Tem gente que não sabe, mas acabou construindo sua personalidade reprimindo características úteis e saudáveis só porque estavam presentes de forma distorcida e exagerada no pai ou na mãe.
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Muitas pessoas sofrem muito por desejarem demandas e pedidos, mas não conseguirem. Neste vídeo apresento algumas das principais origens desse tipo de problema.
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Há tempos, várias alunas da Confraria me pedem: “Lucas, fala sobre a histeria masculina!”.
Pois bem, caríssimas, aí está!
Como eu sempre digo, a grande maioria das pessoas que possui uma estrutura subjetiva histérica é do sexo feminino, mas isso não significa que homens não possam ser histéricos.
Desde a Antiguidade, é mais fácil para as mulheres se constituírem histericamente porque os traços dessa estrutura se confundem um pouco com as características que tradicionalmente sempre foram atribuídas ao sexo feminino, como a tendência a se fazer desejar pelo outro ao invés de cobiçá-lo ativamente.
Com efeito, a sedução, por exemplo, atributo tipicamente histérico, sempre foi uma atitude muito mais associada às mulheres do que aos homens.
É por isso que o homem histérico pode ser tomado como um sujeito atipicamente muito feminino: “Que saco! Ele passa mais tempo no espelho do que eu”, dizem suas parceiras — o que não significa que todo homem vaidoso é necessariamente histérico…
Ainda hoje, quem está na comunidade receberá uma aula especial sobre a histeria nos homens.
Te vejo lá!
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Ninguém enxerga a realidade espontaneamente tal como ela é.
É por isso que o grande epistemólogo francês Gaston Bachelard dizia que a investigação científica começa justamente pela remoção dos obstáculos psicológicos que turvam a nossa percepção do real.
Esses obstáculos derivam da interação entre nossas inclinações naturais e as experiências que a vida nos oferece.
Do encontro entre aquilo que trazemos de fábrica e aquilo que acontece conosco ao longo da existência surgem determinados VIESES que condicionam nossa percepção da realidade.
Uma moça, por exemplo, que, na infância, nunca pôde contar com pais que lhe proporcionassem segurança, pode se encantar com muita facilidade por qualquer mancebo abusivo e oportunista.
Enxergando o mundo através das lentes da criança insegura e carente que foi, essa jovem só consegue ver no boy lixo da vez a oportunidade de receber, finalmente, a segurança que lhe faltou na infância.
O viés introduzido em sua percepção pelo passado infeliz a faz ficar cega para todos os indícios (evidentes para outras pessoas) de que está entrando numa barca furada ao se envolver com aquele fulaninho.
É difícil tomar consciência de nossos vieses por conta própria. Somos mestres em inventar desculpas para justificá-los e provar que não são distorções da realidade.
Assim, a identificação dos vieses com os quais “editamos” nossa percepção do mundo é uma tarefa que só pode ser adequadamente realizada por meio do diálogo, da conversa.
Mas não qualquer conversa.
Tem que ser um tipo de conversa em que o outro se apague para que eu possa me escutar e, me escutando, possa me enxergar.
Essa conversa tem nome. Sigmund Freud a chamou de Psicanálise.
A terapia psicanalítica vai acabar com meus vieses, Lucas?
Pode ser que sim, pode ser que não, mas…
Sem dúvida, a Psicanálise ajudará você a tomar consciência deles — o que já é meio caminho andado.
Se a jovem do exemplo acima puder constatar que, apesar de ter crescido, ela continua inconscientemente olhando para o mundo em busca de segurança, isso já a ajudará a se livrar de muitas enrascadas…
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Num bate-papo delicioso com o psicanalista Marco Leite, falamos sobre a polêmica iniciativa de uma faculdade particular de ofertar uma “graduação em Psicanálise”.
Apesar de o nosso foco ser a questão da formação do analista, falamos sobre vários outros assuntos que dizem respeito à prática psicanalítica.
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Vamos responder a essa pergunta sem complexificações desnecessárias, sem puxar a sardinha para nenhuma das várias orientações teóricas presentes no campo psicanalítico e sem acusar hipocritamente a instituição de ensino em questão por supostamente estar almejando o lucro (como se os psicanalistas fossem santos abnegados que trabalham exclusivamente por seu amor ao ofício).
