essencial se manifesta de modo patente, é como se o eu ideal recebesse um tiro fulminante e uma das nossas maiores dores psíquicas decorre justamente dessas mortes eventuais. No limite, é por isso que a experiência de reconhecimento do erro é tão sofrida, pois não se trata apenas de dizer: “Tá bom, eu errei”, mas de dar um adeus provisório a esse nosso companheiro tão amado e sem mácula chamado eu ideal.


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Affectus #002 – Depressão: a retranca da vida

Affectus é meu novo projeto audiovisual. Trata-se de uma série de vídeos em que discuto temas ligados diretamente à clínica sobretudo as dificuldades e problemas emocionais que atualmente se apresentam com maior frequência em nossos consultórios.

Neste segundo episódio abordo a depressão a partir de um ponto de vista não-medicalizante, ou seja, que não encara a depressão como uma doença, mas sim como uma posição subjetiva. Utilizando uma analogia com o esporte mais popular do Brasil, o futebol, busco demonstrar no vídeo que a depressão é uma defesa empregada por determinados indivíduos para lidar com certos tapas na cara que a vida lhes dá.