O que é complexo de Édipo? (parte 2)

Olá! Tudo bem? Este conteúdo não se encontra mais disponível aqui, pois foi reunido no ebook “Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática”.

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Autor: Lucas Nápoli

Lucas Nápoli é psicólogo, psicanalista e professor. Possui os títulos de Doutor em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e Mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É autor do livro "A Doença como Manifestação da Vida".

13 comentários em “O que é complexo de Édipo? (parte 2)”

  1. À espera da 3ª parte com muita curiosidade 🙂 Realmente, não estudei muito Lacan especificamente, tenho mais em mente a obra de Freud a respeito do Complexo de Édipo. Sendo assim, aguardo o que aí vem!!

    Abraços,
    continue com o óptimo trabalho

  2. Olá Sandra! Estou me sentindo quase um autor de novela! rs Mas por que não? Um dos objetivos deste blog é justamente mostrar que a teoria psicanalítica é mais do que um amontoado de chatices hermeticamente fechadas.

    Grande abraço!

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  3. Lucas, simplesmente sensacional a segunda parte! Já coloquei no meu site! Parabéns, vc tem uma clareza de pensamento e lucidez na escrita quer permitem a todo tipo de publico entenderem esse assunto “tao polemico”, rs!
    Beijos e aguardo a continuação, tcham tcham tcham tcham!!!
    Carla

  4. Rsrs Olá Carla! Fico extremamente grato pela republicação dos meus posts no seu blog. Ainda hoje vou postar a última parte da explicação. Realmente se trata de um tema bem polêmico e é importante que as pessoas consigam entendê-lo para-além do que diz o senso comum.

    Grande abraço!

  5. Gostei bastante de seus esclarecimento, pois sou portador de neurose obsessiva e alcoolismo. Gostaria se o senhor podesse falar sobre a severidade do supergo e porquê da regressaõ a fase anal

  6. Olá Etevaldo! Gostei muito das suas sugestões. Já estão anotadas. A respeito da severidade do superego, sugiro a leitura dos dois posts que escrevi explicando o superego: parte 1 e parte 2 nos quais toco levemente esse ponto.

    Quanto à regressão à fase anal, provavelmente a abordarei num futuro post que deverá se chamar “O que é neurose obsessiva?”

    Grande abraço e apareça sempre!

  7. Olá Lucas Nápoli, sou Geísa, casada, dentista, mãe de um menino de 5 anos. Eis o meu dilema, acho q meu filho está na fase edipiana, inclusive a professora dele já me deu algumas dicas, quero saber o q faço em benefício do meu filho. Desde já agradeço, Obrigada Geísa Braga

  8. Olá Geísa! Fico muito agradecido pela pergunta.
    Olha, o que de melhor você pode fazer por seu filho, em qualquer fase pela qual ele estiver passando é sempre tentar ao máximo compreendê-lo. Para isso, basta que você promova para ele um espaço em que ele se sinta acolhido e à vontade para se expressar.
    Entendo que você possa estar se sentindo agustiada pelo temor de provocar algum tipo de “trauma” por não saber como agir. Isso é perfeitamente natural. Mas fique tranquila: infelizmente não podemos prevenir a possibilidade de que futuramente esse momento possa ser utilizado por ele como traumático. As novas experiências com as quais lidamos ao longo da vida ressignificam a nossa história, de modo que um evento que no momento em que aconteceu não foi significante pode passar a sê-lo retroativamente. Infelizmente, essa é a nossa condição humana.
    No entanto, é possível permitir à criança passar pelo “estágio” edípico de maneira o menos angustiante possível e isso é feito através de um ambiente favorável, acolhedor, que lide sempre com a verdade, sem pudores ou vergonhas que só tornam esse momento mais difícil para a criança. Em suma, a palavra-chave é compreensão. A criança precisa sentir que os pais não constituem um ambiente que ela precisa temer e do qual seja necessário se defender. Em outras palavras: não há nenhum segredo, basta agir com naturalidade e encarar esse momento a partir da verdade e sem se escandalizar com possíveis comportamentos da criança.
    Espero sinceramente ter ajudado. Aguardo seu feedback! E se tiver outras questões, sinta-se à vontade para fazê-las. Se eu puder, será um prazer respondê-las.
    Grande abraço!

  9. Olá Lucas. Adorei a abordagem! Estou passando por isso…não sou a mae e sim a dinda! Sou muito presente desde o nascimento de meu afilhado,filho caçula da minha irmã mais velha. Tenho amor e dedicação de mae p ele. Eu e meu marido (dindos) fazemos até papeis de pais muitas vezes. Não temos filhos ainda e tratamos ele com muito carinho e amor de filho. A criança sempre demonstrou muito apego a nos dois, ao ponto de nos preferir em detrimento dos pais. Acontece que essa semana ele vem demonstrando traços do complexo de edipo. Ele vai fazer 6 anos em abril, então se enquadrou na fase descrita. Me pede beijo na boca a todo momento. Quer ficar somente comigo nos lugares. N quer que ninguém veja ele me abraçando p beijar a minha boca. Coisa q n fazia antes. Eu sempre o beijei de bitoquinha, com carinho de mae p filho e agora estou angustiada e sem saber como lidar c essa questão. N sei o q dizer a ele. Como devo agir? Grata

  10. Olá! Infelizmente não é adequado fornecer orientações dessa natureza com base apenas nas informações que você forneceu. Cada caso é um caso. Mas, para que você não saia “de mão abanando” rsrs, recomendo a você que aja espontaneamente, sem pensar muito…

    Um abraço e apareça sempre!

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