O grande problema da proposta de graduação em Psicanálise feita recentemente aqui no Brasil por uma faculdade particular é que ela apresenta EXPRESSAMENTE a promessa de que, com base apenas nos 4 anos de uma formação 100% teórica, a pessoa já poderia atuar como psicanalista.
Esse é o grande problema.
Por quê, Lucas?
Porque o estudo teórico é importante, mas o elemento MAIS IMPORTANTE na formação de um psicanalista é a passagem pela EXPERIÊNCIA ANALÍTICA, ou seja, por uma análise pessoal.
A primeira coisa que alguém que deseja praticar a Psicanálise deveria fazer é procurar uma pessoa que já é psicanalista e submeter-se a uma análise pessoal.
É deitado no divã por anos e anos que o sujeito aprende o que de fato é fazer Psicanálise.
Vai por mim: eu sou um nerd de Psicanálise: estudo avidamente os conceitos desde o segundo período da graduação em Psicologia, tenho uma escola de Teoria Psicanalítica (a Confraria Analítica), mas só aprendi o que é a Psicanálise NA PRÁTICA tratando da minha neurose no divã de outros analistas.
Além disso, é só por meio de sua análise pessoal que o cara vai conseguir atingir as condições psíquicas necessárias para poder ocupar mais ou menos adequadamente a posição de psicanalista no tratamento de outras pessoas.
Hoje, às 19h, no Instagram, pretendo falar sobre isso e mais uma série de coisas numa live IMPERDÍVEL com meu caríssimo colega Marco Leite.
Até lá!
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Há pessoas que sempre que são criticadas ou insultadas passam dias e dias remoendo as palavras ditas pelo outro sem conseguir esquecê-las. Por que isso acontece?
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Sim, fazer Psicanálise funciona. A terapia psicanalítica é eficaz no tratamento de problemas emocionais. Mas você sabe como funciona a “mecânica” do processo analítico? Neste vídeo, explico isso de forma resumida. Confira!
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Eu já falei sobre Georg Groddeck aqui, mas como se trata de um autor que foi, digamos, “recalcado” pela Medicina e pela própria Psicanálise, vale a pena relembrar quem é esse cara.
Groddeck foi um médico alemão contemporâneo de Freud que se especializou no cuidado de pessoas que tinham doenças crônicas, chegando a fundar um sanatório para a acolhida e tratamento desses pacientes.
Antes mesmo de ouvir falar qualquer coisa sobre a Psicanálise, Groddeck já suspeitava, com base em sua experiência clínica, que os problemas de saúde de seus pacientes não eram só disfunções físicas.
Groddeck sacou que a doença era TAMBÉM uma forma SIMBÓLICA de expressão de elementos que estariam presentes numa dimensão inconsciente da vida psíquica do paciente.
Sim, foi isso mesmo que você leu:
Enquanto, em Viena, Freud olhava para suas pacientes histéricas e dizia: “Gente, os sintomas dessas mulheres são símbolos do Inconsciente”, Groddeck, lá em Baden Baden, na Alemanha, chegava exatamente à mesma conclusão.
A diferença é que Groddeck construiu sua teoria do adoecimento como expressão simbólica do Inconsciente tratando de pacientes que tinham doenças “reais”, por assim dizer, tipo tuberculose, pneumonia, hemorragias, arteriosclerose etc.
— Lucas, mas a gente sabe que essas doenças possuem uma causalidade física. A tuberculose, por exemplo, é causada pelo bacilo de Koch.
Sim, meu caro leitor. Groddeck não nega essa realidade.
O que ele propõe é que, em todo processo de adoecimento, existe SEMPRE uma dupla causalidade: física E psíquica.
Afinal, nós não somos constituídos apenas de corpo.
Somos, na verdade, uma união indissociável entre corpo e alma.
Aqueles que estão na CONFRARIA ANALÍTICA terão o privilégio de receberem ainda hoje uma aula especial em que eu explico tim-tim por tim-tim essa revolucionária teoria do Groddeck.
Te vejo lá!
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Nos anos 1990 a gente costumava chamar certos jogadores de futebol de “mascarados”.
Romário, por exemplo, foi um dos que receberam esse epíteto.
Mascarado era o sujeito que exibia certa postura de arrogância e superioridade, meio que exigindo ser tratado de modo especial em função de seus atributos peculiares.
O termo provavelmente tem origem na ideia de que o indivíduo mascarado se deixa engolir pelo personagem que criou para si mesmo.
Na clínica psicanalítica também nos deparamos frequentemente com mascarados, mas não nesse sentido dos anos 1990.
Os mascarados que procuram ajuda terapêutica nem sempre são arrogantes e convencidos.
Pelo contrário: muitas vezes se autodepreciam e não conseguem se ver com bons olhos.
E isso acontece justamente porque, quando se olham no espelho da alma, não enxergam a si mesmos, mas a máscara, o personagem que criaram ainda na infância.
Os jogadores mascarados dos anos 1990 (que hoje em dia a gente chamaria de “marrentos”) talvez fossem levados a forjar uma máscara de superioridade para se protegerem um pouco do caráter invasivo do assédio do público e da imprensa.
É também como defesa que os “mascarados” que se deitam em nossos divãs criaram os personagens com os quais se confundem.
Vítimas de uma infância marcada por rejeição, negligência ou violência, são pessoas que tiveram que ocultar o próprio ser para se converterem naquilo que PRECISAVAM SER para sobreviverem psicologicamente (e, às vezes, fisicamente) num ambiente caótico e abusivo.
O problema é que, com o passar do tempo, o sujeito perde a noção de que ele não é o personagem que se viu obrigado a criar e se confunde com a máscara.
É por isso que a análise, para tais pessoas, é um processo extremamente doloroso.
Afinal, durante a terapia, elas precisarão fazer uma espécie de cirurgia de remoção da personagem.
Mas como a máscara está fortemente afixada, o sujeito tem a sensação de que está perdendo o rosto.
De fato, ele não sabe como é SER sem FINGIR SER.
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A primeira vez que Freud menciona fenômenos que serão abarcados futuramente pelo conceito de complexo de Édipo é no rascunho N da carta 64, enviada a seu colega Wilhelm Fliess no dia 31 de maio de 1897.
Nessa época, Freud mantinha uma correspondência farta com Fliess e volta e meia anexava a elas rascunhos de possíveis artigos e ensaios.
Nesses textos, podemos encontrar, num estado ainda embrionário, praticamente toda a base da teoria freudiana.
Freud começa esse rascunho N, anexado à carta 64, falando sobre um aspecto do complexo de Édipo que geralmente não é muito enfatizado.
Sempre que se pensa no Édipo, a primeira coisa que nos vêm à mente são os desejos sexuais incestuosos da criança em relação aos seus pais.
No entanto, é curioso observar que, na primeira vez em que Freud fala da questão edipiana, ele destaca os desejos de MORTE que a criança dirige aos genitores e não o vínculo erótico:
“Parece que esse desejo de morte, no filho, está voltado contra o pai e, na filha, contra a mãe.”
De fato, no Édipo freudiano típico, o menino apaixona-se por sua mãe e, em decorrência disso, passa a encarar seu pai como um rival que precisa ser vencido.
A menina, por sua vez, decepcionada com seu primeiro objeto de amor (que também é a mãe), desenvolve um vínculo erótico com o pai e, assim, começa a enxergar a mãe como uma adversária a ser eliminada.
Nesse sentido, quando o clímax do drama edipiano passa e ocorre aquilo que Freud chamará em 1924 de “dissolução do complexo de Édipo”, a criança se vê obrigada a reconhecer duas derrotas:
A de não ter realizado sua fantasia sexual incestuosa e a de não ter conseguido matar seu (sua) rival. Tem gente que aceita tais derrotas e vida que segue.
Mas tem gente que passa a vida inteira desejando voltar no tempo para tentar sair vitorioso — até deitar no divã.
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Uma das situações que costumam motivar as pessoas a procurarem a ajuda da Psicanálise é a COMPULSÃO À REPETIÇÃO.
Sucessivos relacionamentos que nunca dão certo, crises emocionais que ocorrem periodicamente, maus hábitos que nunca são abandonados…
Enfim, as formas de manifestação da repetição podem ser as mais diversas.
Geralmente a pessoa que padece desse problema não consegue compreender por que ele ocorre:
“— Doutor, eu não entendo por que só me envolvo com caras abusivos. É sempre a mesma história: eu começo o namoro achando que dessa vez vai ser diferente e, quando me dou conta, lá estou eu de novo sendo tratada que nem lixo.”
Esse estado de perplexidade diante das próprias escolhas é totalmente compreensível.
Afinal, para a pessoa em questão, não faz o menor sentido que aconteça consigo exatamente o que ela estava tentando evitar.
Por que isso ocorre? Por que podemos repetir os mesmos erros embora estejamos tentando evitá-los?
A resposta, revelada pela experiência psicanalítica, é a seguinte:
Aquilo que conscientemente interpretamos como erro, sofrimento e dor pode muito bem estar sendo visto por nós mesmos, só que inconscientemente, como… acerto.
Em outras palavras, existe uma parte da moça que só escolhe boy lixo que está muito satisfeita com tais escolhas.
Mas, como, Lucas, como uma pessoa pode se satisfazer sendo maltratada?
Ora, caro leitor, como é que você me faz uma pergunta dessas?
Por acaso nunca ouviu falar dos masoquistas, indivíduos que sentem um tesão enorme em serem dominados, amarrados, chicoteados?
Pode haver uma inclinação masoquista reprimida na referida moça. Por que não?
Mas a coisa pode ser ainda mais profunda…Pode ser que a condição de SER ABUSADA seja a resposta que essa pessoa encontrou para determinados enigmas com os quais se deparou na infância.
Enigmas como “O que preciso fazer para garantir o amor de meu pai?”.
Vai saber…O buraco do nosso Inconsciente é muito mais embaixo.
Não o subestime…
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Neste vídeo eu explico, à luz das contribuições do psicanalista Donald Winnicott, por que as crianças super boazinhas e obedientes podem estar gravemente doentes do ponto de vista emocional.
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Superego foi o nome que Freud deu para uma parte específica do nosso eu formada pela internalização da dimensão coercitiva do cuidado parental.
Não entendeu nada? 😅 Então deixa eu te explicar:
Por “cuidado parental” entenda as diversas práticas de cuidado que os pais desenvolvem junto aos seus filhos.
Essas práticas podem ser de ordem acolhedora (carinho, proteção, auxílio, segurança, reconhecimento etc.) e de ordem coercitiva (vigilância, ameaça, contenção, punição).
Ambas as dimensões do cuidado parental são necessárias para o desenvolvimento emocionalmente saudável da criança.
No entanto, na formação do superego ocorre a internalização apenas das práticas coercitivas.
Por “internalização” entenda o processo que vai levando a criança a fazer consigo mesma aquilo que num primeiro momento os pais faziam com ela.
Por exemplo: inicialmente eram os pais quem a alertavam dizendo que não deveria bater no coleguinha, pois, se o fizesse, seria castigada.
Ao internalizar essa prática de vigilância e ameaça na forma de superego, a própria criança passa a se alertar, como que dizendo para si mesma: “Não posso fazer isso senão serei castigada”.
Você percebe, portanto, que, nesse movimento de internalização, a criança precisa se IDENTIFICAR com os pais, ou seja, precisa inconscientemente imitá-los.
Mas não imitá-los por completo! A identificação que forma o superego é feita apenas com os pais ENQUANTO agentes coercitivos, ou seja, apenas com os pais que vigiam, ameaçam e punem.
Conforme o desenvolvimento avança, o indivíduo passa a ter contato com outras figuras de autoridade que também exercerão sobre ele um papel coercitivo, tais como professores, por exemplo.
Essas outras pessoas também podem ser objeto de identificação e, consequentemente, “alimentarem” o superego.
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